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Economia

Viracopos é eleito por passageiros o melhor aeroporto do País em 2018

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Aeroporto de Viracopos (SP) foi eleito o melhor do Pais em 2018 pelos passageiros
Lúcio Daou/Viracopos
Aeroporto de Viracopos (SP) foi eleito o melhor do Pais em 2018 pelos passageiros

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), foi eleito pelos passageiros como o melhor do País em 2018, de acordo com pesquisa de satisfação da Secretaria de Aviação Civil (SAC).

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Viracopos
alcançou o topo do ranking em três das quatro avaliações trimestrais respondidas por passageiros. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu nesta quarta-feira (13), no auditório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O Ministério da Infraestrutura anunciou os resultados dos quatro últimos meses de 2018, e Marcelo Sampaio, secretário-executivo da pasta, entregou o prêmio.

No último quadrimestre do ano passado, o aeroporto campineiro recebeu nota 4,8 em uma escala que vai de 1 a 5, enquanto a avaliação geral no ano foi de 4,71. Para a realização da pesquisa, foram entrevistados 19,8 mil passageiros em 20 terminais, que juntos concentram 87% do fluxo brasileiro.

A avaliação dos usuários leva em conta as categorias infraestrutura, facilidades ao passageiros, companhias aéreas, órgãos públicos e transporte público para acessar o aeroporto.

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Recuperação judicial e situação de Viracopos


Aeroporto de Viracopos entrou com pedido de recuperação judicial em maio de 2018
Divulgação
Aeroporto de Viracopos entrou com pedido de recuperação judicial em maio de 2018

Desde que a gestão passou a ser comandada pela iniciativa privada, em 2013, Viracopos coleciona avaliações positivas, liderando dez pesquisas, divididas em todos os anos do período:

  • Terceiro e quarto trimestres de 2013;
  • quarto trimestre de 2014;
  • primeiro trimestre de 2015;
  • primeiro trimestre de 2016;
  • segundo e terceiro trimestres de 2017; e
  • primeiro, terceiro e quarto trimestres de 2018.

Sexto maior aeroporto do País (em movimento), segundo dados de 2017, Viracopos entrou com pedido de recuperação judicial
em maio de 2018. Na época, a iniciativa foi apontada pela concessionária Aeroportos Brasil, que comanda o terminal, como a única solução para a dívida de R$ 2,88 bilhões do aeroporto – o primeiro do País a pedir socorro à Justiça.

De acordo com o secretário de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura
, Ronei Saggioro Glanzmann, o governo espera uma “solução de mercado” para o aeroporto, mas já prepara para relicitar o terminal caso essa solução não se concretize. Segundo ele, uma nova concessão só ocorrerá caso a justiça decrete a falência da concessionária do aeroporto ou a Anac casse a concessão.

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“Caso isso não seja possível temos um plano B, que é uma nova concessão do aeroporto, mas esse plano B só será disparado se a solução de mercado não ocorrer”, afirmou Ronei, que destacou ainda que várias empresas têm procurado o governo federal e a concessionária para demonstrar interesse em investir no aeroporto de Campinas.

Segundo o secretário, em caso de novo leilão, Viracopos
será licitado em um processo individual e não entrará nas próximas rodadas de concessão que o governo planeja
. Em março, o governo licitará 12 aeroportos em um modelo de blocos. O mesmo modelo será usado também para licitar todos os outros aeroportos que hoje são administrados pela Infraero, que segundo Ronei será gradativamente extinta
.

Fonte: IG Economia
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Capitalização da Eletrobras ficará para 2020, diz ministério de Minas e Energia

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Capitalização da Eletrobras deverá ficar para 2020, segundo o ministério de Minas e Energia
Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
Capitalização da Eletrobras deverá ficar para 2020, segundo o ministério de Minas e Energia

A capitalização da Eletrobras deve ficar para 2020, de acordo com informações do Ministério de Minas e Energia. O esperado era que o processo, visto como uma das prioridades da pasta, ocorresse ainda em 2019.

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A ideia é vender as ações da empresa, fazendo com que a União deixe de ter o controle da estatal. Apesar do adiamento, o ministério afirmou que o governo mantém a prioridade de capitalizar a Eletrobras
, para que a empresa possa voltar a ter capacidade de investir.

 A capitalização
 é diferente da privatização uma vez que, nela, o governo não deve vender todas as suas ações na empresa. Assim, ele mantém as chamadas  golden shares
, que são ações prioritárias e dão direito a veto em alguns assuntos.

Segundo o governo, o atraso pode ser atribuído à tentativa de achar um modelo que seja mais ágil para capitalizar a empresa com garantia de segurança jurídica e regras mais claras. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo
, a secretária-executiva de Minas e Energia, Marisete Pereira, confirmou que a pauta segue sendo prioritária para a gestão. “O ministro já afirmou que o processo está mantido. O que estamos discutindo é o modelo, como fazer. Pelo que vejo, deve ficar para 2020”, confirmou.

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Com o adiamento do processo para o ano que vem, o Tesouro Nacional deve retirar do Orçamento
para este ano cerca de R$ 12 bilhões. Com a venda de ações, a Eletrobras usaria esse dinheiro para realizar uma outorga, que é o direito de operar as hidrelétricas a preço de mercado. No modelo atual, a produção é comercializada pelo custo.

“Não dava para manter [no Orçamento] porque o projeto foi arquivado pelo Congresso. Não é mais uma receita prevista. Temos agora de enviar um novo projeto”, disse a secretária-executiva. As mudanças estudadas podem incluir um limite de 10% de ações para voto em assembleia, buscando distribuir o poder dentro da empresa. A União tem atualmente 51% das ações ordinárias, que são as que garantem o direito a voto da empresa.

A privatização da Eletrobras
foi projetada no ano passado, pelo governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), mas acabou não saindo do papel
. Os R$ 12 bilhões chegaram inclusive a ser incluídos no orçamento anual, e o governo iniciou um processo de venda de suas distribuidoras. Na sexta-feira (15), a empresa informou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a venda de uma delas, a Amazonas Distribuidora de Energia S.A.

Fonte: IG Economia
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Senado marca sabatina de indicado à presidência do BC para a próxima semana

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Campos Neto, indicado à presidência do Banco Central, será sabatinado na próxima terça-feira (26)
Pedro França/Agência Senado
Campos Neto, indicado à presidência do Banco Central, será sabatinado na próxima terça-feira (26)

A Comissão de Assunto Econômicos do Senado Federal (CAE) marcou para a próxima terça-feira (26) a sabatina de Roberto Campos Neto, indicado à presidência do Banco Central (BC). A votação que decide se o economista fica com o cargo deve acontecer no mesmo dia.

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O relator da indicação de Campos Neto ao Banco Central
, senador Eduardo Braga (MDB-AM), leu o relatório nesta terça-feira (19), e afirmou que o nome reúne as condições de ser analisado pela CAE. Os senadores pediram mais tempo para analisar a indicação até a próxima semana.

Durante a leitura do documento, o senador do DEM afirmou que Campos Neto
tem uma longa carreira no sistema financeiro e que a sabatina para a presidência do BC será  uma oportunidade para que sejam discutidos temas de grande impacto na vida dos cidadãos e empreendedores, como as taxas de juros cobradas no País.

“Como a Selic
é de 6,5% ao ano e para o consumidor e empresário a taxa chega a uma variável que vai de 35% a 250%? Será que não é falta de concorrência? Será que não estamos com o mercado financeiro muito fechado com o monopólio de três bancos privados e dois públicos?”, questionou Braga.

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Os juros altos e a concentração no setor bancário já foram citados por outros senadores, como o filho do presidente da República,  Flávio Bolsonaro (PSL)
, que afirmou que não é contra os bancos lucrarem, desde que esse ganho não seja fruto da falta de concorrência e do protecionismo – que segundo ele impedem que outros bancos entrem no mercado brasileiro.

Conheça o indicado à presidência do Banco Central


Roberto Campos Neto, indicado ao cargo de presidente do Banco Central, passará por sabatina no Senado
Divulgação
Roberto Campos Neto, indicado ao cargo de presidente do Banco Central, passará por sabatina no Senado

Roberto Campos Neto, como sugere seu nome, é neto de Roberto Campos, que foi ministro do Planejamento de Castelo Branco durante a ditadura militar. O indicado pelo governo ao BC tem 49 anos e construiu sua carreira como operador financeiro. 

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Campos Neto tem perfil liberal, é apoiador de medidas que restrinjam o tamanho do estado, sendo portanto próximo de Paulo Guedes. Formado em economia pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e com especialização em finanças, ele já ocupou funções no Banco Bozano Simonsen, no banco Claritas e no Santander Brasil, último posto antes da indicação para o Banco Central
.

Fonte: IG Economia
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