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Vacinação com dose fracionada contra febre amarela começa nesta quinta no Rio

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A vacinação com dose fracionada contra a febre amarela começa nesta quinta-feira (25) em 15 municípios da região metropolitana do Rio de Janeiro.

 

A Sbim, Sociedade Brasileira de Imunizações, apoia o uso de doses fracionadas como estratégia emergencial para conter expansão da doença no país.

 

Isabella Ballalai, que é presidente da Sbim, reforça que a medida é necessária para o momento.

 

 

Isabella Ballalai também confirmou que a dose fracionada é segura.

 


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Bruno Covas é encaminhado para UTI após sangramento no fígado

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Reprodução / Instagram
Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, voltou ao hospital para mais sessões de quimioterapia.

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) foi encaminhado nesta quarta-feira (11) para a Unidade de Tratamento Intensivo ( UTI ) após um sangramento no fígado. Desde o domingo (8) ele está internado para retomar as sessões de quimioterapia para combater um câncer localizado na região do estômago.

O boletim médico emitido pelo Hospital Sírio-Libanês, local onde Covas está internado, informou que o prefeito passou a ter sangramentos após passar por um procedimento de demarcação da lesão do tumor.

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O tucano também passou por uma arteriografia e embolização no foco do sangramento . Segundo a equipe médica, o procedimento foi minimamente invasivo. Covas foi encaminhado para UTI com o objetivo de ficar sob constante monitorização. 

Mesmo com a regressão do tumor, o prefeito precisou ser internado para mais sessões de quimioterapia . Durante uma entrevista coletiva que aconteceu na segunda-feira (9), o infectologista David Uip informou que a lesão no fígado estava respondendo de forma expressiva. A previsão era que o tratamento de Covas durasse quatro meses. 

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A expectativa era que Covas tivesse alta após cada sessão de quimioterapia, cada uma com duração de 30 horas. A última das três sessões que o prefeito de São Paulo foi submetido aconteceu no dia 26 de novembro.

Fonte: IG Nacional
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Bolsonaro quer vetar projeto que muda investigação de lesões contra menores

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Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira que irá vetar integralmente um projeto aprovado pelo Congresso que autoriza o Ministério Público (MP) a apresentar ação por crimes de lesões corporais leves e culposas contra menores de 18 anos do sexo masculino mesmo sem uma manifestação da família da vítima. O veto ainda não foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Atualmente, o crime de lesões corporais é processado por meio de ação pública incondicionada — ou seja, o MP pode promover a ação mesmo sem a manifestação da vítima. Isso não ocorre nos crimes de lesões corporais leves e lesões culposas, com exceção de quando as vítimas são menores de idade e do sexo feminino, por determinação da Lei Maria da Penha. O objetivo da proposta é estender essas permissão para menores de idade do sexo masculino.

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“Assim, nessa hipótese, cria-se uma distinção injustificável, baseada apenas no sexo, para o início da persecução penal nos crimes de lesões corporais leves ou culposas nos quais a vítima é menor ou incapaz”, argumentou a autora do projeto, a ex-senadora e hoje deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), na justificativa da proposta.

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Além de estender a determinação para casos em que a vítima é do sexo masculino, o projeto determina que a permissão só vale quando o agressor “conviva ou tenha convivido com a vítima ou em que haja prevalência das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade”.

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Em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira, Bolsonaro anunciou que vetará o texto porque ele poderia atrapalhar policiais.

“O que eu vi? Imagina uma ação qualquer, policial, onde o menor seja detido, sofra uma agressão , até verbal. O policial vai ser processado, o MP vai para cima dele. Não ia faltar algumas ONGs, esses partidos que vocês conhecem de esquerda, que só fazem a balbúrdia, (para) achar uma maneira junto ao MP para que esse policial viesse a sofrer um processo. Eu resolvi vetar então por causa disso”, afirmou.

Caso o veto seja confirmado, ele será submetido ao Congresso, que poderá mantê-lo ou derrubá-lo.

Fonte: IG Nacional
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