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Jetta encosta no Cruze. Será que finalmente teremos briga entre os sedãs?

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VW Jetta branco rodando rua
Divulgação
VW Jetta tem vendas crescentesl em 2019 e fechou março com apenas 293 carros de diferença en relação ao GM Cruze

O VW Jetta nunca foi um grande rival para o GM Cruze. Em termos de mercado, que fique claro (tecnicamente, a história é bem diferente). Pela tradição das duas marcas no Brasil, a Chevrolet sempre apostou mais nos sedãs do que a Volkswagen. Historicamente, a Volks teve somente um caso de grande sucesso: o Santana.

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Podemos considerar também o Voyage, com brilho menor, mas merecedor de elogios por sua longa trajetória como sedã de entrada confiável. Fora isso, que outros carros três-volumes teve a marca alemã? O Volkswagen 1600 (famoso “Zé do Caixão”) foi um fiasco no começo dos anos 1970. O Apollo, irmão-gêmeo do Ford Verona, também não deixou saudades. Polo Sedan e VW Jetta
eram bons carros, mas nunca decolaram em vendas.

A GM, não. A história dos sedãs da Chevrolet é muito mais rica no Brasil. Começou com o Opala, um mito. Depois veio o Monza, outro mito. Mais tarde lançou o Omega, que era um carro espetacular para o Brasil do comecinho dos anos 1990. O Vectra também fez bonito, quando substituiu o Monza, embora nunca tenha brilhado tanto. No segmento de carros menores, a Chevrolet ainda teve o Corsa Sedan (depois rebatizado de Classic) e o Astra Sedan.


Chevrolet Cruze cinza com os faróis acesos
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Chevrolet Cruze: design moderno, dinâmica excelente e a boa conectividade com um motor eficiente: mas não é japonês

Mais tarde, a GM se perdeu e lançou o Prisma (muito ruim na primeira geração) e uma combinação de Astra-Vectra que não agradou. Também pouco atraente foi o Sonic Sedan. Recuperou-se ao relançar o Prisma com a carroceria do Onix e trazer o Cruze.
A Chevrolet recuperou definitivamente a dignidade no mundo dos sedãs ao lançar a atual geração do Cruze, com motor 1.4 turbo.

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Também podemos contar do lado da Volks o Passat, um carro de altíssimo padrão, porém caríssimo. Mas, como dizíamos, o negócio da Volks nunca foi fazer sedãs. Agora parece que é. Desde o lançamento do Virtus, que engoliu todos os concorrentes em sua categoria, a Volkswagen parece mais animada com o mercado de sedãs. Tão animada que pela primeira vez o VW Jetta ameaça o terceiro lugar do GM Cruze.

VW Jetta e Cruze: disputa acirrada


VW Santana cinza prata estacionado
Divulgação
Volkswagen Santana é outro sedã vendido no Brasil que travou uma disputa acirrada com seu rival da GM, o Monza

Infelizmente, o mercado de sedãs médios no Brasil parece corrida de Fórmula 1. Todo mundo sabe quem vai ganhar e quem vai chegar em segundo. Se quiser emoção, tem que acompanhar as disputas lá de trás. Agora, o Jetta dá sinais de que almeja tirar o pódio do Cruze. Vamos aos números, para ficar mais clara essa análise.

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Em 2018, a melhor venda do VW Jetta foi em janeiro: 649 carros vendidos. Depois houve a queda natural pela mudança de geração e a média ficou em apenas 367 carros/mês. Do lado do GM Cruze, a melhor venda foi em outubro: 1.861 carros. E a média foi de 1.652 carros/mês. Ou seja: a cada VW Jetta que a Volks vendia, a GM vendia cinco GM Cruze.

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Em 2019, tudo mudou. Nas vendas acumuladas, o GM Cruze ainda está na frente, com 5.617 carros contra 3.479 do Jetta ao final da primeira quinzena de abril. A melhor venda do GM Cruze foi em janeiro: 1.611 carros. Depois caiu. Mas vejam vocês, meus amigos, a subida do Jetta.

Largou com 504 carros em janeiro, subiu para 1.274 em fevereiro e fechou março com 1.274. Diferença em março? Apenas 293 carros. Para quem perdia de 5 a 1, a proporção foi bem diferente: a cada Cruze que a GM vendeu, a Volks emplacou quatro VW Jetta. Se fosse um jogo de futebol, estaria 5 a 4.


Chevrolet Monza GL em frente à porta do escritório da GM
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Chevrolet Monza chegou a ser campeão de vendas no Brasil nos anos 80, feito inédito para um sedã médio no País

Tecnicamente, o GM Cruze é um carro muito bom. Bastante superior ao líder disparado da categoria, o Toyota Corolla, mas brasileiro não compra carro pela qualidade e sim pela confiança. O Chevrolet Cruze 1.4 turbo não chega a ser tão bom quanto o Honda Civic 1.5 turbo, mas no mínimo encara uma disputa acirrada com o Honda Civic 2.0 aspirado, o que mais vende.

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O VW Jetta já era muito bom na geração anterior. Agora, com essa nova geração, o Volkswagen Jetta chama qualquer sedã de sua categoria para a briga. Pode ser que o consumidor brasileiro esteja reconhecendo isso. Mas ainda é cedo para fazer apostas.

Talvez essas vendas do VW Jetta tenha sido apenas uma arrancada inicial para atender aqueles consumidores que realmente sabem valorizar bons carros, pois na primeira quinzena de março a cada VW Jetta vendido pela Volks a GM emplacou dois Cruze (2 a 1).

Vamos ver como se comportam as vendas do VW Jetta
e do GM Cruze na sequência do ano. A temporada é longa, de doze corridas, e a “equipe” Chevrolet está muito mais acostumada do que a da Volkswagen nessa “Fórmula 1” dos sedãs médios. Na frente seguem disparados o Toyota Corolla (ainda sem carro novo para esta temporada) e o Honda Civic.

Fonte: IG Carros
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Segredo! Novo Renault Captur é visto de perto e sem disfarces

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Renault Captur branco
Reprodução/Ferd
Renault Captur da nova geração tem primeiras imagens vazadas na internet. SUV terá estilo arrojado e esportivo

Acabam as dúvidas sobre como ficará a nova geração do SUV Renault Captur. Depois das imagens que vazaram na internet, agora aparecem fotos do carro, sem nenhuma camuflagem, publicadas na página do Fed, no Facebook. Pelo o que pode ser visto, a frente seguirá o estilo do Arkana, novo utilitário com ares de cupê.

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Como ainda não havia sido visto antes, a traseira do novo Renault Captur seguirá o padrão da frente, com lanternas de estilo ousado, com formato de “C” . Isso deixará o carro com aspecto bem mais esportivo, diferente do modelo atual.

Ainda sobre a traseira do novo Captur, destacam-se detalhes como a alta linha de cintura e as duas saídas de escapamento embutidas no para-choque, outros sinais de que não faltará arrojo à nova geração do utilitário esportivo da marca francesa, certamente uma das novidades do Salão de Frankfurt (Alemanha), em setembro. 

Renault, Captur, SUV
Reprodução/Ferd
Traseira contará com lanternas em formato de C e saídas de escapamento duplas embutidas no para-choque

Não há imagens do interior do novo SUV da Renault, mas espera-se que seja adotado um estilo tão arrojado quanto do exterior. O mais provável é que a parte de dentro do carro seja praticamente igual a do Arkana , com uma grande tela do sistema multimídia bem no centro do painel, com aplique preto brilhante na patrte superior e novo volante de três raios.

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 Além disso, há controles do sistema de ar-condicionado com botões giratórios e mostrador digital no centro, o que mostra um nível de refinamento bem maior que da atual geração do Captur. O capricho também pode ser notado pelo revestimento dos bancos, com costuras aparentes e botões mais sensíveis ao toque. 

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No conjunto mecânico, o novo  Renault Captur  poderá contar com os novos motores 1.0 e 1.3 turbo, capaz de gerar 160 cv, desenvolvido em parceria com a Nissan e Mitsubishi. pelo menos na Europa, esse motor pode funcionar com câmbio automartizado, de dupla embragem e 6 marchas, o que condiz com o visual esportivo do novo Captur.

Fonte: Ferd

Fonte: IG Carros
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Além da moto de 250 cc, Harley-Davidson deverá ter outras de baixo custo

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Harley-Davidson
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Harley-Davidson de baixa cilindrada e outras chegarão para expandir a participação de mercado em mais países

A Harley-Davidson acaba de assinar um contrato com a fabricante chinesa Qianjiang para a produção de motos pequenas e acessíveis, com motores de baixa cilindrada e estilo naked, informa o site inglês Motorcycle News. 

Com possibilidade de vir ao Brasil, o objetivo dos novos modelos da Harley-Davidson é o de alcançar cada vez mais o público jovem, e deverá se concretizar com o desenvolvimento de uma nova linha de montagem específica para elas. O que a fabricante diz é que em 2020 veremos as novidades, que virão com novos motores: um de 338cc e outro de 975cc, para a variante esportiva.

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Inicialmente, o primeiro modelo asiático da Harley-Davidson seria disponibilizado na Índia, mas a montadora disse que a moto será vendida na China, antes de ser lançada em outras partes da Ásia. Enquanto isso, eles também estão em busca de modernizar a sua oferta principal, com modelos elétricos e mais conectividade a partir da Tourer e Cruiser .

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Como se não bastasse, outra novidade é que a marca lançará um total de 16 modelos na categoria de médio porte. No topo está a Pan America 1250, que dividirá espaço com as “colegas” Streetfighter 975, uma versão da Custom 1250, uma nova Scrambler, a tracker Flat e uma esportiva.

O motor é modular e compartilhado entre os diferentes modelos, variando em tamanho de 500cc a 1250cc, e a estrutura também, com possibilidade de desenvolver até três quadros. Todos os novos modelos serão entregues entre 2020 e 2022.

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Destaque para a 250cc, anunciada anteriormente

Harley-Davidson
Divulgação
Harley-Davidson Street 500 deverá servir de base para o novo modelo de baixa cilindrada da marca americana

Entre os modelos mais cotados para a vinda ao Brasil, está a menor H-D que será produzida, com motor de 250cc. A novidade de 2020 poderá ser chamada de Street 250, e virá equipada com garfos dianteiros telescópicos e molas auxiliares na traseira para ajudar no trabalho dos amortecedores. Além disso, pode ser adotado um quadro de instrumentos parcialmente digital e linhas baseadas nas da Street 500.

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O motor de 250 cc, entretanto, deverá manter a tradicional configuração de dois cilindros em V, refrigerada a água, capaz de gerar algo em torno de 25 cv e 3 kgfm de torque. No sistema de transmissão, a H-D deverá adotar o câmbio de seis marchas. E na parte estrutural um dos destaques ficará por conta dos freios a disco com ABS.

Todas essas novidades fazem parte do plano de crescimento da marca nos países emergentes, intitulado “Mais Caminhos para Harley-Davidson “, segundo o presidente e CEO, Matthew S. Levatich.

Fonte: IG Carros
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