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Política Nacional

Subcomissão temporária do Senado vai acompanhar situação na Venezuela

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A Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado, criou hoje (14) uma subcomissão Temporária para acompanhar a situação da Venezuela. O colegiado contará com cinco titulares e cinco suplentes terá na presidência o senador Telmário Mota (PROS- RR) e na relatoria, Márcio Bittar (MDB-AC). O grupo poderá trabalhar por um ano.

Segundo o relator, o espírito da subcomissão “não é interferir no país vizinho”, mas marcar uma posição do Brasil a favor da democracia. Na próxima terça-feira (19), Bittar disse que um plano de trabalho deverá ser discutido e adiantou à Agência Brasil que um dos primeiros passos do grupo deve ser ouvir representantes do Executivo, responsáveis por acompanhar de perto a situação, como o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e representantes das Forças Armadas, que comandam ações na fronteira com a Venezuela.

Ainda sobre a situação da Venezuela, o presidente da subcomissão, senador Telmário Mota, lembrou questões práticas preocupantes entre os dois países. Ele lembrou que atualmente o estado de Roraima é isolado do sistema energético do Brasil. “Nós somos o único estado que não está interligado. A nossa energia vem da Venezuela, e o contrato é até 2020. Como a Venezuela viveu recentemente um grande apagão, do qual saiu ontem, essa energia foi suspensa por sete ou oito dias, e nós estamos vivendo da energia das termelétricas, com um valor insuportável para Roraima e para o país, porque ela é subsidiada”, avaliou.

O senador lembrou ainda que, além da relação comercial com a Venezuela, o Brasil, tem uma relação cultural com o país vizinho. “Vários estudantes brasileiros, não só do estado de Roraima, como do Amazonas e de outros estados, estão hoje impedidos de ir e vir. E, também em Pacaraima, que é um município na fronteira, há algo em torno de 2,1 mil alunos, e 500 alunos vêm da Venezuela, são filhos de brasileiros e venezuelanos que não estão frequentando a aula”, disse.

Brasília - O relator do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, senador Telmário Mota, durante reunião para decidir sobre o depoimento do senador licenciado, Delcídio do Amaral ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Senador Telmário Mota será o presidente da subcomissão – Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Edição: Sabrina Craide
Fonte: EBC Política
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Política Nacional

No Senado, CCJ aprova votação aberta sobre prisão de parlamentares

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (15) o relatório da senadora Juiza Selma (PSL – MT) sobre o projeto de resolução PRS 57/2015 que altera o Regimento Interno da Casa para que votações sobre manutenção de prisão de parlamentar sejam abertas.

Para o autor da proposta, senador Reguffe ( Sem partido – DF), o eleitor tem o direito de saber como o seu representante se posiciona em cada uma das votações, seja qual for o assunto em apreciação pelo Plenário. Segundo o senador, seu projeto faz apenas uma adequação do Regimento ao que já diz a Constituição no caso de prisão de parlamentar.

Pelo Parágrafo2º do Artigo 53 da Constituição Federal “desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de 24 horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão”.

O último caso de votação desse tipo envolveu o ex-senador Delcídio do Amaral , em novembro de 2015. À época, em uma votação aberta, os senadores mantiveram a prisão do parlamentar, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

Como se trata de uma alteração no Regimento Interno da Casa, o texto segue para deliberação da Comissão Diretora da Casa. O colegiado, composto pelos membros da Mesa do Senado, não tem prazo para analisar a matéria que, até o fechamento dessa reportagem, tinha duas emendas apresentadas.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Bolsonaro cumprimenta crianças que faziam turismo cívico no Alvorada

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O presidente Jair Bolsonaro surpreendeu na manhã deste sábado (18), acompanhado da primeira-dama, Michele, e do general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, ao sair no jardim do Palácio da Alvorada e ir ao portão cumprimentar pouco mais de 100 crianças de uma escola pública de Brasília, que faziam turismo cívico pela cidade.

Recebido com gritos de “Bolsonaro, cadê você, eu vim aqui só pra te ver”, bem-humorado e à vontade, de chinelo, bermuda e camisa da seleção brasileira, o presidente pegou uma das crianças no colo, posou para fotos, enquanto incentivava os pequenos a gritar a frase “Pátria Amada, Brasil”.

O presidente Jair Bolsonaro vem até a entrada do Palácio da Alvorada, e conversa com crianças e posa para fotos.

O presidente Jair Bolsonaro conversa com crianças e posa para fotos no portão do Alvorada – Valter Campanato/Agência Brasil

No encontro, de cerca de 15 minutos, Bolsonaro disse às crianças que o bem sempre vence o mal: “Meu sonho de ser presidente é para ajudar o Brasil. Tem muita gente ruim no Brasil, sabia? Mas o bem sempre vence o mal”, afirmou. Ele acrescentou que a verdade é algo muito importante. Ainda durante a conversa, o presidente também prometeu que irá à escola hastear a bandeira e cantar o hino nacional. A vice-diretora da escola, Cárita Alessandra Sá, disse que o encontro de hoje não foi combinado.

Sobre o que quis dizer com um texto que teria sido compartilhado por ele ontem (17) no Whatsapp que dizia que o Brasil fora de conchavos é “ingovernável”, o Jair Bolsonaro afirmou: “O texto? Pergunta para o autor. Eu apenas passei para meia dúzia de pessoas”.

Edição: Wellton Máximo
Fonte: EBC Política
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