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PF cumpre mandados de prisão em operação contra fraudes em licitações no Rio

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carro polícia federal
Tomaz Silva / Agência Brasil
Polícia Federal deflagra hoje no Rio a operação Ultraje, que investiga um esquema de fraudes em licitações

Agentes da Polícia Federal (PF) cumprem hoje nove mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária contra suspeitos de fraudes em licitações em municípios do Rio de Janeiro. Também participam da ação o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria Geral de União (CGU).

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De acordo com o MPF, os alvos são acusados de integrar uma quadrilha especializada em fraudes em licitações, principalmente na área de educação, em municípios da Baixada do Rio de Janeiro
, em Miguel Pereira e em Mangaratiba.

Segundo o MPF, foram detectados indícios de fraudes
em mais de 80 licitações. O prejuízo estimado para os cofres públicos é cerca de R$ 20 milhões.

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Além dos mandados de prisão, os policiais cumprem 15 mandados de busca e apreensão. A Operação Ultraje está sendo realizada na cidade do Rio de Janeiro
e na Baixada Fluminense. A maior parte dos mandados está sendo cumprida em Nilópolis.

Fonte: IG Nacional
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Enterro de catador que foi morto pelo exército será nesta sexta-feira (19)

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Família de Luciano Macedo
Reginaldo Pimenta/Agência O Dia
Família de Luciano Macedo pretende processar o Exército

O enterro do catador de material reciclável Luciano Macedo, 27 anos, acontecerá nesta sexta-feira (19) à tarde, no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju, zona portuária do Rio. A família não divulgou o horário do sepultamento.

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Luciano levou três tiros no domingo (7), ao tentar ajudar a família do músico Evaldo dos Santos Rosa, o Manduca, 51 anos, que teve o carro atingido por 83 tiros disparados por militares do Exército
, quando passava por Guadalupe, zona norte do Rio. O músico morreu na hora. Os militares confundiram o carro de Evaldo com um veículo também branco que havia sido roubado por ladrões.

De acordo com informação da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Luciano morreu na madrugada de ontem (18), no Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Em nota, a secretaria informou que “todos os esforços clínicos necessários foram realizados por profissionais multidisciplinares do Hospital Estadual Carlos Chagas
com o objetivo de oferecer o melhor atendimento ao paciente Luciano Macedo, vítima de perfuração por arma de fogo que deu entrada na unidade no último dia 7″.

A SES esclareceu que o paciente “apresentava estado de saúde gravíssimo desde a entrada na unidade, o que impossibilitava sua transferência”. No dia 17, Luciano Macedo
foi submetido a uma cirurgia torácica, mas acabou morrendo às 4h20 da madrugada de ontem (18). O catador deixou mulher, Daiana Horrara, grávida de cinco meses.

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A organização não governamental (ONG) Rio de Paz conseguiu, por meio de doações, enxoval para o bebê e dinheiro para alugar casa para a viúva. De acordo com o advogado da família do catador, João Tancredo, nove tiros disparados pelos militares do Exército
atingiram outro veículo estacionado do outro lado da rua. 

Fonte: IG Nacional
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Buscas em desabamento na Muzema chegam ao oitavo dia

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Pessoas sentadas no meio-fio aguardam novidades sobre buscas por sobreviventes
Divulgação/Agência Brasil/Fernando Frazão
Pessoas acompanham trabalhos de resgate após desabamento de prédios na Muzema

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro completa nesta sexta-feira (19) oito dias de busca por corpos e sobreviventes do desabamento de dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá, na comunidade da Muzema, zona oeste do Rio de Janeiro.

Até o momento, o  número de mortos
no desabamento
chega a 20 pessoas, das quais 18 óbitos ocorreram no local. Duas pessoas morreram nos hospitais para onde foram levadas. A tragédia deixou oito pessoas feridas. 

De acordo com os bombeiros
, eles trabalham com a perspectiva de encontrar mais três corpos de pessoas desaparecidas. Cerca de 100 homens participam das buscas. O último corpo resgatado foi encontrado na quinta-feira (18) pela manhã e pertencia a uma mulher.

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Os edifícios na Muzema
não tinham autorização da prefeitura e tiveram suas obras embargadas em novembro do ano passado. A Polícia Civil investiga agora os responsáveis pela obra e pela venda dos imóveis, em busca de responsáveis pelo desabamento
.

Fonte: IG Nacional
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