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Estão disponíveis as Agromensais de abril/19

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Açúcar: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 1,48% em abril, fechando a R$ 69,86/saca de 50 kg no dia 30. Leia mais. 

Algodão: Por mais um mês, a cotação interna do algodão em pluma apresentou apenas pequenas oscilações ao longo de abril. Leia mais. 

Arroz: Em abril, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros, subiu expressivos 8,54%, o maior aumento desde junho de 2016 (14,6%), fechando a R$ 42,97/sc de 50 kg no dia 30 de abril. Leia mais. 

Boi: Os preços do boi gordo seguiram oscilando com certa força no mercado nacional. No correr de abril, o Indicador ESALQ/B3 do boi gordo esteve entre R$ 154,00 e R$ 159,20, ou seja, diferença de 5,2 Reais/@. Leia mais. 

Café: As cotações domésticas do café arábica seguiram em queda no mercado doméstico em abril, pressionadas pelo recuo dos valores externos do grão. Leia mais. 

Etanol: No fechamento de abril, primeiro mês oficial de safra 2019/20, os preços dos etanóis anidro e hidratado subiram em São Paulo. Leia mais. 

Frango: O movimento de alta nos preços dos produtos avícolas (pintainho, frango vivo, carnes e cortes) se intensificou em abril. Leia mais. 

Milho: O movimento de queda no mercado de milho continuou sendo registrado em abril na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, devido à maior oferta do cereal. Leia mais. 

Ovinos: Em abril, os preços do cordeiro vivo e da carcaça subiram em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Leia mais. 

Soja: Os preços do complexo soja renovaram as mínimas em abril. Leia mais.

Trigo: Em abril, as cotações de trigo registraram valores inferiores aos de março, mas, ainda assim, as importações do grão se mantiveram firmes. Leia mais.

Fonte: CEPEA
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HF BRASIL/CEPEA: Citricultura paulista tem alternativas para reduzir riscos

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Cepea, 14/05/2019 – A edição deste mês da revista Hortiftruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, traz alternativas a produtores de laranja do estado de São Paulo que têm buscado um modelo de negócio mais diversificado. 

 

Essa busca por mudança na estrutura da fazenda é estimulada pela restrição orçamentária em investir e manter os pomares citrícolas, o que, por sua vez, se deve à crise na citricultura entre as safras 2012/13 e 2014/15. Naquele período, a rentabilidade da cultura se reduziu com força, ao mesmo tempo que o nível tecnológico nos pomares precisou ser ampliado, principalmente pelo aumento da incidência do HLB (greening).

 

Pesquisadores da Hortifruti Brasil indicam que, quando produtores se veem numa situação de orçamento limitado, muitos têm preferido ampliar a tecnologia nos pomares citrícolas em uma área menor ao invés de expandir e/ou renovar a área com 100% de laranja para a indústria. As estatísticas da citricultura paulista comprovam essa tendência – atualmente, o setor já opera numa área total menor, mas com um nível de tecnologia (produtividade, adensamento e irrigação) muito maior.

 

Diante desse contexto, a Hortifruti Brasil montou um projeto, tendo como base uma propriedade de 363 hectares com laranja, soja e cana-de-açúcar, chamada de “Projeto Multinegócios”. Este modelo representa hoje um perfil das fazendas citrícolas que estão diversificando suas atividades com cultura anuais, já que o arrendamento de cana é o mais tradicional, mas o plantio de grãos também tem ganhado espaço.

 

No geral, o estado de São Paulo tem boa aptidão para várias atividades agrícolas, mesmo com alguns percalços climáticos. A diversificação com grãos e com arrendamento para cana pode reduzir o risco de rentabilidade do citricultor. Além disso, o investimento nesse modelo apresenta menor valor frente à produção de laranja para indústria.

 

Outra alternativa de diversificação é a citricultura de mesa. Neste caso, a escolha muitas vezes não é feita por restrição orçamentária – já que os custos de formação/manutenção dos pomares são maiores, principalmente quando se opta por uma fruta de alta qualidade, que exige investimentos em irrigação – e, sim, pelo fato de a rentabilidade poder ser maior em uma área menor e por minimizar a dependência de um negócio somente voltado à indústria.

 

FÓRUM – O entrevistado da edição de maio é Carlos Eduardo Prudente Correa Junior, que é administrador de empresas, com especialidade em Gestão. Em sociedade com a sua família, Correa Junior tem dinamizado suas propriedades com um modelo multinegócio de laranja, cana-de-açúcar e soja. 

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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Estão disponíveis as Agromensais de abril/18

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Açúcar: O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) acumulou alta de 1,48% em abril, fechando a R$ 69,86/saca de 50 kg no dia 30. Leia mais. 

Algodão: Por mais um mês, a cotação interna do algodão em pluma apresentou apenas pequenas oscilações ao longo de abril. Leia mais. 

Arroz: Em abril, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros, subiu expressivos 8,54%, o maior aumento desde junho de 2016 (14,6%), fechando a R$ 42,97/sc de 50 kg no dia 30 de abril. Leia mais. 

Boi: Os preços do boi gordo seguiram oscilando com certa força no mercado nacional. No correr de abril, o Indicador ESALQ/B3 do boi gordo esteve entre R$ 154,00 e R$ 159,20, ou seja, diferença de 5,2 Reais/@. Leia mais. 

Café: As cotações domésticas do café arábica seguiram em queda no mercado doméstico em abril, pressionadas pelo recuo dos valores externos do grão. Leia mais. 

Etanol: No fechamento de abril, primeiro mês oficial de safra 2019/20, os preços dos etanóis anidro e hidratado subiram em São Paulo. Leia mais. 

Frango: O movimento de alta nos preços dos produtos avícolas (pintainho, frango vivo, carnes e cortes) se intensificou em abril. Leia mais. 

Milho: O movimento de queda no mercado de milho continuou sendo registrado em abril na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, devido à maior oferta do cereal. Leia mais. 

Ovinos: Em abril, os preços do cordeiro vivo e da carcaça subiram em parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Leia mais. 

Soja: Os preços do complexo soja renovaram as mínimas em abril. Leia mais.

Trigo: Em abril, as cotações de trigo registraram valores inferiores aos de março, mas, ainda assim, as importações do grão se mantiveram firmes. Leia mais.

Fonte: CEPEA
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