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Produtores lançam Movimento Mato Grosso Forte e fortalecem cobrança por gestão eficaz

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Produtores lançam Movimento Mato Grosso Forte e fortalecem cobrança por gestão eficaz

Quem paga imposto cobra resultado

15/04/2019

Os produtores de soja e milho de Mato Grosso lançaram, na manhã desta segunda-feira (15.04), o "Movimento Mato Grosso Forte – Quem paga imposto cobra resultado". Segundo os produtores, o movimento é uma luta legítima de quem ajuda o Estado e está sendo sacrificado por uma gestão ineficiente dos recursos públicos, que se arrasta há anos em Mato Grosso.
 
O lançamento ocorreu durante a solenidade de abertura da feira Norte Show, em Sinop, com a presença de autoridades políticas, representantes de entidades do setor agropecuário, produtores rurais e sociedade em geral.
 
O apelo dos produtores se baseia, principalmente, em razão das péssimas condições das rodovias estaduais – utilizadas não apenas para o escoamento da produção -, como no uso diário de milhares de mato-grossense, conforme levantamentos realizados pelo Movimento Pró-logística e pela Aprosoja, e da falta de investimentos na manutenção e construção de rodovias. 
 
Com base no descontentamento que se arrasta há anos, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) abraçou a causa e está defendendo a cobrança da gestão eficaz e do fim do desvio do recurso do Fethab, que, neste ano, sofreu uma alteração impactando negativamente nas questões de infraestrutura e logística de Mato Grosso, devido a redução do valor a ser investido nessa área. 
 
"De que adianta sermos o maior produtor de grãos do país se na hora de escoar a produção o que temos são estradas precárias? De que adianta pagarmos tantos impostos se na hora de recebermos de volta o que é de direito, não temos o mínimo necessário? Os produtores de soja e milho de Mato Grosso exigem respeito a quem trabalha e produz. Está na hora de virar a página da inércia e exigirmos a aplicação correta do dinheiro que contribuímos com Estado", diz trecho do vídeo que circula nas redes sociais, e conclama os produtores a participarem de um ato marcado para o dia 15 de maio, em Cuiabá. 
 
"O lançamento do Movimento Mato Grosso Forte representa um marco para o Estado que padece pela má gestão dos recursos públicos. Em especial, nós, produtores de soja e milho, cansamos de tentar o diálogo, de fazer propostas como foi feito ao longo dos últimos meses para evitar que houvesse o desvio na destinação dos recursos do Fethab. Além disso, a taxação sobre o milho veio para inviabilizar a produção e nao podemos aceitar isso. Ao longo do mês vamos reunir nossos produtores, mobilizar e debater esses e outros assuntos que afetam a vida do cidadão que trabalha e produz e está cansado da inércia, até culminar no ato no dia 15 de maio", afirma o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan.
 
Fonte: APROSOJA
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Corregedor geral ratifica acordo de padronização de georreferenciamento em MT

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Corregedor geral ratifica acordo de padronização de georreferenciamento em MT

A lista única de documentos a ser solicitada pelos cartórios passa valer a partir do ato de publicação do provimento

21/06/2019

O Termo de Acordo de Mediação Extrajudicial firmado entre a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) com Associação dos Notários e Registradores (Anoreg), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto de Terra de Mato Grosso (Intermat) e Assembleia Legislativa com objetivo de padronizar o processo de georreferenciamento no Estado, foi ratificado e publicado pela Corregedoria Geral de Justiça. Ato deve circular no Diário da Justiça de segunda-feira (24.06).

Com a medida, todos os cartórios mato-grossenses deverão seguir uma única lista de documentos que garantirá mais celeridade ao processo e evitará prejuízos ao setor produtivo. O provimento com a relação de documentos de padronização foi pauta de reunião realizada na última quarta-feira (19.06), entre o presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan, corregedor-geral de justiça, Desembargador Luiz Ferreira e presidente da Anoreg, José de Arimatéia.

O corregedor-geral elogiou a iniciativa da entidade que representa mais de 5,8 mil produtores de soja e milho de Mato Grosso e avaliou que medidas como essas são plausíveis, pois contribuem para a não sobrecarga do poder judiciário. “Foi um trabalho que durou um período razoável, mas as partes chegaram ao bom senso, uma outra instituição fez a mediação e culminou com a minuta de um provimento que ratifiquei, assinei e segue para publicação. Significa que a corregedoria está procurando resolver os problemas que lhe são afetos, diretamente com as pessoas interessadas. Temos uma parceria muito boa com a Anoreg e a Aprosoja foi a primeira de tantas que nós teremos. Mediação é uma forma de resolver rapidamente os nossos conflitos, sem muito custo e acima de tudo sem utilizar a máquina do judiciário, que todo mundo sabe é carregada e morosa”, pontuou o desembargador

Presidente da Aprosoja Mato Grosso e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan comemorou a ação da Corregedoria e avaliou a mediação como um ato de grande sucesso de sua gestão. Segundo ele, que liderou a iniciativa, a falta de um padrão para o georreferenciamento gerou inúmeros prejuízos aos produtores rurais que sofriam há anos com a diversas exigências de cada cartório e a morosidade do processo.

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“Podemos dizer que foi um sucesso essa mediação. Agora com a publicação do provimento ficamos bastante satisfeitos com o papel da Corregedoria Geral que acompanhou desde o início, os trabalhos da Câmara de Mediação. Grande maioria dos produtores rurais serão beneficiados com a medida. A dificuldade estava grande, estava atrapalhando até a busca de recursos junto a bancos. Então com certeza vai facilitar a vida de todos os produtores”, contou.

A lista única de documentos a ser solicitada pelos cartórios passa valer a partir do ato de publicação do provimento.

Acordo – O acordo foi mediado pela AMIS – Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem. As entidades formaram um grupo de trabalho e construíram juntas a lista de documentos a serem solicitados pelos cartórios dos 141 municípios mato-grossenses para a regularização de processos de georreferenciamento no Estado.

Toda discussão foi presidida e coordenada pela mediadora judicial da AMIS, Meire da Costa Marques. Ela explicou que esse é o papel da mediação: ouvir as partes e buscar juntos a uma resolução.

“Colocar as partes sentadas à mesa, essa é a sistemática da mediação. Quando você coloca as partes para conversar, principalmente quando existe técnicos jurídicos e de outras áreas bastante específicas, como nesse caso, as representações dos órgãos, como Intemat, Incra, Anoreg, Corregedoria e Assembleia Legislativa, tudo convergiu para que as partes que sabem onde a situação estava apertando, no que poderia resolver. Nesse caso, para o mediador, ouvir e colher as informações de cada um e afunilando para que entendam o que efetivamente eles querem e sai o termo de mediação final. As partes entenderam que era um problema que se arrolava há mais de cinco anos, com conflitos no setor do agro, implicando economicamente o setor, já que eles precisam do georreferenciamento e em três sessões, para nossa surpresa foi resolvida a padronização do georreferenciamento no âmbito do Estado de Mato Grosso. É um caso que a Aprosoja, trouxe, confiou na mediação, na nossa instituição e em mim como mediadora”, disse a mediadora.

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Pela Aprosoja-MT participaram do processo de construção da mediação a advogada Paula Boaventura, o diretor-executivo Wellington Andrade e os técnicos Renato Olivir Basso e Maria Solidade Soares Abreu.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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Diretoria do Instituto Soja Livre é reeleita para novo biênio

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Diretoria do Instituto Soja Livre é reeleita para novo biênio

Desafio da próxima gestão é alcançar abertura de mercado

18/06/2019

A diretoria do Instituto Soja Livre foi reeleita para mais dois anos de mandato. Com chapa única, a eleição ocorreu na manhã de segunda-feira (17.06). De acordo com o presidente Endrigo Dalcin, a nova gestão chega com duas novidades: a criação do cargo de diretor de relações internacionais e do conselho fiscal. Objetivo é alcançar abertura de mercado e garantir mais transparência à entidade.

“Fizemos a nossa assembleia anual de encerramento da safra, prestação de contas dos trabalhos da safra 2018/2019, prestação de contas financeira e eleição para as safras 2019/2020 e 2020/2021 e renovaram meu mandato por mais dois anos”, contou o presidente.

Além de Dalcin, foram reeleitos Valter José Peters (vice-presidente), Miguelangelo de Barros Basso (diretor financeiro) e Rodrigo Luiz Brogin (diretor técnico). Roque Ferrett assume a diretoria administrativa. Para o cargo recém-criado, de diretor de relações internacionais, foi eleito Ricardo Arioli.

Ainda segundo o presidente do Instituto, um dos eixos centrais de sua nova gestão será garantir a abertura de mercado internacional para a soja convencional. “O foco agora é mercado. Nós vamos tentar abrir mais mercado lá fora, até porque não queremos que um ano que tenha prêmio muito alto, todo mundo planta. Aí quando todo mundo planta, não tem prêmio. E fica sempre em uma curva. Queremos uma coisa mais firme sobre isso. Nosso foco é a Europa, que é onde se paga um prêmio diferenciado pela soja convencional”, explicou Endrigo Dalcin.

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Outra novidade para a próxima gestão é o conselho fiscal no Instituto Soja Livre. São três titulares e três suplentes. Compõe o corpo do conselho titular o vice-presidente Sul da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, Fernando Ferri, acompanhado por Estenio Faria e Luiz Fioreze. Os suplentes são José Henrique Hasse, Romualdo Barreto e José Del.

Conforme o presidente da entidade, a medida visa dar mais transparência para as ações desenvolvidas por eles. “Como sempre precisamos de cuidado nas contas, transparência na prestação de contas, mais gente olhando os detalhes do Instituto. Então, o conselho fiscal vem para garantir mais transparência para gestão daqui pra frente”, apontou.

Instituto Soja Livre – O Instituto Soja Livre é oriundo de um programa criado pela Aprosoja Mato Grosso e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Com o slogan “Cultive sua liberdade de escolha”, o Instituto Soja Livre defende sobremaneira oferecer ao produtor de soja o direito de escolha da qualidade do grão que deseja plantar em cada safra. Endrigo Dalcin explica que a expectativa para a próxima safra é que ao menos 10% da área total do Estado seja cultivada soja convencional.

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“O Instituto quer manter vivo o plantio da soja convencional. Quem planta soja convencional são pequenos e médios produtores, porque ela é um nicho de mercado importante que dá renda para o produtor. Quem planta vê o plus que a diferencia. Por isso que mantemos essa bandeira viva do instituto. Vamos plantar 10% da área convencional, mas defendendo o direito de o produtor escolher, se quer plantar transgênica, intacta, RR ou convencional. No meio disso o produtor que planta soja convencional, nós vimos está tendo uma renda extra, por conta do prêmio que se paga a mais. Então isso é positivo pra ele”, finalizou o presidente reeleito.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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