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Polícia Federal

PF investiga irregularidades na concessão de títulos de terras públicas

Publicado

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (8/2) a Operação Patrola*, com a finalidade reforçar investigação em andamento de combate à prática de grilagem de terras públicas da União, no Amapá.

Na ação, resultante de trabalho em conjunto com o Ministério Público Federal, policiais federais cumprem dois mandados de busca e apreensão em Macapá/AP. No momento da busca, um homem foi preso em flagrante por supressão de documentos públicos.

A operação de hoje é um desdobramento da Operação Miríade, deflagrada em novembro de 2018, que desarticulou organização criminosa especializada em praticar fraudes para obter regularização em títulos de terras públicas da União, bem como exploração de minério e madeira ilegal.

Com o decorrer das investigações, ficou evidenciado que, além de servidores do Programa Terra Legal, também servidores do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP) estariam agindo de forma ilícita para beneficiar a prática de grilagem. Eles emitiram laudos ideologicamente falsos, pareceres sem fundamento legal e expediram licenças ambientais em desconformidade com a lei.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e falsidade ideológica.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected] | www.pf.gov.br

Contato: (96) 3213-7602/7500

* O termo Patrola vem do verbo patrolar, o mesmo que devasta, dizima. Foi escolhido em referência a prática escusa utilizada por um dos investigados para expulsar famílias de baixa renda de suas moradas.

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Operação Santa Cruz investiga roubos de cargas dos Correios no Rio de Janeiro

Publicado

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (20/8) a Operação Santa Cruz, para desarticular uma quadrilha especializada em roubos de carga dos Correios, no Rio de Janeiro. Ela atuava na região de Santa Cruz até o Recreio dos Bandeirantes.

Policiais federais deram cumprimento a 4 mandados de prisão e 4 mandados de busca e apreensão, todos no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, o grupo criminoso atuava desde 2016, com a participação em cerca de 60 ocorrências de roubo, causando prejuízos estimados em cerca de 1 milhão de reais a Empresa de Correios e Telégrafos. Na abordagem aos veículos dos Correios, os integrantes do grupo criminoso utilizavam carros roubados e até mesmo veículos cadastrados em aplicativos de transporte de passageiros. A quadrilha presa hoje insistia em suas práticas delitivas e até mesmo desenvolveu uma cartilha de como roubar os “amarelinhos” –  como os assaltantes se referiam aos carros dos Correios.

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 Com base no número de ocorrência de roubos e furtos de cargas dos Correios nos últimos anos, a Polícia Federal montou equipes especializadas e formulou protocolos de segurança e investigação para o combate a essas quadrilhas, o que fez com que os roubos caíssem e até mesmo zerassem nos últimos meses.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos diversos crimes de roubo qualificado que participaram e associação criminosa, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos com a continuidade das investigações.

 

[email protected] | www.pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Polícia Federal deflagra Operação Big Five em combate à exploração de migrantes em São Paulo

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São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (20/8) a operação Big Five, para desarticular esquema de exploração de migrantes para viagens ilegais aos Estados Unidos, em São Paulo. Policiais federais dão cumprimento a 3 mandados de prisão temporária e 6 mandados de busca e apreensão, no município paulista.

O inquérito policial teve início em julho de 2018, após cooperação policial internacional entre autoridades brasileiras e a agência norte americana de imigração Ice Customs Enforcement. À época foi noticiado à Polícia Federal que estrangeiros domiciliados em São Paulo estariam liderando organização criminosa voltada à prática de migração ilegal de diversas pessoas para os EUA.

Por meio de cooperação jurídica internacional e interceptação telefônica e de e-mails, dentre outras medidas investigativas, apurou-se que o grupo criminoso providenciava passaportes e/ou vistos brasileiros falsos em países da África Oriental, de onde partiam os migrantes ilegais com destino a São Paulo/SP. Aqui eles eram recebidos pela organização criminosa, tinham seus passaportes retidos, realizavam câmbio e permaneciam hospedados em hotel na região central. Depois, seguiam para Rio Branco/AC, de onde atravessavam a fronteira com o Peru e prosseguiam por via terrestre (ônibus, barco, carona e a pé) até a fronteira do México com os EUA.

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Os indícios apontam que o grupo que agia em São Paulo centralizava e detinha pleno domínio de toda a rota, por meio de contato com outros integrantes em todos os países e continentes envolvidos. Dentre os migrantes enviados ilegalmente aos EUA, estão dois somalis suspeitos de terrorismo e ora presos nos EUA, tendo eles permanecido dias em São Paulo e no Acre antes de prosseguirem suas jornadas. Também se identificou que um dos membros da organização criminosa detinha na sua página em rede social a divulgação de símbolos e personagens nazistas.

No decorrer da Operação foi identificada uma mesquita nesta Capital, onde um dos investigados assediava migrantes ilegais e, também, um hotel onde os migrantes eram mantidos pela organização criminosa, antes de prosseguirem viagem aos EUA.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de contrabando de migrantes (qualificado pela submissão a condições desumanas e degradantes), organização criminosa, falsificação de documento público e divulgação do nazismo, com penas de 3 a 8 anos de prisão, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos ao longo da investigação.

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Será concedida coletiva de imprensa no auditório da Superintendência Regional de Polícia Federal em São Paulo, às 11h.

 

[email protected]

Fonte: Polícia Federal
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