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Economia

Sócios fundam F11 Investimentos por autonomia na assessoria de investimentos

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F11 Investimentos é resultado da busca dos sócios por mais independência e autonomia para oferecer as opções adequadas para seus clientes
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F11 Investimentos é resultado da busca dos sócios por mais independência e autonomia para oferecer as opções adequadas para seus clientes

Autonomia, segurança e acompanhamento personalizado. Quando se trata de investimentos financeiros e assessoria na gestão de patrimônios, há poucas coisas mais requisitadas do que esses três elementos por parte dos investidores e é exatamente isso que a F11 Investimentos oferece para uma ampla cartela de clientes adquirida desde a fundação, em 2009, pelos sócios Rodrigo Teixeira da Costa e Marcio Fucs.

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Assessores de investimentos com longa carreira, eles entendem o mercado financeiro como poucos e depois de passarem boa parte da vida profissional trabalhando para bancos internacionais foram amadurecendo a ideia de fundar a própria empresa para superar obstáculos que eles enxergavam no caminho dos verdadeiros melhores investimentos. Daí surgiu a
F11 Investimentos
.

Enquanto Marcio Fucs é graduado em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Rodrigo Teixeira da Costa, formado em economia pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e com MBA em Finanças pelo atual Ibmec, escola pioneira em MBA em finanças no Brasil, e é ele quem nos conta a trajetória da empresa.

“Eu e Marcio trabalhávamos na Wachovia Securities Brasil, representação da corretora do Banco Wachovia, quando eles resolveram encerrar as atividades no Brasil e nos ofereceram uma mudança de país, o que acabou sendo o gatilho que eu e o Marcio precisávamos para tirar do papel a ideia de ter a nossa própria empresa. Então surgiu, em 2009, a F11 Investimentos”, relata Rodrigo.

Daí em diante, os sócios fundadores colocaram toda sua experiência e conhecimento do mercado financeiro à disposição da empresa que, agora, era deles mesmos para fazer a captação de clientes, a assessoria de investimentos e o acompanhamento individualizado de cada um deles. Assim, a F11 cresceu rápido e consistentemente como espera fazer com o patrimônio de seus clientes.

F11 Investimentos: método independente e individualizado


Rodrigo Costa, um dos sócios fundadores da F11 Investimentos, explica os métodos de trabalho que garantem autonomia, independência, agilidade e segurança aos clientes
Reprodução/Arquivo pessoal

Rodrigo Costa, um dos sócios fundadores da F11 Investimentos, explica os métodos de trabalho que garantem autonomia, independência, agilidade e segurança aos clientes

Para conseguir fazer isso, a empresa oferece um serviço individualizado. Rodrigo nos explica que após o primeiro contato com o novo cliente, a F11 traça um perfil do investidor e monta uma carteira de investimentos personalizada para ele. E o sócio nos garante que cada cliente tem a sua própria carteira, nada de pacotes pré-moldados.

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“Como o mercado é muito dinâmico, nós nem teríamos como sugerir a mesma coisa para todos os nossos clientes. Nós analisamos cada caso e sugerimos o melhor para cada um de acordo com seu perfil, com autonomia e independência”, explica Rodrigo que, garante, “a palavra final, é claro, é sempre do cliente.”

E identificar qual o perfil do novo cliente é realmente uma prioridade da F11, por isso a empresa procura saber mais do que números frios como a idade do investidor, o valor que está disposto a aplicar e o prazo de retorno. O sócio fundador descreve que “precisamos levar em consideração o perfil de risco do cliente: ele tem filhos? Estão saindo da faculdade ou entrando na escola? Ele vive de aluguel ou tem vários imóveis? Esse é todo o patrimônio que ele têm ou há mais valores disponíveis ou aplicados? Só assim podemos saber o que realmente oferecer para que ele tenha mais segurança e atinja seus objetivos.”

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Uma vez traçado o perfil, a F11 usa a plataforma da XP Investimentos para oferecer uma vasta cartela de opções à disposição para compor a carteira de investimentos que será sugerida ao cliente. Rodrigo explica que, por ser autônoma, a F11 precisa estar credenciada a uma corretora e escolheram a XP porque as opções são tantas (vão desde títulos de renda fixa como CBD e CDI até compra e venda de ações de maior risco) e tão dinâmicas que, na prática, isso nunca foi um problema. Diferentemente do que pode acontecer quando um investidor resolve fazer suas aplicações através de instituições financeiras mais tradicionais como os bancos tão conhecidos por aí que limitam as opções àquelas que são de sua propriedade.

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Além disso, a XP oferece à F11 condições muito boas de rentabilidade. Rodrigo explica que “o mesmo valor que o cliente pagaria para fazer o investimento direto num fundo é o que ele vai gastar conosco mesmo ganhando um acompanhamento personalizado e em tempo real”. Isso porque parte das taxas de administração cobradas pelos próprios fundos são repassadas para distribuidoras como a XP e, por consequência, a F11. E Rodrigo garante, os valores dos contratos negociados pela XP são bem vantajosos e difíceis de serem batidos.

Captado o cliente e alocado os recursos, resta fazer o acompanhamento. E aí está um dos maiores diferenciais e, ao mesmo tempo, um dos maiores desafios para o agente autônomo. É claro que, por ser independente, a F11 nem poderia querer concorrer com os grandes players do mercado, por isso mesmo a empresa tem uma política de investimentos altos, acima dos R$ 300 mil, para ser capaz de oferecer seus serviços exclusivos aos clientes.

Dessa forma, a empresa que estima operar cerca de R$ 500 milhões em patrimônios, com contas que vão dos citados R$ 300 mil até R$ 9 milhões, tem uma conta média acima de R$ 500 mil por cliente e faz um acompanhamento diário dessas operações, para não dizer, em tempo real.

Além disso, nem um centavo dos clientes é operado sem autorização expressa e oficial dos mesmos, um protocolo de segurança meticuloso exigido pela XP que cobra multas pesadas caso isso não seja respeitado e que, admite Rodrigo, pode até atrapalhar movimentações dentro da dinâmica ágil do mercado, mas que oferece a segurança para o cliente de que seu dinheiro não será manipulado sem a sua autorização.

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Com isso, a
F11 Investimentos
 espera conquistar um espaço cada vez maior no mercado financeiro sempre oferecendo a autonomia, a segurança e o acompanhamento personalizado que serviram de pilares para a fundação da empresa lá no começo.

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Economia

Petrobras não quer tomar empréstimos de bancos públicos com juros diferenciados

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José Cruz/Agência Brasil

“Este ciclo em que a Petrobras se valia de empréstimos com juros diferenciados acabou”, disse Roberto Castello Branco

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que a estatal não pretende mais buscar empréstimos junto a bancos públicos com juros “diferenciados”. A declaração, motivada pela publicação da lista dos 50 maiores clientes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), foi divulgada pela assessoria de imprensa da companhia.

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“Este ciclo em que a Petrobras se valia de empréstimos de bancos públicos, com juros diferenciados, com o objetivo de financiar seus projetos, acabou”, escreveu Castello Branco. “Entendemos que grandes empresas que dispõem de fácil acesso aos mercados financeiros não precisam ser subsidiadas com recursos públicos que deveriam ser investidos em programas em prol da sociedade”, completou.

Na manhã desta sexta-feira (18) , o BNDES divulgou uma lista de seus maiores clientes e uma relação das operações realizadas nos últimos 15 anos. O compilado também traz os países que fizeram empréstimos com o Brasil neste período. A Petrobras aparece em primeiro lugar no ranking, somando R$ 62,4 bilhões em empréstimos e operações de renda variável.

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As informações, porém, já estavam disponíveis no site do banco desde 2015. Naquele ano, quando Dilma Rousseff (PT) ainda era presidente, o BNDES começou a divulgar mais detalhes sobre a identidade de seus clientes, taxas de juros aplicadas e resumos dos projetos apoiados. As contestações por parte do TCU (Tribunal de Contas da União) e as revelações da Operação Lava Jato sobre os escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras motivaram essa tentativa de maior transparência. 

Abrir a suposta “caixa-preta” do BNDES foi uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro (PSL). Quando candidato, o presidente cobrou a divulgação dos valores dos empréstimos que financiaram obras de empresas brasileiras no exterior, principalmente em países vistos como “mau pagadores”. Joaquim Levy , nomeado presidente do banco ainda em 2018, também prometeu tornar públicas essas informações.

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A lista divulgada hoje, na verdade, é uma versão organizada e mais acessível dos dados já disponibilizados periodicamente pelo BNDES . O compilado não difere muito do relatório publicado em 2017, durante o governo de Michel Temer (MDB), e produzido para defender a atuação do banco e atestar sua relevância para o desenvolvimento do País. Este último também pode ser consultado no site da biblioteca digital do BNDES .

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Economia

Seguro-desemprego tem reajuste de 3,43% e pode chegar a mais de R$ 1.700

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Seguro-desemprego sofreu reajuste
Marcello Casal/Agência Brasil

Seguro-desemprego sofreu reajuste

O valor do seguro-desemprego será reajustado em 3,43%. A medida, que vale para parcelas do benefício emitidas a partir do dia 11 de janeiro, foi anunciada nesta sexta-feira (18) pelo Ministério da Economia. 

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De acordo com a pasta, o reajuste do  seguro-desemprego  é diretamente correspondente ao valor final da inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano passado.  

Com os novos valores em prática, a parcela máxima do benefício passará de R$ 1.677,74 para R$ 1.735,29. A mínima, q ue acompanha o valor do salário mínimo , foi R$ 998 ante os R$ 954 praticados em 2019. Vale lembrar que esse tipo de auxílio financeiro só é válido para trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. 

Como eu consigo meu seguro-desemprego? 


Saiba como conseguir o seguro-desemprego
Camila Domingues/ Palácio Piratini

Saiba como conseguir o seguro-desemprego

Estão aptos a receber o benefício aqueles que foram demitidos sem justa causa. Esses trabalhadores podem pegar de três a cinco parcelas do seguro, conforme o tempo trabalhado e o número de pedidos do auxílio.  

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O beneficiário não pode exercer nenhum tipo de atividade remunerada, informal ou formal, enquanto recebe o seguro. Se isso acontecer, o empregado é obrigado a devolver as parcelas recebidas indevidamente. 

Para calcular o seguro-desemprego, é feita uma média das três últimas remunerações do funcionário antes da demissão. Caso o trabalhador tenha ficado menos que três meses em seu último emprego, o cálculo segue a média do salário em dois meses ou em apenas um mês, dependendo do caso. 

Os trabalhadores que recebiam mais de R$ 2.551,96 de salário conseguem o valor máximo do benefício, de R$ 1.735,29. Para ganhos mensais de até R$ 1.531,02, o emprego tem direito a 80% do salário médio ou ao salário mínimo , prevalecendo o valor que for maior. Já no caso de remunerações entre R$ 1.531,03 a R$ 2.551,96, o seguro-desemprego corresponde a R$ 1.224,82 mais 50% do que exceder R$ 1.531,02. 

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O funcionário demitido pode pedir o  seguro-desemprego  pela internet, no portal Emprega Brasil. É preciso ter em mãos as guias entregues pelo ex-empregador ao homologar a demissão, o termo de rescisão, a carteira de trabalho, o extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a identificação do Programa de Integração Social (PIS) ou do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação com foto. 

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*Com informações da Agência Brasil

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