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Sri Lanka bloqueia redes sociais e impõe toque de recolher

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Igreja católica com teto destruído e repleta de escombros no Sri Lanka
Reprodução/EuroNews

No domingo de Páscoa, igrejas católicas e hotéis foram alvos de atentados que deixaram 250 mortos no Sri Lanka

O governo do Sri Lanka anunciou nesta segunda-feira (13) a imposição de um toque de recolher das 21h às 4h, além de restrições a redes sociais, como medidas de segurança contra uma série de atentados no país.

De acordo com fontes locais, WhatsApp, Viber e Facebook foram bloqueados temporariamente no Sri Lanka
.

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Além de ataques
a mesquitas e centros comerciais muçulmanos nos últimos dias, mais de 250 pessoas morreram em explosões
em igrejas católicas e hotéis na Páscoa, em 21 de abril.

De acordo com as autoridades do Sri Lanka
, as medidas servem para “impedir o incitamento à violência”.

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Depen prevê rebeliões por Covid-19 e deve gastar R$ 20 milhões em armamento

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Departamento penitenciário admite motins motivados pela restrição das visitas e se adianta para comprar armamentos de contenção
Agência Brasil

Departamento penitenciário admite motins motivados pela restrição das visitas e se adianta para comprar armamentos de contenção

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) prevê rebeliões motivadas pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) e já se prepara para gastar R$ 20 milhões em armamentos não letais (granadas, munições e esprays) para conter os amotinados.

Em despacho interno, o diretor de políticas penitenciárias do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Sandro Abel Sousa Barradas, diz que a compra se justifica para evitar tumultos e motins nos presídios.

Veja também: Universidades federais estudam soluções para retorno pós-pandemia

As visitas estão restritas em todos os estados, devido à pandemia. Segundo o diretor, essa medida, somada à falta de informação e contato com os familiares, “aumenta a tensão em ambiente que já é carregado e estressante”.

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“Em todos os estados houve restrição de visitas, o que certamente eleva a temperatura, e rebeliões são uma questão de tempo e do desenrolar da pandemia instalada”, declara.

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Universidades federais estudam soluções para retorno pós-pandemia

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UF
Agência Brasil

Universidades seguem sem previsão de retorno

O retorno às aulas após o pico da pandemia de Covid-19 no Brasil é tópico de estudo em várias das universidades federais no país. Com aulas suspensas, muitas instituições investem em conteúdos extracurriculares e Ensino à Distância, mas a maioria segue sem data de retorno definida.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estuda formas de retomar as atividades docentes de forma remota ou presencial reduzida, após a diminuição da crise sanitária provocada pela pandemia da covid-19. É para evitar o cancelamento do semestre letivo. As atividades de pesquisa e hospitalares não pararam, principalmente as ligadas ao enfrentamento do novo coronavírus.

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As aulas na universidade estão suspensas desde 16 de março, apenas uma semana após terem começado, e não há definição sobre o ingresso de alunos para o segundo semestre, já que nem a matrícula da terceira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre foi concluída.

O grupo de trabalho (GT) pós-pandemia analisa as possibilidades de cenário, com base em informações colhidas pelo GT Coronavírus, em atividade desde janeiro. A reitora Denise Pires explicou, em entrevista publicada no site da universidade, que primeiro serão identificadas as disciplinas com possibilidade de serem dadas de forma remota, bem como os estudantes que não têm acesso à internet .

Já no Rio Grande do Norte, a UFRN avalia um modelo suplementar e opcional de educação durante a pandemia. De acordo com a instituição, a ideia é que os alunos não sejam prejudicados pela interrupção das aulas, considentando inclusive aqueles que estão impossibilitados de comparecer às aulas online.

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Um dos desafios, porém são as especificidades de cada curso, como por exemplo os estudantes da área de Saúde, que necessitam de práticas dentro dos laboratórios da universidade. A longo prazo, a instituição não descarta a adaptação de alunos e professores para novas metodologias de ensino remoto.

A Universidade Federal de Goiás ( UFG ) também possui um grupo de trabalho dedicado às soluções de apoio durante a pandemia. Entre as propostas, está a possibilidade de retorno escalonado à instituição de ensino, com um grupo comparecendo às aulas enquanto outro recebe ensino à distância.

A universidade também aprovou uma resolução que autoriza a realização de algumas atividades acadêmicas à distância, como defesas de Trabalhos de Conclusão de Curso ( TCC ) e ações de extensão.

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