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Casal é preso por assassinato de líder rural em União do Sul

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Assessoria | PJC-MT

Um homicídio ocorrido na zona rural do município de União do Sul (719 km ao Norte) foi rapidamente elucidado pela Polícia Judiciária Civil, nas diligências realizadas em conjunto com a Polícia Militar. Três pessoas foram presas na sexta-feira (12.04), sendo duas pelo crime contra a vida e uma por tráfico de drogas. 

Dayane da Costa Lima, 29, e João Pedro de Sousa Silva, 20, foram autuados em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel. O terceiro suspeito, João Paulo Martins de Souza, 18, foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

O casal foi descoberto durante diligências para apurar o homicídio acontecido em um assentamento, contra Cleirto Alves Braga, 49, conhecido na região por articular e fomentar movimentos agrários. O corpo da vítima foi encontrado, na sexta-feira (12), as margens da Rodovia MT 423, enrolado em um lençol.

Durante investigações, surgiram suspeitas sobre Dayane da Costa Lima (companheira da vítima). Ao ser entrevistada a cerca dos fatos, a mulher apresentou diversas contradições.

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Inicialmente tentou alegar que a motivação do assassinato seria por questões de conflitos agrários. Porém, a apuração descobriu que Dayane mantinha  relacionamento extraconjugal com João Pedro, e, de forma de se livrar de Cleirto, resolveram matá-lo. Eles, premeditadamente, pediram ao vizinho uma faca emprestada e depois foram até o sítio da vítima, onde Cleirto foi golpeado até sua morte. .

O casal foi preso em flagrante por homicídio qualificado. Em depoimento, a suspeita assumiu as acusações.

Com base nos fatos relatados pelos envolvidos, os policiais civis e militares foram até a casa do vizinho, identificado por João Paulo Martins de Souza, que vinha sendo investigado por possível participação com o comércio de drogas na região.  Na casa dele, no bairro Morada do Sol, foram apreendidas três sacolas com maconha (quantidade não pesada), além  58 trouxinhas da mesma substância, 10 porções de pasta base de cocaína, todas embaladas e prontas para venda e uma balança de precisão.

João Paulo foi conduzido à Delegacia de União do Sul, interrogado e autuado por tráfico de drogas. Os três presos foram colocados à disposição da Justiça.

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Fonte: PJC MT
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Polícia Civil prende suspeito de esfaquear vítima e largar ao lado de Pronto Socorro de Várzea Grande

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Assessoria |PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil esclareceu a autoria de um homicídio ocorrido no dia 31 de março de 2019, em Várzea Grande. A vítima Otaniel Monteiro dos Santos, 38 anos, foi deixada com perfurações de arma branca, em uma lanchonete ao lado do Pronto Socorro do município, local onde foi à óbito na noite do mesmo dia.

O suspeito foi identificado pelo nome de Willian dos Santos, 37 anos, Ele teve a prisão temporária (30 dias) representada nas investigações da Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) e cumprida na quinta-feira (18), na zona rural do município de Poconé, onde também responde por outro homicídio, em que uma pessoa morreu enforcada.

Testemunhas ouvidas no inquérito policial contaram que a vítima foi largada por desconhecidos na porta do estabelecimento, com muito sangramento. Quatro populares carregaram a vítima em um carrinho de mão, emprestado de uma obra vizinha, até o PSM-VG.

Na investigação, os policiais apuraram que a vítima foi deixada no local (lanchonete) por uma motocicleta, que após largá-la sangrando na calçada tomou rumo ignorado. Outras testemunhas também viram a vítima sendo largada no local e informaram que ela estava na garupa da motocicleta, muito debilitada e sem capacete, que logo saiu em alta velocidade, impossibilitando anotar a placa.

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Foi apurado que o suspeito, Willian, residia com a vítima em uma das quitinetes no bairro Jardim Icaraí, em Várzea Grande.

Conforme o delegado Caio Fernando Álvares de Albuquerque, o homicídio foi praticado por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. “Demonstra haver indícios suficiente de autoria em face do suspeito. Era pessoa conhecida por todos que se encontravam no local”, disse.

O delegado acrescentou que a prisão temporária será representada pela conversão em prisão preventiva, por o suspeito ser réu confesso e reconhecido por testemunhas como autor das facadas.

 

 

Fonte: PJC MT
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Campanha Escola Segura pretende alcançar mais de 5 mil alunos na capital e interior

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Assessoria PC/PJC-MT

Entre os dias 12 e 15 de abril foram atendidos 435 alunos do ensino fundamental e médio das escolas Nova Pedagogia, no bairro CPA III e Escola Espaço do Saber. Os alunos participaram de diálogos formativos com os projetos sociais De Cara Limpa Contra as Drogas, De Bem Com a Vida e Rede Digital Pela Paz, da Polícia Civil, que são executados pela Coordenadoria de Polícia Comunitária.

Já foram mais 2.500 alunos de oito escolas da região metropolitana, atendidos pelos projetos neste ano, nas atividades que têm como foco orientações no campo preventivo da violência no âmbito escolar, inseridos na campanha Escola Segura.

A violência virtual foi foco de ações desenvolvidas pelos projetos também em escolas privadas da região metropolitana. No mês de abril a campanha “Escola Segura”, que visa orientar alunos acerca do cyberbullying, prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos hostis com a intenção de ameaçar, como o compartilhamento de fotos ou vídeos que façam menção a supostos ataques alcançou duas escolas particulares de Cuiabá.

A investigadora Laura Léa, gerente do projeto De cara limpa contra as drogas, destacou a parcerias com setores privados, que contribuem para viabilização das ações. Conforme ela, esses parceiros institucionais fortalecem as  ações para comunidade demonstrando assim o compromisso e responsabilidade social.

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“O apoio da Unimed/PróUnim foi extremamente importante uma vez que foram doados quatro pneus novos para uma das nossas viaturas dos projetos como forma de viabilizar os nossos atendimentos também no interior do Estado”, destacou.

Segundo o supervisor Eric Rezende, o PróUnim tem como missão desenvolver projetos e políticas que contribuam para a melhoria da saúde e qualidade de vida das pessoas. “Desta forma, acreditamos que agir com responsabilidade social significa dar um retorno à comunidade apoiando ações preventivas da Polícia Civil”, afirma.

O investigador Edmir Sena explicou que a proposta do projeto social Rede Digital pela Paz é promover ações voltadas para prevenção dasviolências com novas formas de convivência baseadas na conciliação, na generosidade.

O policial disse que a uma das formas de trabalho é por meio de dinâmicas. Na escola Nova pedagogia foi reliazado, em primeiro momento, o diálogo com exposição dos conceitos e, na etapa seguinte os alunos foram desafiados a encher balões na cor vermelha que simboliza sem-atitudes, que até pouco tempo eram comuns no cotidiano da escola que resultavam no bullying.

Na primeira etapa, cerca de 200 balões foram cheios e  desafio era encher outro balão na cor branca como forma de expressar o desejo da escola sem bullying. “Ao final formou-se um cordão com mais de 200 balões, onde foram depositados os anseios de todos os participantes da dinâmica, que posteriormente foi fixado na fachada da quadra esportiva para que todos, ao passarem por ali, pudessem observar os balões brancos da Paz e de uma escola sem bullying”, afirma o policial.

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Para o investigador Ademar Torres de Almeida, o campo de atuação dos projetos sociais, não se limita as escolas públicas, pelo contrário, onde houver adolescentes em situações de vulnerabilidade social, sobretudo pelas violências fomentadas na internet iremos ao encontro deles, uma vez que abordar esses temas, tão emergentes no cotidiano da escola e que afligem a todas as classes, das mais simples até as mais abastadas, é nossa missão principal de polícia que é a proteção.

“Até agora temos um balanço parcial dos nossos atendimentos. Mais de 2.500 alunos foram atendidos em nossos encontros em oito escolas. Esperamos superar o número de 5 mil atendimentos, uma vez que ainda temos mais 08 escolas na capital e duas no interior somente esse mês para atendimento”. Relatou o investigador.

Por conta da campanha “Escola segura”, os investigadores de polícia Ademar Torres e Laura Léia também estiveram no estúdio de uma rádio da capital esclarecendo acerca do tema. A entrevista foi ao ar no dia (18.4) no programa matinal da emissora.

 

Fonte: PJC MT
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