conecte-se conosco


Economia

América Latina é foco de franquias brasileiras em internacionalização

Publicado

O crescimento exponencial do  franchising impulsiona as oportunidades dentro do setor e faz com que redes de franquias  que já estejam bem estabilizadas no Brasil almejem a expansão internacional da marca. A fim de evitar obstáculos ainda maiores, algumas franquias nacionais começam a planejar sua expansão em países próximos, na América Latina. Essa decisão é tomada, em sua maioria, devido a proximidade da praça de expansão, além da facilidade de negociação com países que integram o bloco Mercosul como Argentina, Uruguai, Paraguai, entre outros.

De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), das 142 redes nacionais que possuem franquias no exterior, 113 estão em países da América Latina, sendo que a maior parte delas (34) estão localizadas no Paraguai.

A Casa do Construtor, é um dos exemplos do setor. A rede especializada em locação de equipamentos iniciou sua primeira operação internacional no Paraguai, já que é um país que possui grande potencial de crescimento do mercado de construção civil. “Nossa intenção é profissionalizar um mercado ainda inexplorado. Somos os pioneiros no Brasil e, agora, no Paraguai. A nossa meta é inaugurar mais 25 unidades nos próximos 5 anos, além de chegar a outros países do Mercosul”, explica o sócio-fundador da rede, Altino Cristofoletti sobre a nova unidade localizada na região metropolitana de Assunção.

Veja Também  Mercado eleva previsão de rombo nas contas públicas para R$ 102 bilhões em 2019

Para a empreitada, Cristofoletti afirma que foi necessário um investimento de aproximadamente U$ 300 mil que inclui treinamentos, tradução de todos os manuais, além de obras e equipamentos, mas que o investimento em um país próximo ainda compensa, principalmente ao considerar que o Paraguai é o segundo país mais procurado pelas redes do setor, ficando atrás somente dos Estados Unidos “por conta da proximidade, os custos de operação ficam bem mais reduzidos se comparado aos Estados Unidos. A nossa operação no Paraguai tem sido um verdadeiro sucesso”, diz. A unidade paraguaia tem à sua frente o franqueado Gino Villalba, de 23 anos e chega ao país com o nome “Casa del Constructor”.

Franquias de Beleza


Franquias nacionais procuram países próximos para facilitar o transporte e negociações da marca na expansão internacional
Divulgação

Franquias nacionais procuram países próximos para facilitar o transporte e negociações da marca na expansão internacional

O Instituto Embelleze, por sua vez, inaugura em 2018 sua segunda unidade no Equador. A primeira unidade foi inaugurada em fevereiro de 2017, na cidade de Quito e o país foi escolhido pela presença de um master franqueado estratégico para os negócios na região. A  franquia pioneira possui 600 metros quadrados e capacidade para atender cerca de 1.500 alunos por ano. O investimento inicial foi de U$ 200 mil.

Veja Também  Petrobras não quer tomar empréstimos de bancos públicos com juros diferenciados

A rede que possui 319 unidades distribuídas em todo Brasil e já formou cerca de 1,2 milhão de profissionais na área da estética escolheu o Equador pela presença de um master franqueado no país, mas já visa países como México e Colômbia. “A internacionalização da marca faz parte do nosso planejamento estratégico. Primeiro, consolidamos a rede de escolas no Brasil, tornando-a uma referência na formação de profissionais altamente capacitados. Essa é a receita do sucesso do Instituto Embelleze: ajudar a transformar a vida das pessoas”, destaca Daniel Guedes, CEO da SMZTO, grupo de franquias que inclui outras marcas além da Embelleze.

Já a rede de franquias de depilação definitiva, a Espaçolaser, planeja sua expansão no franchising pela América Latina com previsão de 90 unidades inicialmente. A primeira operação no exterior iniciou em julho deste ano na Argentina com um investimento de U$ 2 milhões na rede que será nomeada como Definit no país. A marca que possui mais de 370 unidades no Brasil já planeja sua  expansão também para o Uruguai.

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Petrobras não quer tomar empréstimos de bancos públicos com juros diferenciados

Publicado



José Cruz/Agência Brasil

“Este ciclo em que a Petrobras se valia de empréstimos com juros diferenciados acabou”, disse Roberto Castello Branco

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que a estatal não pretende mais buscar empréstimos junto a bancos públicos com juros “diferenciados”. A declaração, motivada pela publicação da lista dos 50 maiores clientes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), foi divulgada pela assessoria de imprensa da companhia.

Leia também: Comandante da Marinha deve chefiar Conselho de Administração da Petrobras

“Este ciclo em que a Petrobras se valia de empréstimos de bancos públicos, com juros diferenciados, com o objetivo de financiar seus projetos, acabou”, escreveu Castello Branco. “Entendemos que grandes empresas que dispõem de fácil acesso aos mercados financeiros não precisam ser subsidiadas com recursos públicos que deveriam ser investidos em programas em prol da sociedade”, completou.

Na manhã desta sexta-feira (18) , o BNDES divulgou uma lista de seus maiores clientes e uma relação das operações realizadas nos últimos 15 anos. O compilado também traz os países que fizeram empréstimos com o Brasil neste período. A Petrobras aparece em primeiro lugar no ranking, somando R$ 62,4 bilhões em empréstimos e operações de renda variável.

Veja Também  Informações sobre maiores clientes do BNDES já estavam disponíveis desde 2015

As informações, porém, já estavam disponíveis no site do banco desde 2015. Naquele ano, quando Dilma Rousseff (PT) ainda era presidente, o BNDES começou a divulgar mais detalhes sobre a identidade de seus clientes, taxas de juros aplicadas e resumos dos projetos apoiados. As contestações por parte do TCU (Tribunal de Contas da União) e as revelações da Operação Lava Jato sobre os escândalos de corrupção envolvendo empreiteiras motivaram essa tentativa de maior transparência. 

Abrir a suposta “caixa-preta” do BNDES foi uma das promessas de campanha de Jair Bolsonaro (PSL). Quando candidato, o presidente cobrou a divulgação dos valores dos empréstimos que financiaram obras de empresas brasileiras no exterior, principalmente em países vistos como “mau pagadores”. Joaquim Levy , nomeado presidente do banco ainda em 2018, também prometeu tornar públicas essas informações.

Leia também: Informações sobre maiores clientes do BNDES já estavam disponíveis desde 2015

A lista divulgada hoje, na verdade, é uma versão organizada e mais acessível dos dados já disponibilizados periodicamente pelo BNDES . O compilado não difere muito do relatório publicado em 2017, durante o governo de Michel Temer (MDB), e produzido para defender a atuação do banco e atestar sua relevância para o desenvolvimento do País. Este último também pode ser consultado no site da biblioteca digital do BNDES .

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Seguro-desemprego tem reajuste de 3,43% e pode chegar a mais de R$ 1.700

Publicado


Seguro-desemprego sofreu reajuste
Marcello Casal/Agência Brasil

Seguro-desemprego sofreu reajuste

O valor do seguro-desemprego será reajustado em 3,43%. A medida, que vale para parcelas do benefício emitidas a partir do dia 11 de janeiro, foi anunciada nesta sexta-feira (18) pelo Ministério da Economia. 

Leia também: Beneficiário do INSS que recebe mais de um salário mínimo terá reajuste de 3,43%

De acordo com a pasta, o reajuste do  seguro-desemprego  é diretamente correspondente ao valor final da inflação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) no ano passado.  

Com os novos valores em prática, a parcela máxima do benefício passará de R$ 1.677,74 para R$ 1.735,29. A mínima, q ue acompanha o valor do salário mínimo , foi R$ 998 ante os R$ 954 praticados em 2019. Vale lembrar que esse tipo de auxílio financeiro só é válido para trabalhadores que foram demitidos sem justa causa. 

Como eu consigo meu seguro-desemprego? 


Saiba como conseguir o seguro-desemprego
Camila Domingues/ Palácio Piratini

Saiba como conseguir o seguro-desemprego

Estão aptos a receber o benefício aqueles que foram demitidos sem justa causa. Esses trabalhadores podem pegar de três a cinco parcelas do seguro, conforme o tempo trabalhado e o número de pedidos do auxílio.  

Veja Também  Tarifas de embarque de aeroportos da Infraero ficam 5,39% mais caras

O beneficiário não pode exercer nenhum tipo de atividade remunerada, informal ou formal, enquanto recebe o seguro. Se isso acontecer, o empregado é obrigado a devolver as parcelas recebidas indevidamente. 

Para calcular o seguro-desemprego, é feita uma média das três últimas remunerações do funcionário antes da demissão. Caso o trabalhador tenha ficado menos que três meses em seu último emprego, o cálculo segue a média do salário em dois meses ou em apenas um mês, dependendo do caso. 

Os trabalhadores que recebiam mais de R$ 2.551,96 de salário conseguem o valor máximo do benefício, de R$ 1.735,29. Para ganhos mensais de até R$ 1.531,02, o emprego tem direito a 80% do salário médio ou ao salário mínimo , prevalecendo o valor que for maior. Já no caso de remunerações entre R$ 1.531,03 a R$ 2.551,96, o seguro-desemprego corresponde a R$ 1.224,82 mais 50% do que exceder R$ 1.531,02. 

Leia também: inadimplência tem a maior alta desde 2012 e já afeta 62,6 milhões de brasileiros

O funcionário demitido pode pedir o  seguro-desemprego  pela internet, no portal Emprega Brasil. É preciso ter em mãos as guias entregues pelo ex-empregador ao homologar a demissão, o termo de rescisão, a carteira de trabalho, o extrato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a identificação do Programa de Integração Social (PIS) ou do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento de identificação com foto. 

Veja Também  BNDES divulga lista de empréstimos e Bolsonaro comenta: “Vamos bem mais a fundo”

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana