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Brumadinho em imagens: confira a galeria de fotos da tragédia

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Lama invadiu a zona baixa de Brumadinho após rompimento de barragem da Vale
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Lama invadiu a zona baixa de Brumadinho após rompimento de barragem da Vale

O rompimento da barragem 1 da mina Corrégo do Feijão, da mineiradora Vale, causou um enorme estrago na pequena cidade de Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O incidente aconteceu na última sexta-feira (25) e já foram contabilizadas 60 mortes, além de 292 desaparecidos.

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A tragédia foi responsável algumas das imagens mais impressionantes dos últimos tempos. Desde as fotos da cidade coberta por lama logo após o acidente, até os incríveis cliques das operações de resgate comandadas pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, o rompimento da barragem causou comoção em todo o Brasil. Confira a galeria de imagens de Brumadinho :

Desde o rompimento da barragem, a cidade de Brumadinho já recebeu centenas de bombeiros voluntários de todo o Brasil. As Forças Armadas também ficaram à disposição da cidade. Uma tropa com 130 soldados israelenses também desembarbou em solo mineiro para auxiliar na busca.

Dos 60 mortos confirmados, 19 já foram indentificados pelas autoridades. Segundo o Corpo de Bombeiros , 192 pessoas foram resgatadas com vida e nenhuma delas corre risco.

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A mineiradora Vale, responsável pela barragem , que teve R$ 11,8 bilhões bloqueados pela Justiça. O valor representa quase 50% do caixa da empresa, que também já recebeu multas do Ibama, do Governo do Estado de Minas Gerais e do Ministério do Trabalho. Autoridades como o vice-presidente Hamilton Mourão, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, já pediram punições severas aos responsáveis.

O advogado Sergio Bermudes, contratado pela empresa, disse ao jornal O Estado de São Paulo que a “Vale não vê responsabilidade. Nem por dolo, que é infração intencional da lei, nem por culpa, que é a infração da lei por imperícia, imprudência ou negligência. Ela atribui o acontecido a um caso fortuito que ela está apurando ainda.”

A Vale reagiu às declarações de seu advogado e esclareceu que “não autorizou nem autoriza terceiros, inclusive advogados contratados, a falar em seu nome”. “A Vale volta a ressaltar, de forma enfática, que permanecerá contribuindo com todas as investigações para a apuração dos fatos e que esse é o foco de sua diretoria, juntamente com o apoio às famílias atingidas”, disse a empresa, em comunicado.

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O número de vítimas fatas da tragédia de Brumadinho  irá aumentar nas próximas horas, dizem os bombeiros. Segundo os agentes, corpos que já foram retirados da lama ainda não entraram na contagem oficial, que foi atualizada na tarde desta segunda-feira (28).

Fonte: IG Nacional
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Folião é esfaqueado no Bloco Domingo Ela Não Vai

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Nesta segunda-feira (24), um folião de 39 anos foi esfaqueado após uma tentativa de assalto durante o desfile do Bloco Domingo Ela Não Vai, que aconteceu na região Central de São Paulo. 

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Público do Bloco Domingo Ela Não Vai em 2020 arrow-options
Reprodução Instagram

Público do Bloco Domingo Ela Não Vai em 2020

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Segundo informações da Polícia Militar, o ataque ao folião aconteceu por volta de 14h50, quando o bloco Domingo Ela Não Vai passava pela Avenisa São Luis, na Santa Cecília.

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O folião  foi encaminhado para o Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde foi atendido e recebeu alta. De acordo com o depoimento do mesmo para a Polícia Militar , dois homens e uma mulher trans tentaram assaltá-lo. Ele reagiu e foi ferido no braço por uma faca artesanal. Até o momento ninguém foi preso.

Fonte: IG Nacional
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​Plano de saúde coletivo não pode ser cancelado durante tratamento

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Agência Brasil

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) definiu que as operadoras de plano de saúde coletivo não podem romper o contrato de prestação dos serviços durante o tratamento médico. Pela decisão, a cobertura deve valer enquanto os beneficiários estiverem internados ou em tratamento e só pode terminar após a alta médica.

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Hospital Tibe Setúbal arrow-options
Reprodução/Facebook

Hospital Tibe Setúbal, na zona leste de São Paulo

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O caso julgado pelo STJ envolveu uma operadora de plano de saúde que cancelou unilateralmente o plano coletivo de 203 funcionários de uma transportadora, que recorreu à Justiça para manter a continuidade da cobertura.

Apesar de garantir a cobertura para quem está em tratamento, a Terceira Turma do tribunal entendeu que as operadoras podem cancelar o contrato por conta própria, no entanto, além de manter o tratamento , devem cumprir a vigência de 12 meses e notificar os trabalhadores com antecedência mínima de 60 dias. O julgamento ocorreu em outubro do ano passado, mas o acórdão, que é a decisão final, foi divulgada nesta semana pelo STJ.

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Durante o julgamento, prevaleceu o voto do relator, ministro Marco Aurélio Bellizze. Para o ministro, embora a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998) proíba a suspensão ou rescisão somente de planos individuais, o direito à saúde beneficiário se sobrepõem a cláusulas contratuais também nos contratos coletivos.

“Entretanto, não obstante seja possível a resilição unilateral e imotivada do contrato de plano de saúde coletivo, deve ser resguardado o direito daqueles beneficiários que estejam internados ou em pleno tratamento médico, observando-se, assim, os princípios da boa-fé, da segurança jurídica e da dignidade da pessoa humana”, definiu o acórdão.

Judicialização da saúde

Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a judicialização na saúde cresceu aproximadamente 130% nas demandas de primeira instância da Justiça entre 2008 e 2017. Problemas com os convênios foram a maior causa (30,3%) dos pedidos de processos relacionados ao assunto no país.

Fonte: IG Nacional
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