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Manchester City nega acusações que poderiam tirar time da Champions League

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Estádio do Manchester City
Divulgação

Manchester City respondeu sobre acusações de quebrar regras do Fair Play Financeiro da UEFA

O Manchester City emitiu uma nota oficial nesta terça-feira (14) e afirmou que não quebrou as regras do Fair Play Financeiro da UEFA. De acordo com o jornal americano The New York Times, as investigações sobre supostas irregularidades financeiras podem deixar o clube inglês de fora da próxima Champions, maior ambição do time atualmente.

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Segundo o veículo, os responsáveis pela investigação contra o Manchester City
 estão há duas semanas na sede da UEFA
em Nyon, na Suíça, para apresentar suas visões sobre o assunto. O painel de investigadores responsável pelo andamento do caso deverá propor que o time de Guardiola seja banido da próxima Champions League
.

Ainda de acordo com o jornal, pessoas envolvidas na investigação afirmam que o clube teria enviado valores balanços financeiros falsos e ocultado o real valor recebido em patrocínio. Dessa forma o time tentaria fraudar a regra de  Fair Play Financeiro
da UEFA . O clube emitiu nota dizendo que não comentaria o vazamento de documentos que provam as irregularidades.

Apesar do jornal afirmar que o City poderia ficar de fora da próxima Champions, uma eventual punição só deverá ser aplicada na temporada 2020-21. Isso porque, caso o clube realmente seja banido, ele tem direito de recorrer à Corte Arbitral do Esporte. Ou seja, caso haja punição, ela só deverá ser aplicada na próxima Champions.

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Confira a nota na íntegra

“O Manchester City FC está totalmente cooperando de boa fé com a investigação em curso do CFCB IC ( Câmara Investigatória do Comitê de Controle Financeiro dos Clubes). Ao fazê-lo, o clube depende da independência e do compromisso do CFCB IC com o devido processo; e no compromisso da Uefa de 7 de março de que “… não fará mais comentários sobre o assunto enquanto a investigação estiver em andamento”.

O relatório do New York Times
citando “pessoas familiarizadas com o caso” é, portanto, extremamente preocupante. As implicações são de que a boa fé do Manchester City no CFCB IC esteja equivocada ou que o processo do CFCB IC esteja sendo deturpado por indivíduos com a intenção de prejudicar a reputação do Clube e seus interesses comerciais. Ou ambos.

As contas publicadas do Manchester City
são completas e completas e uma questão de registro legal e regulatório. A acusação de irregularidades financeiras é totalmente falsa, e uma prova abrangente deste fato foi fornecida ao CFCB IC”.

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Neymar engrossa coro antirracista de atletas e clubes por todo o mundo

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O grito antirracista segue ecoando pelo mundo do futebol. Depois de vários jogadores e clubes se posicionarem a favor da causa, Neymar, principal astro brasileiro da bola, também decidiu se manifestar publicamente nesta terça-feira (2). Em sua conta no Instagram, o craque do PSG publicou duas imagens. A primeira apresenta um fundo preto, símbolo dos protestos que começaram após a morte do afro-americano George Floyd, por um policial, na cidade de Minneapolis (Estados Unidos), no último dia 25. A outra imagem é uma foto de um braço tatuado onde se lê a palavra Fé. Ao lado de ambas as imagens, Neymar escreveu o lema da campanha – black lives matter (vidas negras importam) – e a hashtag #blackouttuesday.

 

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Black lives matter ? #blackouttuesday

Uma publicação compartilhada por ene10ta Érre ?? ? neymarjr (@neymarjr) em 2 de Jun, 2020 às 7:31 PDT

 

Após a publicação do jogador, Ivan More, um dos 132 milhões de seguidores do camisa 10 do PSG e da seleção brasileira comentou: “super importante seu posicionamento em situações assim! Quando o ídolo toma partido, faz diferença pela forma de pensar e agir”. 

No Brasil, Talles Magno (Vasco), Igor Julião (Fluminense), Gabriel Barbosa (Flamengo) já tinham postado mensagens abordando o tema. Na noite de ontem (1º de junho), o capitão do Rubro-Negro carioca, Everton Ribeiro, se manifestou com uma sequência de mensagens em sua conta pessoal no Twitter. Em uma das publicações o meia-atacante abordou o tema do racismo estrutural: “não é normal que um país onde a maioria da população é negra, eles sejam a minoria em universidades e grandes empresas”.

Na última postagem, afirmou: “Não quero ficar em silêncio e compactuar com um país que mata um negro a cada 23 minutos”.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Devido à pandemia, COB enviará 200 atletas para treinarem na Europa

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O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) decidiu que 200 atletas irão treinar na Europa, entre julho e dezembro deste ano. Devido ao isolamento social e às demais medidas para conter a disseminação do novo coronavírus (covid-19), boa parte do atletas foram obrigados a interromper a preparação física de alto rendimento. A medida, publicada no site do COB, faz parte do Programa Emergencial de Apoio ao Sistema Olímpico, que teve início em 18 de maio, data que marcou dois meses de isolamento social. 

O primeiro destino do atletas brasileiros será Portugal, escolhido pelo COB por apresentar números positivos no que diz respeito ao combate à covid-19. Além disso, Portugal também será a base principal de aclimatação do Time Brasil para os Jogos Olímpicos de Paris 2024.

De acordo com o vice-presidente do COB, Marco Antônio La Porta Júnior, o objetivo é manter os atletas em um ambiente seguro. 

“Para o COB é preocupante ver nossos atletas sem condição de treinamento em virtude da necessidade real de mantermos o isolamento para controle da pandemia no país. Sabemos o quão importante é vencermos a batalha contra o coronavírus, ao mesmo tempo que trabalhamos para que o Time Brasil esteja em pé de igualdade com seus principais adversários”.

Os custos – passagens, hospedagens e alimentação – serão pagos pelo COB durante seis meses. A verba destinada ao pagamento destas despesas sairá do Programa de Preparação Olímpica, proveniente da Lei das Loterias, que prevê um orçamento de R$ 15 milhões para a entidade.

Além da chamada Missão Portugal, o COB vai destinar R$ 7 milhões às Confederações Olímpicas, de forma igualitária, para o combate à pandemia de covid-19. Este aporte servirá para aquisição, por exemplo, de testes e equipamentos de proteção individual (EPIs).

O Programa Emergencial de Apoio ao Sistema Olímpico também confirmou a liberação de R$ 10 milhões para projetos ligados à área de desenvolvimento esportivo junto às Confederações.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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