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Saúde

Governo vai criar grupo para buscar soluções para saúde em Roraima

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O governo federal vai criar um grupo para buscar soluções para o intenso fluxo de venezuelanos que cruzam a fronteira para receber atendimento de saúde em Roraima, informou hoje (12) o ministro da Saúde, Henrique Mandetta. Segundo o ministro, o  sistema de saúde do estado “não tem musculatura” para atender a todos.

“Conversei com o governador [Antonio Denarium], com o secretário estadual de Saúde [Ailton Rodrigues Wanderley] e estou determinando um grupo para ver que medidas podem ser tomadas para atenuar a situação”.

Calamidade pública

No final do mês passado, o governador de Roraima, Antonio Denarium, decretou estado de calamidade pública na área de saúde. A decisão foi motivada pelo agravamento dos conflitos na fronteira com a Venezuela, o que elevou o número de atendimentos no Hospital Geral de Roraima (HGR), principal unidade da rede e a única a realizar procedimentos de alta complexidade.

“Roraima passa a ser rota de fuga, uma das poucas que existem”, disse o ministro. “Nosso sistema de saúde, que é pequeno, não tem musculatura para enfrentar a vinda de pessoas nesta quantidade e está sofrendo muito.”

Ontem (11), organizações não governamentais (ONG) que atuam na Venezuela informaram sobre o agravamento do estado de saúde dos pacientes, em meio ao blecaute ocorrido no país. De acordo com comunicado divulgado no Twitter pela ONG Médicos pela Saúde, 17 pacientes morreram em nove hospitais.

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A Coalizão de Organizações pelo Direito à Saúde e à Vida (Codevida) informou, pelo Twitter, que a poluição da água, a falta de higiene e de alimentos se tornaram problemas de saúde pública em Carabobo, afetando sobretudo crianças, mulheres e idosos.

Segundo a Codevida, os pacientes psiquiátricos também sofrem com as dificuldades. Pelos dados da organização, os atendimentos em psiquiatria caíram de 23 mil para 3.500.

Edição: Maria Claudia
Fonte: EBC
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Saúde

A cada 60 minutos, uma criança ou adolescente morre por arma de fogo

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A cada 60 minutos, uma criança ou um adolescente morre no Brasil em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Entre 1997 e 2016, mais de 145 mil jovens com até 19 anos faleceram em consequência de disparos acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio e suicídio. Os dados fazem parte de um levantamento divulgado hoje (20) pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

De acordo com o estudo, que considerou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, em 2016, ano mais recente disponível, foram registrados 9.517 óbitos entre crianças e adolescentes no país. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos – 4.846 casos em 1997 – e representa, em valores absolutos, o pico da série histórica.

O levantamento mostra que, a cada duas horas, uma criança ou adolescente dá entrada em um hospital da rede pública de saúde com ferimento por disparo de arma de fogo. Entre 1999 e 2018, foram registradas quase 96 mil internações de jovens com até 19 anos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Rio de Janeiro - Campanha contra homicídios de jovens negros pinta centenas de silhuetas de corpos no chão do Largo da Carioca (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)

Em 2016, foram registradas 9.517 mortes violentas de crianças e adolescentes no país – Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil
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Despesas

As principais causas externas de morte por arma de fogo nessa faixa etária estão relacionadas a homicídios (94%), seguidos de intenções indeterminadas (4%), suicídios (2%) e acidentes (1%). No caso das internações, embora as tentativas de homicídio continuem na liderança (67%), é bastante expressivo o volume de acidentes (26%) envolvendo arma de fogo.

A avaliação contabilizou ainda as despesas diretas do SUS com pacientes atendidos após contato com armas de fogo. Nos últimos 20 anos, as internações de crianças e adolescente provocadas por disparos custaram mais de R$ 210 milhões aos cofres públicos.

O estudo considerou causas de morbidade hospitalar e mortalidade identificadas nas bases oficiais do Ministério da Saúde como acidentais, suicídios ou tentativas de suicídio, homicídios ou tentativas de homicídio e intenções indeterminadas.

Edição: Luiza Damé
Fonte: EBC
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Saúde

Governo do Estado inicia avaliações ambulatoriais para captação de doação de rim

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reativará o serviço de captação de doação de rim. A tramitação para a criação de um Centro Transplantador de Rim foi concluída em setembro de 2018 e, neste ano, finalizado o credenciamento do serviço para a regularização da oferta junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a Coordenadora Estadual de Transplantes, Fabiana Regina de Souza Molina, a partir desta semana serão iniciadas as avaliações clínicas no ambulatório de referência, visando a preparação dos pacientes em diálise para o transplante.

“O trabalho de reestruturação da Central Estadual de Transplantes (CET), além do retorno das atividades de transplante renal, gera a mobilização e o recrutamento de novos profissionais para atuação na área, o que possibilita um incremento ainda maior ao Sistema”, avaliou a coordenadora.

Em Mato Grosso, há aproximadamente 1.800 pacientes em Terapia Renal Substitutiva (TRS) – destes, estima-se que 50% tenham indicação para o transplante renal. Contudo, o percentual só pode ser confirmado após a avaliação da equipe de transplante autorizada.

O Programa de Transplante de Rim chegou a ser ofertado pelo Estado entre os anos de 1998 a 2009, mas foi paralisado em razão de problemas no processo de Renovação de Autorização da Unidade Hospitalar, junto ao Sistema Nacional de Transplantes.

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Central Estadual de Transplantes (CET) 

Por meio da Central Estadual de Transplantes, os pacientes do Estado são cadastrados no sistema nacional e podem, se houver compatibilidade, ser contemplados com a doação e o transplante de órgãos.

“Durante o ano de 2018, foram ofertados para o Estado, via Central Nacional de Transplantes (CNT), várias córneas oriundas de outros estados. Mesmo que em Mato Grosso tenha havido um baixo número de doadores, não houve comprometimento significativo no número de transplantes e no andamento do Cadastro Técnico Único, já que o sistema é nacional”, explicou Fabiana.

Serviço

A Central Estadual de Transplantes mantém uma equipe técnica por 24 horas e monitora as unidades hospitalares na busca por potenciais doadores. Mais informações pelo telefone: (65) 3317-3315.

Fonte: GOV MT
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