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Aos 31 anos, Stephen Curry é um dos maiores nomes do basquete americano atual

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Stephen Curry é tricampeão da NBA e um dos maiores atletas da atualidade
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Stephen Curry é tricampeão da NBA e um dos maiores atletas da atualidade

Nesta quinta-feira (14) um dos astros recentes da NBA está fazendo aniversário. Stephen Curry, ala-armador do Golden State Warriors, tricampeão da liga norte-americana de basquete e detentor de diversos recordes, está completando 31 anos de idade.

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Para comemorar a data, o IG Esporte separou alguns dos grandes momentos da carreira de Stephen Curry
para você que é fã de basquete.

O início


Stephen Curry em sua primeira temporada no Golden State Warriors
AP
Stephen Curry em sua primeira temporada no Golden State Warriors

Wardell Stephen Curry II nasceu em Akron, Ohio, e teve contato com o basquete desde o berço. Seu pai, Dell Curry, foi jogador do Charlotte Hornets e até hoje é o segundo maior pontuador da franquia (9.839 pontos).

Formado na faculdade de Davidson, Stephen Curry foi draftado pelo Golden State em 2009. Com pouca expressão nas primeiras temporadas, em 2011 o proprietário da franquia da Califórnia na época, Joe Lacob, pensou em trocá-lo, mas o negócio não saiu.

Como resposta ao dirigente, na mesma temporada Curry venceu o torneio de habilidades no All-Star superando Chris Paul, Derrick Rose, John Wall e Russell Westbrook.

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A ascensão


Stephen Curry recebe seu primeiro anel de campeão da liga em 2015
Getty Images
Stephen Curry recebe seu primeiro anel de campeão da liga em 2015

Stephen chamou a atenção do mundo do basquete em 2014-15. Foi campeão da NBA pela primeira vez, participou do All-Star e foi eleito o MVP da temporada. No mesmo ano ele venceu o prêmio de atleta do ano pela Associated Press e dois ESPY Awards.

A partir daí sua carreira deslanchou e desde então foram diversos prêmios e recordes. Curry já acumula três títulos da liga, duas nomeações de MVP, foi chamado cinco vezes para o All-Star Team e conquistou uma vez o torneio de habilidade e a disputa de três pontos.

Os números de Curry são extensos. Por quatro vezes ele bateu o recorde de mais arremessos convertidos em uma temporada regular na história da NBA: 272 em 2012-13; 286 na temporada 2014-15; 402 na temporada de 2015-16 (a maior já registrada) e 324 na temporada 2016-17.

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É também quem marcou o maior ‘número de cestas de 3 pontos convertidas em uma mesma partida’. O feito foi anotado contra o New York Knicks, em 12 de janeiro de 2019, quando o armador do Golden State acertou 13 de 17 tentativas. Além de marcar mais cestas na história da NBA com 2.413 no total.

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Conhecido como Steph, Chef Curry, Brinquedinho Assassino e Splash Brother, Curry não faz sucesso apenas na liga norte-americana, mas com a seleção também. Atuando pelos Estados Unidos desde 2012 ele já conquistou duas medalhas de ouro em Campeonatos Mundiais (2010 e 2014).

Protagonista fora das quadras


Stephen Curry no meio das 200 meninas que participaram de acampamento de basquete
Chris Leach/SC30
Stephen Curry no meio das 200 meninas que participaram de acampamento de basquete

Dono de números invejáveis e líder em camisas vendidas na NBA, Stephen Curry também tem protagonismo fora das quadras. Casado e pai de três, duas meninas e um menino, o jogador tem se empenhado nas causas femininas dentro do basquete.

Em agosto de 2018 ele fez um acampamento voltado apenas para meninas que praticam basquete. Além disso, defende a igualdade de salários para homens e mulheres no esporte e recentemente  produziu um tênis voltado para o público feminino
após reclamação de uma fã de nove anos.

Com todas as conquistas de Stephen Curry e outras que estão por vir, o Warriors é líder da Conferência Oeste e será presença carimbada nos playoffs, resta-nos parabenizá-lo por toda sua carreira e torcer para que ele continue a nos encantar dentro (e fora) das quadras.

Fonte: IG Esportes
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Presidente do Blooming pede suspensão de brasileiro vítima de racismo na Bolívia

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Juan Jordán, presidente do Blooming, falou sobre o episódio de racismo envolvendo a torcida do clube
Reprodução / Blooming
Juan Jordán, presidente do Blooming, falou sobre o episódio de racismo envolvendo a torcida do clube

O presidente do Blooming, Juan Jordán, concedeu uma entrevista coletiva para falar sobre o episódio de racismo protagonizado pela torcida do clube contra o brasileiro Serginho, do Jorge Wilstermann, no último final de semana, e tentou minimizar o fato, tratando como algo que faz parte do “folclore do futebol”.

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“Que não se perca o folclore do futebol. Vocês, amigos da imprensa, estão todos os dias no futebol com os jogadores. Quem não tem apelido, não tem identidade. E não é só com os jogadores, acontece com todos nós, os “cruceños” (de Santa Cruz de La Sierra) e os “não cruceños” que vivemos aqui: “Mono” (macaco, em espanhol) Galarza, Pulga Aguirre, Flecha Vaca, etc”, disse Jordán sobre o caso de racismo
.


Serginho deixou o campo após insultos
Reprodução
Serginho deixou o campo após insultos

Além disso, o presidente do Blooming revelou que pediu a suspensão do jogador brasileiro por um ano, além de punição também ao seu clube, ambos por abandono do campo.

“Queremos esclarecer à família Bluminista que uma denúncia foi feita ao Tribunal de Justiça Desportiva contra o jogador Sergio Enrique Francisco ( Serginho
), com base no artigo 74 do Código de Disciplina da Federação Boliviana de Futebol. Este artigo fala sobre ofensas ao público. Pedimos a suspensão de um ano para o jogador”.

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“Outra queixa também foi apresentada perante o mesmo tribunal contra o corpo técnico do clube Wilstermann, com base no artigo 57, que fala sobre abandono do campo, também apresentando provas”, acrescentou Jordán.

Após o incidente, atleta brasileiro recebeu apoio de Evo Morales, presidente da Bolívia
, que repudiou a atitude dos torcedores.

“Nossa solidariedade ao Serginho , jogador #Wilstermann, que deixou o campo ontem, como um protesto, depois de receber insultos racistas de maus torcedores. O futebol é um desporto que une as pessoas, não devemos permitir que seja manchado por estes atos discriminatórios”, escreveu  Morales em seu Twitter.

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Apesar das falas acima, o presidente do Blooming afirmou que o clube repudia qualquer ato discriminatório ou racista, mas não quer que o clube se torne uma espécie de bode expiatório.

“O Blooming está completamente em desacordo e repudia qualquer fato de discriminação e racismo, o que está acontecendo em todos os campos do país”, disse.

“Nada pode ofuscar nossa vitória. Não usem o Blooming como bode expiatório para prejudicar o bom momento no qual se encontra. Que este tema não se torne um tema de questão racial ou de discriminação entre ocidente e oriente. Lastimosamente, isso vem, creio, de toda a vida: se vamos a outra cidade, o “camba” (nome dado a quem é da região de Santa Cruz de La Sierra) tem apelido, e vice-versa. Todo mundo sabe”, completou.

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Miguel Angel Portugal, técnico do Jorge Wilstermann, se manifestou e pediu que a Justiça cumpra seu papel e não deixe o episódio passar em branco.

“Todo meu apoio para Serginho, que se retirou de campo diante dos insultos racistas de uma importante parte dos torcedores do Blooming, e que a lei atue com contundência para que isso não volte a ocorrer”, escreveu o treinador.

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Antes de deixar a partida, Serginho já havia relatado as ofensas para o árbitro, e o uruguaio Latorre, do Blooming, chegou a pedir para os torcedores pararem com os gritos, mas isso não aconteceu. Após arrancar e quase fazer um golaço, o atacante voltou a ser vítima de racismo 
e deixou o gramado (confira nos vídeos abaixo).



Fonte: IG Esportes
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Goleiro Jean, do São Paulo, desabafa em rede social e reclama de Mancini

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O goleiro Jean foi afastado do grupo do São Paulo na última terça-feira por ter se retirado da reunião com o grupo na segunda e utilizou o Instagram nesta quarta para se posicionar sobre o caso.

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Goleiro Jean, do São Paulo, desabafa em rede social e reclama de Mancini
Divulgação
Goleiro Jean, do São Paulo, desabafa em rede social e reclama de Mancini

Jean
pediu desculpas ao clube e aos torcedores são-paulinos, mas criticou fortemente o o técnico interino, Vagner Mancini, dizendo que é tratado de forma diferente que o restante do elenco.

O arqueiro do São Paulo
diz que se irritou quando Mancini o culpou pela derrota no clássico para o Palmeiras, mesmo sem ele ter entrado em campo – o titular foi Thiago Volpi.

Além disso, o goleiro diz que Mancini se irritou porque ele foi tomar banho logo após o jogo, antes da tradicional oração conjunta. Ele revela, porém, que não foi o único e que todos saíram do chuveiro quando foram chamados.

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Leia o relato completo de Jean abaixo


Jean, goleiro do São Paulo, publicou longo desabafo em seu Instagram
Reprodução/Instagram
Jean, goleiro do São Paulo, publicou longo desabafo em seu Instagram

“Diante das coisas que li, vi e que chegaram até mim via imprensa nos últimos dias, gostaria de esclarecer e dizer a verdade sobre alguns pontos referente ao ocorrido na última segunda-feira. Antes de mais nada, reconheço o meu erro ao ter deixado o campo de treinamento após o ocorrido e me desculpar publicamente com a instituição São Paulo Futebol Clube, meus companheiros de time e, principalmente, os torcedores são-paulinos. Respeito muito este clube e ajo de forma profissional desde o dia em que cheguei aqui.

Na segunda-feira, em conversa com todo o grupo de jogadores, o técnico interino Vágner Mancini, se dirigiu a todo o grupo e apontou que eu, mesmo sem ter atuado, era um dos grandes responsáveis pela derrota do São Paulo no clássico contra o Palmeiras, no último fim de semana. Em nenhum momento fui cobrado em quesitos técnicos e táticos, já que nem em campo eu estava. Segundo ele, o motivo era que eu, ao término do jogo, fui tomar banho. Quando o jogo terminou, eu e cerca de sete ou oito jogadores fomos para os chuveiros (alguns inclusive que haviam participado do jogo), fato absolutamente rotineiro. Neste meio tempo, alguns atletas chamaram a reza final no vestiário. Saí do chuveiro prontamente e fui para o “fechamento”, como chamamos. Cheguei, inclusive, antes de outros jogadores para participar da roda e da última conversa. Mas, na segunda, no CT, fui cobrado de forma individual por ter ido tomar banho ao chegar no vestiário, o que não fez nenhum sentido para mim.

É bom explicar que desde a sua chegada ao São Paulo, Mancini não me trata da mesma forma que todo o restante do grupo de jogadores, motivado por uma rivalidade nos clubes em que trabalhamos anteriormente. Quando ele foi colocado na posição de técnico, mesmo tendo prometido que não assumiria esta posição, eu já sabia que eu começaria a ser renegado e dificilmente poderia entrar em campo, fazer meu papel e ajudar o São Paulo da melhor forma possível. Ainda assim continuei trabalhando e dando meu melhor nos treinos, como é minha obrigação.

Infelizmente, quando fui cobrado e apontado como culpado por uma derrota mesmo sem ter entrado em campo, não consegui me conter e aceitar ser execrado desta forma. Não considerei justo e me retirei. Como eu disse anteriormente, sei que cometi um erro e me desculpo por isso. Novamente, respeito a instituição, os torcedores e meus companheiros de equipe. Entendo completamente, também, a briga por posição na equipe titular da equipe. Respeito muito o goleiro Tiago Volpi, hoje sendo escalado. Além de um grande goleiro e profissional, Volpi hoje é um amigo no dia-a-dia de clube. Logo, o que aconteceu em nada teve a ver com o fato de eu estar reivindicando uma vaga na equipe, como também li nos últimos dias.

Para finalizar, estou e estarei sempre à disposição do São Paulo Futebol Clube para cumprir o meu dever. Sou feliz neste clube e sempre pretendi brilhar aqui, fazer uma história cumprindo meu contrato, só entendi que era necessário esclarecer uma injustiça que sofri. Desejo sorte aos meus companheiros na partida de hoje em busca da classificação no Campeonato Paulista. Estarei no Morumbi (sic) torcendo por eles e pelo São Paulo.”

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Jean treinará em horários diferentes do grupo são-paulino e não ficará nem no banco de reservas na partida desta quarta-feira, contra o São Caetano, no Anacleto Campanella, pela 12ª rodada do Paulistão, que pode definir a classificação ou não para as quartas de final. A decisão foi da diretoria.

Fonte: IG Esportes
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