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Política Nacional

Bolsonaro pede que PF esclareça ataque a faca que sofreu na campanha

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O presidente Jair Bolsonaro cobrou, neste domingo (10), que a Polícia Federal esclareça “nas próximas semanas“ quem foi, ou “ quem foram “, os mandantes do atentado sofrido por ele no dia 6 de setembro , em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral.

“Espero que a nossa  querida Polícia Federal, polícia que nos orgulha a todos, que tenha uma solução para o nosso caso nas próximas semanas. Esse crime, essa tentativa de homicídio, esse ato terrorista praticado por um ex-integrante do PSOL, não pode ficar impune. E nós queremos, sim, e gostaríamos, que a PF indicasse, obviamente que, com dados concretos, quem foi, ou quem foram os responsáveis por determinar que o Adélio [Bispo de Oliveira] praticasse aquele crime”, disse Bolsonaro no primeiro vídeo gravado por ele no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado.  

Postado no Twitter, no vídeo, que tem duração de 1 minuto e 44 segundos, Bolsonaro agradece o tratamento que recebeu da equipe médica em São Paulo Einstein e também na Santa Casa de Juiz de Fora, onde teve o primeiro atendimento após o ataque.

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O presidente destaca ainda que sabe que poucos no país podem receber um tratamento como o que ele teve direito. “Temos plena consciência [de] que nosso SUS [Sistema Único de Saúde] pode melhorar, e muito, e tudo faremos para que isso se torne uma realidade”, afirmou Bolsonaro no víideo.

Histórico

No mês passado, a Polícia Federal (PF) pediu à Justiça Federal em Minas Gerais mais 90 dias para encerrar o inquérito que apura quem são os responsáveis pelo financiamento da defesa de Adélio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral, no ano passado.

A defesa de Adélio afirma que ele agiu sozinho e que o ataque foi apenas “fruto de uma mente atormentada e possivelmente desequilibrada” por conta de um suposto problema mental.

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC Política
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Política Nacional

CCJ do Senado inicia debates sobre reforma da Previdência

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado iniciou, hoje (20), as audiências públicas para debater a proposta de reforma da Previdência.

Nesta semana, estão programados seis eventos ao longo de três dias, reunindo 46 convidados e atendendo a pedidos de oito senadores. Nesta terça-feira (20), a comissão recebe o secretário especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho; o presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles; e o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa.

O secretário de Previdência Social, Rogério Marinho, fala à imprensa após cerimônia da assinatura de atos de revisão e modernização das normas regulamentadoras da saúde e segurança do trabalho, no Palácio do Planalto

Secretário de Previdência Social, Rogério Marinho, reafirma que o sistema atual é insustentável ao longo do tempo – Arquivo/Agência Brasil

Ainda hoje, às 14h, comparecerá o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, além de representantes de órgãos de segurança pública.

“Hoje o sistema é injusto, porque poucos ganham muito e muitos ganham pouco, e ele é insustentável ao longo do tempo”, disse Marinho, no início de sua fala na comissão.

No último dia 7, a Câmara dos Deputados concluiu a votação da reforma e o texto seguiu para o Senado.

 
 
Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Novo favorito à PGR escreveu texto criticando a democracia: “Farsa”

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 Antônio Carlos Simões Soares arrow-options
AGENCIA O GLOBO/ARQUIVO
Subprocurador Antônio Carlos Simões Soares se referiu à democracia como “um verdadeiro embuste”

Indicação polêmica do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para o comando da Procuradoria-Geral da República (PGR), o subprocurador Antônio Carlos Simões Soares se referiu à democracia como “um verdadeiro embuste”, em artigo escrito para a revista Justiça & Cidadania. Publicado em 2014, o texto diz ainda que a maioria dos meios de comunicação só a defende “mais por interesses próprios do que por convicção ideológica”.

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Seu nome na sucessão de Raquel Dodge na PGR ganhou força na semana passada. Até então, ele era pouco conhecido dentro e fora do Ministério Público Federal (MPF) . Intitulada “A farsa da democracia “, a resenha de Soares recuperada pela “Folha de S. Paulo”, tem trechos que fazem crítica direta ao sistema político e classfica a democracia “tal com é hoje praticada nos países ocidentais uma imposição ao resto do mundo”, e um “modelo de regime político que se apresenta como um verdadeiro embuste”.

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Em outro parágrafo, Soares sustenta que “a começar pelo acesso aos mandados eletivos, passando pelo espaço nos veículos de comunicação, a disputa entre candidatos se mostra inteiramente desigual”.

Fonte: IG Política
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