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Redação do iG elege os carros dos sonhos

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Há quem veja automóveis como um simples meio de transporte. Outros dedicam suas vidas a esta paixão que nos faz desembolsar uma boa grana com algo que, para o público geral, poderia ser um desperdício de dinheiro. Os esforços são muitos quando falamos dos carros dos sonhos.

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E o que poderia definir os carros dos sonhos ? Gostamos de dizer que é o modelo que esteve na sua parede em um pôster durante a infância, ou no plano de fundo do seu computador. Partindo disso, convidamos toda a redação do iG para escolhermos juntos os carros que fizeram a nossa cabeça ao longo dos anos.

1 – Chevrolet Corvette Stingray 1977


O Corvette Stingray C3 é um dos carros dos sonhos do nosso publisher que ele conseguiu realizar
Revista Car and Driver Brasil

O Corvette Stingray C3 é um dos carros dos sonhos do nosso publisher que ele conseguiu realizar

O diretor de redação André Jalonetsky conseguiu realizar o seu sonho de ter um “Vette” Stingray 1977 com seu nome no documento. Há, inclusive, uma publicação no iG Carros explicando todos os detalhes por trás de sua importação e processo de restauração, que você pode conferir clicando no link abaixo.

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Em resumo, é preciso estar completamente ensandecido para pensar em levar um Corvette desses para a casa. Além, é claro, do extenuante procedimento de restauração que pode levar anos.


O esportivo americano é um dos carros dos sonhos dos anos 70 que vem com faróis escamoteáveis
Revista Car and Driver Brasil

O esportivo americano é um dos carros dos sonhos dos anos 70 que vem com faróis escamoteáveis

O coração deste endiabrado animal devorador de asfalto é um small block  V8 que desenvolve 210 cv de potência. Como qualquer outro esportivo americano daquela década, o Corvette Stingray não era um exemplo de dirigibilidade e aderência. O ronco do motor, a força ao acelerar e um calor escaldante marcam a experiência do sortudo que está sentado no banco do motorista. Um carro sem frescuras, para quem quiser queimar uma boa quantidade de borracha no fim de semana.

2 – Ford Escort RS Cosworth 1992


Um entre os carros dos sonhos do editor Carlos Guimarães é o  Ford Escort RS Cosworth, que não foi vendido no Brasil
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Um entre os carros dos sonhos do editor Carlos Guimarães é o Ford Escort RS Cosworth, que não foi vendido no Brasil

Pense nos hot hatches dos dias de hoje. O inflacionado Golf GTI foi recentemente renovado, passando a entregar bons 230 cv de potência. Longe do Brasil, o Focus ST com motor EcoBoost é capaz de descarregar 250 cv. Portanto, imagine um esportivo com mais de 25 anos que já era capaz de entregar a mesma potência de nossos hatches contemporâneos. Pois bem, o Escort RS Cosworth é o sonho que o editor Carlos Guimarães dificilmente conseguirá realizar no Brasil.

Não é à toa que o site FlatOut! considerou o RS Cosworth como o melhor hot hatch de todos os tempos. Era completamente à frente de seu tempo, oferecendo o melhor da tecnologia que existia no início dos anos 90. A Ford tirou o RS Cosworth dos rascunhos para homologar o Escort aos padrões do Campeonato Mundial de Rali. E apesar do visual ser, em sua essência, o mesmo do modelo que foi vendido no Brasil, as similaridades param por aí.

Motor longitudinal e tração integral conferiam ao Cosworth o caráter de carro de rali que foi parar nas ruas. Muito de sua base vinha do Sierra Cosworth, que pode ser definido como o pináculo de toda a tecnologia. O que impediu o Sierra de ser um modelo ainda mais vencedor nas competições foi a tração traseira.

O Escort RS Cosworth que ganhou as ruas da Europa tinha motor 2.0, de 227 cv e 31,1 kgfm a 2.750 rpm, contando ainda com a tração integral. Além do desempenho, quem teve o prazer de dirigir um deles costumava elogiar sua boa aderência e estabilidade. Com o aerofólio de dois andares, foi um dos carros mais legais dos anos 90.

3 – BMW M3 E36 1993


BMW M3 E36 foi um dos carros dos sonhos de diversos jovens, assim que as importações foram liberadas
Divulgação

BMW M3 E36 foi um dos carros dos sonhos de diversos jovens, assim que as importações foram liberadas

Os anos 90 foram um tanto quanto turbulentos no Brasil. Proibidas desde 1976, as importações de automóveis foram liberadas pelo então Presidente da República, Fernando Collor. Apesar da inflação imprevisível e escândalos que levaram ao impeachment, a abertura das importações proporcionaram a chegada de novas marcas de luxo ao Brasil. Entre elas, é claro, o trio de ferro alemão. E era justamente a Fábrica de Motores da Baviera que fazia a cabeça do editor-chefe Bruno Martinolli durante a infância.

Era muito normal que todos os jovens da época quisessem desfilar por aí de Audi e Mercedes. O BMW Série 3, mais especificamente o 325i, foi apelidado de “Fuscão de rico” de tanto que saia das concessionárias. A versão mais legal era a M3, que chegou ao Brasil pouco tempo depois de ter sido mostrada na Alemanha, em 1993.

Havia algumas diferenças pontuais entre o M3 alemão, que era vendido oficialmente pela BMW e o americano, que vinha por importação independente. O primeiro entregava bons 286 cv de potência e 32,5 kgfm, chegando a 100 km/h em apenas 5,4 segundos. Entre os fãs dos esportivos da BMW do Brasil, este é o mais procurado. O modelo americano, por sua vez, era submetido à regras de emissões que fizeram sua potência cair consideravelmente para 243 cv. O torque ficava na casa dos 31 kgfm.

4 – Toyota Hilux TRD


Toyota Hilux TRD entra para a lista dos carros dos sonhos por ser a versão descolada que nunca teremos
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Toyota Hilux TRD entra para a lista dos carros dos sonhos por ser a versão descolada que nunca teremos

Os australianos podem comprar uma versão alternativa da Hilux, feita pela divisão esportiva Toyota Racing. Este não é um sonho tão inatingível para a repórter Monique Santos, uma vez que a Hilux TRD tem exatamente o mesmo conjunto mecânico do modelo brasileiro.

São 177 cv entregues a 3.400 rpm, contando com 45,9 kgfm de torque a 1.600 rpm. Destaque para a tonalidade escura do interior, revestimento de couro perfurado e quadro de instrumentos com iluminação branca. No pacote de equipamentos, a Toyota incluiu também retrovisores internos eletrocrômicos, luz de condução diurna de LED, entre outros itens.

Apesar de não ser potente como a Amarok V6 (a picape mais potente do Brasil), a Toyota Racing tem a intenção de criar uma versão esportiva e legítima da Hilux nos próximos anos. O alvo é a Ford Ranger Raptor. Se o projeto receber luz verde, dificilmente será vendido no Brasil.

5 – Mitsubishi Lancer Evo V 1998


Mitsubishi Lancer Evo V é um dos carros dos sonhos de qualquer moleque que jogava Gran Turismo no Playstation 1
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Mitsubishi Lancer Evo V é um dos carros dos sonhos de qualquer moleque que jogava Gran Turismo no Playstation 1

O sonho de infância do estagiário Guilherme Menezes era ter um Mitsubishi Lancer Evo V. Sempre que ligava o Playstation 1 para jogar Gran Turismo, a escolha era sempre certa: o carro de rali da marca dos três diamantes. Raríssimo no Brasil, a Mitsubishi estima que apenas dez unidades pisaram suas superfícies emborrachadas por aqui, levando o nosso aprendiz a optar por um Fiat Coupé que já aceleramos por aqui.

Trocando japoneses por italianos, entre os fãs da Mitsubishi, o Evo V é descrito como o mais emblemático. Apresentado no Salão de Tóquio de 1997, mantinha muitos elementos de seu antecessor, ainda que continuasse sendo um carro muito superior. Além dos 280 cv entregues a 6.500 rpm e torque de 37,8 mkgf a 3.000 rpm, o Evo se beneficiava do bom coeficiente de arrasto aerodinâmico de 0,31 Cx. O bom câmbio também era um dos componentes que ele trouxe de sua antiga geração, proporcionando aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos.

O Evo V ficou muito popular no Brasil após sua aparição no desenho japonês Initial D, que passava no extinto canal Animax na metade da década passada. No outro lado do mundo, a Mitsubishi continua ostentando alguns títulos no Campeonato Mundial de Rali. Um carro divertidíssimo de se guiar.

6 – Range Rover Evoque Autobiography 2018


O ultraluxuoso Range Rover Evoque Autobiography é um dos carros dos sonhos de nossa redação
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O ultraluxuoso Range Rover Evoque Autobiography é um dos carros dos sonhos de nossa redação

Nossa lista não se restringe a sonhos antigos. A repórter Beatriz Bradley, por exemplo, gostaria de ter seu nome no documento de um Range Rover Evoque . A versão mais luxuosa do SUV atende pelo nome Autobiography e leva até seis meses para chegar ao Brasil, após a encomenda e o depósito de R$ 286 mil na conta da Land Rover.

O Evoque Autobiography vem equipado com a opção mais potente do motor 2.0, com turbocompressor. Entrega 290 cv, resultando em uma velocidade máxima de 231 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,4 segundos. No sistema de transmissão, o câmbio é sempre de nove marchas com tração integral.

Entre os ítens de série, destacamos faróis adaptativos em LED, bancos dianteiros em couro premium, sistema de som Meridian que simula a disposição de uma orquestra sinfônica e um bom gerenciamento de modos de direção. O Evoque é um verdadeiro sucesso do mercado de SUVs premium.

7 – Audi RS2 Avant 1994


A lista de carros dos sonhos não poderia ficar sem um modelo da Audi com coração de Porsche. Eis a RS2 Avant
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A lista de carros dos sonhos não poderia ficar sem um modelo da Audi com coração de Porsche. Eis a RS2 Avant


Muito antes de R8, RS7 Performance ou TTRS pisarem no Brasil, a marca das quatro argolas trouxe a perua mais insana que o mundo havia visto até os anos 90. A Audi RS2 Avant é a escolha do repórter Cauê Lira e vem acompanhada da bandeira “salvem as peruas”. 

Algum gênio dentro da Audi coçou a barba enquanto observava a lindíssima Audi S2. “Como ficaria a station wagon de Ingolstadt com um pouco do tempero de Stuttgart?”, deve ter se perguntado. Foi então que a Audi entregou a S2 para a Porsche, e deixou que eles pirassem na preparação e até mesmo no design. Algo parecido aconteceu na década seguinte, quando a Audi cuidou de toda a parte chata do Huracán enquanto a Lamborghini abusou da imaginação no design.

O time de engenharia da Porsche topou o projeto e preparou um tempero mais que especial para a RS2 Avant. A base é o motor 2.2, de cinco cilindros, com 315 cv de potência. Mas como diz a filosofia da própria Porsche, potência não significa nada se você não souber o que fazer com ela. Foi então que a marca de Stuttgart deu o seu toque ao câmbio manual, bem como a tração Quattro. O conjunto mecânico permite que a RS2 Avant fosse de 0 a 100 km/h em meros 4,8 segundos.

Nada das quatro argolas ao abrir o capô. O console do motor levava o símbolo da Porsche, para informar aos desavisados que a RS2 tinha poucos elementos da própria Audi. Além de mecânica, a station wagon importava rodas, luzes de neblina e retrovisores do Porsche 911. As lanternas traseiras também foram interligadas como uma clara alusão ao cupê.

8 – VW Golf MK4 VR6 2003


VW Golf VR6 foi um dos carros dos sonhos de vários jovens no início da década passada
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VW Golf VR6 foi um dos carros dos sonhos de vários jovens no início da década passada

Não tem jeito, nove em cada dez jovens desejavam ter um Golf no início da década passada. E com o editor de esportes Mário Monteiro não foi diferente. O sonho de ter um Golf vem desde que seu pai comprou o modelo da quarta geração, em meados dos anos 2000. Naquela época, a versão mais insana era a VR6 com motor V6 em linha. Calma que já explicamos.

LEIA MAIS: VW Golf GTI: a lenda do último esportivo de sua categoria

Estima-se que 99 Golfs equipados com o motor VR6 deixaram a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. Todos chegaram em versão duas portas – com exceção de uma única unidade. O motor era importado da Alemanha, com 200 cv de potência e 26,5 kgfm a 3.200 rpm. Não chegava a ser um V6 legítimo, por conta de sua inclinação nada acentuada. O conjunto trabalhava com um câmbio manual de deis marchas.

Ele não chegava a ser tão mais rápido que o GTI. Ficava apenas 0,1 segundo à frente no 0 a 100 km/h. A grande sacada era a exclusividade e o inconfundível ronco do motor. Um hot hatch digno de arrepiar os pelos da nuca de qualquer playboy. Entra com todos os louvores para a nossa lista. Quais foram os seus carros dos sonhos ? Deixe nos comentários.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

LEIA MAIS: Renault, Nissan e Mitsubishi revelam novas estratégias para 2020

Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

Fonte: IG Carros
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Harley-Davidson CVO Road Glide chega à linha 2020

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Harley-Davidson CVO Road Glide: O suprassumo da marca, que custava R$ 155.900

Após a saída da CVO Road Glide, que era vendida no Brasil até o fim do ano passado, eis que ela acaba de chegar à linha 2020 no exterior. Sem previsão de retornar ao nosso mercado, sai por US$ 40.999 nos EUA, aproximadamente R$ 177.120 em conversão direta. O topo de linha da Harley-Davidson, criado pela divisão especial Custom Vehicle Operation, a equipa com tudo o que a marca pode oferecer.

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Modelo é um dos mais equipados, o que faz ser uma das Harley preferidas dos que curtem pegar uma estrada

O maior destaque fica por conta do motor Milwaukee-Eight 117. Com 1.923 cc, gera 17,42 kgfm nos 3.750 rpm. Além disso, a Harley-Davidson de topo recebe o RDRS (Reflex Defensive Rider Systems ou Sistemas Reflex de Pilotagem Defensiva), pacote eletrônico com itens como ABS e controle de tração atuantes em curvas, entre outros recursos.

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Única pela carenagem fixa, do tipo nariz de tubarão, a CVO Road Glide , como se não bastasse, ainda vem com os aquecedores de manopla, sistema H-D Connect com conectividade para celulares, fone Bluetooth para permitir ao piloto controlar o sistema de infotenimento por comandos de voz e painel de 6,5 polegadas, com tela sensível ao toque.

Road Glide no Brasil

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Harley-Davidson Road Glide Limited, que acaba de chegar à linha 2020 com novidades

Enquanto isso, para o Brasil, a família Touring tem como destaque a Road Glide Limited , que chega à linha 2020 para substituir a Road Glide Ultra, oferecendo recursos touring premium, incluindo novo acabamento interno da carenagem, manoplas aquecidas, novo grafismo, emblemas e rodas. Ela é outra que traz o motor Milwaukee-Eight 114.

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Destaque para 2020 é o novo sistema Reflex Defensive Rider System, que conta com controle de tração, freios ABS, controle assistente de parada e pressão de pneus. O sistema de informação e lazer Boom Box GTS conta com tela colorida sensível ao toque mesmo com luvas, com opções de navegação, entretenimento e comunicação via Bluetooth com celulares. A Harley-Davidson Road Glide Limited chega com preço sugerido à partir de R$ 104.500.

Fonte: IG Carros
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