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Veja 5 modelos híbridos seminovos que podem fazer até 18,9 km/l na cidade

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Antes de falar dos híbridos seminovos, um passeio pelo mundo. Um levantamento publicado pela Reuters indica que 52% dos carros novos vendidos na Noruega são híbridos ou elétricos. Trata-se do melhor resultado da comercialização de “carros verdes” no planeta, onde os grandes destaques ficam por conta de VW Golf GTE, BMW i3 e Toyota RAV4 Hybrid. Portanto, entre as boas escolhas hoje em dia estão incluídos os híbridos seminovos.

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A situação é bem diferente no Brasil, onde o petróleo sempre foi um patrimônio idolatrado. Mas aos poucos, o cenário vai mudar. De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos), o segmento de carros eletrificados cresceu 14% em 2018, apontando que a população já considera um estilo de vida mais sustentável e econômico. O valor ainda é alto, obrigando os entusiastas a partirem para os híbridos seminovos
.

Entre suas vantagens, você não terá que lidar com a desvalorização abrupta. Só de encostar as superfícies emborrachadas de um veículo híbrido novo na rua, você perderá uma boa grana. No caso do Volvo XC90, isso chega a -18% do valor no primeiro ano.

1 – Lexus CT200h 2017 – entre R$ 98 mil e R$ 105 mil


Lexus CT 200 h
Divulgação

Começamos a lista dos híbridos seminovos com o Lexus CT200h, também conhecido como “Prius de luxo”

Gostamos de dizer que, em breve, todos os hatches médios serão como o Lexus CT200h
. Enquanto modelos que bebem combustível fóssil e etanol começam a desaparecer, perdendo espaço para os SUVs, fabricantes encontraram neste segmento a oportunidade de atingir um público mais descolado (o futuro Golf híbrido não nos deixa mentir). No caso do CT, você poderá encontrá-lo por valores entre R$ 98 mil e R$ 105 mil.

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Ele traz o confiável 1.8 a gasolina do Prius (com 99 cv de potência), junto de outra unidade elétrica que gera a força combinada de 136 cv..Por conta do ciclo Atkinson, o conjunto retarda ao máximo o fechamento das válvulas de admissão, reduzindo o esforço do pistão para chegar ao seu ponto mais alto. Dessa forma, o Inmetro diz que o CT200h é capaz de aferir números como 15,7 km/l na cidade
– onde se sente mais confortável – e honestos 14,2 km/l na estrada
.

2 – Mitsubishi Outlander PHEV 2015 – entre R$ 140 mil e R$ 150 mil


Mitsubishi Outlander PHEV
Divulgação

O Mitsubishi Outlander PHEV inaugurou a moda dos SUVs eletrificados no Brasil que são badalados hoje em dia

Se Lexus e Nissan querem investir na categoria dos SUVs híbridos no Brasil, devem isso ao primeiro esforço da Mitsubishi com o Outlander
PHEV. Além delas, SUVs totalmente elétricos já estão nos planos da Volvo (com o XC40) e Audi (através do e-tron, mostrado no Salão do Automóvel). O modelo japonês já pode ser encontrado nos classificados online por valores que alternam entre R$ 140 mil e R$ 150 mil.

O Outlander CVT híbrido possui três motores. A unidade 2.0 que bebe combustível fóssil abaixo do capô desenvolve 121 cv de potência, trabalhando em conjunto com outros dois propulsores elétricos de 82 cv (dianteiro e traseiro). Neste caso, a potência combinada é de 285 cv, conforme fabricante. Através do sistema de regeneração, o Outlander híbrido ignora os 1.810 kg de seu corpanzil e marca 12 km/l na cidade
e 13 km/l na estrada.
Números de modelos compactos, conforme o Inmetro.

3 – Ford Fusion Hybrid 2016 – entre R$ 96 mil e R$ 102 mil


Ford Fusion Hybrid 2017
Divulgação

O carro presidencial pode ser seu, caso invista no Ford Fusion 2016 entre os híbridos seminovos

Quer um carro mais confiável para ser o seu primeiro híbrido? Por que não um sedã de luxo do porte do Ford Fusion
? O modelo eletrificado e carro oficial da presidência é tão adorado que foi utilizado tanto por Dilma Rousseff quando Michel Temer em Brasília. No mercado de seminovos, ele já surge por um preço bem competitivo, ainda mais comparando com o modelo zero quilômetro. Vai de R$ 96 mil e pode chegar aos R$ 102 mil.

Seu motor 2.0 desenvolve 143 cv de potência e 18 kgfm de torque, entregando 190 cv quando combinado ao propulsor elétrico. O câmbio é sempre do tipo CVT. Por meio da regeneração, o Fusion híbrido pode aferir 16,6 km/l na cidade
e 15,1 km/l na estrada
, conforme o Inmetro. Boa opção para quem procura um sedã de luxo no mercado de seminovos.

4 – Toyota Prius 2018 – entre R$ 94 mil e R$ 100 mil


Toyota Prius
Divulgação

Claro que o eletrificado mais vendido do mundo não poderia ficar de fora da lista dos híbridos seminovos

Claro que o híbrido mais vendido do mundo não poderia ficar de fora. Em meados de 2017, tive a oportunidade de pedir uma corrida com um taxista que já havia utilizado o Prius
para trabalhar. O rapaz não demorou para desferir elogios ao compacto da Toyota, exaltando não apenas o bom consumo de combustível, mas também o conforto. Quando trouxemos o carro para nossa redação, também comprovamos o conjunto acertado dos japoneses. O modelo seminovo está disponível por valores que alternam entre R$ 94 mil e R$ 100 mil.

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Como mencionamos, o modelo vem equipado com o motor 1.8 de 99 cv do Lexus CT200h. Individualmente, a unidade elétrica produz mais 72 cv de potência que levam à força combinada de 123 cv, com transmissão CVT. Neste caso, o consumo é de 18,9 km/l na cidade
e 17 km/l na estrada
. Em breve, ainda teremos a versão flex do Prius.

5 – Porsche Cayenne S E-Hybrid 2017 – entre R$ 360 mil e R$ 380 mil


Porsche Cayenne E-Hybrid
Renato Maia/iG

Quer investir algo perto de R$ 400 mil em um carro premium? Aposte no Porsche Cayenne entre os híbridos seminovos

Vamos finalizar a lista chutando o pau da barraca. O Porsche Cayenne híbrido é o representante da categoria dos modelos ultraluxuosos, sendo um dos primeiros pilares da marca alemã no caminho da eletrificação. Graças ao trabalho que começou no SUV, o futuro Taycan será possível. Ele já surge por valores que partem de R$ 360 mil nos classificados online.

O conjunto mecânico é respeitável entre os híbridos seminovos
: 3.0 V6 de 333 cv de potência, com um motor elétrico que eleva sua força combinada para estrondosos 416 cv. A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em abruptos 5,9 segundos, com 246 km/h de velocidade máxima. Seu consumo marca 12,1 km/l na cidade
e 12,2 km/l na estrada
, conforme o Inmetro.




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SUV elétrico Nissan Ariya estreia com autonomia de até 610 km

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Nissan Ariya
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Nissan Aryia: novo SUV elétrico da marca japonesa ditará o novo estilo que será adotado nos próximos lançamentos

A Nissan apresenta a versão de produção do Ariya. Previsto para estrear em meados de 2021 no Japão, o modelo é o primeiro SUV elétrico da marca e foi mostrado como conceito no Salão de Tóquio (Japão) do ano passado.

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Fabricado sobre uma nova plataforma que será utilizada em outros futuros projetos elétricos da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, o Nissan Ariya é um SUV de porte médio, com 4,595 m de comprimento e entre-eixos de 2,775 m. Bem maior que o Kicks , que é 30 cm mais curto.

Com uma carroceria que segue o estilo “SUV cupê”, os detalhes que mais chamam a atenção são o logo na grade dianteira, que é iluminado por 20 LEDs, além das grande rodas (de 19″ ou 20″) e dos finos faróis de LED compostos por quatro projetores de 20 mm.

Já no interior, o painel é minimalista e quase não traz botões, enquanto o quadro de instrumentos digital forma um conjunto único de telas com o sistema multimídia.

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No pacote tecnológico, o grande destaque é o sistema de condução semiautônoma Pro Pilot 2.0, que utiliza um conjunto de sete câmeras, radares e 12 sensores ultrassônicos, além dos mapas 3D do sistema de navegação, para permitir a condução do veículo em uma rota pré-determinada quase sem a interferência do condutor.

Outro destaque é o Pro Pilot Remote Park, que permite ao motorista fazer manobras de estacionamento de fora do carro.

São duas opções de bateria (de 65 kWh ou 90 kWh) e quatro níveis de potência, com um motor (tração dianteira, de 218 e 242 cv) ou dois propulsores (tração integral, 340 e 394 cv).

Na configuração mais simples, com bateria de 65 kWh e motor de 218 cv, o Ariya é capaz de rodar até 450 km (ciclo WLTC Japan). Já na topo de linha, de 394 cv e bateria de 90 kWh, o SUV é capaz de rodar até 580 km.

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A maior autonomia do Nissan Ariya , porém, está reservada para a configuração com motor de 242 cv e a bateria de 90 kWh, que pode rodar até 610 km na estimativa da marca japonesa. Assista abaixo ao vídeo oficial do carro.



Fonte: IG CARROS

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Veja 5 hábitos que detonam os pneus do seu carro

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Os pneus dos carros de passeio são desenvolvidos para durar tranquilamente algumas dezenas de milhares de quilômetros. Mas esse tempo pode variar para mais ou para menos, dependendo dos cuidados (ou da falta de…) que o motorista adota guiando o veículo ou quando ele está estacionado.

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Confira abaixo alguns dos hábitos que encurtam a vida útil dos pneus e o que os fabricantes recomendam para prolongar a quilometragem deste componente.

1 – Impactos

pneus
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Um buraco pode ser muito perigoso para o seu pneu, com o risco de causar cortes ou bolhas. Evite-os o máximo que puder.


Hábito comum para muitos motoristas, estacionar o veículo com o pneu apoiado na guia é muito prejudicial. De acordo com Felipe Zacarias, piloto de teste do Campo de Provas da Goodyear, essa prática pode ocasionar uma fissura na malha interna de aço dos pneus e danos aparentes, como a perda de “lascas” das laterais do pneu. Pelo mesmo motivo, deve se evitar passar por obstáculos como buracos e tampas de bueiro.

O dano interno no pneu pode ser percebido pela necessidade constante de calibragem e também pela vibração do volante em rodovias mesmo com o balanceamento em dia. Em alguns casos, pode resultar ainda no surgimento de bolhas, que podem provocar o estouro do pneu com o carro em movimento.

2 – Desalinhado e descalibrado

pneu
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Pneu calibrado é um cuidado básico que se deve ter não apenas para a vída útil, mas para economia e diribilidade

Rodar com o carro desalinhado também é outra prática que encurta a vida útil dos pneus. Embora seja mais comum a necessidade de acerto de geometria das rodas dianteiras, vários modelos de veículo também exigem o alinhamento das rodas traseiras. Pneus com bordas dentadas ou esgarçadas são um sinal claro de pneus rodado fora de prumo.

Rodar com rodas desbalanceados também provoca desgaste irregular. Pressão baixa ou alta demais também é prejudicial. A Michelin destaca que a calibragem deve ser checada sempre com os pneus frios (não expostos diretamente ao Sol, que tenham sido usados a mais de 2 horas ou tenham percorrido menos de 3 km a baixa velocidade). Caso contrário, adicione 4 ou 5 libras à pressão recomendada pelo fabricante do carro. Essa informação pode ser checada no manual ou em partes da lataria, como a tampa do tanque de combustível ou na coluna central.

3 – Reparo mal feito

pneu
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Dependendo o dano que o pneu sofreu, apenas a troca por um novo resolve o problema, de acordo com especialistas

A maior parte dos furos e cortes de até 6 mm na banda de rodagem podem ser reparados. Mas para isso o recomendado a desmontagem, com reparo interno feito com enchimento tipo plug ou “tarugo”.

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De acordo com a fabricante Bridgestone, o reparo do tipo macarrão não é recomendado por não exigir a desmontagem do pneu e por não vedar a perfuração no interior. Os reparos “a quente” ou “a frio” também não são recomendáveis, já que vedam o furo na parte interna, mas não selam a perfuração na área externa.

4 – Montagem ruim

pneus
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Medidas corretas e procedimentos dentro do recomendável pelos fabricantes também são fundamentais

Montar pneus pequenos demais para as rodas (por exemplo, pneus de 17″ em rodas de 17,5″) ou em rodas em mau estado pode provocar danos na estrutura dos pneus que não são visíveis externamente.

Muito vista em vídeos na internet, a prática usar substâncias inflamáveis e fogo para a montagem dos pneus também é outra coisa aparentemente inofensiva que é condenada pelos fabricantes. A Continental destaca que, além de ser insegura, essa técnica pode provocar danos indetectáveis na estrutura do pneu e da roda, que podem falhar com o veículo em uso.

5 – Limpeza

pneu
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Pneu deve ser limpo apenas com água e sabão neutro e com produtos específicos para não causar danos

Embora a tentação de deixar o pneu brilhando seja grande, é preciso ter cuidado quanto a isso. A Bridgestone, por exemplo, recomenda a limpeza apenas com água e sabão neutro.

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A explicação para isso é que produtos químicos com gasolina, thinner ou querosene atacam a borracha do pneu, provocando a deterioração precoce do material.

Fonte: IG CARROS

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