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Fiat confirma novo SUV nacional para 2021

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O SUV da Fiat terá base no modelo Fastback, atração no Salão do Automóvel do ano passado
Guilherme Menezes/iG
O SUV da Fiat terá base no modelo Fastback, atração no Salão do Automóvel do ano passado

O SUV da Fiat, mostrado ainda em versão conceitual no Salão do Automóvel 2018, está confirmado para o mercado brasileiro. A declaração foi feita pelo presidente do Grupo FCA na América Latina, Antônio Filosa. Junto dele, também está confirmada a nova picape RAM 1500, que será trabalhada como um veículo de nicho (ou seja, baixo volume de importação).

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Isso confirma as apurações do nosso colunista Glauco Lucena, do AutoBuzz, ainda durante o Salão do Automóvel.  A FCA é líder na categoria, graças ao sucesso dos modelos Renegade e Compass
, e o novo SUV da Fiat
poderia ser tão bem-sucedido quanto. Ainda de acordo com Filosa, a marca promoverá novas investidas em mercados como Brasil, Colômbia e Peru. Por conta da crise, a Argentina é vista como um desafio pelo executivo italiano. Também nos foi antecipado que o novo SUV não será global. “Estamos trabalhando em um modelo totalmente focado para o gosto dos nossos clientes latino-americanos”, revela Filosa. 

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Outra atração do estande da Fiat no Salão do Automóvel foi o crossover 500X
, feito com base no subcompacto premium Cinquecento
. O modelo ainda não recebeu sinal verde, e dependerá da queda do euro nas cotações, uma vez que é produzido na Europa.

SUV da Fiat e picapes


O SUV da Fiat terá muito de sua base compartilhada com a Toro, grande sucesso na categoria das picapes intermediárias
Divulgação
O SUV da Fiat terá muito de sua base compartilhada com a Toro, grande sucesso na categoria das picapes intermediárias

Filosa também comemora o desempenho da marca no setor de veículos comerciais. Strada e Toro lideram as vendas da categoria, o Fiorino é um dos poucos furgões à venda no Brasil e o novo Ducato mostra números positivos de vendas. “Quando um País começa a se desenvolver, o setor agrônomo cresce bastante. Atuar no segmento de picapes é muito importante em um mercado como o Brasil”, exemplifica o executivo. Uma possível substituta para a Strada também está nos planos da marca, mas FIlosa garante que o modelo não será baseado no Mobi.

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Sobre a RAM 1500, o presidente da FCA para a América Latina diz que a picape deverá chegar em meados do segundo semestre, ainda sem preço definido. “Dependemos da cotação do dólar para importar o modelo dos Estados Unidos. Isso será definido mais à frente”, diz FIlosa. Nos resta aguardar as próximas movimentações sobre o SUV da Fiat
.

Fonte: IG Carros
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VW T-Cross se mostra um SUV compacto acima da média atual

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VW T-Cross chega às lojas em abril para estabelecer um novo patamar entre os SUVs compactos no Brasil
Cauê Lira/iG Carros
VW T-Cross chega às lojas em abril para estabelecer um novo patamar entre os SUVs compactos no Brasil

Não é exagero dizer que o VW T-Cross 2019 é o lançamento mais importante da marca alemã nesta década. Os SUVs compactos se tornaram um ponto chave para qualquer fabricante que queira expandir seus lucros no mercado, uma vez que são feitos a partir de modelos menores e mais baratos. Em outras palavras, carros compactos pelo preço de modelos médios. E no caso da versão Highline do T-Cross que testamos durante o lançamento, este valor chega a R$ 124.840.

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O preço da versão mais cara não chega a surpreender, já que a Volkswagen nunca escondeu que este seria o modelo mais equipado da categoria. O VW T-Cross 2019
Highline traz até assistente de estacionamento semi-autônomo que gira o volante sozinho para entrar em vagas no supermercado, ou fazer uma baliza. Claro, este opcional incluirá R$ 6.050 no pacote Tech&Beats.

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Se o cliente fizer questão do belo teto-solar panorâmico, deverá acrescentar R$ 4.800, enquanto a central multimídia com GPS integrado e painel de instrumentos digital custam mais R$ 4 mil. Ao todo, os opcionais da versão Highline podem fazer o T-Cross saltar de R$ 109.990 para os R$ 124.840 do modelo mais completo. A fabricante, por outro lado, não revela qual versão terá o maior mix de vendas.

Por fora, o T-Cross foi capaz de se diferenciar dos rivais. Os vincos que cortam a lateral do SUV compacto criam um jogo de luz e sombra, dando uma característica ainda mais robusta. A suspensão, por outro lado, deixa o carro um pouco mais baixo que a média da categoria, fazendo com que o T-Cross tenha uma atmosfera esportiva quando combinada ao teto pintado de preto. Os LEDs fazem uma bela acentuação, tanto nos faróis dianteiros quanto nas lanternas traseiras com acabamento fumê.  

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A plataforma modular MQB já provou suas qualidades em Polo
, Virtus, Jetta e Tiguan. No caso do T-Cross fabricado em São José dos Pinhais (PR), a marca estendeu comprimento e largura (para 4,19 m e 1,75 m, respectivamente), fazendo com que a versão nacional seja ainda maior que o modelo europeu. Conversando com um dos engenheiros da Volkswagen, descobri que o nosso VW T-Cross recebeu muitos aplausos da matriz alemã, e poderá inspirar futuras estilizações no velho continente. 


VW T-Cross 2019 tem área do porta-malas variável por causa do banco traseiro deslizante
Divulgação
VW T-Cross 2019 tem área do porta-malas variável por causa do banco traseiro deslizante

Mas isso não impede que o modelo fique livre de alguns deslizes. O acabamento interno abusa de plástico, ainda que seja bem texturizado. Alças de mão para os passageiros não deslizarem no banco em curvas mais fervorosas também fizeram falta. Pelo menos, o espaço traseiro é digno de carros médios, com uma verdadeira sala de estar para os ocupantes mais altos que também não vão raspar a cabeça no teto. 



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A central multimídia é uma das mais intuitivas, contando com GPS integrado, informações sobre o veículo e seletor de modo de condução. Há a possibilidade de fazer o espelhamento de alguns recursos no cluster
digital.

Não imaginava que um SUV desta categoria poderia ser tão legal de dirigir. Num trajeto com cerca de 200 km entre São José dos Pinhais e Balneário Camboriú (SC), tive a oportunidade de acelerar na famosa Serra Catarinense. Ainda que a maior parte do percurso tenha asfalto de boa qualidade, o T-Cross superou bem as imperfeições nas proximidades de Itajaí. Se você procura um SUV valente para enfrentar as crateras da sua cidade, ele o fará com esmero.

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O coração deste valente SUV compacto traz o mesmo motor 1.4 TSI do Golf
. Ou seja, 150 cv de potência entregues a 4.800 rpm, além de 25,5 kgfm de torque a 1.400 rpm. Ainda é possível alternar entre três modos de condução: normal, eficiente e esportivo (além de um quarto, customizado pelo motorista). Se o objetivo é deixar o trajeto ainda mais divertido, recomendamos a condução esportiva que altera a curva de torque, transmissão e a resposta do acelerador.

VW T-Cross chega com competitividade ao mercado


Entre os opcionais do VW T-Cross 2019, destaque para a tela touchscreen de oito polegadas
Divulgação
Entre os opcionais do VW T-Cross 2019, destaque para a tela touchscreen de oito polegadas

Curvas rápidas ficam ainda mais seguras com os controles de estabilidade e tração, que desaceleram a roda da parte interna e entregam mais torque para a de fora. Dessa forma, o T-Cross anda sobre trilhos, mesmo que sua dinâmica esteja sendo desafiada pelo motorista. De acordo com a VW, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos.

Infelizmente, o modelo 1.0 TSI não estava disponível para o test-drive de lançamento, mas a Volkswagen prometeu que nos emprestará em breve para compará-lo às versões convencionais dos outros SUVs compactos.

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O VW T-Cross 2019
é caro na versão Highline. Por este preço, é possível saltar de categoria e comprar um Jeep Compass. Mas ele terá que rivalizar com os SUVs médios do mercado até a chegada de seu principal rival, o Honda HR-V Touring, com o mesmo motor 1.5 turbo, do Civic. Nos resta esperar para saber quem vencerá este embate no futuro.

Ficha técnica: VW T-Cross Highline 1,4 TSI

reço: a partir de R$ 109.990

Motor:  1.4, quatro cilindros, turboflex

Potência (cv):  150 a 4.500 rpm

Torque (kgfm):  25,5  a 1.500 rpm

Transmissão:  automática, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / sólidos (traseiros)

Pneus:  205/55 R17

Dimensões: 4,20 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,57 m (altura), 2,65 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 373 litros  

Consumo etanol: 7,7 km/l (cidade) / 9,3 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11 km/l (cidade) / 13,2 km/l (estrada)

Fonte: IG Carros
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Os números que explicam o que levou a Ford fechar sua fábrica em São Paulo

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Fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), que deixará de fabricar caminhões e o Fiesta ao longo de 2019
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Fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), que deixará de fabricar caminhões e o Fiesta ao longo de 2019

A Ford é a primeira vítima de uma economia que não consegue se recuperar e de um sistema
que põe antigas certezas ladeira abaixo. Com baixa produção e operação deficitária, a
montadora americana anunciou que fechará a fábrica de São Bernardo do Campo (SP), onde
produz os caminhões Cargo, F-4000 e F-350, além do automóvel New Fiesta. Assim, uma das
empresas pioneiras da indústria automobilística encerrará em 2019 suas atividades no ABC
paulista.

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A Ford
começou a produzir veículos no Brasil em 1921, no bairro Bom Retiro, em São Paulo. O
famoso modelo T e o caminhão TT foram os pioneiros. Em 1953 a empresa inaugurou uma
fábrica maior na Vila Prudente (zona leste de São Paulo). Só em 1967 foi inaugurada a fábrica
de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que terá suas atividades encerradas este ano. O
primeiro carro produzido nessa fábrica foi o Galaxie 500. O último será o New Fiesta.

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Isso porque os números de produção estavam baixíssimos. Caíram ao nível do final dos anos
1950. Em 1974, a Ford abriu uma fábrica de motores em Taubaté (SP). Hoje, essa unidade tem
capacidade para produzir 430 mil motores e 430 mil transmissões por ano. Em 2001, a Ford foi
para a Bahia e abriu uma fábrica em Camaçari (BA), onde passou a produzir o Fiesta e depois o
EcoSport e o Ka. Aos poucos, a fábrica do ABC paulista foi ficando exclusiva dos caminhões. O
único modelo que ainda saía de lá era o New Fiesta
, um bom carro que hoje é vendido em três
versões 1.6, com preços entre R$ 52.690 e R$ 58.090.

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Da euforia ao fechamento da fábrica da Ford


Ford Cargo TorqShift é um dos modelos de caminhões da marca que deixa de ser produzido no Brasil
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Ford Cargo TorqShift é um dos modelos de caminhões da marca que deixa de ser produzido no Brasil


Durante um bom tempo, a produção de caminhões foi ótima para a Ford. Os dois melhores
períodos foram de 2007 a 2010 (118,5 mil caminhões produzidos) e de 2011 a 2014 (112,3
mil). Em termos de exportação, o melhor período foi de 2005 a 2006. Nesses três anos, as
exportações tiveram uma média 7,4 mil unidades/ano. Mas, dos 40,7 mil caminhões
produzidos em 2011, a Ford desabou para 9,9 mil em 2016, sendo 3,9 mil para exportação. Em
2017 e 2018 a empresa não divulgou nem a produção nem as exportações. Porém, segundo os
dados da Fenabrave, a Ford terminou a temporada passada em quarto lugar no ranking de
caminhões, com 9,3 mil vendas do Cargo
, do F-4000 e do F-350.

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Quanto ao New Fiesta, as vendas em 2018 foram de apenas 14,5 mil unidades do modelo
hatch, num mercado que emplacou 965 mil carros. Ainda houve mais 1,5 mil emplacamentos
do New Fiesta Sedan, que foi descontinuado durante o ano. Com o fechamento da fábrica da
Ford
em São Bernardo do Campo, cerca de 2.800 funcionários ficarão sem emprego, fora o
efeito cascata com fornecedores e concessionários. Para um país que precisa
desesperadamente de uma recuperação econômica e um governo que precisa gerar milhões
de empregos, foi uma péssima notícia.

Fonte: IG Carros
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