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Ford Ka sairá de linha em setembro na Europa e não terá novo substituto

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Ford Ka
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Vários infortúnios culminaram no fim do Ford Ka. Entre eles, baixa popularidade, regulamentações e novos planos da marca

A Ford acaba de anunciar a decisão de tirar de linha o Ford Ka na Europa. Chamado de Ka+ por lá, não consegue se sustentar nas vendas, bem como estaria sujeito a receber penalidades por ultrapassar os limites de emissão de poluentes após 2020. Rivais como o Renault Twingo seguem com sucesso, enquanto que o Fiesta agora é, dentro da linha da Ford, o remanescente entre os hatches compactos no mercado global. 

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Ao site norte-americano Carscoops
, Finn Thomasen, gerente de comunicação de produto da Ford Europa, disse que a produção do Ford Ka
será encerrada na Europa em setembro, com o fim das vendas logo que acabar o estoque. Apesar disso, o Ka+ vendido na Europa ainda é produzido na Índia, onde é mais equipado e tem mais itens de segurança que o xará brasileiro.

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Para se ter uma ideia da sua pouca popularidade, até o fim de 2018, apenas 8.037 unidades foram vendidas em França, contra aproximadamente 46.373 unidades do rival Twingo e cerca de 70.080 exemplares do Renault Sandero
. Enquanto isso, no Brasil, o Ford foi o 3º hatch mais vendido em 2018, com 103.285 unidades emplacadas — ante 52.401 unidades do hatch compacto francês.

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Novos tempos para a Ford


Aliança VW-Ford
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Aliança Ford-Volkswagen no Salão de Detroit 2019 promete expandir os negócios entre as montadoras

Por aqui, o Fiesta foi a vítima do fechamento de sua fábrica no ABC Paulista e da reestruturação global da Ford, que também acabou com a sua atuação no segmento dos caminhões. As expectativas giram em torno da aliança VW-Ford
, que tem o objetivo de melhorar a competitividade com inovações nos serviços aos clientes e desenvolvimento de veículos autônomos e elétricos.

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O primeiro produto decorrente dessa união também está confirmado, e será uma picape média prevista para chegar em meados de 2022. Em seguida, minivans e outros veículos comerciais serão lançados em conjunto na Europa, cada um de uma marca, mas partilhando a mesma plataforma entre si — como já ocorre entre Volkswagen, Audi, Seat e Skoda.

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Vale lembrar que a decisão de lançar a nova geração do Explorer na Europa foi mantida, e só não deverá ter problemas com as regulamentações de emissões de poluentes pois chegará apenas na versão híbrida por lá. Com as turbulências e incertezas sobre o futuro da fabricante norte-americana no Brasil e no mundo, ainda não se fala se haverá um sucessor para o Ford Ka
europeu.

Fonte: IG Carros
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Veja vídeo do VW Golf GTE, o híbrido esportivo que chega em novembro

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O Golf GTE será o primeiro carro hibrido que a Volkswagen vai vender no Brasil e deve chegar já no mês de novembro. É um modelo esportivo que tem dois motores. Um a gasolina, 1.4, TSI turbo e um elétrico acoplado. E o motorista pode optar em usar apenas o elétrico ou somente o a combustão, lembrando que a autonomia só na bateria é de 50 quilômetros, ao custo de cerca de R$ 5.

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A diferença do híbrido da Volkswagen com outros que são vendidos no Brasil é que a bateria pode ser carregada na tomada. Ele é um modelo plug-in. Mas o motor a combustão também carrega a bateria bem como a regeneração dos freios. Juntando os dois motores a autonomia do Golf GTE chega a 900 quilômetros, com um tanque de apenas 40 litros de gasolina.

 Trata-se de um carro esportivo e esta designação está alinhada com as siglas GTI e GTD, dois ícones da linha Golf. O motor a combustão do GTE é 1.4 com 150 cavalos de potência e o elétrico gera mais 102 cavalos, totalizando 204 cavalos. Por isso é um carro esportivo . Só com o motor elétrico o Golf GTE chega a uma velocidade de 130 quilômetros por hora, com zero de poluição.

 Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7.6 segundos, atingindo 222 km/h. Ainda mais significativo é o potencial de propulsão. Com a combinação dos dois motores produz um torque de 35,7 kgfm, resultando em um grande prazer de dirigir.

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 Tudo isso é transferido para as rodas através de um câmbio automático DSG de seis marchas com aletas atrás do volante. Apesar da potência e torque, o Golf GTE é um dos carros mais eficientes do mundo em termos energéticos. A bateria precisa de 2h45 para carregar totalmente em uma tomada convencional de 220V ou em uma estação de recarga.

 O Golf GTE tem vários modos de condução. Para rodar apenas com o motor elétrico, basta acionar um botão ao lado do câmbio para entrar no e-mode. Também tem o híbrido. Ao selecionar esse modo, a tecnologia do GTE escolhe qual sistema é o mais eficiente para cada situação de uso.

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O motorista não precisa fazer nada. Também tem o modo recarga, quando apenas o motor 1.4 TSI de 150 cavalos movimentará o veículo, que também mandará carga para a bateria. E o modo esportivo GTE. Nele o motor a gasolina e o motor elétrico trabalham juntos para transformar o Golf GTE em um esportivo de verdade. As potências dos dois motores são combinadas e o motorista tem 204 cavalos à disposição.

Fonte: IG Carros
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Bugatti revela novo supercarro de 1.600 cv e R$ 35,5 milhões

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Bugatti Centodieci
Bugati Centodieci tem detalhes que lembram o EB110, como a grade dianteira e as entradas de ar laterais

A Bugatti mostra o novo supercarro Centodieci (110 em italiano) em alusão ao modelo EB110, lançado em 1991, feito para homenagear os 110 anos do fundador da marca, o ittaliano Ettore Buggati. Serão apenas 10 unidades fabricadas todas vendidas por 8 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 35,5 milhões numa conversão simples.

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O Bugatti Centodieci vem equipado com motor W16, de 8.0 litros de cilindrada, capaz de render 1.600 cv (100 cv a mais que o Chiron). Com potência extra, a fabricante diz que o superesportivo pode acelerar de 0 a 100 km/h em incríveis 2,4 segundos e sai da imobilidade aos 200 km/h em meros 6,1s. Se houver espaço (e juízo), a velocidade máxima atinge 380 km/h.

Entre as diferenças em relação do Chiron, o Centodieci pesa 20 kg a menos graças ao emprego de novos detalhes como o limpador de para-brisa de fibra de carbono. Isso acaba levando a uma relação peso-potência melhor que a do Chiron ( apenas 1,33 kg/cv) e um comportamento dinâmico ainda mais apurado.

Conforme o diretor do departamento de design da Bugatti, Achim Anscheidt, foi desafiante conseguir chegar no desenho do Centodieci porque foi preciso levar o estilo clássico do EB110 para uma nova era e combinar as características arrojadas do Chiron estabelecendo uma aparência inédita.

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O resultado final é surpreendente, com itens que lembram o clássico EB 110, como a grade dianteira, mas com uma série de aperfeiçoamentos na parte aerodinâmica. Ainda sobre o estilo, na traseira, as 8 lanternas de LED, impressionam pelo arrojo, em conjunto com os difusores de ar e as 4 saídas de escape que ajudam os 16 cilindros do supercarro respirarem.

E os detalhes visuais do Bugatti Centodieci não são apenas enfeites. Boa parte deles ajuda a formar pressão de ar contra do solo, o que é fundamental para o bólido se manter estável não apenas nas curvas, mas também em linha reta, quando estiver em alta velocidade.

Fonte: IG Carros
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