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Tecnologia

Procura um celular de até R$ 1.000? Conheça 5 aparelhos e escolha o melhor

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Com tantas novidades sendo lançadas a cada semana – e o preço dos aparelhos aumentando na mesma velocidade -, parece impossível encontrar celulares que atendam as necessidades básicas de quem quer um smartphone razoavelmente tecnológico e que tenha um preço acessível.

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A procura por um celular de até R$ 1.000 que atenda suas necessidades nem sempre é fácil, mas é necessária para que o barato não saia caro

Mas, apesar das apostas em aparelhos top de linha, marcas como Samsung, Motorola, Asus e LG também possuem boas opções – leia-se “modelos de  celular de até R$ 1.000
” – que não chegam a ser completamente básicas e podem satisfazer quem procura uma experiência que inclua câmeras interessantes, desempenho que não decepciona e bateria que não te deixa na mão antes de o dia terminar. 

Celular de até R$ 1.000: escolha o melhor

Pensando nisso, fizemos uma lista com os celulares mais novos das principais marcas, que representam o melhor custo benefício
para quem busca a combinação “preço baixo e performance atraente” na hora de comprar um smartphone.

Moto G7 Play


Celular Moto G7 visto de frente e de costas
Divulgação/Motorola
O Moto G7 se destaca por fazer vídeos em 4K, mas perde pontos pela memória RAM de 2GB
  • Por que é bom? Quem disse que gravar vídeos em 4K é coisa de celular top de linha? O Moto G7 Play, da Motorola, te prova que é possível filmar com resolução Ultra HD sem precisar desembolsar muito. 

O modelo vem com todas as funcionalidades básicas, com câmeras que fazem boas fotos – suficiente para quem usa apenas para compartilhar nas redes sociais, por exemplo -, bateria aceitável e um design compacto.

  • O que devo considerar? Usuários mais exigentes podem se decepcionar com a memória RAM de apenas 2 GB, o que não corresponde aos padrões atuais, de 4 GB, fazendo com que o aparelho não seja tão ágil ao carregar alguns aplicativos, por exemplo. No entanto, pelo preço, e pela categoria em que ele se encontra, não há muito mais o que reclamar.
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Zenfone 3


Celular Zenfone visto de frente e de costas
Divulgação/Asus
O conjunto de hardware e as câmeras são os pontos fortes do Zenfone 3. Contudo, o celular não é dos mais novos e, por isso, o sistema operacional não agrada muitos
  • Por que é bom? Apesar de não ser um lançamento, esse é um dos aparelhos mais novos da Asus que ainda cabe no orçamento de até R$ 1 mil. O conjunto de hardware e as câmeras (a traseira tem 16 MP, abertura F2, flash duplo de LED e ainda grava em 4k) são os grandes destaques do celular. O armazenamento de 32 GB é suficiente para a maioria dos usuários.

  • Por que devo considerar? A bateria não é lá das mais espetaculares. O sistema operacional também não é dos mais novos, o que significa que vem modificado, com apps desnecessários instalados de fábrica. Além disso, por ser um celular mais antigo e não mais o “carro chefe” da Asus, você pode ter um pouco de dificuldade em encontrá-lo no mercado.


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LG K12 Plus


Celular da LG
Divulgação/LG
Mais resistente, o modelo da LG também conta com inteligência artificial incorporada à câmera. Mas a bateria não é das mais duradouras
  • Por que é uma boa? Um dos mais novos da nossa lista, o LG K12 Plus foi lançado em 27 de março de 2019 e tem uma ficha técnica interessante. O dispositivo conta com certificação militar MIL-STD 810G, diferencial interessante para quem é desastrado, já que significa que o K12 suporta um maior número de quedas sem quebrar facilmente.
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Para os que querem fotos com qualidade, o aparelho conta com uma câmera traseira de 16 MP, enquanto as selfies ficam por conta de uma câmera de 8 MP. Outro destaque é a inteligência artificial incorporada à câmera, que proporciona todos os ajustes conseguir fazer fotos melhores.

  •  Por que devo considerar? O desempenho está dentro da categoria, mas não é nada grandioso. A autonomia da bateria fica abaixo do esperado, já visto em outros aparelhos intermediários, por exemplo.

 Galaxy J8


Celular Galaxy J8
Divulgação/Samsung
A câmera dupla traseira e o acabamento reforçado agradam bastante, mas você pode sentir falta de uma resolução full HD e um processador mais potente
  •  Por que é bom? A tela ampla de 6 polegadas com ótima qualidade e cores bastante vivas, a câmera dupla na traseira e o acabamento reforçado agradam e se destacam entre os demais aparelhos da categoria.

Além disso, o Galaxy J8 oferece uma ótima duração de bateria, e seu desempenho é mais rápido que os aparelhos nessa faixa de preço.

  • Por que devo considerar? Com algum esforço, é possível encontrar o aparelho pela faixa de preço estipulada pela lista. Pensando no valor, uma resolução full HD e um processador mais potente cairiam bem.




Xiaomi Mi A2 Lite


Celular Xiaomi Mi A2 Lite
Divulgação/Xiaomi
O Xiaomi Mi A2 Lite, além de vir com o Android One, também conta com um bom desempenho – ideal para quem gosta de jogos pesados
  • Por que é bom? Tido como um dos melhores celulares
    até R$ 1.000, o aparelho da chinesa Xiaomi conta com o sistema operacional Android Vanilla e se beneficia com o projeto da Google conhecido como Android One, que aprimora o uso do aparelho.

Mesmo sendo vendido em sua versão Lite, ou seja, mais “leve”, o aparelho não fica atrás no quesito desempenho quando comparado com sua versão tradicional – boa notícia para quem gosta de jogos no celular, por exemplo.

  • Por que devo considerar? A tecnologia NFC não está inclusa no aparelho e ele também não suporta a captura de vídeos em qualidade 4K.



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Agora que você já conhece os modelos de celular de até R$ 1.000
, é só escolher o que melhor atende às suas necessidades. Já tem algum preferido? Dê sua opinião aqui.


Fonte: IG Tecnologia
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Empresas se reinventam para acompanhar a evolução da internet

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A evolução da tecnologia permitiu acesso fácil a computadores e smartphones e impulsionou a evolução da internet, que se tornou algo comum do dia a dia. De acordo com última pesquisa do IBGE, 116 milhões de brasileiros têm acesso à internet
. Isso significa que as pessoas estão online e, para estar perto das pessoas, as empresas precisam estar online.

Uma vez online, as empresas devem se reinventar de acordo com a evolução da internet
, única forma de não ficar para trás e estar sempre no gosto do internauta. Para isso, entender o consumidor é de extrema importância. Hoje as pessoas não entram na internet, elas vivem a internet e estão acostumadas com o que ela proporciona – rapidez, informação, interação, inovação. Os consumidores esperam encontrar essas características também nas empresas.

Assim, a empresa que não atende ao imediatismo dos seus clientes, que não corresponde às expectativas ou não resolve problemas acaba caindo em desuso. Um bom exemplo é o Orkut que foi sucesso extremo durante um período, não se reinventou e acabou tendo seu espaço tomado pelo Facebook, que trouxe outras funcionalidades aderentes ao que as pessoas buscavam.

Entendendo essas necessidades e buscando destaque no competitivo mercado, algumas empresas vêm se reinventado e servido de exemplo para outras. Alguns exemplos a seguir.

HostGator

Uma das maiores empresas de hospedagem de site do mundo, a HostGator
 teve sua identidade virtual reformulada na última segunda-feira (15) um novo design de marca acompanhado de um site completamente repaginado. Esta é a quarta vez que a empresa, nascida nos Estados Unidos em 2002 e presente no Brasil desde 2007, se reinventa.

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A ilustração mostra o mascote da HostGator na tela de um celular
Divulgação
A HostGator acaba de ter sua identidade visual reformulada

Com o objetivo de deixar a marca mais humanizada e próxima dos clientes, o mascote Snappy que costumava se vestir de diferentes formas para representar nichos de mercado distintos agora terá uma personalidade única ao representar a HostGator
.

A mudança na comunicação traz modernidade e ocorrerá em todos os países em que a marca está presente: Brasil, Estados Unidos, Índia, México, Colômbia e Chile. O vídeo abaixo conta mais sobre a inovação.


Twitter

A rede social foi criada em 2006 com a intenção de ser um “SMS da internet” e um ano depois ficou conhecida em todo o mundo. Nela os usuários podiam compartilhar com seus seguidores pensamentos e acontecimentos em textos limitados a 140 caracteres. As funcionalidades de interação retweetar e comentar as postagens de outros usuários também estavam disponíveis.

Com o passar do tempo outras redes sociais como Snapchat, Facebook e Instagram surgiram, mas o Twitter se manteve de pé com o lançamento de novas ferramentas e atualizações da plataforma. Atualmente a quantidade de caracteres disponíveis aumentou para 280, os usuários passaram a poder compartilhar fotos e vídeos, além de transmissões online. O uso de #, a busca em tempo real e o Trending Topics, que mostra os principais assuntos abordados na mídia social no dia, também foram importantes atualizações.  

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Todas as mudanças, inclusive, estão fazendo com que pessoas e empresas voltem a dar uma atenção especial a mídia social que hoje é muito utilizada como fonte de informação.

Netflix

A Netflix foi criada em 1997 para oferecer o serviço de locadora online, entregava o DVD alugado pelo correio. Com a evolução da tecnologia, os filmes passaram a ficar disponíveis online e o modelo de negócio, aos poucos, se tornou obsoleto. Enquanto outras locadoras insistiram no mercado e foram à falência, a Netflix desenvolveu uma plataforma de streaming por assinatura com um sistema de recomendação personalizada que classifica os assinantes para indicar títulos.

Mais de 190 países passaram a ter acesso ao Netflix. Mas a empresa sabia que isso não era suficiente, já que outras plataformas de stremings estavam sendo criadas
. Mais uma vez a marca se reinventou e começou a produzir seu próprio conteúdo, os “Originais Netflix”.

Fonte: IG Tecnologia
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Tecnologia

Acabaram os prints das conversas no WhatsApp? Boato agita as redes sociais

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Nesta semana, uma publicação do perfil do Twitter intitulado WABetaInfo
deixou os usuários do WhatsApp de cabelo em pé. De acordo com a publicação, o aplicativo estaria interessado em desabilitar a função de tirar prints das conversas.


WhatsApp
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Por enquanto, a função de tirar prints das conversas do WhatsApp continua, sem nenhuma previsão de desabilitação

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A postagem sobre a suposta ação do WhatsApp
ainda questionava: “Eu não gosto da ideia e não vejo qual é o ponto. Se eu autenticar minha identidade usando minha impressão digital, por que as capturas de tela da conversa são bloqueadas?”

Tendo em vista esse temor que começou a tomar conta dos internautas, procuramos a assessoria de imprensa do aplicativo
: “Não temos nenhuma informação sobre isso. Esse rumor foi levantado pelo WABetaInfo, que não é uma fonte oficial”, a assessoria aponta. “Não há nada oficial sobre isso”, completa.

Sendo assim, é possível ficar um pouco mais tranquilo diante desse rumor em torno da nova função do aplicativo: pelo menos por enquanto, ainda será possível tirar prints das conversas.

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Novidades do WhatsApp


Celular conectado no WhatsApp
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Usuários do WhatsApp agora podem escolher quem pode colocá-los em grupos

No entanto, é inegável que o app está sempre se reinventando. Em sua última atualização
, os usuários
passaram a poder selecionar quem pode colocá-los em um grupo (todos, apenas os contatos adicionados ou ninguém). Essa informação foi confirmada pela assessoria. A novidade do WhatsApp
entrou em vigor em 3 de abril, e foi sendo implementada gradualmente.

Fonte: IG Tecnologia
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