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Saúde

Mais Médicos: inscrição para formados no exterior será dias 13 e 14

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Os médicos brasileiros formados no exterior, mas sem registro, no país terão os dias 13 e 14 para fazer inscrição nas vagas em aberto do programa Mais Médicos.

Os candidatos deverão entrar no site do programa e indicar em quais municípios desejam realizar o atendimento à população.

O processo ocorrerá na próxima semana. No dia 13, o Ministério da Saúde irá divulgar os municípios com vagas remanescentes em aberto. Nos dois dias seguintes, os médicos que obtiveram diplomas no exterior, mas não têm registro no Brasil escolherão a cidade de sua preferência entre as que disponibilizaram vagas.

No dia 19, será divulgada a lista dos inscritos, das vagas ocupadas e dos municípios contemplados. De acordo com o Ministério da Saúde, os profissionais sem registro vão passar por um “módulo de acolhimento”, onde serão oferecidas aulas e haverá avaliação pela equipe do programa, com aplicação de exames e outras formas de verificação da condição de atuação dos inscritos.

Balanço

Há aproximadamente 1.500 vagas em aberto, segundo oúltimo balanço do Ministério da Saúde, divulgado no dia 15 de janeiro.

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Das 8.517 vagas abertas com a saída de Cuba do acordo de cooperação que viabilizava a presença de profissionais daquele país no programa, foram realizadas novas chamadas nas quais as vagas foram ocupadas por 7 mil médicos com registro no país até o momento da atualização.

Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC
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Saúde

Jardim do Doador simboliza vida de pacientes que têm órgãos doados

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Matheus Damasceno Correia faria 21 anos na última sexta-feira (18), mas um acidente de moto levou-o à morte no ano passado, no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, para onde foi levado. Após a constatação da morte encefálica de Matheus, a família decidiu doar os órgãos que salvaram sete pessoas. O ato atendeu a um desejo que Matheus havia manifestado após um amigo, vizinho, morrer também em acidente de moto, seis meses antes, e ter o coração doado.

Heat, doações, Jardim

Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio – Imagem Google Maps

Em conversa com o psicólogo Luiz Antônio da Silva, da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott) do hospital, o pai de Matheus, Luiz Henrique Correia, aceitou plantar uma muda de jasmim no Jardim do Doador, espaço criado nos fundos da unidade, onde as flores simbolizam a vida de cada paciente que teve os órgãos doados.

Homenagem

Correia disse que tem acompanhado o crescimento do jasmineiro. Ele elogiou a equipe da Cihdott do Alberto Torres pela criação do projeto, idealizado pelo psicólogo Luiz Antônio da Silva.

“Para quem é pai e perde um ente querido, é gratificante, porque se sente muito bem quando sai de lá [do jardim]. A gente sabe como é difícil. Meu filho faria 21 anos. Nós nos sentimos felizes por saber que tem um pedacinho dele (Matheus) ali. O jasmim representa ele, o espírito dele”, disse Correia.

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A cerimônia de plantio da muda de jasmim contou com a presença de 30 pessoas, incluindo familiares de Matheus e de sua namorada, parentes e amigos do jovem. “Toda a minha família saiu de lá com o coração aliviado. É uma atitude muito bonita. Infelizmente, há outros pais que podem passar pelo mesmo processo, mas podem sair dali bem, se sentindo muito feliz”. Luiz Henrique Correia lamentou não ter tido contato ainda com as pessoas que receberam os órgãos do filho. Matheus foi o primeiro doador de pulmão de São Gonçalo, revelou o pai. “Acho que a maior doação de órgãos do estado do Rio foi a dele”, comentou. “São órgãos que as pessoas precisam para sobreviver”.

Ineditismo

O Jardim do Doador é um projeto inédito no Brasil e talvez no mundo, disse o psicólogo, que trabalha naquela unidade desde 2013. “Mas o importante é o trabalho realizado ali em prol da sociedade, que precisa ter esclarecimento sobre o significado da doação de órgãos”, completou. Nesse contexto, há dois protagonistas, que são a família e o potencial doador. “Sem o potencial doador, a gente não tem como ter órgãos saudáveis e sem a família autorizando, a gente não tem como ter a doação”. Para algumas pessoas, a doação é um ato de solidariedade. Para outras, é demonstração de altruísmo, lembrou Luiz Antônio.

Órgão vivo

O psicólogo disse ainda que o Jardim foi criado com esse objetivo: de representar a coragem da família pela escolha da doação de órgãos, enquanto o jasmim plantado na terra significa o órgão vivo que foi transplantado no receptor, que vai crescer e perfumar o ambiente. “Isso é o florescimento humano. A gente está se apropriando de um elemento simbólico e buscando, dentro desse simbolismo, uma perspectiva melhor de apoio para cada pessoa e para nós, da saúde, termos uma vida mais ajustada e mais harmônica”.

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O Jardim do Doador é considerado uma vitória, na medida em que desde a sua criação, em 2014, cerca de 200 jasmineiros já foram plantados no local. As mudas são compradas pela equipe da Cihdott. Luiz Antônio da Silva informou que o HEAT tem índice positivo para doação de órgãos da ordem de 85%. “É um número muito grande”. No Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), a taxa de negativa familiar atingiu 44% por 1 milhão de pessoas entre janeiro e setembro de 2018.

O Jardim do Doador faz parte da tese de doutorado que o psicólogo vai defender na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e que aborda os valores morais que suportam a doação de órgãos. A atitude é construída por cognição, por afeto positivo ou negativo e pela predisposição. São esses valores que o psicólogo está estudando agora. O Jardim do Doador é uma ramificação da preocupação e do compromisso do hospital não só com os seus usuários, mas com toda a sociedade.

Edição: Graça Adjuto
Fonte: EBC
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Saúde

Ministério da Saúde abre hoje segunda fase da vacinação contra gripe

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa hoje (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira (29), o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

A partir desta segunda, também podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

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No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Até o fim de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos. O Amazonas foi o estado com mais casos registrados: 118 casos e 33 mortes. Por isso, a campanha foi antecipada no estado.

Edição: Graça Adjuto
Fonte: EBC
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