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Gabriel Medina assume a liderança do Mundial de surfe a duas etapas do fim

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O australiano Julian Wilson conquistou sua segunda vitória na temporada e acabou com a longa série de sete vitórias consecutivas do Brasil no Mundial de Surfe . Já o brasileiro Gabriel Medina, eliminado na semifinal, assumiu a liderança do ranking a duas etapas do fim.

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Gabriel Medina foi eliminado na semifinal da etapa francesa, mas assumiu a ponta do ranking do Mundial a duas etapas do fim
WSL / Poullenot

Gabriel Medina foi eliminado na semifinal da etapa francesa, mas assumiu a ponta do ranking do Mundial a duas etapas do fim

A decisão da etapa francesa foi com dois atletas da Austrália como na primeira etapa, com Julian derrotando o convidado Ryan Callinan com a mesma arma que usou para barrar Gabriel Medina com uma nota 10 nas semifinais, o aéreo reverse de backside nas esquerdas de Les Culs Nus.

Medina assumiu a ponta na corrida pelo título mundial e agora Julian Wilson entrou na briga, já com chances de disputar a lycra amarela (dada ao primeiro do ranking) com ele e Filipe Toledo na próxima etapa, que começa na terça-feira em Portugal.

Com a derrota de Filipe Toledo na terceira fase para a grande surpresa do Quiksilver Pro France, o convidado Ryan Callinan, Medina precisava chegar nas semifinais para lhe tirar o primeiro lugar no ranking.

Ele já tinha feito isso cinco vezes nos sete anos que competiu na França e conseguiu de novo, ganhando a reedição da sua vitória na final do ano passado com o havaiano Sebastian Zietz na última quarta de final.

Aí encontrou o mesmo Julian Wilson com quem decidiu o título em Hossegor em 2012, quando tentava o bicampeonato em sua segunda participação na etapa francesa do World Surf League Championship Tour.

Foi uma verdadeira batalha aérea nas esquerdas de Les Culs Nus e o australiano completou um “aéreo reverse” muito alto logo no início da bateria, que os juízes deram nota 10 unânime para ele, a única de todo o campeonato.

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Mesmo assim, Medina correu atrás e foi em várias ondas também arriscando os aéreos, mas a cada aproximação, o australiano respondia aumentando a vantagem. A maior nota que o brasileiro conseguiu foi 7,77 e Julian deu o troco com 6,67 para ganhar a segunda vaga na final por 16,67 a 15,44 pontos.

Na decisão do título, Ryan Callinan largou na frente com 6,83 e Julian Wilson respondeu com 6,67. A bateria chegou a ser paralisada devido à forte neblina que impedia uma boa visualização dos juízes, mas logo retornou com Callinan aumentando a vantagem com uma nota 7,40 em sua melhor onda na final.

Julian seguia arriscando o aéreo reverse que lhe deu uma nota 10 nas semifinais, falhou em algumas tentativas, mas, de tanto tentar, acertou um que valeu 8,67 para confirmar sua segunda vitória no ano por 15,34 a 14,23 pontos.

Com o título na etapa da França, Julian Wilson atingiu 47.125 pontos no ranking, ficando a 4.645 pontos dos 51.770 do novo líder, Gabriel Medina, com Filipe Toledo caindo para o segundo lugar com 51.450. Os três vão brigar pelo título mundial nas duas últimas etapas da temporada e pela lycra amarela.

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A batalha entre Gabriel Medina e Filipe será fase a fase nas ondas de Supertubos, em Peniche, enquanto Julian Wilson só ultrapassa a pontuação atual do líder se chegar nas semifinais. Lembrando que, assim como na França, Medina vai defender o título de campeão na etapa portuguesa, conquistado na final do ano passado com o próprio Julian Wilson.

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Seleção masculina de handebol estreia no Torneio Centro Sul-Americano

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Ainda sem vaga garantida nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, a seleção masculina brasileira de handebol estreia nesta terça (21) contra o Paraguai, na 19ª edição do Campeonato Centro Sul-Americano, na cidade de Maringá, no Paraná. O Brasil entra em quadra às 19h, no Ginásio do Parque do Japão. O torneio garante três vagas para o Mundial de Handebol no Egito, em 2021.

Além do Brasil, estão na briga as seleções do Chile, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. Todos os times jogam contra todos e os três melhores se classificam para o Mundial. O torneio termina no próximo sábado (25).

Comandados pelo técnico espanhol Daniel Gordo, 20 atletas da seleção brasileira vêm treinando desde o início deste mês. O torneio será um bom termômetro da preparação da equipe com vistas à última chance de classificação para Tóquio 2020, que ocorrerá no torneio Pré-Olímpico, entre 19 e 22 de março. Mas essa chance só existirá se o Egito vencer o Campeonato Africano, ainda em curso. Em caso de vitória da seleção egípcia, o país africano garante uma vaga direta em Tóquio 2020, abrindo possibilidade para o Brasil disputar o Pré-Olímpico.  

Confira abaixo o cronograma de jogos do Brasil:

• 21/01 – 19h – Brasil x Paraguai – Ginásio Parque do Japão
• 22/01 – 19h –  Bolívia x Brasil – Ginásio Parque do Japão
• 23/01 – 19h – Brasil x Chile – Ginásio Chico Neto
• 24/01 – 19h – Uruguai x Brasil – Ginásio Chico Neto
• 25/01 – 19h – Brasil X Argentina – Ginásio Chico Neto

 
Edição: Guilherme Neto
Fonte: IG Esportes
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Coluna: Quanto vale o show?

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Os jogos do Flamengo pelo Campeonato Estadual do Rio, o chamado Carioca, não estão sendo transmitidos pela TV. O clube não aceitou os valores propostos pela TV Globo e entende que, por uma questão de demanda dos telespectadores – em especial nos jogos transmitidos na TV fechada – e de audiência, merece receber mais que Botafogo, Fluminense e Vasco. Ele está certo?

Ano passado tive a oportunidade de entrevistar dois especialistas em administração esportiva – Pedro Daniel, da EY, e Cesar Grafietti, do Banco Itaú. E ambos têm uma visão clara de que, em poucos anos, não teremos mais os chamados 12 grandes clubes, mas de cinco a seis, principalmente porque o foco das competições vai mudar para as nacionais e internacionais, com premiações maiores e mais interessantes. Segundo eles, a rivalidade estadual vai perdurar pela história, mas a nacional vai se tornar maior. E, como exemplo, vale lembrar que, agora em fevereiro, o Flamengo vai disputar um título nacional contra o Athletico Paranaense, e que, no Brasileirão, os principais adversários deverão ser, ao menos em tese, Palmeiras e Grêmio.

Dito isso, vamos voltar ao cenário estadual. E para isso vou aproveitar informações de outro estudioso, Vinícius Paiva. Que se valeu da audiência da TV nos três últimos Estaduais do Rio para mostrar que, nos clássicos, a média de audiência do Flamengo foi de 34 pontos, contra 31 do Fluminense, 29 do Vasco e 28 do Botafogo; contra os chamados “pequenos”, as médias foram, respectivamente, 27, 18, 21 e 19. Nos clássicos em que o Flamengo esteve presente, a média ficou em 34 pontos; sem ele (envolvendo apenas Fluminense, Vasco e Botafogo), 26.

Na TV fechada, a diferença se torna ainda maior, já que o ranking de torcidas que aderiram ao PPV coloca o Flamengo com 18,9% em primeiro lugar; o Vasco vem em quinto, com 7,4%; o Fluminense, em 11º, com 3,8%; e o Botafogo em 12º, com 3,55%.

É curioso ver que nos Estaduais a diferença entre as cotas dos grandes para os de menor investimento é infinitamente maior que a do Brasileirão. Há campeonatos em que ela é de 13 vezes mais!!! E ninguém surge para defender esses clubes, que têm história no passado e que abasteciam os grandes com os jogadores que revelavam. Esses “pequenos” praticamente desapareceram, mas os “grandes” sobreviveram, o que reforça a tese dos consultores citados acima.

A frieza dos números deixa claro que a presença do Flamengo numa transmissão faz diferença. Que pode não representar um valor tão mais alto que o clube deseja arrecadar, mas que justifica uma cota maior que os demais. A questão é mensurar quanto a mais vale o show.

Edição: Marcos Alcântara
Fonte: IG Esportes
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