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Internacional

Tepco começa a retirar combustível nuclear do reator 3 de Fukushima

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A Companhia de Energia Elétrica de Tóquio (Tepco), que gerencia a Usina Nuclear Fukushima 1, começou a remover o combustível nuclear em uma piscina de armazenamento dentro de um dos reatores danificados do complexo.

FUKUSHIMA JAPAN, Reuters/Archive/direitos reservados

Usina Nuclear de Fukushima – Reuters/Arquivo/Direitos reservados

Esta foi a primeira vez que a Tepco começou a tirar combustível de um dos três reatores que derreteram após o terremoto e tsunami que atingiram o nordeste japonês há oito anos. Durante a tragédia, uma explosão de hidrogênio espalhou destroços pelo andar do reator 3, e, deste então, os níveis de radiação do local atingiram patamares muito elevados.

Nesta segunda-feira (15), trabalhadores começaram a retirar a primeira unidade de combustível nuclear novo da piscina do reator. A Tepco planeja transferir várias das 52 unidades do tipo, que estão armazenadas no depósito, para um contêiner no decorrer do dia. A piscina ainda armazena 514 unidades de combustível usado.

O contêiner será então transferido para outra piscina do complexo nuclear. Trabalhadores conduzirão todos os procedimentos de remoção e transferência remotamente.

As preparações e uma série de problemas que surgiram durante o processo forçaram a Tepco a adiar o início da retirada em mais de quatro anos. A companhia pretende terminar a operação até o fim de março de 2021.

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*Com informações da NHK (emissora pública de televisão do Japão)

Edição: Graça Adjuto
Fonte: EBC
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Internacional

Secretário de Estado dos EUA lamenta liberação de petroleiro do Irã

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, afirmou ser lamentável que Gibraltar, um território ultramarino do Reino Unido, tenha liberado o petroleiro do Irã que encontrava-se detido, apesar do pedido de Washington para que isso não ocorresse.

No mês passado, autoridades de Gibraltar apreenderam a embarcação sob suspeita de transportar petróleo para a Síria, em violação a sanções da União Europeia. Elas liberaram o petroleiro na última quinta-feira.

Pompeo declarou ao canal de TV Fox News, na segunda-feira (19), que caso Teerã tenha sucesso em obter lucro com o transporte de petróleo pela embarcação, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, que tem disseminado o terror e matado americanos ao redor do mundo, teria mais recursos para dar continuidade à sua campanha terrorista.

Um apresentador da Fox News lembrou que a liberação pode fazer com que o mesmo ocorra com um navio-tanque de bandeira britânica apreendido pelo lado iraniano.

Contudo, o secretário de Estado americano reiterou a postura de linha-dura de Washington contra Teerã, afirmando que a fraqueza nunca é o resultado certo.

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Na terça-feira, Mike Pompeo deve comparecer à reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e o Oriente Médio. Espera-se que ele levante a questão, além de tentar obter o apoio para uma missão proposta pelos Estados Unidos visando garantir a segurança de navegação no Estreito de Ormuz.

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Fonte: EBC
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Internacional

Estados Unidos testam míssil após deixar tratado nuclear

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Os Estados Unidos (EUA) anunciaram nessa segunda-feira (19) que realizaram teste com um míssil de cruzeiro. É o primeiro teste feito pelo país desde que deixou oficialmente o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) no início do mês.

Segundo o Pentágono, o míssil foi lançado às 14h30 de domingo (18), a partir da ilha de San Nicolás, na Califórnia, e percorreu mais de 500 quilômetros antes de cair no mar. “Os dados coletados e as lições aprendidas com esse teste auxiliarão o Departamento de Defesa no desenvolvimento de capacidades futuras de alcance intermediário”, informou em nota.

Caso o tratado INF, assinado em 1987 pela Rússia e os EUA para eliminar mísseis de curto e médio alcance, ainda estivesse em vigor, o teste teria violado o acordo, já que o projétil percorreu uma distância superior a 500 quilômetros.

Tendo vigorado por mais de 30 anos, o INF foi um dos mais importantes acordos do final da Guerra Fria. Sob ele, pela primeira vez as superpotências concordaram em eliminar armas nucleares e submeter-se a extensas inspeções para assegurar que ambos os lados seguissem as regras do tratado.

Há algum tempo os EUA acusavam a Rússia de descumprimento do acordo, com base em relatórios de inteligência. Washington argumentou que o míssil russo 9M729 violaria o INF. Moscou negou as alegações: com um alcance máximo de 480 quilômetros, ele estaria abaixo dos limites do tratado.

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Especialistas temem que o fim do INF possa prejudicar outros acordos de controles de armas, além de acelerar a erosão de sistema global projetado para conter a disseminação de armas nucleares, levando a uma nova corrida armamentista.

Além do teste dessa segunda-feira, os Estados Unidos planejam testar um míssil balístico de alcance intermediário em novembro. Washington também já expressou a intenção de enviar novos mísseis à Ásia.

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Fonte: EBC
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