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Número de mortes na tragédia de Brumadinho chega a 228

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dois bombeiros caminham sobre a lama e, ao fundo, duas máquinas pesadas auxiliam nas buscas
Diogo Antunes/Photopress/Agência O Globo
Bombeiros continuam buscando por vítimas da tragédia em Brumadinho

O número de mortos encontrados após o rompimento da barragem 1 da Mina Córrego do Feijão da Vale, em Brumadinho, aumentou novamente e chegou a 228 no último domingo (14), segundo a Defesa Civil de Minas Gerais. Ainda há 49 pessoas desaparecidas na região metropolitana de Belo Horizonte.

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Ao longo dos últimos meses, o número total somando mortos e desaparecidos de Brumadinho
variou algumas vezes. Isso aconteceu porque a Polícia Civil
identificou fraudes e erros na lista de desaparecidos. Na último quinta-feira (11), 16 nomes foram retirados da lista porque haviam sido incluídos erroneamente. Na sexta (12), outros 17 nomes foram removidos da lista.

As buscas pelos desaparecidos continua incessantemente. A assessoria do Corpo de Bombeiros
divulgou uma nota agradecendo o apoio dos familiares das vítimas. “Agradecemos a todos pelo apoio que temos recebido, o que nos permitirá seguir buscando por 80 dias mais, se for necessário”.

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Quase três meses após a tragédia em Brumadinho
, 139 bombeiros ainda trabalham nas buscas, divididos em 19 frentes de trabalho. Eles têm o apoio de 73 máquinas pesadas e um drone.

Fonte: IG Nacional
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Ministros do STF recomendam cautela a juízes no trato com acusação e defesa

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Edson Fachin
Reprodução/STF
Edson Fachin não recebe ninguém sem um assessor presente

A troca de mensagens entre o então juiz Sergio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol gerou debate sobre a relação entre juízes e as partes de processos.

Afinal, se na Lava Jato de Curitiba o juiz manteve proximidade com o Ministério Público, no Supremo Tribunal Federal (STF) esta comunicação é tratada com cautela.

Um exemplo neste trato cauteloso foi dado pelo primeiro relator da Lava Jato no tribunal. O ministro Teori Zavascki, morto em 2017, não falava com advogados ou procuradores fora do tribunal.

Segundo pessoas próximas, ele não adiantava suas decisões para o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Além disso, o sucessor de Zavascki na Lava Jato, ministro Edson Fachin, tem o mesmo comportamento. Ele não recebe ninguém sem um assessor presente.

Joaquim Barbosa, aposentado em 2014, foi um dos ministros mais rígidos do STF neste sentido. Só recebia um advogado em audiência se o da outra parte também estivesse.

Fonte: IG Nacional
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Irã afirma que violará acordo nuclear em 10 dias se Europa não reagir a Trump

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bandeira do Irã
Reprodução
Irã sofre sanções desde que os Estados Unidos decidiram deixar o acordo nuclear

O estoque de urânio enriquecido do Irã ultrapassará no dia 27 de junho o limite estabelecido pelo acordo nuclear assinado com as principais potências globais em 2015, anunciou nesta segunda-feira (17) Behrouz Kamalvandi, porta-voz da Organização Iraniana de Energia Atômica.

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Segundo ele, ainda existe a possibilidade de o país persa manter sua produção de urânio nos limites estabelecidos pelo acordo nuclear há quatro anos, se os países europeus agirem para bloquear os efeitos das sanções impostas pelos Estados Unidos depois de abandonarem o acordo, em maio de 2018.

“Nós quadruplicamos a taxa de enriquecimento e a aumentamos ainda mais recentemente, então o estoque deverá ultrapassar o limite de 300 quilos em 10 dias”, disse Kamalvandi em uma entrevista coletiva televisionada a partir da usina nuclear de Arak. “Ainda há tempo se os países europeus agirem. Se eles cumprirem seu compromisso, voltaremos ao combinado”.

O presidente do Irã , Hassan Rouhani, já havia advertido no início de maio que os europeus teriam 60 dias para começar a garantir a Teerã os benefícios decorrentes do tratado nuclear; caso isso não ocorresse, disse na ocasião, o país se afastaria dos termos do acordo.

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No acordo de 2015, o Irã se comprometeu a não produzir a bomba atômica, em troca dos benefícios econômicos que esperava obter com o fim das sanções então vigentes da ONU, da União Europeia e dos EUA. As sanções europeias e as impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas continuam suspensas, mas, dado o poder do dólar e do sistema financeiro americano, a volta das sanções americanas acabou atingindo o comércio e os investimentos no Irã de empresas de outros países, incluindo as europeias.

Além disso, o governo de Donald Trump prometeu reduzir a zero as exportações de petróleo iranianos, punindo os países que comprarem o produto de Teerã.

A manutenção de um baixo estoque de urânio enriquecido é uma das principais garantias de que o Irã não terá combustível suficiente para produzir uma bomba nuclear. De acordo com o acordo assinado há quatro anos, o país persa deveria manter um estoque máximo de 300 quilos. A produção excedente deveria ser vendida.

Pouco após o anúncio oficial, Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, ressaltou que, até o momento, o país persa não violou os termos do acordo nuclear e que não tinha conhecimento do comunicado iraniano.

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Historicamente difícil , a relação entre Estados Unidose Irã ficou ainda mais estremecida em maio do ano passado, quando Donald Trump retirou os Estados Unidos do tratado.

Trump voltou a aplicar as restrições econômicas, buscando bloquear suas vendas de petróleo e enfraquecer a economia iraniana. Em resposta, o Irã anunciou diminuições às restrições no seu programa nuclear e ameaçou tomar medidas que podem significar o rompimento do tratado.

Após uma série de tensõesdesde o início do ano, a situação se agravou na quinta-feira, quando os Estados Unidos culparam o Irã pelosataques a dois navios nas proximidades do Estreito de Ormuz, região por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado do mundo. Teerã nega qualquer envolvimento com o ocorrido. Autoridades iranianas, contudo, negam qualquer envolvimento com o incidente e chamaram as acusações americanas de “alarmantes”.

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Apesar de Washington e Teerã alegarem que não estão dispostos a ir à guerra em função do acordo nuclear , os eventos adquiriram uma dinâmica perigosa, com forças militares de ambos os lados reforçando sua presença militar na região. Analistas ouvidos pelo jornal O Globo manifestaram o temor de que a situação saia de controle.

Fonte: IG Nacional
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