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Segurança Pública

Por falta de pagamento mais de 25% dos carros da polícia são recolhidos e estão parados em pátio da locadora

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Mais de 25% dos veículos utilizados pelos órgãos de segurança pública de Mato Grosso não estão funcionando por falta dos pagamentos às locadoras, segundo a União dos Conselhos de Segurança do estado.

Os veículos recolhidos são levados para um pátio que fica na Rodovia dos Imigrantes, entre Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana. Mais de 250 viaturas estão paradas até que o governo do estado se posicione sobre o repasse do dinheiro.

O presidente da União dos Conselhos de Segurança de Mato Grosso, Danilo Moraes, explicou que a falta de viaturas para a segurança pública se deve à falta de repasses do governo estadual, o que ocasiona demora no atendimento das ocorrências.

“Hoje se o cidadão ligar no 190 e a viatura demorar para chegar. Não é culpa do policial e sim do governo do estado anterior que deixou terminar o contrato e não realizou um novo para substituir as viaturas”, disse.

A empresa que fornece os veículos se recusou assinar uma prorrogação de emergência, porque também não recebeu o repasse do dinheiro.

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“As viaturas que ainda estão no interior, estão sendo mantidas pela comunidade e até mesmo pelos próprios policiais, porque se vir para Cuiabá, ela não irá retornar”, avaliou Danilo.

O ônibus da delegacia móvel da PM foi levado para a oficina para trocar o óleo do motor em abril de 2018, no entanto, a empresa não realizou o serviço porque tem R$ 60 mil a receber do estado.

Um dos contratos com 750 unidades terminou no início de novembro.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), afirmou que o repasse não está sendo feito por falta de dinheiro no estado e a dívida de R$ 4 bilhões com os fornecedores.

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Segurança Pública

Operações integradas prendem 181 pessoas em flagrante no Estado

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As forças de segurança de Mato Grosso prenderam 181 pessoas em flagrante e conduziram 122 a delegacias, entre janeiro e março deste ano, durante operações integradas realizadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). O levantamento foi feito pela Coordenadoria de Planejamento e Monitoramento (Coplam), a respeito das atividades desenvolvidas pela Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop).

O balanço é resultado das 10 operações integradas que ocorreram no primeiro trimestre de 2019. Foram cinco no mês de março, entre elas a Operação Carnaval que contemplou todo o Estado, e as demais que ocorreram em Colíder, Água Boa, Nova Xavantina, Feliz Natal e Tangará da Serra. Já em fevereiro, ocorreram quatro operações integradas nos municípios de Santo Afonso, Alto Paraguai, Poconé, Várzea Grande e Vila Cardoso. No mês de janeiro, as forças atuaram em uma operação, na cidade de Colniza.

No total, foram empregados 1.497 policiais militares, 511 policiais civis, 1.137 bombeiros militares, 555 servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 15 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). Também houve atuação de 145 pessoas, entre integrantes do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas e servidores de outros setores da Sesp-MT.

Nestes três meses, as ações resultaram na apreensão de pouco mais de 40kg de drogas e no cumprimento de 48 mandados de busca e apreensão e 14 de mandados de prisão, internação cautelar e prisão temporária. Dos 221 veículos abordados, foram apreendidos 107 e 12 foram recuperados/localizados. Houve também apreensão de 13 armas de fogo. Os integrantes atuaram em 72 ações de bloqueio (inopinada), 71 de saturação (asfixia) 179 de start. A atuação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT) nestas operações integradas resultou em 33 ações de fiscalização.

Para o secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp-MT, coronel Victor Fortes, os resultados fortalecem o sistema de segurança pública e melhoram as respostas aos anseios da sociedade. “A presença das forças nas ruas, de forma integrada, fortalece a proteção ao cidadão e também reflete em redução de custos, já que os órgãos de segurança não atuam de forma isolada”.

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A Saiop desenvolve todo o cronograma levando em consideração as 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs). “As operações são planejadas de acordo com o trabalho de análise de dados feito pela Inteligência, que consegue identificar os pontos mais sensíveis e problemas específicos de cada localidade do estado que compõe cada uma dessas RISPs”, acrescenta.

Bairro Integrado

A Saiop também coordena outras operações: intermitentes, para grandes eventos, e relacionadas a crises (trabalho especializado para resolução de problemas). No âmbito preventivo, há também a operação Bairro Integrado, que visa levar serviços de segurança e de cunho social às escolas públicas.

Este ano, a iniciativa já ocorreu no município de Água Boa, no dia 28 de março, na Escola Estadual 9 de Julho. O público geral atendido foi de 2.100 pessoas, entre pais e demais moradores do entorno, e 1.770 estudantes. Além da unidade que sediou o evento, participaram alunos da Escola Nova Esperança, Escola Estadual Antônio Grohs e Cooperensino.

Foram realizadas palestras em 15 salas de aula com orientações sobre cidadania. Também foram oferecidos serviços de confecção de RG (18 documentos) pela Politec; 120 atendimentos e orientações pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e 100 pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS); e 200 pela Secretaria Municipal de Saúde.

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Nove estudantes que participaram de um concurso de redação ainda foram premiados com sobrevoo de helicóptero pelo Ciopaer. Além destes parceiros, esta edição contou com a participação da PM-MT, PJC-MT, CBM-MT, Detran, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OAB-MT), Conselho Tutelar e Câmara Municipal.

Fonte: GOV MT
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Segurança Pública

Escâneres corporais reforçam segurança nas duas maiores unidades prisionais de MT

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Equipamentos de escâneres corporais vão reforçar a segurança da Penitenciária Major PM Eldo Sá Correa, em Rondonópolis, e da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Os aparelhos são um sistema avançado de imagens corporais capazes de detectar materiais metálicos e não metálicos que estiverem sob as roupas, na superfície ou interior do corpo dos visitantes das unidades prisionais.

O escâner foi entregue nesta sexta-feira (28.12) na PCE. Em Rondonópolis, está em fase de instalação. Para o secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Fausto Freitas,os equipamentos contribuem para reforçar a segurança. “A entrada de celulares, drogas e armas também compromete a vida dos servidores. Com o escâner vamos garantir que o trabalho dos agentes seja realizado com ainda mais qualidade e eficiência, buscando reforçar a segurança nas duas maiores penitenciárias do estado”, acredita Fausto.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária, Emanoel Alves Flores, explica que o escâner oferecerá uma imagem de alta resolução e será possível detectar aparelhos eletrônicos, celulares, arma de fogo, armas brancas, cerâmicas, madeiras, entorpecentes, explosivos, fios metálicos e demais ilícitos. “Os avanços tecnológicos têm contribuído significativamente para a segurança do sistema penitenciário no país. E Mato Grosso não tem ficado de fora, pois ao longo dos dois últimos anos a secretaria recebeu recursos que estamos investindo fortemente nessa área”, assegurou.

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O escâner corporal funciona com ondas de radiofrequência e ao contrário dos raios X, elas não atravessam o corpo humano, com receptores que ficam posicionados em duas colunas que giram 360 graus, repetindo o escaneamento várias vezes, de diferentes ângulos. O escâner obedece as normas brasileiras que regulamentam esse tipo de equipamento e tem autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear para uso em dependências do sistema penitenciário do país.

O recurso para locação dos aparelhos é do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na ordem de R$ 479.733 mil anuais. A operação dos aparelhos será feita por agentes capacitados.

 

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