conecte-se conosco


Carros

Veja 5 carros que pertenceram ao heptacampeão Michael Schumacher

Publicado

Carros


Schumacher
Divulgação

Schumacher levou sua paixão pelo automobilismo para fora das pistas. Conheça mais sobre seus gostos pessoais

Como você está cansado de saber, a trajetória de Schumacher na Fórmula 1 durou 17 anos. Durante esse tempo ele teve um total de 308 corridas pilotando pela Jordan Grand Prix, Benetton e Ferrari, onde de aposentou, em 2006. Porém, depois de três temporadas afastado, o alemão voltou à Fórmula 1 em 2010 pela equipe Mercedes. Porém, o retorno durou apenas três anos, já que no final de 2012 deixou definitivamente as pistas.

LEIA MAIS: Veja 5 jogadores brasileiros que curtem modelos clássicos

No final de 2013, Schumacher
sofreu um grave acidente esquiando nos Alpes Franceses. Em meados de 2014, ele foi transferido para Hospital Universitário de Vaud, em Lausanne, na Suíça. A última atualização sobre seu estado de saúde foi revelada em dezembro de 2018, anunciando que ele já não respira mais por aparelhos.

A lenda das pistas também teve alguns carros muito interessantes. Em clima de saudade e nostalgia, a reportagem do iG enumera cinco carros que já pertenceram ao heptacampeão em sua vida pessoal. Estes eram os modelos que Schumacher levava a família para passear durante as férias.

1 – Mercedes-Benz E55 AMG Estate


Mercedes-Benz E55 AMG
Reprodução

O belo Mercedes-Benz E55 AMG que foi do heptacampeão de Fórmula 1, Michael Schumacher

Em 2016, a belíssima Mercedes-Benz
E55 AMG Estate 1998 de Schumacher foi leiloada por aproximadamente R$ 445 mil em Berlim (Alemanha). O exemplar também chama atenção por estar com opcionais raros no final dos anos 90, como o sistema de GPS controlado por voz, teto solar e interior revestido de couro personalizado, com dois tons de cinza.

LEIA MAIS: Relembre 10 carros clássicos que foram esquecidos em garagens

Para refrescar a memória, o E55 AMG Estate de Michael vinha equipado com um potente 5.5 V8 de 355 cv, acoplado ao câmbio automático de cinco velocidades. Uma perua esportiva para poucos e bons, como gostamos de apontar

2 – Bugatti EB110


Bugatti EB110
Divulgação

Schumacher também foi proprietário de um Bugatti EB110. Modelo adquirido em 1994 ficou em sua posse até 2003

Para celebrar os 110 anos do nascimento de Ettore Bugatti (o motivo da sigla “EB”), a marca preparou um superesportivo na década de 90. Podemos descrevê-lo como o pai do Bugatti Veyron e, consequentemente, o avô do atual Chiron.

LEIA MAIS: Veja 5 carros dos principais craques do futebol mundial

A maior ação de marketing da Bugatti neste década, talvez, tenha sido a compra de um EB110 SuperSport em 1994. Ele foi vendido em 2003, curiosamente para uma preparadora especializada em Ferrari. Com 661 cv de potência, o superesportivo poderia acelerar de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos.

3 – Ferrari California


Ferrari California
Divulgação

Além de ter sido proprietário de uma Ferrari California, Schumacher também esteve envolvido no desenvolvimento

Muito se fala sobre a participação de Ayrton Senna e Satoru Nakashima no desenvolvimento do Honda NSX. Mas poucos sabem que Schumi também deu uma forcinha para a Ferrari nos anos de 2007 e 2008, nos modelos 430 Scuderia e Ferrari
California. Como um mimo da “firma”, o heptacampeão levou a segunda para sua garagem.

Apresentada no Salão de Paris (França) de 2008, a Ferrari California era o modelo de entrada da marca italiana na época. Seu motor 4.3 V8 desenvolvia a fúria de 454 cv de potência e mais de 48 kgfm de torque. O 0 a 100 km/h acontecia em 4,1 segundos. Até hoje, a California é lembrada pelos fãs como um dos modelos mais harmoniosos da marca.

4 – Fiat Coupe Turbo Plus


Fiat Coupe Turbo Plus
Divulgação

Schumacher também foi proprietário do Fiat Coupe LE Turbo Plus, em uma série especial de apenas 400 unidades

Schumacher teve um Fiat Coupe mais que especial. A marca italiana fabricou 400 unidades numeradas da versão LE Turbo Plus, que era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos. E o heptacampeão acabou ficando com a unidade “001”. Até 2000, ele foi o carro de tração dianteira mais rápido do mundo nas pistas.

LEIA MAIS: Aceleramos o raro Fiat Coupé no Autódromo de Interlagos. Assista ao vídeo

Registros de época apontam que este Coupe era tão prazeroso de dirigir quanto veículos bem mais caros, como Porsche Boxster e o Aston Martin DB7 — outro GT, mas com um motor V12 de 420 cv. No caso desta versão, eram 220 cv de potência e 31 kgfm de torque, aliado ao câmbio manual de seis marchas.

5 – Shelby Cobra Daytona


Shelby Cobra Daytona MKII 1967
Divulgação

Em 2007, Schumacher adquiriu um Shelby Cobra Daytona MKII 1967 por aproximadamente 3 milhões de euros

Por incrível que pareça, Schumacher teve alguns “rivais lendários” da Ferrari em sua garagem. Entre eles, o Shelby Cobra Daytona MKII de 1967 na versão roadster, um presente do heptacampeão para ele mesmo. E para isso, ele precisou abrir a carteira e desembolsar cerca de 3 milhões de euros em meados de 2007.

Entre outros modelos curiosos do piloto, havia um Fiat 500 clássico que foi restaurado pela própria montadora. Além disso, foi proprietário de um Stilo Schumacher
GP, como parte de uma ação de marketing para o modelo que levou seu sobrenome.

Comentários Facebook

Carros

Conheça a história do Karmann Ghia TC

Publicado


source


Karmann Ghia TC foi lançado em 1970 e, com motor 1.6 refrigerado a ar, podia atingir 142 km/h, segundo a fabricante
Divulgação

Karmann Ghia TC foi lançado em 1970 e, com motor 1.6 refrigerado a ar, podia atingir 142 km/h, segundo a fabricante

O Karmann Ghia foi produzido entre 1962 a 1970 através da união dos amigos Wilhelm Karmann Junior, engenheiro alemão de renome e herdeiro da empresa de carrocerias Karmann e Luigi Segre, proprietário da Carrozzeria Ghia, de Turim, na Itália.

Sem dúvida, foi um carro que remetia e muito a esportividade, principalmente os conversíveis, mas o peso dos anos foi passando o que obrigou a Volkswagen a pensar num outro modelo que fizesse jus ao primeiro modelo, lançando assim o TC.

O Karmann Ghia TC (Touring Coupé) , surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil e teve uma leve inspiração no Porsche 911 . Ao invés da plataforma do Sedan (o Fusca que conhecemos por aqui), o TC baseava-se na plataforma dos VW Variant e TL , e não era tão charmoso quanto o Tipo 14 que o antecedeu.

Tinha uma carroceria mais simples e compreendia um estilo menos marcante, porém a traseira fastback (traseira levemente caída) era uma característica a qual agradava ao público.

Vinha com motor de 1600 cm3 equipado com dois carburadores 32PSTI, ventoinha plana gerando 65 cv, igual ao utilizado no Variant (Tipo 3) e que garantia um bom desempenho para a época, próximo à marca dos 142 km/h de velocidade final , levando em consideração o chassi pesado vindo do Tipo 3.

Karmann Ghia TC tem uma traseira que lembra a do Porsche 911 original, de 1963 pelo estilo de cupê
Divulgação

Karmann Ghia TC tem uma traseira que lembra a do Porsche 911 original, de 1963 pelo estilo de cupê

Internamente, o fastback era infinitamente superior, graças à ampla área envidraçada e ao generoso espaço para cinco ocupantes e tinha um porta-malas que fazia jus ao nome.

A vantagem era a opção do rebatimento do banco traseiro que era bipartido e podia transformar o compartimento num porta-malas de grandes dimensões. Na frente, também havia espaço para acomodar pequenas bagagens. O TC também acabava de vez com alguns dos inconvenientes do Tipo 14 , como por exemplo, a turbulência interna que passava um certo desconforto com as janelas abertas.

O Karmann Ghia TC (Touring Coupé), surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil
Reprodução

O Karmann Ghia TC (Touring Coupé), surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil

Apesar das 18.119 unidades produzidas entre 1970 a 1975, o Karmann Ghia TC acabou se despedindo das linhas de montagem, devido às vendas que despencavam subitamente, passando a integrar, com merecido reconhecimento, sua parte na história da indústria automobilística nacional, agora como um verdadeiro clássico.

Você viu?

Onde surgiu a lenda Karmann Ghia?

Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos
Reprodução

Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos


O Volkswagen Karmann Ghia foi lançado através da união dos amigos Wilhelm Karmann Junior, engenheiro alemão de renome e herdeiro da empresa de carrocerias Karmann mais o Luigi Segre, proprietário da Carrozzeria Ghia, de Turim, na Itália.

Com a parceria, juntos desenvolveram um protótipo pedido pela Volkswagen, baseado no Sedan (o nosso Fusca). Mas ao ver o projeto a fábrica o teria rejeitado. Mesmo assim, Segre não se deu por satisfeito e desenvolveu discretamente uma outra proposta, mais tarde, apresentada ao amigo Karmann Junior que aprovou de imediato.

Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos, Heinrich Nordhoff – executivo da montadora, aprovou o trabalho dos amigos e, dois anos mais tarde o Karmann Ghia era apresentado ao público.

O estilo da carroceria baixa (inspirada num Chrysler de 1953), harmonizada com as lanternas em formato de gota junto aos pára-lamas salientes logo caiu nas graças de todos, principalmente dos brasileiros quando chegou por aqui – em 1962, quando a Karmann estabelecia as mesmas atividades em relação a matriz, na Alemanha.

Em relação às versões alemãs, o nosso esportivo era diferenciado apenas pelo motor boxer (cilindros opostos) cuja cilindrada correspondia míseros 1.192 cm³ rendendo apenas 30 cv , o mesmo do Sedan. Esteticamente, o modelo brasileiro recebia pára-choques mais robustos.

O Karmann Ghia conversível ou Cabriolet foi lançado em 1958 e hoje em dia é um dos clássicos mais valorizados
Reprodução

O Karmann Ghia conversível ou Cabriolet foi lançado em 1958 e hoje em dia é um dos clássicos mais valorizados

Em 1958, era a vez de ser lançado o modelo conversível. Com um belo desenho contrastando com a capota, merecia grandes elogios, porém o fraco desempenho era o mesmo da versão com teto rígido, sendo mais tarde substituída por um motor digno (exatos 1.493 cm³) de seu apelo esportivo. Por aqui foram comercializadas num total de 23.570 unidades do Karmann Ghia (Tipo 14) entre 1962 a 1971, sendo 177 da versão conversível.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Carros

Mini Cooper SE: aceleramos a grata surpresa 100% elétrica

Publicado


source
Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil
Divulgação

Mini Cooper SE é o primeiro de vários modelos 100% elétricos que estão previstos para o Brasil

A Mini tem um plano de eletrificação ousado para essa década. A fabricante britânica deverá lançar seu último modelo com motor a combustão em 2025. Em meados de 2027, os executivos esperam que mais de 50% das vendas globais sejam de produtos elétricos. Até 2030, todo o catálogo global da Mini será formado apenas por veículos movidos que não gastam uma gota de combustível.

Leia também

O primeiro capítulo dessa história acaba de desembarcar no Brasil, com o lançamento do Cooper SE . O compacto parte de R$ 239.990 na versão de entrada Exclusive , passa por R$ 264.990 na versão intermediária Top e chega a R$ 269.990 na versão topo de linha Top Collection .

O Cooper elétrico tem as mesmas proporções do modelo convencional, mas ganhou alguns milímetros de altura para alocar as baterias sem raspar. Ele também é mais pesado que o Cooper a combustão, com 1.365 kg ante apenas 1.175 kg.

Um elétrico diferente

O Mini Cooper SE tem algumas diferenças na comparação com outros elétricos, como Renault Zoe e Nissan Leaf . O compacto inglês é um veículo térmico adaptado para rodar com eletricidade, enquanto os outros dois foram desenvolvidos como modelos puramente elétricos.

Por este motivo, as baterias do Mini Cooper SE são bem menores, pois precisam caber na mesma estrutura do modelo a gasolina. Elas são alocadas abaixo do assoalho, em formato de “T”, enquanto as baterias da dupla Zoe e Leaf preenchem completamente a parte inferior.

O conjunto de baterias subdividido em 12 módulos tem capacidade energética de 29 kWh. Este arranjo facilita a manutenção , uma vez que se for identificada alguma falha em um dos módulos, basta substituir o componente sem afetar os outros. A bateria tem garantia de 8 anos ou 100 mil km.

Em uma unidade de recarga rápida, o Mini Cooper SE pode recuperar até 80% da energia em 30 minutos. No wall-box residencial, a mesma recarga dura em torno de 2 horas e 10 minutos, enquanto em uma tomada convencional (que precisa ser aterrada), a carga leva em torno de 14 horas.

Kart elétrico

Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque
Divulgação

Mini Cooper SE preserva a vibe esportiva do modelo com motor a combustão; dirigibilidade é destaque

O motor elétrico desenvolve 184 cv de potência e 27 kgfm de torque, com velocidade máxima de 150 km/h limitada eletronicamente. Segundo a fabricante, o compacto pode atingir 100 km/h em 7,3 segundos.

A dirigibilidade sempre foi a principal característica dos modelos Mini – e fico contente que isso não tenha sido esquecido na versão elétrica. A vibe do Cooper SE é exatamente a mesma do modelo térmico, mas sem os ‘estalos’ metálicos no escapamento. 

Você viu?

Pisando fundo, as rodas dão uma leve destracionada graças a o torque instantâneo, entregue em ‘zero rotação’. Este comportamento emula o hatch movido a gasolina.

Graças ao centro de gravidade mais baixo, o Mini Cooper SE é mais estável que o modelo a combustão. Sua dirigibilidade é bem direta e responsiva, o tal “go-kart feeling” que o time de engenharia gosta de destacar.

A suspensão rígida transmite todas as irregularidades do solo para a cabine, mas o Cooper SE não deixa de ser um modelo confortável para o dia a dia. Infelizmente, sua autonomia é baixa: são 234 km de capacidade de circulação, contra 300 km do Renault Zoe e 304 km do JAC e-JS1 .

Despojado

Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022
Divulgação

Confira o pacote de equipamentos de cada uma das versões do Mini Cooper SE 2022

O pacote Exclusive (R$ 239.990) de entrada conta com painel digital de cinco polegadas, teto solar panorâmico, sensor e câmera de ré, ar-condicionado de duas zonas (o único da categoria), conjunto de iluminação full-LED, conectividade Apple CarPlay e um carregador portátil adaptado para as tomadas brasileiras.

A versão Top (R$ 264.990) inclui head-up display , sistema de áudio premium Harman/Kardon, LEDs direcionais, sistema de navegação e rodas exclusivas aro 17. O pacote Top Collection (R$ 269.990) ainda traz teto multi-tom e bancos de couro em combinações diferenciadas.

Julgando que o Mini Cooper  convencional tem preço base de R$ 214.990, a versão 100% elétrica surge com um pacote super competitivo. Quando a próxima geração do hatch for lançada, você não terá mais a opção de escolher o modelo a gasolina.

Vale lembrar que as lanternas traseiras do Mini Cooper trazem a bandeira do Reino Unido, nação que vai proibir a venda de carros a gasolina a partir de 2030. Alguns modelos híbridos serão tolerados até meados de 2035, mas a Mini pretende se antecipar. O Brasil precisa participar dessa transformação.

Mini Cooper SE Preço: a partir de R$ 239.990 Motor: elétrico, tração dianteira Potência: 184 cv Torque: 27 kgfm Transmissão: automática Freios: discos ventilados (dianteira), disco sólido (traseira) Suspensão: McPherson (dianteira), multibraço (traseira) Dimensões: 3,84 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de entre-eixos Porta-malas: 211 litros Vel. Máx: 150 km/h 0 a 100 km/h: 7 segundos.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso