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Polícia civil

Ponto de tráfico doméstico é desarticulado no bairro Nova Esperança

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Assessoria | PJC-MT

Dois homens suspeitos de tráfico doméstico foram presos pela Polícia Civil, no final da tarde de terça-feira (14), após denúncia de um ponto de comércio de drogas, em atividade no bairro Nova Esperança, em Cuiabá.

Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), iniciaram  vigilância  e confirmaram a veracidade da denúncia recebida, via o aplicativo de celular (65 99989-0071). No local foi identificada movimentação suspeita de tráfico de drogas.

Um rapaz de roupa escura e boné entrou rapidamente na casa e minutos depois saiu com algo na mão. Ele foi abordado e identificado ser morador de rua. Na posse dele havia uma porção de pasta base de cocaína.

Após a constatação, os policiais pediram reforço,  e efetuaram buscas no imóvel, onde havia duas pessoas, os irmãos P.H.F.T.S., 19 anos, e P.H.F.T.S, 26 anos, ambos envolvidos com o  comércio de drogas no bairro. Durante abordagem, eles demonstraram reação e foram contidos pelos policiais.

Em busca pessoal, foi encontrado com o suspeito, de 26 anos, uma porção de pasta base, que estava no bolso de sua bermuda. Em continuidade, mais duas porções de cocaína foram encontradas no corredor da casa e também uma pequena porção de pó branco, aparentando ser substância química usada para aumentar a droga.

Ainda foram apreendidos R$ 771,00, que estavam em uma gaveta na cômoda localizada nos fundos  da casa, além de material típico utilizado no embalado, como plásticos filme.

Os dois suspeitos foram levados a sede da DRE e autuado por tráfico de drogas. Eles serão apresentados em audiência de custódia nesta quarta-feira (15).

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Polícia civil

Polícia Civil e Sefaz deflagram operação de combate a crimes tributários

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A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) deflagrou nesta quarta-feira (09.10) em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda a Operação Fake Paper para cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão por crimes contra a administração pública.

A ação policial apura uma organização criminosa que por meio de falsificação de documento público, falsificação de selo ou sinal público e uso de documento falso promoveu a abertura de empresas de fachada, visando disponibilizar notas fiscais frias para utilização de produtores rurais e empresas nos crimes de sonegação fiscal. Além disso, o esquema possibilitou a prática de crimes não tributários, como a fraude a licitação, ou mesmo ‘esquentar’ mercadorias furtadas ou roubadas.

O delegado Sylvio do Vale Ferreira Junior, que preside as investigações, ressalta que a emissão de notas fiscais frias interfere negativamente na base de dados da Sefaz-MT. “Distorcendo as informações sobre produção econômica do estado e, consequentemente, na composição de índices do Fundo de Participação dos Municípios, e no cálculo do Fundo de Participação dos Estados, causando efeitos devastadores ao estado”.

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso constatou que, juntas, as empresas Rio Rancho Produtos do Agronegócio Ltda. e Mato Grosso Comércio e Serviços e a B. da S.. Guimarães Eireli emitiram R$ 337.337.930,11 milhões em notas frias, gerando um prejuízo alarmante ao Estado.

O delegado titular da Defaz, Anderson da Cruz e Veiga, ressalta que “a operação busca apreender documentos, dispositivos móveis e computadores que possam robustecer ainda mais a investigação e integra mais uma ação da Defaz em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda, no combate aos crimes contra a ordem tributária”.

Os mandados estão sendo cumpridos em sete cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Barra do Bugres, Canarana, Sorriso e Juína.

Às 10h desta quinta-feira será concedida coletiva à imprensa no sala de audiências da Sefaz, no Centro Político Administrativo.

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Operação “Assepsia; Tenente e dois agentes da Rotam são presos por facilitar entrada de celulares

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A Polícia Civil de Mato Grosso cumpre. na manhã desta terça-feira (18.06). sete mandados de prisão e 8 ordens de busca e apreensão, na operação “Assepsia”, deflagrada após investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) sobre a entrada de aparelhos celulares em unidades prisionais do Estado.

Os mandados de prisão foram decretados  cinco servidores públicos e dois internos da Penitenciária Central do Estado (PCE). As 15 ordens judiciais são pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá, e foram expedidas depois de representação dos delegados e manifestação favorável do Ministério Público Estado, via o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO).

Entre os presos, estão o diretor da unidade Revétrio Francisco da Costa e o subdiretor Reginaldo “Peixe”.

Outros três presos são policiais militares. São eles: tenente Ferreira, lotado no 3ª Batalhão; subtenente Ricardo, lotado na Rotam (Ronda Ostensiva Tático Móvel) e cabo Denizel, também lotado na Rotam.

Outros dois que tiveram mandados cumpridos na operação são detentos da PCE. Eles são conhecidos como “Petróleo” e “Marreta”, ambos membros de uma facção criminosa.

Os detalhes da operação serão apresentados às 10h30, desta manhã, em entrevista coletiva no auditório da sede da Diretoria Geral da Polícia Civil, na Avenida Tenente Coronel Duarte, bairro Bandeirantes, em Cuiabá, com a presença dos delegados da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e outras autoridades policiais.

No dia 6 de junho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram localizados 86 aparelhos celulares, dezenas de carregadores, chips e fones de ouvido.  Todo o  material estava acondicionado dentro da porta de um freezer, que foi deixado naquela unidade para ser entregue a um dos detentos.

Equipes da GCCO estiveram na PCE e verificaram que não havia nenhum registro de entrada ou mesmo informações acerca da entrega do referido eletrodoméstico.  Diante dos fatos e da inconsistência das informações, todos os agentes penitenciários presentes foram conduzidos até a Gerência e questionados sobre os fatos. No mesmo dia, a autoridade policial determinou a apreensão das imagens do circuito interno de monitoramente da unidade, que foram extraídas por meio da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Por meio dos depoimentos, da análise das imagens e conteúdo de aparelhos celulares apreendidos e ainda, da realização de diversas diligências, foi possível identificar e comprovar de maneira robusta, que três policiais militares, dentre eles um oficial de carreira, foram os responsáveis pela negociação e entrega do freezer recheado com os celulares.

Com a ciência do diretor e do subdiretor da unidade, os militares enviaram o aparelho congelador que era destinado a um dos líderes de uma facção criminosa atuante no Estado.

Ao longo das investigações, a Polícia Civil conseguiu comprovar que no mesmo dia, duas horas antes do freezer ser interceptado, os três militares e os diretores da unidade, participaram de uma reunião a portas fechadas com o preso líder da organização criminosa, por mais de uma hora, dentro da sala da direção. “Toda a dinâmica dos fatos foi registrada pelas imagens da unidade prisional”, aponta o relatório da investigação.

No decorrer das investigações, ficou constado ainda que o veículo utilizado para a entrega do freezer, na unidade, pertence a outro reeducando, que também é considerado uma das lideranças da mesma facção. Esse reeducando divide cela com o destinatário do equipamento.

Além das prisões preventivas dos servidores públicos e dos líderes da facção criminosa, serão cumpridas medidas de busca e apreensão nas dependências da Penitenciária Central do Estado.

O inquérito será concluído nos próximos 10 dias. Os investigados poderão responder pelos crimes de integrar organização criminosa, corrupção passiva e ainda por facilitação de entrada de celulares em estabelecimento prisional.

 

Da redação com informações/Assessoria |PJC-MT

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