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Agricultura

Fiscalização apreende sementes de milho híbrido no Oeste do Paraná

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Fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizaram operação de fiscalização da produção ilegal de sementes de milho híbrido, na região oeste do Paraná, que resultou na autuação de oito agricultores – entre eles um grande produtor – em área de 122 hectares. A maior parte deles multiplicava as sementes para uso próprio. A fiscalização de sementes é feita duas vezes por ano no estado.

A ação fiscal coibiu a utilização e comercialização de 614.322 kg de sementes piratas de milho híbrido em estado bruto, que resultariam em cerca de 460.700 kg de sementes ilegais de milho híbrido após o beneficiamento e classificação.

Foram fiscalizadas propriedades em 12 municípios: Marechal Cândido Rondon, Quatro Pontes, São Jose das Palmeiras, Palotina, Terra Roxa, Maripá, Guaíra, Mercedes, Nova Santa Rosa, Santa Helena, Entre Rios do Oeste, Pato Bragado, abrangendo 17 áreas de produção, com total de mais de 250 mil hectares.

A operação contou ainda com a utilização de drone para varredura das áreas e captura das imagens que permitiram a constatação da produção ilegal de sementes de milho em áreas de difícil acesso.

Os infratores foram tiveram a suspensão da comercialização das sementes e o acompanhamento pelo Mapa da colheita, destruição e descarte dos grãos.

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O Mapa alerta que o uso próprio de sementes está regulamentado na legislação de sementes e mudas e requer que as cultivares produzidas estejam devidamente inscritas no Registro Nacional de Cultivares (RNC). É ilegal fazer o cruzamento de grãos híbridos que irão gerar um terceiro híbrido não registrado no RNC. Também é ilegal cruzar híbridos de grãos transgênicos que irão resultar em outros grãos geneticamente modificados não registrados.

O uso de sementes ilegais implica em perigos e potenciais prejuízos à produção de grãos do país que pode ser comprometida pela combinação não autorizada de eventos transgênicos. A ação é parte de iniciativa do Mapa no combate à produção e ao uso de insumos ilegais, mais especificamente contra a pirataria de sementes.

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Janete Lima
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

EUA vão informar em 3 dias quando virão inspecionar frigoríficos para liberar importação de carne bovina

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quarta-feira (20) que o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, vai informar dentro de, no máximo, três dias a provável data da visita dos auditores do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA para fazer a inspeção nos frigoríficos que poderão exportar a carne bovina do Brasil para aquele país. A ministra disse esperar que a visita ocorra em breve.

“Ele (o secretário Perdue) ficou de, em três dias, me falar sobre a provável data da visita da missão para fazer a inspeção nos frigoríficos”, disse a ministra, em Nova York, onde cumpre uma série de compromissos oficiais nesta quarta-feira. “Acho que, em relação à carne bovina, vamos ter uma resposta, sim, de quando vão marcar a ida ao Brasil, que deve ser rápida”.

Em relação ao pedido dos Estados Unidos de exportar carne suína para o Brasil, Tereza Cristina explicou que o governo brasileiro ainda está avaliando a parte sanitária do certificado de importação. “Não foi ainda concedida (a autorização para os EUA exportarem a carne), estamos ainda discutindo o certificado sanitário”, explicou a ministra.

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Tereza Cristina também esclareceu a decisão do governo brasileiro de criar a cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com taxa zero de importação. De acordo com a ministra, a cota não é só para os Estados Unidos, mas, sim, para todos os países interessados em exportar trigo para o Brasil. Mas ela admitiu que os americanos têm “vantagens comparativas” para assumir uma boa parte desta cota, pois é um país com grande produção de trigo e tem logística pronta para exportação.

Reunião com investidores

Em Nova York, nesta quarta-feira, a ministra foi a convidada de honra em evento do Council of The Americas, no Hotel Plaza Athénée, com investidores e executivos internacionais. De início, ela teve uma reunião com a CEO do Council of The Americas, Susan Segal, e depois um café da manhã privado com cerca de 20 pessoas. A ministra fez um pronunciamento e respondeu perguntas dos participantes. Nesta tarde, Tereza Cristina participará de evento do Banco do Brasil em parceria com a Brazilian American Chamber of Commerce.

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Na quinta-feira (21), a ministra terá um café da amanhã com executivos e empresários no The National Hotel, em evento promovido pela XP Investimentos. À tarde, viajará de volta ao Brasil.

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Estados Unidos mandarão equipe de inspeção ao Brasil para autorizar importação de carne in natura

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Após reunião nesta terça-feira (19) entre os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, o governo dos Estados Unidos divulgou comunicado conjunto informando que concordou em dar novos passos no sentido de liberar a compra de carne in natura exportada pelo Brasil. De acordo com nota, será agendada uma visita técnica do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para auditar o sistema de inspeção de carne bovina do Brasil, assim que o governo brasileiro tiver fornecido a documentação de segurança alimentar.

Além disso, Trump e Bolsonaro instruíram suas equipes a negociar um Acordo de Reconhecimento Mútuo em relação aos seus programas de comércio confiável (Trusted Trader), o que reduzirá os custos de exportação para empresas americanas e brasileiras. Bolsonaro, por sua vez, anunciou que o Brasil criará uma cota tarifária permitindo a importação de 750 mil toneladas anuais de trigo com tarifa zero. Além disso, de acordo com o comunicado, os Estados Unidos e o Brasil concordaram com as condições científicas para permitir a importação de carne suína dos Estados Unidos.

Logo após a o comunicado conjunto, o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, destacou, em suas redes sociais, a reunião com a ministra Tereza Cristina, em Washington, nesta terça-feira. Ele informou que foi discutida a forte relação entre os dois países na produção de grãos e de proteína animal. Tereza Cristina e Perdue também trataram da “necessidade de parcerias em apoio à biotecnologias agrícolas e comércio seguro, baseado em ciência, para produtos dos dois países, como carne suína e bovina.”

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Perdue também comemorou a decisão do governo brasileiro de criar uma cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com tarifa zero de importação. De acordo com Perdue, os produtores americanos estavam “ansiosos por grandes exportações de trigo dos EUA”. Segundo o secretário, há “mais por vir, à medida que fortalecermos o relacionamento bilateral com o Brasil”.

O Brasil vai notificar à Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a criação da cota, com a qual já tinha se comprometido desde o fim da Rodada Uruguai, da OMC, na década de 1990, sem que a medida tenha sido implementada.

OCDE

Ainda segundo a nota oficial conjunta, o presidente Trump anunciou o apoio dos Estados Unidos à entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de 36 grandes países que aceitam os princípios da economia de mercado. Trump saudou os esforços do Brasil em relação a reformas econômicas, a melhores práticas de governo e à criação de um marco regulatório alinhado com os padrões da OCDE.

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Em troca, de acordo com o documento, “em consonância com seu status de líder global, o presidente Bolsonaro concordou que o Brasil começará a renunciar ao tratamento especial e diferenciado nas negociações da Organização Mundial do Comércio”, atendendo proposta dos Estados Unidos.

Os dois líderes concordaram em construir uma parceria de prosperidade para aumentar os empregos e reduzir as barreiras ao comércio e ao investimento. Para esse fim, decidiram aprimorar o trabalho da Comissão de Relações Econômicas e Comerciais dos Estados Unidos com o Brasil, criada no âmbito do Acordo sobre Cooperação Econômica e Comercial, com o objetivo de explorar novas iniciativas para facilitar o investimento comercial e as boas práticas regulatórias.

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

 

 

Fonte: MAPA GOV
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