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Polícia Federal

Operação Lacuna combate fraudes no sistema de crédito de reposição florestal no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (14/5) a operação Lacuna, com objetivo de apurar fraude no sistema de Documento de Origem Florestal (DOF), referente à inserção de mais de quatro mil metros cúbicos de créditos fictícios de madeira de lei, de alto valor econômico, no Amapá.

Policiais Federais dão cumprimento a um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão no município de Porto Grande/AP.

A ação é fruto de uma investigação em conjunto com o Ministério Público Federal e do desdobramento da Operação Quantum Debeatur, deflagrada em abril de 2017, que desvendou um complexo esquema de geração e comércio de créditos florestais falsos, a partir de manipulações no Sistema DOF.

A investigação iniciou com uma vistoria realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA/AP) nas áreas indicadas pela empresa madeireira e objetivou comparar os dados contidos no Sistema DOF com as informações de campo, a fim de verificar possíveis irregularidades. Durante a fiscalização, não se observou qualquer indício de exploração madeireira, no entanto, as informações do sistema indicavam diversas emissões de guia de transporte de madeira que chegavam a um total de 206 guias DOF fraudulentas.

O investigado responderá, na medida de sua responsabilidade, pelos crimes de falsidade ideológica, dificultar a fiscalização no trato de questões ambientais e lavagem de dinheiro. Se condenado, poderá cumprir pena de até 21 anos de reclusão. 

O nome da operação, Lacuna, é uma alusão à falta de correspondência entre a informação inserida no sistema DOF e a exploração de madeira na área.


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Polícia Federal

PF deflagra 2ª fase da operação Carrossel para investigar roubos em agências dos Correios

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João Pessoa/PB – Hoje (2/6), a Polícia Federal, em continuidade às diligências iniciadas na sexta-feira (29/5), deu cumprimento a mais mandados de prisão e de busca e apreensão relacionados à Operação Carrossel, na Paraíba.

As ações policiais de hoje ocorreram exclusivamente no Rio Grande do Norte, dando-se cumprimento a um mandado de busca e apreensão na cidade de Extremoz/RN e a dois mandados de prisão preventiva para um suspeito custodiado na Cadeia Pública de Ceará-Mirim/RN.

As ordens judiciais de prisão foram expedidas em razão da atuação do detento nos roubos à mão armada contra as agências dos Correios de Soledade/PB, em outubro de 2019, e Taperoá/PB, em janeiro deste ano. Seu comparsa já havia sido preso na cidade de Mossoró/RN, em 29.05.2020, acusado dos mesmos crimes e, ainda, de um segundo roubo à agência dos Correios de Taperoá/PB, em 31.01.2020.

No total, somando-se as diligências ocorridas em ambas as datas (29.05.2020 e 02.06.2020), a Polícia Federal procedeu a buscas em seis endereços nas cidades de Mossoró/RN, João Pessoa/PB e, agora, Extremoz/RN, bem como deu cumprimento a cinco mandados de prisão para dois indivíduos (três, para um; dois, para outro) pelos crimes mencionados.

A participação dos criminosos em outros delitos de mesma natureza (roubos à mão armada contra agências dos Correios) continua sendo apurada e não se descarta a solicitação de novas medidas judiciais pela Polícia Federal.

 

Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba
Telefone: (83) 3565-8510

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Polícia Federal

PF prende falso médico que atuava nem hospital do interior de São Paulo

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Guarulhos/SP – A Polícia Federal prendeu na noite do domingo (31/5) um brasileiro que atuava como médico, usando documentos de um colombiano que já exerceu a profissão no país.

A PF recebeu informações de médicos, que trabalham em um hospital da baixada santista, acerca das desconfianças sobre as atitudes e prescrições feitas por um colega de trabalho que atuava no atendimento a vítimas do novo covid-19.

Os policiais realizaram pesquisas em fontes abertas da Colômbia e Brasil e obtiveram sucesso em contatar o verdadeiro médico, que se encontra naquele país e já havia feito boletim de ocorrência pelo furto de seus documentos.

De posse das informações e com o apoio da Polícia Militar, foi realizada diligência junto ao hospital em que o falso médico atuava resultando na prisão do indivíduo. Após a prisão do homem, que esboçou tentativa de evasão, e feita a sua identificação, os policiais federais descobriram que o mesmo já havia sido preso por atuar como professor de direito sem a devida habilitação. O homem, por meio de documentos falsos, havia obtido os registros legais que o habilitavam para o exercício da medicina. O preso foi entregue à Polícia Civil da região onde o caso foi registrado.

O suspeito foi indiciado e responderá pelos crimes de exercício ilegal da função de Medicina e falsidade ideológica.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Guarulhos 

Contato: (11) 2445-7969

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