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Saúde

Documento assinado pelo Ministério da Saúde libera tratamento de eletrochoque

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse desconhecer a resolução sobre o eletrochoque
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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse desconhecer a resolução sobre o eletrochoque

Um documento assinado pelo Ministério da Saúde autorizou a compra de aparelhos utilizados para tratamentos de eletrochoque, também conhecidos como eletroconvulsoterapias para o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida polêmica nesta semana em uma portaria que faz alterações na Política Nacional de Saúde Mental e nas Diretrizes da Política Nacional sobre Drogas.

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A terapia de eletrochoque
causa bastante controvérsia dentro da comunidade psquiátrica, mas ainda é permitida por leis em países como Estados Unidos, Reino Unido e China. No Brasil, a prática também é permitida, mas caiu em desuso e não era utilizada na saúde pública.

“Quando se trata de oferta de tratamento efetivo aos pacientes com transtornos mentais, há que sebuscar oferecer no SUS a disponibilização do melhor aparato terapêutico para a população.Como exemplo, há a Eletroconvulsoterapia (ECT), cujo aparelho passou a compor a lista doSistema de Informação e Gerenciamento de Equipamentos e Materiais (SIGEM) do FundoNacional de Saúde, no ítem 11711. Desse modo, o Ministério da Saúde passa a financiar acompra desse tipo de equipamento para o tratamento de pacientes qua apresentamdeterminados transtornos mentais graves e refratários a outras abordagens terapêuticas”, dia um trecho da resolução.

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Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo,
o responsável pela pasta, Luiz Henrique Mandetta, disse desconhecer o documento. O ministro disse, no entanto, que as medidas eram “sem dúvida, polêmicas.”

Já o Coordenador Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Quirino Cordeiro, que foi o responsável pela assinatura da nota, defendeu o uso da prática. Ele também minimizou a possibilidade de abusos durante o tratamento. “Há sim uma fiscalização. E abusos podem ser cometidos em qualquer instituição”, disse.

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Além da compra de aparelhos para tratamentos com eletrochoque, a resolução ainda aprovou outras medidas consideradas polêmicas. Entre elas, estão a possibilidade da internação de crianças em hospitais psiquiátricos e a pregação abstinência para o tratamento de dependentes de drogas

Fonte: IG Saúde
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Como ajudar alguém que sofre de depressão?

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Minha Saúde

Depressão é uma doença séria e que demanda atenção. Estima-se que 2 milhões de brasileiros sofram com esse mal por ano. Assim, a depressão requer atenção e apoio de pessoas próximas. Portanto, o primeiro passo para ajudar uma pessoa em depressão é se informar sobre a doença, seus riscos e sintomas. Assim, será mais fácil perceber quando a pessoa não está bem.

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A depressão, doença que afeta dois milhões de brasileiros por ano, requer atenção e apoio de pessoas próximas

A primeira recomendação é que a pessoa seja acolhedora. Além disso, é fundamental falar sobre o assunto. Se a depressão for tratada como tabu, a pessoa que sofre da doença tende a se isolar. Portanto, não se deve fingir que ela não existe.

A pessoa que precisa de apoio também deve se sentir segura e acolhida para desabafar . Às vezes, conversar e tomar um café juntos já é suficiente para fazê-la se sentir melhor. Por isso, a dica para quem deseja ajudar é: ouça sem julgar. Tenha o cuidado de evitar frases que menosprezem seus sentimentos, como “tem gente com problema pior” ou “bem que eu te avisei”.

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De acordo com o médico Drauzio Varella, em determinados casos, é necessário conduzir mecanismos de ajuda. Sendo assim, marque uma consulta, acompanhe a pessoa ao psiquiatra e estimule-a a seguir as orientações do médico e tomar medicamentos se necessário.

Quais são as causas da depressão?

As causas possíveis incluem uma combinação de origens biológicas, psicológicas e sociais de angústia. Cada vez mais, as pesquisas sugerem que esses fatores podem causar mudanças na função cerebral, incluindo alteração na atividade de determinados circuitos neuronais no cérebro.

A sensação persistente de tristeza ou perda de interesse que caracteriza a depressão pode levar a uma variedade de sintomas físicos e comportamentais. Estes podem incluir alterações no sono, apetite, nível de energia, concentração, comportamento diário ou autoestima. A depressão também pode ser associada a pensamentos suicidas.

A base do tratamento geralmente inclui medicamentos, psicoterapia ou uma combinação dos dois. Cada vez mais, as pesquisas sugerem que esses tratamentos podem normalizar alterações cerebrais associadas à depressão.

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Portanto, ajudar alguém em depressão é fundamental para que essa pessoa saia dessa condição ou ao menos alivie os seus sintomas.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Leite de vaca pode causar câncer ou feminizar homens? Nutricionista responde

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Na manhã desta segunda-feira (19) uma polêmica tomou o perfil oficial de Dr. Robert Rey, cirurgião e apresentador de televisão. Ele postou uma imagem com a seguinte frase. “Leite é um veneno! Feminiza homens e causa câncer de mama”.

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Thinkstock/Getty Images
Leite de vaca, em excesso, pode fazer mal a saúde

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A publicação sobre o consumo de leite teve quase duas mil curtidas, 500 compartilhamentos e diversos comentários. No geral as pessoas concordaram com a afirmação de Dr. Rey e o iG Saúde foi atrás de uma nutricionista para saber se as afirmações do cirurgião são verídicas ou não.

De acordo com Gabriela Cilla, nutricionista da Nutricilla, é importante entender as propriedades do leite para, depois, contextualizar com as afirmações de Dr. Rey.

“Nós [seres humanos] somos os únicos animais mamíferos que saímos da ‘teta’ da mãe e vamos para a ‘teta’ da vaca. É o único animal mamífero que, pós-adulto, ainda continua consumindo uma fonte de leite. As pessoas se perguntam por que temos tanta intolerância alimentar e é por que o leite é de vaca, ele não é um leite voltado para a digestão humana”, explica a médica.

Gabriela cita que a superprodução está potencializando os fatores de inflamação no alimento e prejudicando diretamente a nossa saúde.

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“A vaca que ontem era de uma fazenda e alimentava 4 ou 5 pessoas, hoje tem que ficar enclausurada e render mais de 20/30 litros de leite por dia, causando pus na teta, inflamação e estresse na vaca e que a gente obviamente acaba consumindo por questão hormonal”, comenta.

E é nesse ciclo que as complicações são geradas. “A questão do câncer de mama [citada por Dr. Rey] não é sobre o câncer em si. A gente tem interleucina6, é uma interleucina que nós temos que, se cutucada todos os dias, pode vir a desenvolver uma doença maligna, mas não é só relacionada ao leite, exclusivamente”.

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“Ele [leite] é um alimento mucogênico e, todo alimento que é mucogênico, prolifera a flora intestinal. Então se a pessoa tem uma predisposição a isso, em mulher pode causa candidíase, piorar sinusite, rinite e etc. e nos homens pode dar aumento de mama (ginecomastia), pela questão da proteína, mas não é o alimento em si que causa tudo isso, é o quanto dele que se consome”, alerta Gabriela. Inclusive ela afirma que o leite de soja possui isoflavona e também pode aumentar a mama em homens.

A nutricionista frisou muito que o consumo errado e excessivo do leite de vaca pode causar problemas à saúde. Assim como vários outros alimentos em excesso. “A intolerância é também pelo uso indevido dos alimentos. O processo inflamatório não é por causa do alimento em si, mas do super uso”.

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Como consumir leite de maneira saudável?

Para Gabriela Cilla é possível consumir o leite de forma saudável e sem ‘grilos’. A dica mais importante é o consumo consciente e sem exageros, optar por fontes de laticínios ao invés do leite e ter ‘rotatividade’ nos tipos com o leite de castanha, leite de arroz, leite de aveia ou leite de soja.

Porém, é de suma importância que qualquer mudança na alimentação seja acompanhada por um especialista. “Buscar uma orientação nutricional para saber até aonde é importante a gente tirar ou colocar, em que momento do dia é possível tirar ou colocar, quais fontes são necessárias ou não, para que a pessoa busque um equilíbrio. A palavra chave é essa, equilíbrio”, finaliza.

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Portanto, não acredite em qualquer frase postada nas redes sociais. Evite o “terrorismo nutricional” e procure uma orientação médica apropriada. Beber leite não faz mal a saúde, beber leite em excesso pode sim render alguns problemas. Como a própria nutricionista disse, é preciso equilíbrio.

Fonte: IG Saúde
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