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Política Nacional

Em discurso após resultado do 1º turno, Bolsonaro fala em fraude nas eleições

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Em primeiro discurso após resultado do 1º turno, Jair Bolsonaro (PSL) falou sobre a possibilidade de fraudes nas eleições 2018
Reprodução/TV Globo
Em primeiro discurso após resultado do 1º turno, Jair Bolsonaro (PSL) falou sobre a possibilidade de fraudes nas eleições 2018

Jair Bolsonaro (PSL) está no 2º turno das eleições 2018 para presidente. O  candidato obteve 46,8% dos votos válidos
contra 28,2% do seu principal adversário, Fernando Haddad, do PT, mas ainda assim escolheu começar seu discurso pós-apuração ressaltando a possibilidade de fraudes nas urnas eletrônicas.

Segundo Jair Bolsonaro
, ele recebeu “muitas críticas de urnas que tiveram problemas. E não foram poucas”. Apesar disso, o Tribunal Superior Eleitoral  (TSE) afirmou que apenas 0,33% do total de 454,4 mil urnas
utilizadas no pleito deste ano precisaram ser substituídas.

O candidato do PSL
chegou a mencionar problemas como “se votava para governador e depois se encerrava simplesmente o voto daquela pessoa; se votava 1 e automaticamente já mostrava o número do candidato da esquerda”, na sequência, Bolsonaro reforçou sua proposta de votos impressos.

Entretanto, o TSE também desmentiu a informação de que esses erros tenham acontecido e admitiu apenas que uma urna em São Paulo sugeria voto nulo para presidente, mas que depois de algumas tentativa, o erro foi corrigido e a própria eleitora em questão conseguiu confirmar o voto no seu candidato.

Na sequência do discurso pós-apuração
, o candidato afirmou que diante das condições, ser de um partido pequeno, não tem fundo partidário e ficou e ainda está há 30 dias hospitalizado, “conseguir uma vaga no 2º turno não deixa de ser uma vitória”. Ele também se vangloriou da vitória em quatro das cinco regiões do País e reforçou suas propostas para o “povo humilde, conservador e trabalhador”do Nordeste que “ficará livre da mentira, da coação que sempre existiu por parte do PT”.

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O candidato também falou que “agora restam apenas dois caminhos: o da prosperidade, da liberade, da família, o que está ao lado de Deus e, por outro laod, sobre o caminho da Venezuela. Não queremos a volta desse tipo de gente para ocupar o Palácio do Planalto. O Brasil teve a experiência de 13 anos com o que há de pior na política e como herança tivemos um País que viu seus valores familiares desgastados e mergulhou o País numa crise ética, moral e econômica. Nunca visto.”

Leia também: Quem é Jair Bolsonaro e quais suas propostas para governar 

Jair Bolsonaro
disse ainda no discurso que “nosso País está a beira do caos e nós não podemos dar mais um passo a esquerda. O caminho agora é pelo centro à direita”, falou o candidato, ao lado do economista Paulo Guedes, tentando amenizar o tom do discurso mais radical que fez no primeiro turno.

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Política Nacional

No Senado, CCJ aprova votação aberta sobre prisão de parlamentares

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (15) o relatório da senadora Juiza Selma (PSL – MT) sobre o projeto de resolução PRS 57/2015 que altera o Regimento Interno da Casa para que votações sobre manutenção de prisão de parlamentar sejam abertas.

Para o autor da proposta, senador Reguffe ( Sem partido – DF), o eleitor tem o direito de saber como o seu representante se posiciona em cada uma das votações, seja qual for o assunto em apreciação pelo Plenário. Segundo o senador, seu projeto faz apenas uma adequação do Regimento ao que já diz a Constituição no caso de prisão de parlamentar.

Pelo Parágrafo2º do Artigo 53 da Constituição Federal “desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de 24 horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão”.

O último caso de votação desse tipo envolveu o ex-senador Delcídio do Amaral , em novembro de 2015. À época, em uma votação aberta, os senadores mantiveram a prisão do parlamentar, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

Como se trata de uma alteração no Regimento Interno da Casa, o texto segue para deliberação da Comissão Diretora da Casa. O colegiado, composto pelos membros da Mesa do Senado, não tem prazo para analisar a matéria que, até o fechamento dessa reportagem, tinha duas emendas apresentadas.

Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Bolsonaro cumprimenta crianças que faziam turismo cívico no Alvorada

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O presidente Jair Bolsonaro surpreendeu na manhã deste sábado (18), acompanhado da primeira-dama, Michele, e do general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, ao sair no jardim do Palácio da Alvorada e ir ao portão cumprimentar pouco mais de 100 crianças de uma escola pública de Brasília, que faziam turismo cívico pela cidade.

Recebido com gritos de “Bolsonaro, cadê você, eu vim aqui só pra te ver”, bem-humorado e à vontade, de chinelo, bermuda e camisa da seleção brasileira, o presidente pegou uma das crianças no colo, posou para fotos, enquanto incentivava os pequenos a gritar a frase “Pátria Amada, Brasil”.

O presidente Jair Bolsonaro vem até a entrada do Palácio da Alvorada, e conversa com crianças e posa para fotos.

O presidente Jair Bolsonaro conversa com crianças e posa para fotos no portão do Alvorada – Valter Campanato/Agência Brasil

No encontro, de cerca de 15 minutos, Bolsonaro disse às crianças que o bem sempre vence o mal: “Meu sonho de ser presidente é para ajudar o Brasil. Tem muita gente ruim no Brasil, sabia? Mas o bem sempre vence o mal”, afirmou. Ele acrescentou que a verdade é algo muito importante. Ainda durante a conversa, o presidente também prometeu que irá à escola hastear a bandeira e cantar o hino nacional. A vice-diretora da escola, Cárita Alessandra Sá, disse que o encontro de hoje não foi combinado.

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Sobre o que quis dizer com um texto que teria sido compartilhado por ele ontem (17) no Whatsapp que dizia que o Brasil fora de conchavos é “ingovernável”, o Jair Bolsonaro afirmou: “O texto? Pergunta para o autor. Eu apenas passei para meia dúzia de pessoas”.

Edição: Wellton Máximo
Fonte: EBC Política
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