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Dona de cachorro que morreu após comer brownie faz alerta nas redes sociais

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Todo mundo que tem cachorro sabe: esses animais adoram comer algo diferente da ração específica para eles. Por muitas vezes os donos acabam cedendo ao apelo emocional e dão um pouco de biscoito, batata frita, carne e até chocolate. Sabendo disso, Kate Chacksfield fez um apelo nas redes sociais após um brownie causar a morte de sua companheira Ruby. 

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Ruby e a dona Kate Chacksfield
Reprodução Facebook
Ruby e a dona Kate Chacksfield

A cadela, da raça Hungarian Vizsla, estava acostumada a comer coisas diferentes da ração. Tanto que quando ela adoeceu, a dona não associou aos brownies que Ruby encontrou na cozinha e acabou comendo sem que ninguém visse. Só mais tarde Kate descobriria que um ingrediente que utilizou na receita do bolinho – o xilitol, um adoçante natural altemente tóxico para cachorros
– havia sido o responsável pela fatalidade. 

“Ruby pareceia bem após comer o brownie, mas alguns dias depois ela começou a ficar muito doente, então a levei no veterinário. Ela foi liberada para voltar para casa depois de uma avaliação. Mas, logo depois ela entrou em colapso e voltamos correndo para o veterinário, foi quando começaram a tratá-la para veneno de rato. Pensamos que ela poderia ter comido enquanto passeava pela rua, mas em nenhum momento pensei em mencionar o brownie aos médicos”, contou Kate ao site de notícias britânico The Mirror ao relembrar do momento em que sua companheira adoeceu. 

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Ruby ficou muito doente após comer um brownie que tinha xilitol
Reprodução Facebook
Ruby ficou muito doente após comer um brownie que tinha xilitol

Com todos os tratamentos realizados – incluindo transfusões de sangue – e a internação, a tentativa de salvar a vida da cadela custou 10.000 euros, aproximadamente 42.300 reais. Porém, infelizmente, nada foi suficiente e, após a constatação de que o organismo de Ruby não conseguiria se recuperar, os donos acabaram optando pela eutanásia para dar um fim no sofrimento do bichinho. 

“A gente estava com ela desde que ela era filhote e eu estou completamente perdida sem a Ruby. Eu não fazia ideia de que o xilitol era tão prejudicial aos cães, fiquei de coração partido quando me contaram. Sabia que era muito tarde para tentar salvar a minha companheira”, relatou Kate. 

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A britância que mora em Londres, no bairro de Ealing também fez uma apelação em sua conta do Facebook: “depois de pesquisar descobri que o xilitol está presente em diversos produtos, então cuidado na hora de deixar o cachorro
lamber o que sobrou de um enlatado. Cuidado. E avisem todos os tutores que conhecem, por favor”. O adoçante natural é derivado de frutas e vegetais e tem sido cada vez mais usado, estando presente em algumas marcas de ketchup e molhos, chicletes, barras de proteínas e até em pastas de dente. 

Fonte: Canal do Pet
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Obesidade em animais atinge mais da metade de cães e gatos, diz pesquisa

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A obesidade em animais se torna cada vez mais uma realidade. É o que revelou uma pesquisa realizada pela Mars Petcare. De acordo com os resultados, 59% dos cães e 52% dos gatos no mundo sofrem com o sobrepeso, condição que pode causar muito problemas de saúde. 

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Mais da metade dos gatos e cachorro do mundo sofrem com a obesidade em animais
shutterstock
Mais da metade dos gatos e cachorro do mundo sofrem com a obesidade em animais

Sedentarismo e má alimentação são os principais hábitos que causam a obesidade em animais
. O costume de oferecer comidas humanas como chocolate, pizza, pão e queijo para os pets, por exemplo, é uma das atitudes que causa o sobrepeso. 

A Dra. Carolina Ferreira, médica veterinária do Hospital Veterinário Cão Bernardo, explica que, ao oferecer alimentos diferentes, o dono acha que está agradando seu animal, mas na verdade está o prejudicando. “Além do risco de infecção, o bicho não precisa desse alimento, que é nosso. Muitas substâncias, inclusive, não são totalmente digeridas pelo organismo deles, portanto, não podem ser dadas”, afirma.

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Essa prática, somada a pouca atividade física e animais vivendo, a cada dia que passa, em espaços menores, afeta mais ainda a saúde deles. Assim, o pet que não é incentivado a correr, brincar ou não passeia diariamente por pelo menos 30 minutos tem mais probabilidade de sofrer com a obesidade. 


Oferecer alimentos humanos para os pets colabora com o aumento da obesidade em animais
shutterstock
Oferecer alimentos humanos para os pets colabora com o aumento da obesidade em animais

Há ainda os pets que são mais propensos a engordar: os mais velhos e os castrados, principalmente, exigem cuidados redobrados. A raça do animal também exerce influência, algumas estão mais inclinadas a obesidade. São elas: Beagle, Pug, Bulldog inglês, Labrador, Cocker, Rottweiler, Terra Nova, Boxer, Pastor Alemão e Shih Tzu. No caso dos gatos, os mistos ou mestiços têm maior chance de desenvolver a doença.

Mas, como proteger o seu animal de estimação da obesidade? A Dra. Carolina explica que o primeiro passo é analisar as necessidades do animal e escolher a alimentação, a ração, mais adequase para a idade, porte e estilo de vida do bichinho. “O ideal é conversar com o especialista que cuida do animal para avaliar qual a melhor ração, porque há opções especiais para cães que já se enquadram no quadro de obesidade”.  

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Outra opção para ajudar no controle de peso é fracionar a refeição, o pet precisa se alimentar de duas a quatro vezes por dia. Os vilões da obesidade são os petiscos extras, por isso, a dica é não consumir alimentos na frente do bichinho. “É preciso evitar alimentar o pet toda vez que comemos, a nossa dieta não é igual a dele. É interessante ter um horário e um padrão de refeições por dia”, finaliza a médica.

Além disso, fazer um enriquecimento do ambiente e estimular que o animal brinque e se exercite pode ajudar. Para os cachorros, passeios diários com mais duração é uma opção para melhorar a obesidade em animais
. No caso dos pets que já sofrem com sobrepeso é preciso tomar cuidado e não forçar que o animal se exercite mais do que pode, um acompanhamento profissional é muito importante. 

Fonte: Canal do Pet
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Cadela Manchinha vira nome de Hospital Veterinário em Osasco

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Após a história de  Manchinha, que em 2018 faleceu após ser envenenada e espancada por um funcionário do Carrefour,
ter tomado reconhecimento nacional, a Prefeitura de Osasco, na Grande São Paulo, usou o acidente para fazer uma boa ação. Agora, no próximo dia 23,  a cidade vai inaugurar seu primeiro Hospital Veterinário Público. A data  é marcada pela comemoração da emancipação política e administrativa do munincípio. 


Manchinha morreu após ser agredida por funcionário de rede de supermercados
Reprodução/redes sociais
Manchinha morreu após ser agredida por funcionário de rede de supermercados


No fim de novembro, o caso de  Manchinha
estava por toda a mídia. Agora a vira-lata não será mais esquecida, já que seu nome foi usado para nomear o primeiro Hospital Veterinário Público da cidade de Osasco. 

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O hospital fica no Pet Parque, localizado na avenida Franz Voegeli, 930, Jardim Wilson. Além de consultórios, também existe um centro cirúrgico, clínica médica para realização de exames de imagem e sangue, sala de medicação e internação. O local será administrado pela Anclivepa (Associação de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais).

O animal que precisar de atendimento pode visitar o hospital de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. No dia da inauguração, próximo dia 23, os visitantes poderão aproveitar de diversas atividades com seus animais de estimação no Pet Parque, como food trucks, brinquedos e mais.

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Aumento da pena para crime de maus-tratos aos animais

Após o caso da cadela espancada, a pena para maus-tratos aos animais mudou. Antes, a punição era de detenção que podia variar de 3 meses à 1 ano, e pagamento de multa. Agora, varia de 1 a 4 anos de prisão, com o pagamento de multa mantido. Estabelecimentos comerciais que estiverem envolvidos nos casos também serão punidos. 

Confira a Lei diretamente do site do Senado:

Ementa: 

Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para elevar a pena de maus-tratos e estabelecer punição financeira para estabelecimentos comerciais que concorrerem para esta prática.

Explicação da Ementa: 

Altera a Lei de Infrações Ambientais para elevar a pena do tipo penal de prática de maus-tratos a animais e estabelecer multa a estabelecimentos comerciais que concorram para a prática de maus-tratos.

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Na ocasião do acidente com  Manchinha
, o funcionário responsável por sua morte negou que tivesse machucado propositalmente a cadela, alegando que havia recebido ordens de tirá-la do estacionamento do local, e que percebeu que a tinha ferido apenas quando ela já estava sangrando. Agora, Manchinha entrou para a história de Osasco, e jamais será esquecida pelos moradores da região. 

Fonte: Canal do Pet
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