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Arsenal estuda ter Unai Emery para substituir Wenger como treinador da equipe

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Unai Emery vai deixar o comando do Paris Saint-Germain depois de duas temporadas no clube francês
Divulgação

Unai Emery vai deixar o comando do Paris Saint-Germain depois de duas temporadas no clube francês

Unai Emery já está de malas prontas para deixar o comando do Paris Saint-Germain
. Seu substituto, o alemão Thomas Tuchel, inclusive, já chegou a ser apresentado ao clube da capital da França e assume a equipe em julho. No entanto, o espanhol vem sendo cotado como o novo técnico do Arsenal.

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De acordo com informações da emissora Sky Sports
, Emery teve em Londres, uma reunião com a diretoria do clube inglês. A partir da próxima temporada do futebol europeu, o Arsenal
não vai mais contar com Arsene Wenger, que durante 22 anos esteve à frente da equipe. Assim, o ex-PSG seria o nome cotado para substituir o treinador
ídolo.

Apesar do fracasso na Liga dos Campeões nesta temporada, Unai Emery
já levou o time de Paris ao título do Campeonato Francês, da Copa da França, da Copa da Liga Francesa e da Supercopa da França. Como treinador do Sevilla, foi três vezes campeão da Liga Europa.

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O fim da era Wenger


Arsene Wenger assumiu o comando do Arsenal por 22 anos
Reprodução

Arsene Wenger assumiu o comando do Arsenal por 22 anos

Uma das mais longas parcerias da história do futebol
vai terminar em meados de 2018. O Arsenal confirmou que o técnico francês Arsene Wenger
deixará a equipe ao final desta temporada após 22 anos no cargo. Nas redes sociais, o Arsenal postou a mensagem em francês “Merci Arsene” (Obrigado, Arsene). “Depois de considerar e discutir com o clube, senti que é o momento justo para sair no final desta temporada”, explicou o treinador.

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“Quero agradecer à equipe técnica, aos jogadores e aos diretores que fazem deste clube tão especial. Eu peço aos torcedores que continuem apoiando o time para terminar esta temporada na melhor posição possível”, completou o ídolo da torcida do Arsenal
.


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Mesmo com oito jogadoras infectadas, equipe volta a treinos em Manaus

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O presidente do 3B Sport, Bosco Brasil, informou em entrevista nesta quarta (27) à Agência Brasil que a equipe de Manaus manteve os treinos nesta semana mesmo após oito atletas testarem positivo para o novo coronavírus (covid-19). A equipe da capital amazonense, que disputa a série A2 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, realizou as atividades com 12 das 19 jogadoras do plantel que permaneceram em Manaus, mesmo com a competição não tendo previsão de retorno.

No último sábado (23), chegaram à sede da equipe os resultados dos testes para o novo coronavírus (covid-19). Bosco Brasil afirmou que oito das 12 atletas que permaneceram em Manaus, mesmo com a paralisação do campeonato, apresentaram resultados positivos. “Desse grupo, nenhuma delas teve sintomas da covid-19. Acho que uma ou duas vezes uma jogadora teve que parar os treinamentos leves. Mas nada grave”, relatou o dirigente.

Além das jogadoras e do próprio presidente do clube, que também testou positivo, o filho do dirigente, a cozinheira, a diretora financeira, o supervisor de futebol e a designer gráfica também estão contaminados. O grupo total de jogadoras é de 19 atletas. Sete delas retornaram a suas cidades em março com a chegada da pandemia.

“Na verdade, não paramos de treinar. O alojamento das atletas fica ao lado do nosso centro de treinamento. Seguimos fazendo as atividades com as jogadoras individualmente. Todas estão bem. E nessa segunda o clube reiniciou algumas atividades coletivas. Elas fazem as refeições todas juntas, dormem no mesmo local. Então chegamos à conclusão de que não teríamos porque não realizar os treinos”, declarou Bosco Brasil.

O técnico da equipe, Marcelo Frigério, que está em São Paulo, explicou à Agência Brasil as atividades que são realizadas. “Semanalmente, o preparador físico repassa via whatsapp os treinos às atletas. As jogadoras que ficaram lá estão fazendo um trabalho com bola só para movimentar. O intuito é fazer com que as atletas não percam os níveis de força. Na verdade, não tem como aplicar treinos específicos. Isso vai ser só quando o campeonato voltar mesmo. Acho que quando isso acontecer vamos ter pouco tempo para preparar tudo”, disse o técnico.

Na última segunda (25), antes da retomada dos trabalhos coletivos, o clube levou um infectologista para explicar ao grupo os cuidados a serem tomados nesse período de pandemia. “Ele nos deixou bem tranquilos. A imunidade das jogadoras é muito boa. Elas não tiveram problemas. Em relação aos outros quatro do nosso grupo que estão com o vírus, ele fez uma estatística. O coronavírus não proporciona uma ciência exata. Se alguém pegar, seriam um ou dois e com sintomas bem fracos. Não tivemos nenhum problema sério por aqui até agora, graças a Deus” declarou o presidente.

No momento dos testes, dos 14 infectados três já eram considerados curados e fora do período de transmissão. A preocupação maior é com os quatro integrantes do grupo que ainda não foram infectados. “Estamos há 60 dias aqui. Todos unidos. Dificilmente, quem não pegou até agora vai pegar a doença aqui dentro. Mas, se tivermos algum caso, vai ser algo leve, segundo nosso departamento médico”, diz Bosco Brasil.

Presidente infectado

O próprio Bosco Brasil foi o primeiro membro do clube a ser infectado. Segundo ele, o primeiro exame foi realizado no dia seis de março. O resultado positivo foi confirmado no dia 18 de março. “Fiquei preocupado porque estava convivendo com elas. Acabei ficando uma semana isolado, tomei uma medicação. Mas não tive melhora. Hoje devo estar há 50 dias com a doença. Já ouvi em palestras que a pessoa pode ficar até 90 dias com o vírus. Estou em fase de recuperação. Estou bem, faço academia, trabalho normalmente, durmo bem. Mas fiquei com algumas sequelas na visão, tenho que usar colírio, algumas coceiras pelo corpo. Desde o início de março, já fiz três testes e todos deram positivo”, declarou.

Casos de covid no Amazonas

No início da noite desta quarta o Ministério da Saúde informou que o estado do Amazonas é o quarto com maior número de infectados pelo novo coronavírus no Brasil, com o total de 33.508, sendo que 1.891 pessoas perderam a vida em razão da covid-19.

Edição: Fábio Lisboa

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Técnico da seleção francesa vê incoerência em jogos durante pandemia

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O técnico da seleção francesa de futebol, o ex-jogador Didier Deschamps, diz que vê incoerência no retorno de partidas durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19), o que demanda a adoção de várias restrições para jogadores e público.

“Uma partida de futebol normal ocorre sem restrições e permite uma troca entre jogadores e público. Acompanhei a Bundesliga [Campeonato Alemão] desde o reinício das partidas na Alemanha. Certamente parece futebol. Não vou falar sobre o ritmo ou a intensidade das partidas. Mas algumas imagens me parecem muito incoerentes […]. Vejo jogadores atuando com todos os elementos específicos do futebol: contatos e confrontos. E então vemos no banco, reservas usando máscaras a dois metros de distância um do outro. Honestamente, eu não entendo”, declarou o treinador em entrevista ao jornal francês Le Parisien.

Na conversa, Deschamps também afirmou que percebe uma motivação econômica por trás do reinício, no atual momento, das competições na Europa: “A vida recomeça com muitas restrições em todas as áreas. No futebol, a retomada de alguns campeonatos obviamente responde, antes de tudo, a um problema econômico. Veja as decisões tomadas na Espanha e na Inglaterra. Esses dois países estão planejando a retomada da La Liga [Campeonato Espanhol] e da Premier League [Campeonato Inglês], mas decidiram não retomar o campeonato feminino, o que gera muito menos receita. Isso diz tudo”.

Além disso, o treinador diz que percebe que, no atual contexto, os profissionais de saúde passam a ser alvo de um tipo de admiração que muitas vezes é voltado apenas para grandes estrelas, como os jogadores de futebol, o que ele acha um movimento positivo: “Você sempre tem que mostrar grande humildade, sabendo como permanecer no seu lugar. Um treinador ou jogador tem um papel social a desempenhar, ele pode dar um sorriso, provocar e compartilhar emoções com o público, mas ele nunca terá a importância de um médico, enfermeiro ou equipe hospitalar […]. Eles, através de um gesto, uma intervenção, podem, eu insisto, salvar vidas. Eles têm o poder de agir de maneira benéfica na vida de cada ser humano”.

Edição: Fábio Lisboa

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