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Flagra! Novo Ford EcoSport é visto camuflado antes da estreia

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Nova geração do Ford EcoSport roda disfarçado antes da apresentação oficial, no ano que vem, na Europa
Reprodução/FordCarblog
Nova geração do Ford EcoSport roda disfarçado antes da apresentação oficial, no ano que vem, na Europa

A nova geração do Ford EcoSport
terá tudo novo. O carro passará a adotar a mesma linha adotada pelos rivais VW T-Cross e Citroën C4 Cactus, ambos com uma área frontal menor, aproximando-se do estilo de um crossover, com mais apelo esportivo. As imagens do site americano FordCarblog mostram que novo modelo será bem diferente do atual.

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Apesar dos disfarces, as imagens revelam que o novo moelo terá alta linha de cintura, perderá o estepe na traseira em todas as versões e ficará mais parecido com um hatch médio com certo apelo aventureiro. Na frente, assim como no Fiesta vendido na Europa, a ampla grade do radiador está entre os destaques, bem como os faróis que dão ideia de terem saído de um esportivo. 

Na traseira, as lanternas em posição elevada e o estreito vidro traseiro lembram o estilo arrojado que começou a se espalhar entre os SUVs
a partir da chegada do Range Rover Evoque, no final da decada passada. As mudanças serão tantas que cogita-se até que o carro pode mudar de nome, passando a se chamar Puma.

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Traseira do novo Ford EcoSport terá mais apelo esportivo e não terá estepe acoplado em nenhuma versão
Reprodução/FordCarblog
Traseira do novo Ford EcoSport terá mais apelo esportivo e não terá estepe acoplado em nenhuma versão

De qualquer forma, por dentro, haverá mais espaço para cinco ocupantes e suas respectivas bagagens, além de uma dose de sofisticação extra. Entretanto, o sistema multimidia será apenas uma versão aperfeiçoada do SYNC 3 utilizado atualmente pela Ford, com tela sensível ao toque e compatibilidade com Android Auto e Apple Cart Play. 

Mais detalhes do novo Ford EcoSport


Traseira do novo Ford EcoSport vai contar com linha de cintura alta, o que reforça seu aspecto de crossover
Reprodução/FordCarblog
Traseira do novo Ford EcoSport vai contar com linha de cintura alta, o que reforça seu aspecto de crossover

 Quanto aos novos ajustes, ainda conforme o FordCarblog, o novo crossover
deverá se destacar a suspensão com maior capacidade de absorver as irregularidades do piso sem prejudicar a estabilidade para condizer com o maior apelo esportivo do carro. Amortecedores hidráulicos e sistema multibraço na traseira deverão fazer parte do conjunto. 

Na parte mecânica, pelo menos nas versões que serão vendidas na Europa, o novo Ford EcoSport deverá contar com motor 1.5, a diesel, com cerca de 120 cv e 1.0 EcoBoost, que chegou a ser vendido no Fiesta feito no Brasil, capaz de render 125 cv, com gasolina. E no sistema de transmissão poderá estar disponível câmbio automático ou manual, ambos de seis marchas, com tração integral oferecida apenas como opcional.

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Na Europa, o mais provável é que o carro seja mostrado em 2020. No mercado americano, porém, se chegar a ser aprovado, o carro chegará apenas no ano seguinte, como modelo 2022. No Brasil, espera-se que o novo Ford EcoSport
seja apresentado apenas no final do ano que vem, durante o Salão do Automóvel, no São Paulo Expo. 

Fonte:  FordCarblog

Fonte: IG Carros
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Harley-Davidson CVO Limited 2019 reúne o melhor em sofisticação

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Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi
Harley-Davidson CVO: Conforto em excesso para longas viagens por estradas retas e de bom piso

Vamos começar a falar sobre a Harley-Davidson CVO Limited 2019 pelo preço: R$ 172.900. Por esse valor, você pode esperar que essa exclusiva motocicleta touring tenha exatamente tudo. E tem. Sendo a mais cara Harley-Davidson produzida, a CVO Limited pode ser considerada como a customização da versão “normal” mais cara equipada da marca, a Ultra Limited, que já é uma “senhora” motocicleta de turismo e custa R$ 103.900. Então a pergunta é inevitável: o que a CVO tem a mais que a Ultra para custar R$ 69.000? É quase o que custa uma H-D Fat Boy.

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A Harley-Davidson CVO
Limited tem o maior motor já produzido pela marca, um V-2 Milwaukee-Eight
com cilindros a 45º e deslocamento de 1.923 cm3, cilindrada que corresponde a 117 polegadas cúbicas.

Com potência estimada de 95 cv – a Harley não divulga o valor exato –, cerca da metade da potência de algumas motocicletas que pesam a metade dos 428 kg da CVO Limited
, o número mágico desse motor é o torque, fabulosos 17,3 kgfm que permitem uma retomada de aceleração vigorosa, também com bastante suavidade e progressividade. Antes assim, já que as Harley não têm nenhum sistema eletrônico de controle de tração.

Equipamentos, tecnologia e personalidade


Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi
Cockpit com todos os instrumentos e equipamentos para controle e conveniência

O motor M-8 117 é exclusivo dos modelos CVO – que incluem também a Street Glide Special e a Road Glide –, cujo diferencial para a linha 2019 são as faixas vermelhas nos cabeçotes. Assim como a Ultra Limited, as CVO também têm o sistema auxiliar de refrigeração a água para as partes superiores do motor, que nesses casos levam o nome de Twin-Cooled.

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Quanto aos detalhes da Harley-Davidson CVO Limited 2019 que a diferenciam das versões normais da marca, o destaque é para a coleção Kahuna de itens como pedais de câmbio e freio, capas para as ponteiras do silenciador, manoplas aquecidas e pedaleiras do tipo plataforma para o garupa, todos eles com a inserção do emblema H-D.


Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi
Destaque para os detalhes do cromo Black Onyx e faixas vermelhas nos cabeçotes

A pintura é especial, em cor única cinza – Magnetic Grey Fade –, e geralmente os modelos CVO são utilizados para introduzir novos acabamentos, como é o caso dos cromados escurecidos de alto brilho, o Black Onyx. Trata-se de uma aplicação por deposição física de vapor sobre os cromados, que dão essa aparência escura aos escapamentos e alguns outros componentes.

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O sistema de informação e áudio, chamado de Infotainment Boom Box GTS, reúne áudio e navegação de alto nível, com quatro alto-falantes com saída de 300 w e um par de fones de ouvido conectados ao sistema pelo Bluetooth. Esses fones podem conversar entre si, ou seja, piloto e garupa, e ainda pode se conectar com mais seis fones de outras motocicletas, até uma distância de 1.600 metros.

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O sistema keyless da Harley-Davidson CVO Limited 2019 permite que se mantenha o sensor fob no bolso para acionamento por aproximação. Esse sensor inclui a chave física de emergência e ainda o controle remoto que trava tudo, até as três malas.

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Apesar do tamanho e do peso, com um pouco de treino é possível manejar bem a Harley-Davidson CVO
Limited até em meio ao trânsito urbano, o que é bem mais fácil de manobrá-la em locais apertados. Na estrada, no entanto, é uma poltrona sobre rodas, permitindo cobrir muitas centenas de quilômetros sem cansar. E é exatamente nesse ambiente que a mais luxuosa motocicleta da Harley-Davidson deve estar.

Fonte: IG Carros
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Jeep Renegade e Compass entrarão para lista dos carros híbridos plug-in

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A Fiat-Chrysler tem pressa para entrar na era da eletrificação. O grupo, chamado FCA, anunciou um programa de investimentos de US$ 5 bilhões para suas marcas tornarem-se aptas para a fabricação de carros elétricos o quanto antes. Em cinco anos, a Jeep, uma de suas integrantes, promete lançar 10 híbridos plug-in e quatro carros elétricos movidos a bateria.  

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O Renegade será o primeiro entrte os híbridos
. A versão plug-in combinará um motor convencional com um motor elétrico. Em tempo: automóvel híbrido plug-in é aquele que permite que a bateria utilizada para alimentar o motor elétrico possa ser carregada diretamente por meio de uma tomada na rede elétrica.


Renegade
Divulgação
O novo Renegade terá uma versão híbrida plug-in que deve chegar ao Brasil em 2020, depois do novo motor turbo

Já o motor à combustão do Renegade
será um novo turbo de 1.3 litros de quatro cilindros, nomeado Firefly Turbo – uma nova opção da FCA por aqui para o Jeep Renegade. Ele deve fazer  sua estreia no mercado nacional em breve, provavelmente, já com a versão híbrida e espera-se que seja flex.

Não há ainda os números definitivos, mas com o combo híbrido, o Renegade poderá ter 190 cv. Ou seja, o motor a combustão de 148 cv de potência vai combinar com motor elétrico de 42 kW.

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Há outra opção em desenvolvimento: uma versão combinada de 240 cv reservada para o Compass, modelo maior e mais pesado da Jeep. Com o motor turbo a gasolina e o motor elétrico (de 92 kW) acionados, o modelo precisará de cerca de sete segundos para chegar a 100 km/h. Um bom resultado para um híbrido.


Compass
Divulgação
O Jeep Compass ficará mais rápido com um combo híbrido de 240 cv combinando um motor turbo à combustão

A Jeep afirma que a eletrificação vai melhorar ainda mais a capacidade off-road de seus modelos. Isso  porque o motor elétrico adiciona torque extra, além de usar um novo sistema elétrico de tração nas quatro rodas, sistema que leva a sigla eAWD.

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A Jeep prepara ainda um Wrangler totalmente elétrico e outro híbrido. Esse último usará alguns dos principais componentes da marca parceira Chrysler, que tem a van Pacífica híbrida em seu portfólio,  com um motor 3.6 V6 a gasolina e dois motores elétricos, com potência conjunta de 260 cv. O desafio é calibrar o Wrangler para a sua característica off-road e de aventura e manter uma capacidade de reboque até 1,5 tonelada. 

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Wrangler
Divulgação
O lendário Jeep Wrangler terá uma versão elétrica e outra com tecnologia hibrida derivada da van Pacífica da Chrysler

Ganharão versões híbridas também a nova geração do Cherokee e o Grand Cherokee. Além disso, a Jeep apresenta este ano um novo SUV de três fileiras e vai reviver o nome Grand Wagoneer dos anos 1960. Ele terá uma versão híbrida e será lançado como um modelo ainda mais premium da Jeep e vai competir com o Range Rover.


Wagoneer
Divulgação
Além dos modelos Cherokee e Grand Cherokee, a Jeep lançará o Grand Wagoneer Hybrid

Crédito ambiental

Mark Manley, que substituiu o falecido Sergio Marchionne como CEO do grupo Fiat Chrysler
em julho passado, parece estar bem mais aberto aos EVs do que seu antecessor – crítico dessa tecnologia. Sem dúvida, uma das razões é evitar pesadas multas ambientais da União Europeia. Recentemente, a FCA teve que comprar créditos de emissão de CO2 que sobraram na contabilização da Tesla. 

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Segundo a regulamentação, empresas fabricantes de veículos que não poluem têm o direito de vender os créditos que sobram, já que para elas os títulos não são necessários. É um belo negócio para a Tesla e um prejuízo para empresas como a FCA, que ainda têm poucos híbridos
.

Fonte: IG Carros
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