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Jovem é presa na Capital ao desembarcar com joias roubadas em tentativa de latrocínio em Lucas do Rio Verde

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Assessoria | PJC-MT

Uma jovem flagrada em posse de joias subtraídas durante uma tentativa de latrocínio, ocorrida no em Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte), foi presa pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Judiciária Civil, no início da noite de terça-feira (12.02), em Cuiabá.

T.A.A. de 18 anos, conhecida como “Magrela”, foi surpreendida poucas horas depois do crime, cometido na madrugada de terça-feira (12). Ele foi presa ao desembarcar na Rodoviária de Cuiabá. Em seu poder, foi recuperada toda mercadoria subtraída durante a tentativa de roubo seguido de morte.

Na tentativa de latrocínio um dos suspeitos, armado e muito nervoso, invadiu uma residência, rendeu a família e agindo com violência e agressividade, efetuou o roubo das joias. Ao fugir com os objetos o criminoso disparou três vezes atingindo um casal de idosos. As vítimas feridas, uma na região da perna e outra no tórax, foram socorridas e levadas para atendimento médico.

A DRE foi acionada pela Delegacia de Lucas do Rio Verde para dar apoio as diligências, pois havia informações que uma pessoa envolvida no crime, praticado durante a madrugada, desembarcaria no terminal rodoviário da Capital.

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Diante da solicitação, os investigadores da especializada deslocaram-se até o local, onde inciaram vigilâncias para apurar os fatos. Após monitoramento os policiais conseguiram avistar T.A.A., no momento em que ela desceu do ônibus agindo em atitude suspeita.

Durante a abordagem, foram localizados dentro da bolsa da jovem, 14 anéis, 23 pulseiras, 26 correntes, 01 pingente e a quantia em dinheiro de R$ 130, que foram reconhecidos pelas vítimas como sendo produto do roubo. 

Em seguida a detida foi encaminhada à DRE. No depoimento T.A.A. informou que receberia o valor de R$ 800 para trazer as joias a Cuiabá. A conduzida foi autuada em flagrante pelo crime de  receptação.

As investigações continuam para identificar e prender outros participantes no crime.

 

Fonte: PJC MT
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Lei Seca prende cinco pessoas por embriaguez ao volante

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Nara Assis | Sesp-MT

Cinco pessoas foram presas em flagrante por dirigirem sob efeito de álcool neste domingo (21.04), durante blitz da Lei Seca em Várzea Grande. Além disso, uma pessoa foi presa por receptação. A operação integrada ocorreu no km 514 da BR-070, com o total de 90 testes de etilômetros realizados.

Foram lavrados 82 Autos de Infração de Trânsito (AITs), sendo nove pelo Art.165 (dirigir sob influência de álcool), um pelo Art.165-A (recusa de se submeter ao teste) e 72 por outras infrações. Os policiais também recolheram seis Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e removeram 15 carros e cinco motos.

O coordenador do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-E) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), tenente-coronel PM Gibson Almeida Costa Junior, destacou o cumprimento do cronograma de operações Lei Seca. “Estamos conseguindo manter um calendário de no mínimo uma operação a cada semana, totalizando quatro por mês. Retomamos a ação em Várzea Grande este ano, a de ontem foi a segunda, antes tínhamos dificuldades de pátio e falta de guincho, mas isso foi resolvido junto à Guarda Municipal”.

Segundo ele, a intenção é ampliar a ação para toda a Baixada Cuiabana de forma constante, visando à redução de acidentes causados por embriaguez ao volante, como o registrado neste final de semana, por exemplo. O pedestre Vitalino Bernardino, de 74 anos de idade, morreu, após ser atropelado por João Carlos Gonzato, que dirigia um caminhão VW de placa MBW-4384 sob efeito de álcool. Ele chegou a ser encaminhado ao Pronto Socorro de Cuiabá, mas não resistiu.

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O acidente ocorreu na noite de sábado (20.04), no bairro Nove Esperança I. O motorista fugiu do local sem prestar socorro, mas foi localizado por policiais militares e encaminhado à Central de Flagrantes. Foi constatada embriaguez ao volante (1,07 mg/L no etilômetro) e ele foi autuado por homicídio culposo. Também foi constatado que este mesmo caminhão já se envolveu em ocorrência com condutor supostamente embriagado no dia 08 de abril deste ano.

A operação

A Lei Seca é coordenada pelo GGI-E da Sesp-MT e conta com a atuação da Polícia Militar (PM-MT), por meio do Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran); Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) e, nesta edição, da Guarda Municipal de Várzea Grande e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Fonte: PJC MT
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Policiais civis relembram fatos marcantes da história de 177 anos da Polícia Civil em Mato Grosso

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Assessoria | PJC-MT

Recordações de momentos históricos que marcaram a vida de policiais na trajetória de 177 anos da Polícia Civil em Mato Grosso foram contadas, durante as apresentações do  Ciclo de palestras – Descortinando a valorosa história da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, realizada na manhã desta segunda-feira (22.04), no auditório da Diretoria Geral, em Cuiabá,  nas comemorações ao aniversário da instituição no Estado.

O evento foi promovido pela Academia de Polícia (Acadepol), no auditório da Polícia Civil, em Cuiabá. Durante o encontro foi destacado o funcionamento do trabalho policial no passado, relembrados fatos importantes, avanços e conquista da Instituição ao longo desses anos.

A celebração contou com participaçoes de policiais civis (delegado, escrivão e investigador), que falaram sobre suas experiências no decorrer dos longos anos de dedicação no exercício de suas funções.

O historiador Vinícius de Carvalho contou um pouco da história da Polícia Civil em Mato Grosso. “A Segurança Pública é um desafio muito grande para Mato Grosso, que é um Estado muito extenso”, disse.

Um dos momentos especiais foi à participação do delegado aposentado, João Evaristo Capetinga, que foi diretor geral da PJC entre os anos de 1985 a 1988.

Com 50 anos de serviço público, o delegado Adalberto Antônio de Oliveira, que ainda está na ativa, atualmente está lotado na 2ª Delegacia de Polícia do Carumbé, falou do começo de sua carreira na Polícia Civil. Ele citou amigos, revelou momentos marcantes em sua vida profissional e destacou o orgulho de ver os filhos que seguiram o mesmo caminho do pai na Segurança Pública.

“Naquele tempo o mais difícil era investigar. Não tínhamos telefones, não tínhamos internet, era tudo na máquina de escrever. Na minha primeira missão foi mexer com crime de briga de terras (esbulho possessório). Fui baleado e ainda perdi um companheiro investigador. Mas não desisti e graças a Deus estou hoje aqui”, disse Adalberto Antônio de Oliveira.

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O escrivão Bento Roseno da Silva, lotado há quase 18 anos na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), contou sobre alguns casos em que participou na elucidação e identificação de autoria. Ele falou de momentos especiais vivenciados no dia a dia laboral, dentro de um cartório repleto de inquéritos, envolvendo crimes praticados contra a vida.

“No ano de 2003 fiz a primeira estatística de homicídio de Cuiabá e Várzea Grande. Atualmente temos uma equipe de analistas na SESP, que trabalham e mapeiam esses números, informações e dados, como forma de prevenir o crime. Criamos uma valiosa ferramenta chamada GEIA, que não tínhamos antes. Hoje percebo o quanto a Polícia Civil avançou e precisa avançar mais”, destacou Bento.

Em seguida o investigador, Ariniel de Arruda Veloso, que tem 18 anos de serviço policial, falou de suas experiências e aprendizagem na Polícia Civil. Das oportunidades de trabalhar em várias unidades policiais, na resolução de sequestros, na Diretoria de Inteligência e hoje na Coordenação de Plantão.

“Aprendi muito em função de colegas antigos, que têm os seus valores. Vejo a Polícia Civil como uma grande família, a qual possui servidores que com muita luta desempenham de forma honrosa serviços prestados ao Estado”, enalteceu Ariniel.

O delegado e vereador, Marcos Aurélio Veloso, prestou homenagens a delegados, escrivães e investigadores, com a entrega de moção de aplausos para os delegados Adilson Macedo, Luciana Canaverde, Marcos Aurélio Leão, pela brilhante elucidação do latrocínio que vitimou uma investigadora de Ribeirão Cascalheira.

 

Também receberam Moção de Aplausos: o delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito, Cristian Alessandro Cabral, pelo trabalho desenvolvido nas operações “Lei Seca”, e ainda delegado Vitor Hugo Bruzulato, pelo combate ao tráfico de drogas refletindo de forma positiva, e ao  escrivão aposentado, Antônio Lorenço, por estar sempre em busca de soluções e trazendo sugestões à instituição mesmo depois de sua aposentadoria.

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Para finalizar o delegado geral, Mario Dermeval de Resende, agradeceu a presença de todos em especial as personalidades importantes da Polícia Judiciária Civil, na década de 80. Um dos pontos falados foi o planejamento da atual gestão que almeja entre outros avanços, sede própria e delegacias adequadas e modernas.

 “Hoje a Instituição busca pela modernidade e caminha para tão longo a implantação do inquérito policial eletrônico”, destacou.

Aniversário

A Polícia Judiciária Civil comemora aniversário no mês de abril, conforme o Artigo 6º da Lei Complementar 407, que institui o dia 21 de abril como data comemorativa, exaltando o vulto de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, patrono da Polícia.

Criação

A Polícia Civil foi um dos órgãos instituídos em 1808 por D. João VI. No estado de Mato Grosso, a PJC foi criada em 24 de maio de 1842, por portaria do Presidente da Província, sendo escolhido, politicamente, seu chefe de polícia, dentre os desembargadores, juízes de direito, subdelegados e cidadãos, uma vez que era obrigatória sua aceitação.

O primeiro diretor geral do Departamento Geral de Polícia foi o bacharel Sérgio Adib Hage, nomeado em 07 de junho de 1972. A primeira viatura da Polícia Civil foi um veículo modelo fusca, para a cidade de Cuiabá. O primeiro concurso público para provimentos de cargos foi realizado em 1985.

 












































Fonte: PJC MT
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