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Agricultura

Governo publica lista de produtos com bônus em fevereiro

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A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura divulgou nesta sexta-feira (8) a lista de produtos contemplados em fevereiro pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). Os cultivos tiveram queda no preço de mercado e o mecanismo visa aplicar descontos no momento de amortização do crédito obtido junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O desconto concedido é correspondente à diferença entre o preço de mercado e o de garantia.

Ao todo, entraram na lista 18 produtos, sendo açaí, alho nobre, arroz em casca natural, babaçu (amêndoa), banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana-de-açúcar, castanha de caju, feijão caupi, leite, manga, maracujá, mel, raiz de mandioca, sorgo, tomate, trigo. Além desses, há uma cesta que se destina a operações de investimento que não possuem um produto principal ou que não estejam incluídos na lista. Nesses casos, os descontos são calculados por meio de uma média ponderada do feijão, leite, mandioca e milho.

Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Os bônus para algumas culturas chegam a 69,59%, como é o caso do feijão caupi para os agricultores do Tocantins.

O produto, que tem Preço de Garantia de R$ 147,49, a saca de 60 kg, teve o preço de mercado no último mês registrado em R$ 45, a saca de 60 kg, o que representa queda de mais de 69%. Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento.

A tabela com os produtos que têm o desconto é publicada mensalmente no Diário Oficial da União (DOU) e o bônus, então, é aplicado pelo banco que operou o Pronaf no saldo devedor do financiamento para os produtos da lista, garantindo que os agricultores familiares tenham assegurado, no mínimo, o custo de produção para garantir o pagamento.

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Mapa vai criar zoneamento climático para áreas atingidas pela seca no Nordeste

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Um novo modelo de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) para a região Nordeste começará a ser elaborado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O ponto de partida será a reunião técnica do projeto de pesquisa da Embrapa Avaliação de Riscos e Resiliência Agroclimática (Arra), na próxima quarta-feira (24), na sede da Sudene, em Recife.

Na reunião serão debatidos e selecionados os sistemas de produção mais promissores para as áreas de maior vulnerabilidade e escassez de água por falta de chuva. Os sistemas selecionados terão prioridade nas ações do ZARC, destacando suas vantagens para orientar e estimular sua adoção por produtores da região.

As unidades da Embrapa no Nordeste, Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) irão selecionar focos de atuação, sistemas de produção com maior potencial transformador e chances de obterem sucesso, bem como alternativas para geração de renda, emprego e sustentabilidade à agricultura do Nordeste.

Terão maior atenção as práticas agronômicas e alternativas viáveis levando em conta culturas solteiras (dedicadas de forma isolada à agricultura ou à pecuária), sistemas integrados, anuais e ou perenes (permanentes), associados a animais ou não, Integração lavoura, pecuária, floresta (ILPFs) e suas variações.

“Estamos reunindo conhecimento e casos de sucesso que reduzem o risco climático na produção agrícola na região e melhoram a renda do produtor. Precisamos fortalecer os mecanismos que promovam o uso massificado dessas soluções e os programas e políticas do Mapa são fundamentais nesse processo, à medida que podem incentivar os sistemas de produção mais adequados”, disse o coordenador da Rede Zarc-Embrapa, Eduardo Monteiro,

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A partir da criação de zoneamento específico para essas áreas ficará mais fácil obter financiamento agrícola e a proteção contra a quebra de safra pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).
Com isso, o Mapa deve promover uma mudança gradual de culturas locais, muito vulneráveis ao clima, para sistemas de produção agropecuária menos sujeitos à seca e à falta de água.

O Zoneamento de Risco determina a época mais adequada de plantio levando em conta o tipo de cultura, o solo de cada região e a indicação de risco envolvida na produção em cada decêndio (dez dias) para que o produtor faça o plantio no momento mais adequado, minimizando prejuízos pelo risco de problemas climáticos nas lavouras.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
Janete Lima
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Serviço de Inspeção de Pernambuco passa a ter equivalência ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal

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O estado de Pernambuco obteve o reconhecimento de equivalência do serviço de inspeção estadual de produtos de origem animal junto ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa). Com a medida a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) deve ser inserida no cadastro geral do Sisbi-POA, assim como os estabelecimentos e produtos por ela indicados.

Com o reconhecimento, estabelecimentos e produtos de origem animal do estado cadastrados podem comercializar estes produtos em todo o país. Antes podiam vendê-los apenas no próprio estado.

O reconhecimento da equivalência do órgão estadual de Pernambuco, após avaliação por meio de auditorias do Mapa, quanto aos processos e procedimentos de inspeção de produtos de origem animal, foi oficializado por meio da Portaria nº 59, de 12 de abril de 2019 (http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=16/04/2019&jornal=515&pagina=45&totalArquivos=115) passando a constar no cadastro geral do MAPA.

Para obter a equivalência dos serviços de inspeção é preciso comprovar que as medidas de inspeção higiênico-sanitária e tecnológica praticadas permitem alcançar os mesmos objetivos de inspeção, fiscalização, inocuidade e qualidade dos produtos dos demais integrantes do sistema do Mapa, segundo a diretora do Departamento de Suporte e Normas (DSN), Judi Nóbrega,

Atualmente, estão incluídos no cadastro geral do SISBI-POA, 14 estados (BA,DF,ES,GO,MT,MS,MG,PR,RS,RO,SC e TO); 18 municípios (Alegrete, Cascavel, Chapecó, Engenho Velho, Erechim, Glorinha, Ibiúna, Itu, Marau, Miraguaí, Rio Claro, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, São Pedro do Butiá, Uberlândia e Caxias do Sul) e três consórcios (CIDEMA/SC, CONSAD/SC e CODEVALE/MS).

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Os requisitos e demais procedimentos necessários para a adesão ao sistema definidos pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Mapa estão disponíveis no endereço eletrônico: http://www.agricultura.gov.br/assuntos/inspecao/produtos-animal/sisbi-1

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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