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Cachorro desaparecido é encontrado fazendo amizade com cervo

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Quando nosso animal de estimação some, ficamos tristes e angustiados. Foi isso que aconteceu quando perto do Natal, Koda, a Husky Siberiada de Rachel, desapareceu. Depois de posts no Facebook e patrulhas por perto de sua casa no Canadá, a mulher se surpreendeu quando o cachorro desaparecido voltou alguns dias depois como se nada tivesse acontecido.

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A canadense não sabia o que tinha acontecido no tempo em que o cachorro desaparecido
estava fora de casa, mas depois de lembrar que seu vizinho tinha câmeras de segurança ela teve uma ideia: pedir para ver as filmagens e verificar se Koda estava na área de monitoramento enquanto a família havia procurado por ela. 

A surpresa foi instantânea; A Husky não só estava perto da casa do vizinho como também tinha feito um novo amigo: um cervo. E parece que a amizade deles é bem forte, já que Koda dormia perto e até lambia seu amigo selvagem. “Ainda não consigo acreditar no que vi. Estou maravilhada!”, conta Rachel em seu FaceBook. 


O cachorro desaparecido e o cervo
Facebook/Rachel Howatt
O cachorro desaparecido e o cervo


Em entrevista ao The Dodo Rachel afirmou que de acordo com as filmagens, a dupla passou 12 horas junta. Parece que eles se divertiram muito juntos, e a dona não achou estranho que Koda foi em busca de um amigo. “Vou fazer meu melhor para mantê-la dentro de casa, mas se ela sumir de novo já sei com quem e onde estará”, finaliza Rachel.

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E essa não é a primeira vez que um cervo faz amizade com outro animal. Cervos são conhecidos por acolherem bichos, e já tiveram casos onde eles ficaram juntos de vacas no pasto e já chegaram até a adotar gatos que estavam perdidos na floresta.

No FaceBook de Rachel é possível ver uma postagem da dona procurando por Koda, de 22 de dezembro. Porém foi só agora em março que ela divulgou onde que a Husky estava passeando durante sua ausência. 


“Koda, nossa pequena diabinha, está desaparecida desde quinta-feira a noite. Ela tem uma coleira de identificação. Se alguém vir ou tiver informações sobre ela, por favor, fale comigo. Atualização: Koda está em casa sã e salva, alguém tem dicas de como evitar que um cão fuja novamente?”


Koda e o cervo
Facebook/Rachel Howatt
Koda e o cervo




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Rachel mora em Manitoba, no estado de Ontario, no Canadá, e o local é cheio de árvores, neve e lagos. É muito comum que animais selvagens fiquem por perto de sua casa, e ela espera não sofrer de novo com um 
cachorro desaparecido
. 

Fonte: Canal do Pet
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Cachorro para adoção fica sorridente ao descobrir que ganhou um novo lar

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A vida de Jake mudou totalmente quando seu dono o deixou em um abrigo para animais. O Border Collie, que tinha uma casa e outros amigos cães, logo se transformou em um cachorro para adoção, e sua felicidade sumiu. A desculpa utilzada para abandoná-lo foi que seu ex-dono era muito velho e não tinha tempo para cuidar de Jake. 

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Por serem cães muito inteligentes e ativos, os Border Collies precisam de estímulo, espaço e brincadeiras para serem saudáveis e felizes. E infelizmente Jake não tinha isso no abrigo, já que o espaço disponível para ele era muito pequeno, e ele não era o único  cachorro para adoção
ali.


Jake, o cachorro para adoção logo que chegou no abrigo
Facebook/Rescue Dogs Rock NYC
Jake, o cachorro para adoção logo que chegou no abrigo


Os funcionários logo perceberam que um cão tão ativo e de porte médio não poderia ficar naquele espaço por muito tempo sem se deprimir, e entraram em contato com o Rescue Dogs Rock NYC, uma ONG responsável por resgatar e ajudar cães em situações de abandono e de risco. 

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Jake foi transferido do primeiro canil para um consultório veterinário, onde ficou em um lugar menor ainda: uma gaiola. Ele estava de quarentena antes de ser transferido para outro abrigo. Finalmente chegou a hora de ir para Nova Iorque, onde os voluntários achavam que por ser um Border Collie ele encontraria um lar rapidamente. Isso não aconteceu. O tempo passou e ninguém adotou Jake.

Como não tinha espaço e nenhum abrigo temporário, Jake foi transferido para outro canil no Texas, e depois para outra gaiola em uma sala de veterinário. Foi quando a cofundadora da Rescue Dogs Rock NYC, Stacey Silverstein, resolveu apelar para as redes sociais e postar diversas fotos e vídeos do Border Collie para ver se alguém se interessava. 

A tática deu certo e não demorou muito para que algumas mensagens chegassem na caixa de entrada da página, oferecendo tanto um lar temporário quanto definitivo. Logo que entrou no carro de sua nova família a expressão do cão mudou: ele deixou de ter um olhar triste e voltou a sorrir. 

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Jake com seu novo dono
Facebook/Rescue Dogs Rock NYC
Jake com seu novo dono


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Agora, algumas semanas após ter sido adotado, o ex- cachorro para adoção
tem um grande jardim para correr e brincar, e até um novo amigo canino para dormir perto dele. Além de tudo isso, ele também vai aproveitar de uma família que o ama muito. 


Fonte: Canal do Pet
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Conheça tudo sobre a erlichiose, doença transmitida por carrapatos

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Os parasitas, como pulgas e carrapatos, são uma das principais preocupações dos donos de animais. Eles surgem sem que ninguém perceba e em pouco tempo dominam não só o corpo do pet mas todo o ambiente onde ele vive, causando desconforto. Entretanto, um dos principais perigos que esses bichinhos trazem são as doenças, como a erlichiose.

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A erlichiose
é uma doença transmitida pela bactéria ehrlichia, presente em carrapatos. A enfermidade raramente atinge gatos ou seres humanos – é mais comuns em cães -, mas a possibilidade existe e é necessário tomar todas as precauções possíveis para proteger os seus pets e a sua família. 

Como acontece a transmissão da erlichiose?


O carrapato marrom é o principal vetor da erlichiose.
Reprodução/ Shutterstock
O carrapato marrom é o principal vetor da erlichiose.

Como já mencionado, a erlichiose é transmitida pela picada do carrapato marrom, muito comum em animais domésticos. Esse parasita é facilmente encontrado e se alimenta do sangue humano e de animais. Ele tem um ciclo de vida de 21 dias e sua fêmea consegue colocar até 3 mil ovos durante a vida. 

Outras formas de infecção podem acontecer, tais como o contato com agulhas e outros instrumentos infectados, além de transfusão sanguínea. Após entrar no organismo do pet, as bactérias se multiplicam, atacando os linfonodos e órgãos internos (como o fígado e o baço) destruindo os glóbulos brancos do animal.

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Quais são os sintomas da elichiose?

Os sintomas da doença variam de acordo com a fase que a infecção se encontra. São três estágios:

  • Fase aguda: os sintomas desse estágio são febre, falta de apetite, perda de peso, depressão, sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. Fique atento a esses sinais, um diagnóstico precoce nessa fase aumenta muito as chances da recuperação completa do pet. 
  • Fase subclínica: a fase subclínica pode durar de 6 a 10 semanas (sendo que alguns animais podem permanecer nela por um período maior). Na grande maioria das vezes o cão não apresenta nenhum sintoma clínico. Somente em alguns casos os pets podem apresentar inchaço nas patas, perda de apetite, mucosas pálidas, sangramentos, cegueira, etc. Caso no fim do período de 10 semanas o sistema imunológico do cão não consiga eliminar a doença, ela volta para a fase crônica.
  • Fase crônica: podem ser observadas perda de peso, abdômen sensível e dolorido, aumento do baço, do fígado e dos linfonodos, depressão, pequenas hemorragias, edemas nos membros e sistema imunológico fraco. Os sintomas da fase aguda também podem voltar a se manifestar de forma mais amena. Outras doenças, como pneumonias, diarreias, problemas de pele e anemia se manifestam mais facilmente no pet durante esse período devido a sua baixa resistência. 
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Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por um médico veterinário responsável, que irá fazer perguntas a respeito da vida do cão a fim de identificar a  presença de carrapatos
ou outros agentes transmissores. Exames de sangue também costumam ser requisitados para que a bactéria possa ser reconhecida. 

Felizmente, a erlichiose
é tratável em qualquer fase. O tratamento é realizado com antibiótico (geralmente a Doxiciclina, receitada por profissionais especializados). Dependendo do estado do pet, soros e transfusões de sangue também podem ser necessárias. 

Fonte: Canal do Pet
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