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Sobe para 165 o número de mortos em Brumadinho; 160 ainda estão desaparecidos

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Os trabalhos em Brumadinho começaram às 8h; 11 aeronaves foram utilizadas, além de 35 máquinas e 19 cães farejadores
Ricardo Stuckert/Fotos Públicas
Os trabalhos em Brumadinho começaram às 8h; 11 aeronaves foram utilizadas, além de 35 máquinas e 19 cães farejadores

Com a ajuda de 19 cães farejadores, as buscas por vítimas do rompimento da barragem 1 da Mina do Corrégo do Feijão, em Brumadinho (MG), entraram no 17º dia neste domingo (10). Até o momento, 165 mortes foram confirmadas e 165 pessoas continuam desaparecidas.

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Os trabalhos em Brumadinho
começaram às 8h. Onze aeronaves foram utilizadas, além de 35 máquinas. O efetivo, segundo o Corpo de Bombeiros mineiro, soma 352 militares, sendo 150 de Minas Gerais e 129 de outros estados, 64 da Força Nacional e nove voluntários.

Por ora, os trabalhos se concentram na usina ITM, na área administrativa, que engloba refeitório, casa e estacionamento. Buscas também estão sendo feitas na área da ferrovia, em áreas de acúmulo de rejeito e no Rio Paraopeba
. Ao todo, ainda de acordo com os bombeiros, são 35 equipes em campo.

A área de buscas foi dividida em quase 200 “micropontos”. Segundo o tenente-coronel Eduardo Ângelo, do Corpo de Bombeiros, o objetivo é possibilitar o maior alcance possível dos trabalhos. “Nossa expectativa é que, dentro em breve, a gente consiga varrer toda área à medida que a gente for encerrando as quadrículas [micropontos]”, explicou

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A tragédia


Após a tragédia de Brumadinho, dois engenheiros e três funcionários da Vale foram presos; os cinco, porém, já estão soltos
Isac Nóbrega/Presidência da República
Após a tragédia de Brumadinho, dois engenheiros e três funcionários da Vale foram presos; os cinco, porém, já estão soltos

No início da tarde de 25 de janeiro, a barragem 1 da Mina do Corrégo do Feijão, que pertence à Vale e está localizada em Brumadinho, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, se rompeu. O município foi invadido pela lama e pelos rejeitos de minério, deixando centenas de mortos e feridos.

Muitas das vítimas são funcionários ou terceirizados da própria Vale
, que tinha um complexo administrativo no local. O refeitório da empresa ficava muito perto da barragem rompida e foi totalmente soterrado.

Integrantes do Governo Federal já admitiram que não será possível resgatar os corpos de todas as vítimas da tragédia. “Este é um episódio de muita gravidade. Algumas pessoas, triste e lamentavelmente, não serão recuperadas”, disse o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, após reunião do comitê de crise montado para acompanhar a situação.

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Após a tragédia de  Brumadinho
, dois engenheiros que atestaram a segurança da barragem, além de três funcionários da Vale, foram presos. Os cinco já foram soltos. O governo afirmou que “tomará medidas” para impedir tragédias parecidas e falou em aumentar a fiscalização. Ainda em recuperação no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) viajou à cidade mineira antes de ser internado.

Fonte: IG Nacional
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Maior superlua de 2019 poderá ser vista na noite de hoje; entenda o fenômeno

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Próxima superlua poderá ser vista no dia 19 de março, mas o tamanho do astro será muito inferior ao visto hoje
Reprodução/Instagram
Próxima superlua poderá ser vista no dia 19 de março, mas o tamanho do astro será muito inferior ao visto hoje

Na noite desta terça-feira (19), a Lua aparecerá maior e mais iluminada que o normal. Esse fenômeno astronômico é chamado de superlua e será a melhor do ano, podendo aparecer com as mesmas dimensões somente em 2026.

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O termo superlua
foi criado em 1979 e é a união da Lua cheia com o perigeu, ou seja, o ponto mais próximo do satélite à Terra. O fenômeno ocorrerá a cerca de 356 mil quilômetros do planeta e a rainha da noite poderá ser vista cerca de 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal, de acordo com a Nasa.

Já o ponto mais distante da Terra é chamado de apogeu, quando acontece a “microlua”. O perigeu ocorreu às 6h07 no horário de Brasília, nesta terça, mas a Lua só estará completamente cheia às 12h53.

A Lua poderá ser vista da Terra a olho nu com o pôr do sol, às 19h02. Este será o melhor horário para observar o fenômeno, pois o satélite estará na linha do horizonte, dando impressão de ampliação por conta de objetos próximos que estarão em comparação, como árvores e edifícios. 

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Segundo a Nasa
, o fenômeno ocorre a cada 27,3 dias porque o satélite orbita a Terra em uma trajetória elíptica, ou seja, a Lua se aproxima e se afasta do nosso planeta, enquanto gira em torno dele. 

Superlua vem depois de Lua de Sangue


Eclipse 'Lua de Sangue' pôde ser observado em algumas regiões brasileiras, dias antes da maior superlua de 2019
Reprodução/Shutterstock
Eclipse ‘Lua de Sangue’ pôde ser observado em algumas regiões brasileiras, dias antes da maior superlua de 2019

Em janeiro, outro fenômeno também pôde ser visto da Terra, a Lua de Sangue
, um eclipse lunar total no dia 21, que aconteceu quando Sol, a Terra e a Lua estavam alinhados e o planeta fez sombra sobre o satélite.

O termo, usado popularmente mas não adotado tecnicamente pelos astrônomos, se refere ao tom avermelhado que a Lua assume quando entra na fase máxima de sombreamento. A maneira com que a luz das cores vermelho e laranja é “desviada” ao passar pela atmosfera terrestre e reflete na Lua é o que causa a o fenômeno da Lua de sangue
.

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Além do eclipse, a Lua também atingiu o seu ponto mais próximo da Terra e foi a primeira superlua
de 2019. A próxima poderá ser vista no dia 19 de março, porém, mais distante do que a desta noite. Depois disso, poderá ser observada novamente nas mesmas dimensões somente em 2026. 

Fonte: IG Nacional
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Chefes dos três poderes discutem ajuda humanitária à Venezuela

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Bolsonaro se encontrou com ministros e chefes do Legislativo e Judiciário para dividir decisões sobre ajuda humanitária
Marcos Correa/Divulgação/Presidência da República
Bolsonaro se encontrou com ministros e chefes do Legislativo e Judiciário para dividir decisões sobre ajuda humanitária

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com os líderes do Legislativo e Judiciário no Palácio do Planalto para discutir o possível envio de ajuda humanitária à Venezuela. Segundo o vice-presidente Hamilton Mourão, a reunião desta terça-feira (19) acabou sem nenhum encaminhamento.

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Bolsonaro está considerando o envio de ajuda humanitária
desde o dia 23 de janeiro, quando Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da Venezuela e foi reconhecido por cerca de 50 países, incluindo o Brasil. Guaidó está articulando um plano para que remédios e alimentos vindos de diversos lugares do mundo entrem no país no dia 23 deste mês.

O presidente Nicolás Maduro
, no entanto, impede a entrada da ajuda humanitária
, bloqueando a fronteira com a Colômbia. Ele alega que há na verdade uma orquestração para desestabilizá-lo e abrindo a passagem abriria espaço para um golpe liderado pelos Estados Unidos.

A reunião de hoje contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro
, do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

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Além dos líderes dos três poderes, também participaram o vice-presidente, Hamilton Mourão, os ministros de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, da Defesa, Fernando Azevedo, da Secretaria de Governo, Santos Cruz e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

O Planalto quis dividir com os presidentes dos outros poderes a decisão do Brasil de aceitar ou não que seu território seja um ponto de apoio para a entrega da ajuda, como quer a oposição venezuelana.

Segundo Alcolumbre, a ideia do governo é que o Brasil seja um ponto de recepção e armazenagem de ajuda vinda dos Estados Unidos. O país teria um local de referência, como vem sendo feito na cidade colombiana de Cúcuta, que faz fronteira com a Venezuela
.

O vice-presidente brasileiro sugeriu na reunião de hoje que o Brasil tem condições de fornecer médicos, medicamentos e alimentos. Juan Guaidó acredita que existem 600 mil pessoas dispostas a colaborar com o plano.

Nos últimos dias, chegaram à Cúcuta toneladas de alimentos vindos dos Estados Unidos. Ainda não se sabe, porém, como a ajuda humanitária
vai entrar no país. Por enquanto, a estratégia dos opositores é forçar os militares venezuelanos, principal base do poder de Maduro, a  deixarem passar os alimentos e remédios
ou assumirem o desgaste diante da população por barrarem a entrada.

Fonte: IG Nacional
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