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Saúde

Criança Feliz deve chegar a 1 milhão de crianças, diz Osmar Terra

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Representantes de 24 estados e do Distrito Federal assinaram hoje (12) documento no qual se comprometem a dar continuidade ao programa Criança Feliz, voltado para crianças de até 6 anos de idade. O programa deverá chegar a 1 milhão de crianças até o final de 2019, segundo o ministro da Cidadania, Osmar Terra. Atualmente, atende 519 mil crianças e gestantes do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A assinatura ocorreu no Seminário Internacional da Primeira Infância – O melhor investimento para Desenvolver uma Nação. Não assinaram o documento apenas os estados de Minas Gerais e Santa Catarina, que, segundo o Ministério da Cidadania, ainda estão realizando os trâmites de adesão ao programa.

“O programa Criança Feliz vai na casa, orientar a família, dar suporte à família, a como estimular a criança de forma adequada. Vai ver a situação que a criança está vivendo, as dificuldades que têm e o que pode ser feito de política pública para a família”, afirmou Osmar Terra. O objetivo, ao final dos quatro anos de governo, em 2022, é chegar a 3 milhões de crianças beneficiadas.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, participa do Seminário Internacional da Primeira Infância - O Melhor Investimento para Desenvolver uma Nação, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, participa do Seminário Internacional da Primeira Infância – O Melhor Investimento para Desenvolver uma Nação, em Brasília – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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O programa, lançado em 2016, integra as áreas da saúde, assistência social, educação, justiça, cultura e direitos humanos. Nas visitas semanais, técnicos capacitados orientam sobre o desenvolvimento das crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e de até 6 anos que recebem o BPC. As gestantes também recebem atendimento.

Segundo Terra, um dos objetivos do seminário é apresentar aos novos governadores o Criança Feliz. “É importante que eles conheçam e apoiem”, disse.

Primeira-dama

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro participou do evento e fez um breve discurso. “Políticas públicas focadas nesses período da evolução humana têm incrível potencial para gerar transformações sociais, sobretudo no que diz respeito aos resultados na educação, na redução de desigualdades e na saúde humana”, defendeu.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, participa do Seminário Internacional da Primeira Infância - O Melhor Investimento para Desenvolver uma Nação, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, participa do Seminário Internacional da Primeira Infância – O Melhor Investimento para Desenvolver uma Nação, em Brasília – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

De acordo com ministro, o apoio da primeira-dama é peça-chave. “A primeira-dama tem influência enorme, é símbolo. A gente viu o impacto que teve na posse do presidente, quebrando todos os protocolos. Ela emocionou o Brasil e isso mantém foco na atividade dela e faz com que tudo que ela defenda tenha impacto na sociedade”, diz.

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De acordo com o ministro, Michelle poderá ajudar a ampliar o orçamento das áreas sociais.

Edição: Carolina Pimentel
Fonte: EBC
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Saúde

A cada 60 minutos, uma criança ou adolescente morre por arma de fogo

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A cada 60 minutos, uma criança ou um adolescente morre no Brasil em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Entre 1997 e 2016, mais de 145 mil jovens com até 19 anos faleceram em consequência de disparos acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio e suicídio. Os dados fazem parte de um levantamento divulgado hoje (20) pela Sociedade Brasileira de Pediatria.

De acordo com o estudo, que considerou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, em 2016, ano mais recente disponível, foram registrados 9.517 óbitos entre crianças e adolescentes no país. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos – 4.846 casos em 1997 – e representa, em valores absolutos, o pico da série histórica.

O levantamento mostra que, a cada duas horas, uma criança ou adolescente dá entrada em um hospital da rede pública de saúde com ferimento por disparo de arma de fogo. Entre 1999 e 2018, foram registradas quase 96 mil internações de jovens com até 19 anos no Sistema Único de Saúde (SUS).

Rio de Janeiro - Campanha contra homicídios de jovens negros pinta centenas de silhuetas de corpos no chão do Largo da Carioca (Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil)

Em 2016, foram registradas 9.517 mortes violentas de crianças e adolescentes no país – Fernando Frazão/Arquivo/Agência Brasil
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Despesas

As principais causas externas de morte por arma de fogo nessa faixa etária estão relacionadas a homicídios (94%), seguidos de intenções indeterminadas (4%), suicídios (2%) e acidentes (1%). No caso das internações, embora as tentativas de homicídio continuem na liderança (67%), é bastante expressivo o volume de acidentes (26%) envolvendo arma de fogo.

A avaliação contabilizou ainda as despesas diretas do SUS com pacientes atendidos após contato com armas de fogo. Nos últimos 20 anos, as internações de crianças e adolescente provocadas por disparos custaram mais de R$ 210 milhões aos cofres públicos.

O estudo considerou causas de morbidade hospitalar e mortalidade identificadas nas bases oficiais do Ministério da Saúde como acidentais, suicídios ou tentativas de suicídio, homicídios ou tentativas de homicídio e intenções indeterminadas.

Edição: Luiza Damé
Fonte: EBC
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Saúde

Governo do Estado inicia avaliações ambulatoriais para captação de doação de rim

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) reativará o serviço de captação de doação de rim. A tramitação para a criação de um Centro Transplantador de Rim foi concluída em setembro de 2018 e, neste ano, finalizado o credenciamento do serviço para a regularização da oferta junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com a Coordenadora Estadual de Transplantes, Fabiana Regina de Souza Molina, a partir desta semana serão iniciadas as avaliações clínicas no ambulatório de referência, visando a preparação dos pacientes em diálise para o transplante.

“O trabalho de reestruturação da Central Estadual de Transplantes (CET), além do retorno das atividades de transplante renal, gera a mobilização e o recrutamento de novos profissionais para atuação na área, o que possibilita um incremento ainda maior ao Sistema”, avaliou a coordenadora.

Em Mato Grosso, há aproximadamente 1.800 pacientes em Terapia Renal Substitutiva (TRS) – destes, estima-se que 50% tenham indicação para o transplante renal. Contudo, o percentual só pode ser confirmado após a avaliação da equipe de transplante autorizada.

O Programa de Transplante de Rim chegou a ser ofertado pelo Estado entre os anos de 1998 a 2009, mas foi paralisado em razão de problemas no processo de Renovação de Autorização da Unidade Hospitalar, junto ao Sistema Nacional de Transplantes.

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Central Estadual de Transplantes (CET) 

Por meio da Central Estadual de Transplantes, os pacientes do Estado são cadastrados no sistema nacional e podem, se houver compatibilidade, ser contemplados com a doação e o transplante de órgãos.

“Durante o ano de 2018, foram ofertados para o Estado, via Central Nacional de Transplantes (CNT), várias córneas oriundas de outros estados. Mesmo que em Mato Grosso tenha havido um baixo número de doadores, não houve comprometimento significativo no número de transplantes e no andamento do Cadastro Técnico Único, já que o sistema é nacional”, explicou Fabiana.

Serviço

A Central Estadual de Transplantes mantém uma equipe técnica por 24 horas e monitora as unidades hospitalares na busca por potenciais doadores. Mais informações pelo telefone: (65) 3317-3315.

Fonte: GOV MT
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