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Janaina Paschoal tem atrito com bolsonaristas após cobrar demissão de ministro

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Deputada Janaina Paschoal
Marcos Oliveira/Agência Senado
Janaína Paschoal exigiu a demissão do ministro do Turismo

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL) rebateu, na manhã desta segunda feira (15), as críticas que recebeu por defender a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Eleitores de Bolsonaro pediram que a parlamentar paulista se colocasse “em seu devido lugar”.

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Em sua conta do Twitter, Janaina Paschoal
afirmou que recebeu mensagens dizendo que ela é “apenas uma deputada estadual” e não deveria intervir. “Só gostaria de lembrar duas coisinhas: 1- Se eu tivesse ficado no meu devido lugar, quando ainda nem era ‘apenas uma Deputada Estadual’, o PT estaria no poder. 2- Os aplausos reiterados levaram Lula à prisão!”, rebateu. 

“Então, sob as costumeiras pedradas, seguirei trabalhando (como sempre trabalhei) pelos netos de todos! E não faço isso por ser uma Deputada Estadual, faço isso por ser uma cidadã brasileira! Cidadã é o maior título que uma pessoa pode ter. Pensem nisso!”, completou a parlamentar. 

Janaina foi  uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT)
e chegou a ser cotada para ser vice-presidente de Bolsonaro nas eleições do ano passado, mas recusou o convite na época. 

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No último sábado, a jurista exigiu a demissão do ministro do Turismo
, que teria ameaçado a deputada Alê Silva (PSL
) de morte por denunciado um esquema de candidaturas laranjas no partido, pelo qual ele seria o responsável. A parlamentar defendeu que Bolsonaro afaste Marcelo Álvaro e afirmou que ele não deve esperar a conclusão do inquérito.

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“Como é que pode uma situação dessas e o Presidente não tomar providências? Não pode! O afastamento do Ministro não implicará atribuição de culpa, apenas um sinal de que o Presidente se importa com as mulheres de seu partido”, escreveu Janaina Paschoal
na ocasião.

Fonte: IG Nacional
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Ministros do STF recomendam cautela a juízes no trato com acusação e defesa

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Edson Fachin
Reprodução/STF
Edson Fachin não recebe ninguém sem um assessor presente

A troca de mensagens entre o então juiz Sergio Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol gerou debate sobre a relação entre juízes e as partes de processos.

Afinal, se na Lava Jato de Curitiba o juiz manteve proximidade com o Ministério Público, no Supremo Tribunal Federal (STF) esta comunicação é tratada com cautela.

Um exemplo neste trato cauteloso foi dado pelo primeiro relator da Lava Jato no tribunal. O ministro Teori Zavascki, morto em 2017, não falava com advogados ou procuradores fora do tribunal.

Segundo pessoas próximas, ele não adiantava suas decisões para o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Além disso, o sucessor de Zavascki na Lava Jato, ministro Edson Fachin, tem o mesmo comportamento. Ele não recebe ninguém sem um assessor presente.

Joaquim Barbosa, aposentado em 2014, foi um dos ministros mais rígidos do STF neste sentido. Só recebia um advogado em audiência se o da outra parte também estivesse.

Fonte: IG Nacional
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Irã afirma que violará acordo nuclear em 10 dias se Europa não reagir a Trump

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bandeira do Irã
Reprodução
Irã sofre sanções desde que os Estados Unidos decidiram deixar o acordo nuclear

O estoque de urânio enriquecido do Irã ultrapassará no dia 27 de junho o limite estabelecido pelo acordo nuclear assinado com as principais potências globais em 2015, anunciou nesta segunda-feira (17) Behrouz Kamalvandi, porta-voz da Organização Iraniana de Energia Atômica.

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Segundo ele, ainda existe a possibilidade de o país persa manter sua produção de urânio nos limites estabelecidos pelo acordo nuclear há quatro anos, se os países europeus agirem para bloquear os efeitos das sanções impostas pelos Estados Unidos depois de abandonarem o acordo, em maio de 2018.

“Nós quadruplicamos a taxa de enriquecimento e a aumentamos ainda mais recentemente, então o estoque deverá ultrapassar o limite de 300 quilos em 10 dias”, disse Kamalvandi em uma entrevista coletiva televisionada a partir da usina nuclear de Arak. “Ainda há tempo se os países europeus agirem. Se eles cumprirem seu compromisso, voltaremos ao combinado”.

O presidente do Irã , Hassan Rouhani, já havia advertido no início de maio que os europeus teriam 60 dias para começar a garantir a Teerã os benefícios decorrentes do tratado nuclear; caso isso não ocorresse, disse na ocasião, o país se afastaria dos termos do acordo.

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No acordo de 2015, o Irã se comprometeu a não produzir a bomba atômica, em troca dos benefícios econômicos que esperava obter com o fim das sanções então vigentes da ONU, da União Europeia e dos EUA. As sanções europeias e as impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas continuam suspensas, mas, dado o poder do dólar e do sistema financeiro americano, a volta das sanções americanas acabou atingindo o comércio e os investimentos no Irã de empresas de outros países, incluindo as europeias.

Além disso, o governo de Donald Trump prometeu reduzir a zero as exportações de petróleo iranianos, punindo os países que comprarem o produto de Teerã.

A manutenção de um baixo estoque de urânio enriquecido é uma das principais garantias de que o Irã não terá combustível suficiente para produzir uma bomba nuclear. De acordo com o acordo assinado há quatro anos, o país persa deveria manter um estoque máximo de 300 quilos. A produção excedente deveria ser vendida.

Pouco após o anúncio oficial, Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, ressaltou que, até o momento, o país persa não violou os termos do acordo nuclear e que não tinha conhecimento do comunicado iraniano.

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Historicamente difícil , a relação entre Estados Unidose Irã ficou ainda mais estremecida em maio do ano passado, quando Donald Trump retirou os Estados Unidos do tratado.

Trump voltou a aplicar as restrições econômicas, buscando bloquear suas vendas de petróleo e enfraquecer a economia iraniana. Em resposta, o Irã anunciou diminuições às restrições no seu programa nuclear e ameaçou tomar medidas que podem significar o rompimento do tratado.

Após uma série de tensõesdesde o início do ano, a situação se agravou na quinta-feira, quando os Estados Unidos culparam o Irã pelosataques a dois navios nas proximidades do Estreito de Ormuz, região por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado do mundo. Teerã nega qualquer envolvimento com o ocorrido. Autoridades iranianas, contudo, negam qualquer envolvimento com o incidente e chamaram as acusações americanas de “alarmantes”.

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Apesar de Washington e Teerã alegarem que não estão dispostos a ir à guerra em função do acordo nuclear , os eventos adquiriram uma dinâmica perigosa, com forças militares de ambos os lados reforçando sua presença militar na região. Analistas ouvidos pelo jornal O Globo manifestaram o temor de que a situação saia de controle.

Fonte: IG Nacional
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