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Polícia Federal

PF combate disseminação de pornografia infantil pela internet

Publicado

Cabedelo/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (28/2) a Operação Salvaguarda II, com objetivo de combater a disseminação de pornografia infantil na internet. A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados.

 A investigação apontou que os envolvidos são suspeitos de usar programas de computador para troca de fotos e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

Os investigados responderão pelo crime de compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cuja pena somadas poderão chegar a 6 anos de reclusão.

 

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

Operação Boca Livre investiga desvios de recursos públicos destinados à compra de merenda escolar

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Teresina/PI – A Polícia Federal deflagrou hoje (20/3) a Operação Boca Livre, no Piauí. O trabalho, realizado em parceria com a Controladoria Geral da União (CGU), busca aprofundar investigação que identificou fraude em processo licitatório realizado pela Secretaria de Educação do Estado do Piauí – SEDUC/PI e a decorrente contratação com sobre preço na aquisição de merenda escolar, para distribuição em escolas da Rede Estadual de ensino com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Cerca de 70 policiais federais e 10 servidores da CGU participaram da operação e deram cumprimento a 12 mandados de busca e apreensão, em Teresina/PI.

As investigações revelaram que um grupo de empresas atuou conjuntamente com agentes públicos na fraude à licitação realizada pela SEDUC/PI, em 2014. A fraude possibilitou o direcionamento do objeto às empresas e a contratação dos gêneros alimentícios com sobre preço. Foi identificado um prejuízo efetivo de R$ 1,7 milhão, decorrente do superfaturamento nos pagamentos realizados pela Secretaria às empresas envolvidas no esquema, que totalizaram, aproximadamente, R$ 5,3 milhões. Paralelamente à fraude na licitação, verificou-se a transferência de valores a servidores públicos, indicando o possível pagamentos de propinas.

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 Será concedida entrevista coletiva, às 10h, no auditório desta Superintendência Regional da Polícia Federal no Piauí.

 

 

 

 

***O nome Boca Livre é alusivo à grande facilidade propiciada pelo conluio entre os empresários e os agentes públicos envolvidos, o que possibilitou o direcionamento às empresas e a contratação com sobrepreço expressivo.

 

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Fantoche investiga esquema de fraudes em licitação

Publicado

Recife/PE – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19/2), com a colaboração do Tribunal de Contas da União, a Operação Fantoche, para desarticular organização criminosa especializada em crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos, em Pernambuco.

A ação é desempenhada com o apoio do Tribunal de Contas da União e, ao todo, conta com a participação de 213 policiais federais e 8 auditores do TCU, que deram cumprimento a 47 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária, nos estados de PE, MG, SP, PB, DF, MS e AL. As medidas foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

De acordo com as investigações, um grupo de empresas sob o controle de um mesmo núcleo familiar atuava de forma contínua, desde o ano de 2002, executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado sistema “S”.  Estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões decorrentes desses contratos.

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O modus operandi empregado é sempre similar e, em resumo, consistia na utilização de entidades de direito privado sem fins lucrativos para justificar celebração de contratos e convênios diretos com o Ministério convenente e Unidades do Sistema S, contratos estes, em sua maioria, voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados e/ou com inexecução parcial, sendo os recursos posteriormente desviados em favor do núcleo empresarial, por intermédio de empresas de fachada. 

 

Fonte: Polícia Federal

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