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No Dia Nacional dos Animais, confira benefícios do mercado para o seu pet

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O Brasil tem mais de 132,4 milhões de animais de estimação, de acordo com informações disponíveis no site da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Entre eles estão cães (cerca de 52,2 milhões), gatos (22,1 milhões), peixes (18 milhões), aves (37,9 milhões) e outros (2,2 milhões). Assim, cada vez mais pessoas comemoram o Dia Nacional dos Animais, que acontece em 14 de março.

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Dia 14 de março é comemorado o Dia Nacional dos Animais
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Dia 14 de março é comemorado o Dia Nacional dos Animais

Com o passar do tempo, além do aumento na quantidade de animais de estimação nas casas, houve outra mudança significativa: os bichinhos, cada vez mais, são tratados como membros da família. Uma pesquisa realizada pela MindMiners mostrou que cerca de 88% de brasileiros consideram e tratam os cachorros como família e 29% afirmam já ter organizado uma comemoração para o aniversário do animal de estimação.  Tal comportamento influencia diretamente no mercado pet, que tem muito a comemorar neste Dia Nacional dos Animais

No ano passado (2018) o mercado pet
brasileiro movimentou R$ 20,7 bilhões, se tornando o segundo maior do mundo. O veterinário e fundador da rede Animal Place, Jorge Morais, explica que “é natural que os nossos animais de estimação ocupem um lugar especial, pois criamos com eles relações de afeto, amor e carinho. Por conta disso, os tutores tendem a gastar cada vez mais com seus pets, consumindo serviços e produtos”. 

Com todo o crescimento, quem ganha também são os animais de estimação e seus donos. Os bichinhos começaram a ter serviços especiais para eles, como creches, serviços de turismo para leva-lo junto na viagem, passeadores, natação, que podem melhorar a qualidade de vida deles. Além disso, muitos locais passaram a ser pet friendly (restaurantes e shoppings, principalmente) e permitir a entrada de animais, fazendo com que os donos possam passar mais tempo com o pet. 

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Confira algumas das opções já disponíveis no mercado pet que podem melhorar a qualidade de vida do bichinho, ajudar o dono e aproxima-lo do animal. 

Lugares pet friendly

Cada vez mais lugares permitem a entrada de animais de estimação, principalmente cachorros. São shoppings centers, restaurantes, lojas, entre outros. Isso permite que o dono, quando precisa sair para determinado lugar, pode levar seu bichinho junto, sem precisar deixa-lo sozinho em casa por muito tempo. 

Nos grandes centros do país, algumas empresas, inclusive, já permitem que os funcionários levem o cachorro para o trabalho. Isso pode acontecer em dias específicos da semana ou todos os dias. 

Alimentação Natural


A qualidade de vida da Boo melhorou muito após a alimentação natural
Pet Nut
A qualidade de vida da Boo melhorou muito após a alimentação natural

Bom cuidado também está relacionado com a saúde e, consequentemente, com a alimentação, capaz de melhorar a qualidade de vida do animal. A PetNut, é uma empresa que oferece alimentação natural para cães

A AN é mais palatável que a ração, não possui temperos ou conservantes. Além disso, é feita de acordo com as necessidades nutricionais de cada animal. Ajuda muito no tratamento de doenças como a diabetes e disfunção renal. 

Passeadores/ Cuidadores

Os cães adoram passear – e precisam disso para gastar energia e fazer as necessidades, no caso daqueles que só fazem na rua. Mas, não é sempre que o dono tem tempo suficiente para isso. Os passeadores resolvem esse problema. 

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Já no caso dos gatos, que são mais caseiros, os cuidadores podem ajudar um tutor que precisou fazer uma viagem rápida a trabalho, por exemplo. Essas pessoas vão na casa do animal, trocam a água, dão mais ração, limpam a caixinha de areia e até brincam com o pet. Isso evita que o animal passa pelo estresse de sair de casa e ficar em um ambiente estranho por um tempo. 

Turismo com animais

Muitas pessoas amam viajar e ter um animal de estimação pode ser um impedimento. Mas, e se fosse possível levar ele com você? A PETFriendly Turismo organiza toda a sua viagem ao lado do seu melhor amigo pet

Creches para animais

As creches para animais funcionam de forma parecida com a para crianças. O tutor que não quer deixar seu cachorro sozinho em casa, o matricula numa creche. Lá o cão passa o dia ao lado de outros cães, brincando, interagindo e gastando energia. Isso pode inclusive melhorar um comportamento muito agitado do animal em casa. 

Porém, infelizmente, mesmo com tanto crescimento no universo pet, ainda vemos muitas notícias de animais abandonados, que sofrem maus-tratos e não têm um lar amoroso. Os abrigos de animais estão lotados e muitos dos bichinhos não são adotados, já que existe uma preferência pelos de raça. 

Por isso, no Dia Nacional dos Animais
, também é importante lembrar que abandono e maus-tratos são crimes perante a lei – as punições podem variar em prisão e pagamento de multa. E, claro, adote, não compre. Ajude a diminuir o número de animais que vivem nas ruas ou esperam por um lar em abrigos. 

Fonte: Canal do Pet
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Cachorro para adoção fica sorridente ao descobrir que ganhou um novo lar

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A vida de Jake mudou totalmente quando seu dono o deixou em um abrigo para animais. O Border Collie, que tinha uma casa e outros amigos cães, logo se transformou em um cachorro para adoção, e sua felicidade sumiu. A desculpa utilzada para abandoná-lo foi que seu ex-dono era muito velho e não tinha tempo para cuidar de Jake. 

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Por serem cães muito inteligentes e ativos, os Border Collies precisam de estímulo, espaço e brincadeiras para serem saudáveis e felizes. E infelizmente Jake não tinha isso no abrigo, já que o espaço disponível para ele era muito pequeno, e ele não era o único  cachorro para adoção
ali.


Jake, o cachorro para adoção logo que chegou no abrigo
Facebook/Rescue Dogs Rock NYC
Jake, o cachorro para adoção logo que chegou no abrigo


Os funcionários logo perceberam que um cão tão ativo e de porte médio não poderia ficar naquele espaço por muito tempo sem se deprimir, e entraram em contato com o Rescue Dogs Rock NYC, uma ONG responsável por resgatar e ajudar cães em situações de abandono e de risco. 

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Jake foi transferido do primeiro canil para um consultório veterinário, onde ficou em um lugar menor ainda: uma gaiola. Ele estava de quarentena antes de ser transferido para outro abrigo. Finalmente chegou a hora de ir para Nova Iorque, onde os voluntários achavam que por ser um Border Collie ele encontraria um lar rapidamente. Isso não aconteceu. O tempo passou e ninguém adotou Jake.

Como não tinha espaço e nenhum abrigo temporário, Jake foi transferido para outro canil no Texas, e depois para outra gaiola em uma sala de veterinário. Foi quando a cofundadora da Rescue Dogs Rock NYC, Stacey Silverstein, resolveu apelar para as redes sociais e postar diversas fotos e vídeos do Border Collie para ver se alguém se interessava. 

A tática deu certo e não demorou muito para que algumas mensagens chegassem na caixa de entrada da página, oferecendo tanto um lar temporário quanto definitivo. Logo que entrou no carro de sua nova família a expressão do cão mudou: ele deixou de ter um olhar triste e voltou a sorrir. 

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Jake com seu novo dono
Facebook/Rescue Dogs Rock NYC
Jake com seu novo dono


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Agora, algumas semanas após ter sido adotado, o ex- cachorro para adoção
tem um grande jardim para correr e brincar, e até um novo amigo canino para dormir perto dele. Além de tudo isso, ele também vai aproveitar de uma família que o ama muito. 


Fonte: Canal do Pet
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Conheça tudo sobre a erlichiose, doença transmitida por carrapatos

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Os parasitas, como pulgas e carrapatos, são uma das principais preocupações dos donos de animais. Eles surgem sem que ninguém perceba e em pouco tempo dominam não só o corpo do pet mas todo o ambiente onde ele vive, causando desconforto. Entretanto, um dos principais perigos que esses bichinhos trazem são as doenças, como a erlichiose.

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A erlichiose
é uma doença transmitida pela bactéria ehrlichia, presente em carrapatos. A enfermidade raramente atinge gatos ou seres humanos – é mais comuns em cães -, mas a possibilidade existe e é necessário tomar todas as precauções possíveis para proteger os seus pets e a sua família. 

Como acontece a transmissão da erlichiose?


O carrapato marrom é o principal vetor da erlichiose.
Reprodução/ Shutterstock
O carrapato marrom é o principal vetor da erlichiose.

Como já mencionado, a erlichiose é transmitida pela picada do carrapato marrom, muito comum em animais domésticos. Esse parasita é facilmente encontrado e se alimenta do sangue humano e de animais. Ele tem um ciclo de vida de 21 dias e sua fêmea consegue colocar até 3 mil ovos durante a vida. 

Outras formas de infecção podem acontecer, tais como o contato com agulhas e outros instrumentos infectados, além de transfusão sanguínea. Após entrar no organismo do pet, as bactérias se multiplicam, atacando os linfonodos e órgãos internos (como o fígado e o baço) destruindo os glóbulos brancos do animal.

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Quais são os sintomas da elichiose?

Os sintomas da doença variam de acordo com a fase que a infecção se encontra. São três estágios:

  • Fase aguda: os sintomas desse estágio são febre, falta de apetite, perda de peso, depressão, sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. Fique atento a esses sinais, um diagnóstico precoce nessa fase aumenta muito as chances da recuperação completa do pet. 
  • Fase subclínica: a fase subclínica pode durar de 6 a 10 semanas (sendo que alguns animais podem permanecer nela por um período maior). Na grande maioria das vezes o cão não apresenta nenhum sintoma clínico. Somente em alguns casos os pets podem apresentar inchaço nas patas, perda de apetite, mucosas pálidas, sangramentos, cegueira, etc. Caso no fim do período de 10 semanas o sistema imunológico do cão não consiga eliminar a doença, ela volta para a fase crônica.
  • Fase crônica: podem ser observadas perda de peso, abdômen sensível e dolorido, aumento do baço, do fígado e dos linfonodos, depressão, pequenas hemorragias, edemas nos membros e sistema imunológico fraco. Os sintomas da fase aguda também podem voltar a se manifestar de forma mais amena. Outras doenças, como pneumonias, diarreias, problemas de pele e anemia se manifestam mais facilmente no pet durante esse período devido a sua baixa resistência. 
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Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por um médico veterinário responsável, que irá fazer perguntas a respeito da vida do cão a fim de identificar a  presença de carrapatos
ou outros agentes transmissores. Exames de sangue também costumam ser requisitados para que a bactéria possa ser reconhecida. 

Felizmente, a erlichiose
é tratável em qualquer fase. O tratamento é realizado com antibiótico (geralmente a Doxiciclina, receitada por profissionais especializados). Dependendo do estado do pet, soros e transfusões de sangue também podem ser necessárias. 

Fonte: Canal do Pet
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