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Museu Casa do Pontal quer retomar obras da nova sede

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O Museu Casa do Pontal, que possui o maior acervo de arte popular do país, totalizando 10 mil obras, aguarda decisão da prefeitura do Rio de Janeiro para retomar a construção de sua nova sede, em terreno cedido na Barra da Tijuca, cuja obra está parada há cerca de 20 meses. “A gente está batalhando para retomar a obra”, disse à Agência Brasil o diretor executivo do museu, Lucas Van de Beuque. A nova sede tem 70% das obras prontas.

Inaugurado em 1976, o Museu Casa do Pontal está instalado em um sítio de 5 mil metros quadrados, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste da capital fluminense, e é resultado de 40 anos de pesquisas e viagens por todo país do ‘designer’ francês Jacques Van de Beuque. As obras expostas pertencem a 300 artistas brasileiros e foram produzidas a partir do século 20.

No local onde está situado, o museu sofreu seis inundações nos últimos oito anos, em decorrência da construção de um empreendimento imobiliário no seu entorno, autorizado pela prefeitura, sendo a pior inundação a registrada no último dia 8, em decorrência do forte temporal que caiu sobre a cidade. A urbanização do condomínio deixou o empreendimento mais elevado que o nível do museu. Lucas Van de Beuque disse que a prefeitura reconheceu sua responsabilidade nesse processo e já está com orçamento para terminar a nova sede do museu. “Já tem um orçamento que está na Riourbe e agora, na verdade, é uma decisão política de liberar o recurso para fazer a licitação”, expôs o diretor executivo do equipamento cultural.

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As constantes inundações põem em risco todo o acervo do museu, “além de gerar danos materiais mesmo”, disse Van de Beuque. “A gente conseguiu salvar todo o acervo do museu, mas a estrutura expositiva do museu foi afetada (no último temporal). Então, é um prejuízo, causado por uma decisão da prefeitura”.

Em nota divulgada hoje (20), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação informou que agendará uma reunião com representantes da RioUrbe, da Secretaria Municipal de Urbanismo e do museu para avaliar as demandas necessárias e buscar uma solução para o problema do equipamento.

Exposição

Enquanto aguarda uma resolução da prefeitura, o Museu Casa do Pontal inaugura no próximo dia 24 nova exposição na Galeria do Espaço Cultural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro. Trata-se da Exposição Fronteiras da Arte, que apresenta um conjunto de 100 esculturas e modelagens de arte popular de autoria de 27 artistas de todo o país.

O diretor executivo esclareceu que a exposição já estava planejada e faz parte de um edital do BNDES do qual o equipamento foi um das instituições selecionadas. A visitação para o público será aberta no período de 25 de abril a 28 de junho, das 10h às 19h. Obras de Mestre Vitalino e Dona Isabel, além de Ulisses, Galdino e Francisco Graciano, estarão expostas entre outros artistas populares brasileiros.

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A mostra será uma oportunidade de o público conhecer um pouco do acervo do Museu Casa do Pontal, que se encontra fechado no momento, sem previsão de reabertura.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC Educação
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Energia elétrica foi restabelecida em toda a UFMT, diz MEC

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O ministro da Educação, Abraham Weintraub, informou há pouco pelo Twitter que a energia elétrica foi restabelecida em todos os campi da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

A energia elétrica da universidade foi cortada nesta terça-feira por falta de pagamento, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. O corte ocorreu por volta das 11h.

Em nota, o MEC informou que, ao tomar conhecimento da situação na última quinta-feira (11), Weintraub chamou a reitora Myrian Serra ao ministério e autorizou o repasse de R$ 4,5 milhões para que a reitoria da UFMT, nomeada há três anos, quitasse a dívida das contas de luz.

O comunicado destaca ainda que Weintraub vai adotar medidas administrativas e judiciais “para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT”.

Segundo a assessoria da universidade, a instituição foi surpreendida pelo corte da luz porque estava negociando com a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Uma reunião estava agendada para quinta-feira (18), de acordo com a UFMT.

 

 

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Matéria atualizada às 21h54 para acréscimo de informação

Edição: Juliana Andrade
Fonte: EBC Educação
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Educação

UFMT tem energia cortada por falta de pagamento

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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) teve a energia elétrica cortada hoje (16) por falta de pagamento, de acordo com a assessoria de imprensa da instituição. O corte ocorreu por volta das 11h.

Segundo a assessoria da universidade, a instituição foi surpreendida porque estava negociando com a Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Uma reunião estava agendada para quinta-feira (18), de acordo com a UFMT. Os cinco campi estão sem luz: Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Sinop. 

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) informou que o ministro Abraham Weintraub adotará medidas emergenciais para a “religação imediata” da energia elétrica na universidade. “O ministro irá ainda tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT”, diz nota divulgada pela Assessoria de Comunicação Social do MEC.

Segundo o texto, ao tomar conhecimento da situação na última quinta-feira (11), Weintraub chamou a reitora Myrian Serra ao ministério e autorizou o repasse de R$ 4,5 milhões para que a reitoria da UFMT, nomeada há três anos, quitasse a dívida das contas de luz. “Os valores, herdados no governo anterior, correspondem ao montante de R$ 1,8 milhão. A liberação do limite de empenho foi realizada na sexta-feira da semana passada com o compromisso da reitora para o pagamento imediato da referida dívida”, diz a nota.

A reitora da UFMT, que cumpria agenda em Sinop, está retornando para a capital. As negociações estão sendo feitas, no momento, pelo vice-reitor, Evandro Aparecido Soares.

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A universidade tem hoje 26.938 estudantes na graduação e 2.446 na pós-graduação. Ao todo, são 106 cursos presenciais e oito a distância na graduação, além de 66 programas de mestrado e doutorado.

Este ano, o MEC contingenciou, em média, 29,74% do orçamento discricionário das universidades federais. Esses recursos, segundo a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, são usados principalmente para o pagamento de energia elétrica e vigilância.

De acordo com a pasta, o contingenciamento pode ser revertido e não gera impacto imediatamente uma vez que as instituições ainda dispõem da maior parte dos recursos previstos para o ano.

Amanhã (17), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, apresentará o programa Future-se, que pretende, segundo a pasta, modernizar o funcionamento das universidades federais. A adesão das instituições será voluntária.

Edição: Valéria Aguiar
Fonte: EBC Educação
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