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Neymar terá atenção especial de Tite para ganhar confiança, diz Edu Gaspar

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Edu Gaspar concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira (21), dia da chegada dos jogadores à Granja Comary
Pedro Martins/MoWa Press

Edu Gaspar concedeu entrevista coletiva nesta segunda-feira (21), dia da chegada dos jogadores à Granja Comary

Edu Gaspar, coordenador da seleção brasileira, afirmou em entrevista coletiva nesta segunda-feira (21) que Neymar receberá atenção especial de Tite para retomar a confiança após ficar três meses parado por uma lesão no quinto metatarso do pé direito. Segundo ele, o treinador vai conversar com o craque a respeito disso.

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“Neymar vai receber do Tite a informação que ficou três meses parado, e não será o Neymar excepcional depois disso. Vamos criar uma base para que ele possa ganhar de novo a confiança e vá subindo sem pressão exagerada quanto ao seu desempenho. O Tite vai passar isso para que ele tenha segurança de fazer bem treinamentos, o primeiro amistoso, não absorva pressão desnecessária. Esse é o objetivo que temos com ele, para que ele possa ter um grande desempenho. E com certeza terá”, disse Edu Gaspar
.

Além disso, o coordenador falou também sobre a preparação para a Copa do Mundo
. Ele fez questão de ressaltar a dedicação do grupo desde que Tite assumiu o comando da seleção, no ano de 2016.

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“Tudo foi realmente muito bem controlado. Foi uma dedicação incrível que tivemos para estarmos seguros neste momento. Estou ansioso para ver as coisas acontecendo. Tudo o que foi planejado, discutido e observado nos dá segurança, só que as coisas que vão acontecer podem ser coisas novas, mas podem ter certeza de que tudo foi muito bem pensado, discutido. Não só comigo, comissão técnica, mas questão administrativa. Até a questão com vocês, de criar relação bacana com a imprensa. Isso também foi discutido com nossa equipe de comunicação”, afirmou.

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O coordenador disse ainda que o Brasil
está pronto para fazer uma excelente Copa do Mundo. “Estamos no momento especial das nossas vidas, carreiras profissionais. Um momento de muita segurança nas decisões tomadas, independentemente da quantidade de jogos dos atletas. Temos total segurança e estamos confortáveis aqui para fazermos uma grande preparação, uma grande Copa do Mundo. Temos pela frente ainda 27 dias de preparação, dois amistosos, muitas decisões podem ser tomadas ainda. O importante é estarmos seguros das decisões”, completou Edu Gaspar
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Mesmo com oito jogadoras infectadas, equipe volta a treinos em Manaus

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O presidente do 3B Sport, Bosco Brasil, informou em entrevista nesta quarta (27) à Agência Brasil que a equipe de Manaus manteve os treinos nesta semana mesmo após oito atletas testarem positivo para o novo coronavírus (covid-19). A equipe da capital amazonense, que disputa a série A2 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, realizou as atividades com 12 das 19 jogadoras do plantel que permaneceram em Manaus, mesmo com a competição não tendo previsão de retorno.

No último sábado (23), chegaram à sede da equipe os resultados dos testes para o novo coronavírus (covid-19). Bosco Brasil afirmou que oito das 12 atletas que permaneceram em Manaus, mesmo com a paralisação do campeonato, apresentaram resultados positivos. “Desse grupo, nenhuma delas teve sintomas da covid-19. Acho que uma ou duas vezes uma jogadora teve que parar os treinamentos leves. Mas nada grave”, relatou o dirigente.

Além das jogadoras e do próprio presidente do clube, que também testou positivo, o filho do dirigente, a cozinheira, a diretora financeira, o supervisor de futebol e a designer gráfica também estão contaminados. O grupo total de jogadoras é de 19 atletas. Sete delas retornaram a suas cidades em março com a chegada da pandemia.

“Na verdade, não paramos de treinar. O alojamento das atletas fica ao lado do nosso centro de treinamento. Seguimos fazendo as atividades com as jogadoras individualmente. Todas estão bem. E nessa segunda o clube reiniciou algumas atividades coletivas. Elas fazem as refeições todas juntas, dormem no mesmo local. Então chegamos à conclusão de que não teríamos porque não realizar os treinos”, declarou Bosco Brasil.

O técnico da equipe, Marcelo Frigério, que está em São Paulo, explicou à Agência Brasil as atividades que são realizadas. “Semanalmente, o preparador físico repassa via whatsapp os treinos às atletas. As jogadoras que ficaram lá estão fazendo um trabalho com bola só para movimentar. O intuito é fazer com que as atletas não percam os níveis de força. Na verdade, não tem como aplicar treinos específicos. Isso vai ser só quando o campeonato voltar mesmo. Acho que quando isso acontecer vamos ter pouco tempo para preparar tudo”, disse o técnico.

Na última segunda (25), antes da retomada dos trabalhos coletivos, o clube levou um infectologista para explicar ao grupo os cuidados a serem tomados nesse período de pandemia. “Ele nos deixou bem tranquilos. A imunidade das jogadoras é muito boa. Elas não tiveram problemas. Em relação aos outros quatro do nosso grupo que estão com o vírus, ele fez uma estatística. O coronavírus não proporciona uma ciência exata. Se alguém pegar, seriam um ou dois e com sintomas bem fracos. Não tivemos nenhum problema sério por aqui até agora, graças a Deus” declarou o presidente.

No momento dos testes, dos 14 infectados três já eram considerados curados e fora do período de transmissão. A preocupação maior é com os quatro integrantes do grupo que ainda não foram infectados. “Estamos há 60 dias aqui. Todos unidos. Dificilmente, quem não pegou até agora vai pegar a doença aqui dentro. Mas, se tivermos algum caso, vai ser algo leve, segundo nosso departamento médico”, diz Bosco Brasil.

Presidente infectado

O próprio Bosco Brasil foi o primeiro membro do clube a ser infectado. Segundo ele, o primeiro exame foi realizado no dia seis de março. O resultado positivo foi confirmado no dia 18 de março. “Fiquei preocupado porque estava convivendo com elas. Acabei ficando uma semana isolado, tomei uma medicação. Mas não tive melhora. Hoje devo estar há 50 dias com a doença. Já ouvi em palestras que a pessoa pode ficar até 90 dias com o vírus. Estou em fase de recuperação. Estou bem, faço academia, trabalho normalmente, durmo bem. Mas fiquei com algumas sequelas na visão, tenho que usar colírio, algumas coceiras pelo corpo. Desde o início de março, já fiz três testes e todos deram positivo”, declarou.

Casos de covid no Amazonas

No início da noite desta quarta o Ministério da Saúde informou que o estado do Amazonas é o quarto com maior número de infectados pelo novo coronavírus no Brasil, com o total de 33.508, sendo que 1.891 pessoas perderam a vida em razão da covid-19.

Edição: Fábio Lisboa

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Técnico da seleção francesa vê incoerência em jogos durante pandemia

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O técnico da seleção francesa de futebol, o ex-jogador Didier Deschamps, diz que vê incoerência no retorno de partidas durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19), o que demanda a adoção de várias restrições para jogadores e público.

“Uma partida de futebol normal ocorre sem restrições e permite uma troca entre jogadores e público. Acompanhei a Bundesliga [Campeonato Alemão] desde o reinício das partidas na Alemanha. Certamente parece futebol. Não vou falar sobre o ritmo ou a intensidade das partidas. Mas algumas imagens me parecem muito incoerentes […]. Vejo jogadores atuando com todos os elementos específicos do futebol: contatos e confrontos. E então vemos no banco, reservas usando máscaras a dois metros de distância um do outro. Honestamente, eu não entendo”, declarou o treinador em entrevista ao jornal francês Le Parisien.

Na conversa, Deschamps também afirmou que percebe uma motivação econômica por trás do reinício, no atual momento, das competições na Europa: “A vida recomeça com muitas restrições em todas as áreas. No futebol, a retomada de alguns campeonatos obviamente responde, antes de tudo, a um problema econômico. Veja as decisões tomadas na Espanha e na Inglaterra. Esses dois países estão planejando a retomada da La Liga [Campeonato Espanhol] e da Premier League [Campeonato Inglês], mas decidiram não retomar o campeonato feminino, o que gera muito menos receita. Isso diz tudo”.

Além disso, o treinador diz que percebe que, no atual contexto, os profissionais de saúde passam a ser alvo de um tipo de admiração que muitas vezes é voltado apenas para grandes estrelas, como os jogadores de futebol, o que ele acha um movimento positivo: “Você sempre tem que mostrar grande humildade, sabendo como permanecer no seu lugar. Um treinador ou jogador tem um papel social a desempenhar, ele pode dar um sorriso, provocar e compartilhar emoções com o público, mas ele nunca terá a importância de um médico, enfermeiro ou equipe hospitalar […]. Eles, através de um gesto, uma intervenção, podem, eu insisto, salvar vidas. Eles têm o poder de agir de maneira benéfica na vida de cada ser humano”.

Edição: Fábio Lisboa

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