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Turismo

Fazer trabalho voluntário durante a viagem é tendência: conheça o volunturismo

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Você já ouviu falar em volunturismo? Essa é uma recente modalidade de viagem na qual o turista pode explorar um novo destino e uma nova cultura contribuindo com o local através do trabalho voluntário. A ideia é o turista deixar um legado positivo no local visitado, investindo parte do seu tempo em ações de impacto social.

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 O volunturismo é quando o turista quer aproveitar a viagem para fazer um trabalho voluntário para ajudar o local visitado
Creative Commons
O volunturismo é quando o turista quer aproveitar a viagem para fazer um trabalho voluntário para ajudar o local visitado


O fundador e diretor de volunturismo
da operadora Vivalá, Pedro Gayotto, explica que para participar o viajante deve se conectar com algum projeto que ele acha interessante desenvolver de forma voluntária no destino que vai visitar. “Muitas vezes, os pacotes já incluem outros serviços e trâmites logísticos de viagens em geral, como transporte, hospedagem, seguro-viagem, entre outros”, diz.

O bacana é que existem diversos projetos focados em diferentes causas. A operadora em que Pedro atua, por exemplo, busca levar educação empreendedora para comunidades brasileiras, e o viajante é treinado para isso. Para entender a proposta e o que farão no destino é realizado um treinamento com os voluntários: “O objetivo é fortalecer as economias locais e fazer com que essas populações continuem como protagonistas de suas comunidades”.

Volunturismo é tendência no turismo


Existem muitos projetos no Brasil para quem quer vivenciar o volunturismo, e um deles é feito na Amazonas
Divulgação/Vivalá
Existem muitos projetos no Brasil para quem quer vivenciar o volunturismo, e um deles é feito na Amazonas


Essa ideia de viajar para fazer um trabalho voluntário
é algo relativamente novo, mas o profissional da Vivalá ressalta que um relatório da Edelman e Panrotas, lançado em 2018, indica que o volunturismo movimenta 10 milhões de viajantes e US$ 2 bilhões no mundo.

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A estimativa é que essa modalidade turística aumente para 20 milhões de viajantes em 2020. “Os números indicam que existe, sim, uma demanda crescente para esse mercado e isso já está se refletindo por aqui. De 2017 para 2018, por exemplo, tivemos um crescimento de 70% em inscrições para esse tipo de viagem”, afirma Pedro.

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Os destinos mais procurados e mais indicados pelo profissional para esse tipo de viagem são os locais com populações em situações vulneráveis ou com estruturas econômicas pouco desenvolvidas, pois é onde há mais possibilidades de se fazer trabalhos sociais.

Pedro indica algumas comunidades que possuem esse perfil e ainda contam com muitas belezas naturais para aproveitar no horário de lazer. São elas:

  • Lago do Acajatuba, na Amazônia;
  • Flona e Alter do Chão, no Pará;
  • Atins, no Maranhão;
  • Cananéia, em São Paulo;
  • Florianópolis (Frei Damião), em Santa Catarina.

Principais cuidados ao fechar um pacote


É preciso muito cuidado antes de fazer o volunturismo, pois existem muitos projetos que não são verdadeiros
Creative Commons
É preciso muito cuidado antes de fazer o volunturismo, pois existem muitos projetos que não são verdadeiros


Antes de fechar um pacote de viagem
desse estilo, a dica de Pedro é estudar o projeto para entender a causa que vai trabalhar. “Como está se tornando uma atividade grande, isso traz algumas ‘armadilhas’. Existem casos e suspeitas de projetos ‘fakes’ fora do Brasil, como ‘orfanatos’ falsos em países africanos que remuneram os pais das crianças para que eles ‘cedam’  seus filhos. Ou seja, as crianças fingem ser órfãs para os turistas”, alerta.

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Por isso, é sempre importante filtrar as informações para conseguir escolher um projeto sério e poder viver uma ótima experiência. “O que nós normalmente falamos para os nossos voluntários quando está tudo certo é: ‘Agora é só ir com muita disposição e empatia para entender a nova realidade’.”

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No geral, o volunturismo
não diminui o valor dos pacotes de viagem, pois eles costumam incluir hospedagem, transportes, seguro-viagem e custos operacionais. No entanto, Pedro explica que como o foco da viagem é fazer o trabalho voluntário e vivenciar a realidade do local, os viajantes acabam gastando menos em pontos turísticos e em compras e isso ajuda a economizar.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Linha aérea britânica pode começar a pesar os passageiros antes do embarque

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A  companhia aérea
 britânica está levantando a possibilidade de pesar os passageiros antes da realização de seus voos. A verificação do peso seria feita por meio de uma discreta plataforma de pressão, durante o check-in.


Passageiros de avião
shutterstock
Passageiros podem ser pesados antes do embarque para evitar o desperdício de combustível por parte das aeronaves

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Essa verificação do peso dos passageiros
seria feita para obter uma medida mais precisa da quantidade necessária de combustível para o avião. Isso reduziria os custos, bem como reduziria as emissões de carbono.

Atualmente, as companhias aéreas usam um peso médio estimado de um homem, uma mulher ou uma criança para calcular suas necessidades de combustível. No entanto, os técnicos alegam que este cálculo impreciso resulta em desperdício de combustível.

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Chefe de operações fala sobre a possibilidade de pesar os passageiros


Passageiros aéreos em seus assentos
shutterstock
A medida de pesar os passageiros antes do embarque tem, como objetivo, diminuir o desperdício de combustível

Em entrevista ao portal de notícias britânico Mirror
,  o chefe de operações Nick Brasier aponta que a maioria dos voos
transporta cerca de 1% a mais de combustível do que precisam. Brasier declara: “Não estamos dizendo para que as pessoas ficarem de pé numa balança, mas os aeroportos poderiam comportar almofadas de pressão na área de entrega de malas”. 

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O chefe de operações ainda completa: “Depois que a bolsa foi despachada, o sistema pode perguntar: ‘Você está em pé na almofada de pressão?’ Se os passageiros
tocarem em ‘Sim’, o peso pode ser registrado e passado confidencialmente para a companhia aérea.”

Fonte: IG Turismo
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Turismo

6 passeios em Orlando que podem ser feitos gastando menos de US$ 20

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Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos, não é apenas um destino para quem quer conhecer parques temáticos, como Disney e Universal, e ir às compras. A cidade oferece diversas opções de laser – e a preços bem mais acessíveis que as entradas dos parques. Há uma série de passeios em Orlando por menos de US$ 20 (cerca de R$ 78), por exemplo. 


Orlando
shutterstock
Há vários passeios em Orlando que podem ser feitos gastando menos de US$ 20

Se a cidade está em seu roteiro de férias, veja essa lista de passeios em Orlando
baratos e divertidos para toda a família: 

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Passeios em Orlando #1: corrida de kart


karts
Reprodução/Instagram
Por menos de US$ 20 você pode correr de kart e ainda aproveitar outras atividades no Andretti Indoor Karting & Games

Para começar, o Andretti Indoor Karting & Games é uma opção para os fãs de uma corrida de carrinhos e também de jogos eletrônicos e aventura. O local reúne pista de kart, simuladores de corrida, pista de boliche e até tirolesa. 

O valor para adultos sai em torno de US$ 19. Além disso, há vários descontos no site do Visit Orlando
, órgão de turismo oficial da cidade.

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Passeios em Orlando #2: atividade artística


exposição
shutterstock
O Crayola Experience tem atividades para crianças de diversas idades

Já o Crayola Experience é uma atração familiar de dois andares que oferece um dia inteiro de diversão com 26 atividades artísticas como drip art, além de ter um playground colorido. O ingresso também custa US$ 19  (R$ 74).

Passeios em Orlando #3: zoológico


Garoto olhando aquário
Divulgação/Visit Orlando
Um dos passeios em Orlando que custam menos de US$ 20 é uma visita ao Central Florida Zoo

Um dos passeios baratos
que podem ser feitos em Orlando é uma visita ao Central Flórida
Zoo & Botanical Gardens. A entrada custa US$ 19  (R$ 74) para adultos, US$ 16 (R$ 63) para idosos, US$ 14  (R$ 55) para crianças de 3 a 12 anos e é gratuita para crianças menores de 3 anos.

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Passeios em Orlando #4: museu


Museu
Divulgação/Visit Orlando
Vários museus em Orlando podem ser visitados por menos de US$ 20 e até gratuitamente

Orlando tambémé cultura e tem museus interessantes para os turistas. Em Winter Park, o Albin Polasek Museum & Sculpture Gardens – um local popular para fotógrafos locais – mostra as obras do artista homônimo deste museu. A entrada custa apenas US$ 10 para adultos e é gratuita para crianças de até 4 anos.

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Além disso, há vários museus completamente gratuitos em Orlando, como o Winter Garden Heritage Museum, que proporciona conhecimento sobre a região. 

Passeios em Orlando #5: filme ao ar livre


Filme ao ar livre
Reprodução/Flickr
Assistir filmes ao ar livre pode ser um dos passeios mais bartos em Orlando

Filmes ao ar livre podem ser sinônimos de passeios baratos. Essas exibições costumam ser  gratuitas e acontecem regularmente durante todo o ano na cidade. O Popcorn Flicks in the Park, por exemplo, exibe filmes para a família na segunda quinta-feira do mês.

Outras opções gratuitas são: Sunset Cinema em Altamonte Springs, no segundo sábado do mês, Family Movie Night em Old Town, aos domingos, e Movieola no Lago Eola, de abril a setembro.

Passeios em Orlando #6: curtir a natureza


Árvore e rio
shutterstock
Aproveitar a natureza na Ilha Wekiva, localizada ao longo da costa do rio Wekiva, custa apenas 1 dólar

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Um dos passeios em Orlando
que custam bem baratinho é aproveitar a natureza, o que pode ser feito na Ilha Wekiva, localizada ao longo da costa do rio Wekiva. É um oásis ecológico que convida os visitantes a passarem o dia descansando, jogando vôlei, nadando nas águas frias e ouvindo música ao vivo por apenas US$ 1 (R$  3,90) por pessoa.

Fonte: IG Turismo
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