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Saúde

Nutróloga do Mato Grosso Saúde orienta sobre consumo de chocolate na Páscoa

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Durante a Páscoa, os chocolates tomam conta das prateleiras dos supermercados e dos lares brasileiros. Como o consumo deste doce aumenta nesta época do ano, o Mato Grosso Saúde orienta sobre as melhores formas de consumir o alimento e ainda aproveitar os benefícios provenientes do cacau.

A nutróloga credenciado do Plano, Ana Flávia Von Eicheendorff, lembra que o chocolate, quando consumido de forma moderada, auxilia o organismo na prevenção dos problemas cardiovasculares. “O cacau é uma fonte rica de flavonóides, substância que, além de ser antioxidante, ajuda no controle da pressão arterial, reduz o colesterol ruim e aumenta o colesterol bom”, explicou.

Atualmente, há uma grande variedade de chocolates, para atender os gostos de todo o público. Desde os ao leite, passando pelos amargos, brancos, diets, funcionais e proteicos. A médica orienta que quanto maior o teor de cacau do produto, maior é a concentração dos flavonóides. “Essa substância é encontrada em maios quantidade nos chocolates amargos, com mais de 50% de teor de cacau, que são os mais indicados”.

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Embora tenha seus benefícios, o consumo de chocolate deve ser moderado, por conta dos outros ingredientes que acompanham sua preparação, como açúcar e gordura. “É importante conscientizar quanto a moderação no consumo. O açúcar em grande quantidades pode prejudicar nosso corpo. Portanto, o indicado é consumir no máximo 40 gramas por dia”.

Já no caso do chocolate branco, a nutróloga informa que o produto não contém cacau, e por sua vez nenhuma substância que agregue valor nutricional ao organismo. O produto é constituído basicamente por açúcar e gordura.

Ana Flávia Von Eicheendorff é nutróloga e atende os beneficiários do Mato Grosso Saúde na Clínica Madre Vida.

Fonte: GOV MT
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Saúde

Distribuição de remédios no País está normalizada, diz ministério

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cartelas de remédio
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
“O Ministério da Saúde vem se dedicando à regularização do abastecimento de remédios no País”, escreveu a pasta em nota

O Ministério da Saúde informou na noite de ontem (17) que concluiu todos os processos de licitação para a compra de medicamentos adquiridos de forma centralizada pela pasta. Os remédios serão enviados ao longo do mês para as secretarias estaduais, responsáveis por distribuí-los aos municípios para abastecimento de toda a rede pública. Para contratos assinados recentemente, a distribuição deve ocorrer em até dez dias.

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“Cabe esclarecer que muitos processos de compra não foram iniciados no tempo devido e, desde janeiro deste ano, o Ministério da Saúde vem se dedicando exaustivamente à regularização do abastecimento de medicamentos
em todo o País. Para isso, ações propositivas vêm sendo implementadas para ordenar o planejamento das aquisições e otimizar os fluxos processuais”, destacou o ministério por meio de nota.

Entre essas ações, segundo a pasta, está a ampliação dos processos licitatórios de compra para abastecimento de, no mínimo, um ano. A expectativa do governo federal é que a mudança proporcione maior condição de previsibilidade dos estoques, atendendo à Lei de Licitações 8.666/93. Até então, muitos processos eram feitos para abastecimento de um período curto de tempo, como de três a quatro meses.

“No último mês, medidas emergenciais também foram adotadas para garantir o abastecimento imediato
, como remanejamento de estoques e antecipação da entrega de medicamentos por laboratórios com contratos vigentes”, completou o comunicado.

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O ministério informou ainda que busca, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), autorização para ampliar para até cinco anos a renovação anual de contratos de compras de medicamentos de uso contínuo, como imunossupressores usados para diminuir o risco de rejeição a um órgão após realização de transplante. Esse formato, de acordo com a pasta, já é utilizado na aquisição de fatores de coagulação.

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“Por fim, o Ministério da Saúde informa que todas as informações e dificuldades relacionadas aos processos de compra foram e continuam sendo compartilhadas com o Tribunal de Contas da União e demais órgãos de controle, como recursos interpostos pelas empresas participantes, distribuidoras que assinaram contrato com o Ministério da Saúde
e não cumpriram os prazos de entrega, dentre outros de origem judicial”, concluiu.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ministro diz que baixa adesão à vacinação pode comprometer hospitais

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Profissional da saúde aplica vacina em criança
Marcelo Camargo/ABr
Campanha nacional de vacinação contra a gripe vai até o dia 31 de maio

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que a baixa adesão à campanha nacional contra a gripe, que até agora imunizou 56% do público-alvo, pode comprometer o sistema de hospitais públicos em alguns meses. De acordo com o ministro, a gripe pode agravar outras doenças e levar a um grande número de internações.

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Segundo Mandetta, um dos casos mais preocupantes é do Rio de Janeiro, que tem o menor índice de vacinação
do país (38,2% de adesão). “Nós temos muita tuberculose no Rio de Janeiro, números altíssimos, e se você não vacina contra a gripe
, essas pessoas são imunossuprimidas e é muito provável que a gente tenha em junho, julho e agosto quadros de pneumonia em cima de quadros de tuberculose. Vai haver uma pressão por leitos de UTI e não vai ter”, disse.

De acordo com Mandetta, o Ministério da Saúde
traçou sua estratégia e identificou os estados com mais fragilidade para se fazer a campanha. O próprio Rio de Janeiro foi escolhido como local de lançamento da campanha.

“A gente tem chamado a atenção, pedido [para que as pessoas se vacinem], mas isso é a estratégia de cada cidade, de cada comunidade. As comunidades precisam se organizar. O que o governo federal faz é levar a mensagem. Agora o que precisa é as pessoas terem atitude e procurarem [os postos de vacinação] porque é um ato voluntário”, disse.

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A campanha nacional de vacinação
contra a gripe vai até o dia 31 de maio. O público-alvo da campanha inclui 59,5 milhões de pessoas, entre elas crianças até cinco anos e gestantes.

Fonte: IG Saúde
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