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Saúde

Nutróloga do Mato Grosso Saúde orienta sobre consumo de chocolate na Páscoa

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Durante a Páscoa, os chocolates tomam conta das prateleiras dos supermercados e dos lares brasileiros. Como o consumo deste doce aumenta nesta época do ano, o Mato Grosso Saúde orienta sobre as melhores formas de consumir o alimento e ainda aproveitar os benefícios provenientes do cacau.

A nutróloga credenciado do Plano, Ana Flávia Von Eicheendorff, lembra que o chocolate, quando consumido de forma moderada, auxilia o organismo na prevenção dos problemas cardiovasculares. “O cacau é uma fonte rica de flavonóides, substância que, além de ser antioxidante, ajuda no controle da pressão arterial, reduz o colesterol ruim e aumenta o colesterol bom”, explicou.

Atualmente, há uma grande variedade de chocolates, para atender os gostos de todo o público. Desde os ao leite, passando pelos amargos, brancos, diets, funcionais e proteicos. A médica orienta que quanto maior o teor de cacau do produto, maior é a concentração dos flavonóides. “Essa substância é encontrada em maios quantidade nos chocolates amargos, com mais de 50% de teor de cacau, que são os mais indicados”.

Embora tenha seus benefícios, o consumo de chocolate deve ser moderado, por conta dos outros ingredientes que acompanham sua preparação, como açúcar e gordura. “É importante conscientizar quanto a moderação no consumo. O açúcar em grande quantidades pode prejudicar nosso corpo. Portanto, o indicado é consumir no máximo 40 gramas por dia”.

Já no caso do chocolate branco, a nutróloga informa que o produto não contém cacau, e por sua vez nenhuma substância que agregue valor nutricional ao organismo. O produto é constituído basicamente por açúcar e gordura.

Ana Flávia Von Eicheendorff é nutróloga e atende os beneficiários do Mato Grosso Saúde na Clínica Madre Vida.

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Saúde

SP: prefeitura recebe protocolos setoriais para reabertura do comércio

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A prefeitura de São Paulo começa hoje (1º) a receber protocolos enviados por associações para verificar a possibilidade de reabertura de estabelecimentos comerciais dos setores de imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércio e shoppings centers. Os protocolos para garantir a saúde de trabalhadores e clientes precisam ser validados pela Vigilância Sanitária municipal.

“Nada na cidade reabre a partir de hoje (1°). Nesta data, passamos a receber os protocolos setoriais considerados mínimos, já acertados com o governo do estado de São Paulo. Esses protocolos envolvem temas como a questão do distanciamento, da higiene, a orientação necessária para os clientes, horários alternativos de funcionamento, possibilidade de agendamento, além de questões de fiscalização e autotutela que as associações vão fazer sobre os seus associados”, disse o prefeito Bruno Covas na última semana. Ele já havia anunciado as exigências para que os setores da economia possam voltar a funcionar, com a flexibilização da quarentena em todo o estado.

Também na semana passada, o governador de São Paulo, João Doria, anunciou o plano de flexibilização da quarentena. As cidades podem reabrir gradualmente o comércio e outras atividades, reduzindo o isolamento social, seguindo uma classificação estabelecida pelo governo.

São cinco níveis, que vão desde o isolamento completo até o fim das restrições, de acordo com critérios que avaliam o estágio de transmissão do novo coronavírus no município até a disponibilidade de leitos em hospital. A capital paulista foi classificada na fase 2, podendo, assim, retomar parte das atividades econômicas.

Apenas entidades setoriais serão responsáveis pelo envio dos protocolos à prefeitura da capital paulista. Os setores aptos à reabertura deverão apresentar um planejamento, que inclui itens como a testagem dos funcionários, normas de higiene e regras de autorregulação para fiscalização. O prefeito também chamou a atenção para que as empresas tomem medidas para evitar punir as trabalhadoras que precisam cuidar dos filhos, uma vez que as creches e escolas continuarão fechadas.

“Não poderemos ampliar a desigualdade na cidade, já que as creches e escolas ainda não voltam a funcionar. A funcionária mulher não deve ser penalizada. É sempre sobre a mulher que recai a obrigação de cuidar dos filhos. Não podemos ter demissões das funcionárias mulheres. Vamos ver de que forma os setores vão assumir esse compromisso com a cidade de São Paulo”, disse Covas.

O prefeito pediu ainda que a população continue a respeitar o isolamento social e use máscaras. Ele ressaltou que, caso a situação da cidade piore, pode haver regressão no plano de retomada. Bruno Covas explicou que, se os índices piorarem, a cidade volta a ser classificado como município em região vermelha no estado de São Paulo e todos os setores aptos à reabertura voltam a fechar.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Número de casos do novo coronavírus no Brasil ultrapassa 510 mil

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O Brasil chegou a 514.849 casos do novo coronavírus, mais de meio milhão de pessoas infectadas com a doença, com a inclusão nas estatísticas de 16.409 novos casos. Com 480 mortes registradas nas últimas 24 horas, o número de óbitos pela covid-19 chega a 29.314. Os números foram atualizados, no início da noite deste domingo (31), pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos confirmados, 278.980 (54,2%) estão em acompanhamento e 206.555 (40,1%) pacientes se recuperaram. Há ainda 4.208 óbitos em investigação.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes: 7.615. O estado é seguido, em número de óbitos, pelo Rio de Janeiro (5.344), Ceará (3.010), Pará (2.923) e Pernambuco (2.807).

Na sequência, aparecem Amazonas (2.052), Maranhão (955), Bahia (667), Espírito Santo (604), Alagoas (443), Paraíba (360), Rio Grande do Norte (305), Minas Gerais (271), Rio Grande do Sul (224), Amapá (222), Paraná (182), Distrito Federal (170), Piauí (161), Sergipe (158), Rondônia (156), Santa Catarina (136), Acre (148), Goiás (124), Roraima (116), Tocantins (73), Mato Grosso (61) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (109.698), Rio de Janeiro (53.388), Ceará (48.489), Amazonas (41.378) e Pará (37.961). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (34.639), Pernambuco (34.450), Bahia (18.392), Espírito Santo (13.690) e Paraíba (13.162).

Na comparação internacional, o Brasil figura em segundo lugar no número de pessoas infectadas (514 mil), atrás dos Estados Unidos (EUA), com mais de 1,7 milhão de casos, de acordo com balanço divulgado pela Universidade Johns Hopkins, que reúne os números oficiais dos países. Em número de óbitos, o Brasil ocupa a quarta colocação, atrás de Estados Unidos (104.319), Reino Unido (38.571) e Itália (33.415).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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