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Veja os 5 hatches compactos mais fáceis e baratos de consertar no Brasil

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Relatório de custo e reparabilidade do CESVI mostra quais carros são melhores quando precisam de manutenção

Você até pode ser bom de braço, mas um dia, baterá o seu carro. Pode ser culpa sua ou de um terceiro, mas acontece e aí vem o estresse para recolocá-lo de pé. O custo das peças de reposição e a dificuldade que o mecânico terá para realizar a manutenção interferem diretamente no conserto. Por isso, existe o índice Car Group do Cesvi Brasil, com relatórios mensais que revelam quais são os carros mais fáceis e baratos de consertar.

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Diferentemente do Latin NCAP, que avalia os índices de segurança para o nosso continente, a participação no índice de manutenção
do Car Group é voluntária. Algumas categorias, como sedãs médios, picapes e minivans, contam com apenas um participante no ranking. Não seria justo divulgar o índice para apenas um veículo, então resolvemos falar apenas de um segmento com um bom número de participantes – você pode ver o índice completo no site do Car Group
.

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A montagem do ranking é bem simples. O Cesvi Brasil recebe os veículos das fabricantes e realiza um teste de colisão a 15 km/h, que atinge 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita. Essa é uma norma internacional da associação de centros de pesquisa de seguradoras para reparação automotiva. Cada veículo é levado para uma oficina
que irá estudar os danos para calcular o custo de reparo, tempo necessário para a substituição e a cesta básica de peças.

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Após o cálculo, cada veículo ganha uma nota de 10 a 60. Quanto menor o valor, melhor o índice de manutenção
do automóvel. São excluídos os modelos fora de linha de produção, esportivos fora-de-série, e utilitários e picapes que ultrapassagem 2.300 kg de peso por ordem de marcha. Estes são os destaques da categoria dos carros compactos.

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POSIÇÃO                                      MODELO                                                NOTA CAR GROUP

1                                                           VW Polo                                                                   11
2                                                           VW Fox                                                                      17
3                                               Citroën C3 e VW Gol                                                    19
4                                                    Renault Sandero                                                         20
5                                                       Toyota Etios                                                                24
6                                                  Chevrolet Onix Joy                                                      27
7                                                       Peugeot 208                                                               30
8                                                        Ford Fiesta                                                                  35
9                                                          Fiat Uno                                                                      54

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Fonte: IG Carros
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Veja vídeo do VW Golf GTE, o híbrido esportivo que chega em novembro

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O Golf GTE será o primeiro carro hibrido que a Volkswagen vai vender no Brasil e deve chegar já no mês de novembro. É um modelo esportivo que tem dois motores. Um a gasolina, 1.4, TSI turbo e um elétrico acoplado. E o motorista pode optar em usar apenas o elétrico ou somente o a combustão, lembrando que a autonomia só na bateria é de 50 quilômetros, ao custo de cerca de R$ 5.

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A diferença do híbrido da Volkswagen com outros que são vendidos no Brasil é que a bateria pode ser carregada na tomada. Ele é um modelo plug-in. Mas o motor a combustão também carrega a bateria bem como a regeneração dos freios. Juntando os dois motores a autonomia do Golf GTE chega a 900 quilômetros, com um tanque de apenas 40 litros de gasolina.

 Trata-se de um carro esportivo e esta designação está alinhada com as siglas GTI e GTD, dois ícones da linha Golf. O motor a combustão do GTE é 1.4 com 150 cavalos de potência e o elétrico gera mais 102 cavalos, totalizando 204 cavalos. Por isso é um carro esportivo . Só com o motor elétrico o Golf GTE chega a uma velocidade de 130 quilômetros por hora, com zero de poluição.

 Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7.6 segundos, atingindo 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão. Com a combinação dos dois motores produz um torque de 35,7 kgfm, resultando em um grande prazer de dirigir.

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 Tudo isso é transferido para as rodas através de um câmbio automático DSG de seis marchas com aletas atrás do volante. Apesar da potência e torque, o Golf GTE é um dos carros mais eficientes do mundo em termos energéticos. A bateria precisa de 2h45 para carregar totalmente em uma tomada convencional de 220V ou em uma estação de recarga.

 O Golf GTE tem vários modos de condução. Para rodar apenas com o motor elétrico, basta acionar um botão ao lado do câmbio para entrar no e-mode. Também tem o híbrido. Ao selecionar esse modo, a tecnologia do GTE escolhe qual sistema é o mais eficiente para cada situação de uso.

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O motorista não precisa fazer nada. Também tem o modo recarga, quando apenas o motor 1.4 TSI de 150 cavalos movimentará o veículo, que também mandará carga para a bateria. E o modo esportivo GTE. Nele o motor a gasolina e o motor elétrico trabalham juntos para transformar o Golf GTE em um esportivo de verdade. As potências dos dois motores são combinadas e o motorista tem 204 cavalos à disposição.

Fonte: IG Carros
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Bugatti revela novo supercarro de 1.600 cv e R$ 35,5 milhões

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Bugatti Centodieci
Bugati Centodieci tem detalhes que lembram o EB110, como a grade dianteira e as entradas de ar laterais

A Bugatti mostra o novo supercarro Centodieci (110 em italiano) em alusão ao modelo EB110, lançado em 1991, feito para homenagear os 110 anos do fundador da marca, o ittaliano Ettore Buggati. Serão apenas 10 unidades fabricadas todas vendidas por 8 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 35,5 milhões numa conversão simples.

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O Bugatti Centodieci vem equipado com motor W16, de 8.0 litros de cilindrada, capaz de render 1.600 cv (100 cv a mais que o Chiron). Com potência extra, a fabricante diz que o superesportivo pode acelerar de 0 a 100 km/h em incríveis 2,4 segundos e sai da imobilidade aos 200 km/h em meros 6,1s. Se houver espaço (e juízo), a velocidade máxima atinge 380 km/h.

Entre as diferenças em relação do Chiron, o Centodieci pesa 20 kg a menos graças ao emprego de novos detalhes como o limpador de para-brisa de fibra de carbono. Isso acaba levando a uma relação peso-potência melhor que a do Chiron ( apenas 1,33 kg/cv) e um comportamento dinâmico ainda mais apurado.

Conforme o diretor do departamento de design da Bugatti, Achim Anscheidt, foi desafiante conseguir chegar no desenho do Centodieci porque foi preciso levar o estilo clássico do EB110 para uma nova era e combinar as características arrojadas do Chiron estabelecendo uma aparência inédita.

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O resultado final é surpreendente, com itens que lembram o clássico EB 110, como a grade dianteira, mas com uma série de aperfeiçoamentos na parte aerodinâmica. Ainda sobre o estilo, na traseira, as 8 lanternas de LED, impressionam pelo arrojo, em conjunto com os difusores de ar e as 4 saídas de escape que ajudam os 16 cilindros do supercarro respirarem.

E os detalhes visuais do Bugatti Centodieci não são apenas enfeites. Boa parte deles ajuda a formar pressão de ar contra do solo, o que é fundamental para o bólido se manter estável não apenas nas curvas, mas também em linha reta, quando estiver em alta velocidade.

Fonte: IG Carros
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