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Conheça seis redes de franquias comprometidas com causas sociais

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A Sigbol Fashion é uma rede de franquias que já formou mais de 100 mil alunos no Brasil
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A Sigbol Fashion é uma rede de franquias que já formou mais de 100 mil alunos no Brasil

Algumas empresas
líderes de seus segmentos no Brasil têm firmado parcerias com programas criados por ONGs  e pelo Estado, a fim de ajudar pessoas na recuperação da autoestima, na colocação no mercado de trabalho e na busca pela independência financeira. Entre essas companhias, estão grandes redes de franquias.

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O trabalho realizado por essas redes de franquias
costuma ser voltado ao combate à desigualdade social e causas socioambientais. Muitas delas têm se tornado parceiras de programas criados por organizações governamentais e não-governamentais  geradores de alto impacto social em áreas como saúde, educação e mercado de trabalho. Conheça algumas dessas marcas e descubra o que elas estão fazendo para promover mudanças na vida de milhares de pessoas ao redor do Brasil:

1) Sigbol Fashion

Única rede especializada em costura, modelagem e moda do Brasil, a Sigbol Fashion tem como principal propósito o compromisso de transformar costureiras em empreendedoras e garantir aos seus alunos a qualificação profissional necessária para a conquista das melhores oportunidades de trabalho.

A rede
já formou cerca de 100 mil alunos em mais de quarenta especialidades. Muitos estudantes formados pela rede aplicaram o aprendizado obtido em sala de aula em atividades que se tornaram suas únicas profissões. Outros alunos optam por explorar as lições aprendidas para aplicar em atividades que geram renda extra. Existem inúmeros casos de ex-alunos que mudaram de careira, montaram ateliês e confecções e passaram a se dedicar exclusivamente  ao segmento de moda.

Entre os modelos de franquia disponibilizados pela rede, destaca-se o formato home based, pensado e desenvolvido especialmente para costureiras amadoras e profissionais liberais que desejam se tornar empreendedores, mas não têm condições financeiras de investir altos valores no negócio próprio. Aquela que opta por esse gênero de franquia desembolsa não mais que R$ 10 mil e desfruta de uma série de benefícios oferecidos pela rede, como consultoria na gestão, suporte operacional e treinamento de capacitação inicial.

2) Patroni

Uma das empresas parceiras do projeto Trabalho Novo ? programa de empregabilidade para pessoas em situação de rua criado pela prefeitura de São Paulo ? é a Patroni, maior rede de franquia de pizzarias do Brasil. Quase mil pessoas já foram empregadas através do projeto, que conta com a parceria de 223 empresas e da ONG
Rede Cidadã, que busca a transformação social por meio da integração entre vida e trabalho.

A organização é a responsável por selecionar e preparar pessoas em situação de rua, por meio de capacitação socioemocional, regularização da documentação e triagem de candidatos. Já as franqueadoras oferecem a preparação dos candidatos para suas funções. A Patroni abriu quatro vagas e fez a contratação de dois colaboradores, que atuam em suas lojas como atendente e ajudante de cozinha e vem apresentando boas performances.

O contato com as equipes da Prefeitura e da ONG Rede Cidadã para realizar o acompanhamento dos colaboradores já contratados e negociar novas contratações é feito com frequência pela Patroni. “Sempre que tivermos, por algum setor da empresa, alguma vaga aberta, buscaremos contratar pessoas desse projeto, essa é a filosofia atual da Patroni”, conta a Diretora de Recursos Humanos da empresa, Marcia Augusto Costa.

Hugo Faustino Alves, de 36 anos, é um dos funcionário
s contratados por meio do programa. Ele estava há um ano desempregado quando recebeu o convite para trabalhar na Patroni. Alves acumulava 17 anos de experiência profissional no segmento de gerenciamento de risco quando se viu sem fonte de renda e condições financeiras de pagar o aluguel da casa onde vivia com a esposa e os dois filhos.

Diante destas circunstâncias, a família não teve outra opção, a não ser se separar. Esposa e filhos foram morar com a sogra, enquanto Alves se mudou para um centro de acolhida. A oportunidade de trabalhar na rede de franquias surgiu quando ele participava, no próprio albergue, do programa de encaminhamento para o mercado de trabalho.

“Entrei na Patroni como ajudante de cozinha, e uma semana depois fui chamado para trabalhar como pizzaiolo”, conta. “Nos primeiros dias, pensei que não ia dar conta, mas estou me adaptando e gostando bastante do trabalho. Também estou muito honrado por terem dado essa responsabilidade para mim. Nos primeiros dias, meu trabalho era acompanhado por outro profissional, mas hoje eu fico na pizzaria sozinho e sou grato por eles terem essa confiança em mim”, orgulha-se Alves. 

O pizzaiolo e a esposa, que trabalha fazendo faxinas esporádicas, pretendem alugar um imóvel para reunir a família assim que for concluída a fase de experiência na empresa. “Agora eu tenho que ter foco para sair dessa situação e trabalhar, com pouco já dá para começar”, diz.

3) JAN PRO e Limpeza com Zelo

Especializada em serviços de limpeza comercial, a JAN PRO nasceu pautada nas ideias da ressocialização e do empoderamento feminino. A Limpeza com Zelo, criada pela rede, ilustra bem a missão da marca. Em março de 2016, a empresa lançou um modelo de microfranquia voltado para o Microempreendedor Individual (MEI) Doméstico, dando a diaristas e prestadores de serviço a oportunidade de se tornarem empresários e ao mesmo tempo terem todos os direitos trabalhistas garantidos.

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Por meio do projeto “Levanta e Sacode a Poeira”, esses profissionais podem se tornar franqueados da rede Limpeza com Zelo, oferecendo serviço
de limpeza residencial com custo por hora, e obtendo, assim, uma renda mensal superior àquela que seria registrada se eles realizassem os atendimentos como autônomos.

“Lutamos por um ambiente mais inclusivo, incentivando mulheres e pessoas de menor renda a participarem do setor de limpeza não apenas como mão de obra, mas também como empregadores dos serviços que prestamos?, explica Renato Ticoulat, fundador da franquia no Brasil.

Ana Graziele da Silva Paranhos, de 23 anos, pode dizer que mudou completamente de vida depois que se tornou uma franqueadora MEI. Ela morava com uma amiga e fazia faxina ocasionalmente quando foi contatada pela Limpeza com Zelo.

“Eu fazia parte de um grupo privado no Facebook, cujos membros eram apenas empregadas domésticas, e tinha deixado meus dados lá para que possíveis clientes entrassem em contato. Um dia, recebi uma ligação da Limpeza com Zelo, e fui convidada para participar de uma reunião na empresa, onde eu conheci a rede. Eu me interessei, fiquei e estou até hoje.”

Desde que se tornou empreendedora, Ana conquistou mais clientes a passou a ganhar o triplo que ganhava mensalmente. “Por enquanto, eu trabalho sozinha, mas tenho planos de expandir e contratar funcionários”, conta.

4) Evolute Cursos Profissionalizantes

Com 11 unidades próprias e 64 franquias, a Evolute Cursos Profissionalizantes conta hoje com 20 mil alunos. Em pouco menos de 10 anos, mais de 100 mil estudantes se qualificaram para o mercado de trabalho por meio dos cursos oferecidos pela rede, graças a oferta de aulas a preços acessíveis. Os alunos da Evolute pagam cerca de R$ 2 mil por cursos com duração média de um ano e meio.

A rede também oferece oportunidades de emprego
dentro das próprias unidades. No início do próximo ano, a Evolute passará a contratar alunos formados pela própria rede, a fim de proporcionar aos estudantes uma experiência profissional na área escolhida. O projeto faz parte do compromisso da rede em preparar seus alunos para conquistar posições de destaque no mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento individual e coletivo por meio da educação e na inovação tecnológica.

5) OdontoCompany

Fundada em 1990, a rede de franquias odontológicas foi criada com o objetivo de conscientizar as pessoas quanto à necessidade de cuidar da saúde bucal por meio de tratamentos preventivos, e, sobretudo, viabilizar esse tipo de serviço a todos os brasileiros, oferecendo tratamentos de excelência a preços justos.

Segundo um levantamento feito pela própria empresa, são colocados, no total, 14 mil aparelhos ortodônticos e 3 mil transplantes, por mês. A rede estima que em cinco anos, estará em um em cada três lares brasileiros. Até o final de 2017, cinco milhões de procedimentos terão sido realizados.

Além de oferecer tratamentos dentários a preços acessíveis, as franquias do Instituto OdontoCompany entregam a adolescentes carentes cerca de 100 mil atendimentos sem nenhum custo, por meio de seu projeto de prevenção da perda dos dentes permanentes.

“Quando olhamos para os tratamentos oferecidos às comunidades atendidas pelas nossas franquias, conseguimos enxergar os efeitos dos números”, diz Paulo Zahr, fundador da rede. Graças à campanha, a maior do gênero no Brasil, a OdontoCompany emprega seis mil colaboradores de forma direta e outros quatro mil de forma indireta.

A OdontoComapny, além de se preocupar em prestar um serviço de qualidade, também se empenha em destinar de forma correta o lixo derivado dos atendimentos, mostrando consciência ambiental. Em qualquer uma das unidades da franquia, todos os exames de Raio-X são digitalizados, assim evitando o descarte de produtos metálicos na natureza.

6) Instituto Embelleze

Considerada a maior rede de franquias da América Latina voltada para a formação profissional em beleza, prestação de serviços e comercialização de produtos, o Instituto Embelleze já formou mais de um milhão de profissionais. Com isso, a empresa conseguiu gerar renda e oportunidades para famílias brasileiras em um dos mercados que resiste à crise e mais cresce no Brasil.

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O Instituto Embelleze, dedicado principalmente aos microempreendedores, já conta com 330 franquias em todo o país e uma no Equador. Dentre os profissionais treinados pelo Instituto 40,82% são cabeleireiros, 18,82% são manicures e 15,84% são depiladores. Além disso, a empresa também apoia projetos de responsabilidade socioambiental, beneficiando crianças, jovens e adultos em algumas cidades do Brasil.

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Pesquisa diz que maioria das indústrias buscou inovar na pandemia

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A pandemia do novo coronavírus (covid-19) levou grandes e médias indústrias a investir em processos de inovação para aumentar a competitividade. É o que aponta pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada hoje (19). De acordo com o estudo, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, oito em cada dez indústrias inovaram e viram crescer a produtividade e os resultados financeiros.

O levantamento teve por objetivo mapear a percepção de executivos de empresas no Brasil sobre o atual cenário de inovação dentro e fora das principais companhias em atividade no país. Foram entrevistados executivos de 500 indústrias durante o mês de setembro e a amostragem foi controlada por porte das empresas (médias e grandes) e setor de atividade.

Do total de empresas industriais de médio e grande porte, 88% promoveram alguma inovação durante a pandemia de covid-19, como forma de buscar soluções para a crise imposta pelo contexto sanitário.

“Dentre o total de empresas ouvidas, 80% registraram ganhos de produtividade, competitividade e lucratividade decorrentes de inovações. Outras 5% tiveram dois desses ganhos e 2%, um ganho. Apenas 1% das indústrias brasileiras inovou e não viu nenhum incremento em seus resultados. Os dados mostram que somente 13% dos executivos entrevistados disseram que suas empresas não inovaram durante a pandemia”, informou a CNI.

O levantamento indica, também, que 51% das indústrias não possuem setor específico voltado para a renovação. Os dados apontam, ainda, que 63% das empresas pesquisadas não têm orçamento reservado para inovação e 65% não dispõem de profissionais exclusivamente dedicados a mudanças.

Dificuldades

De acordo com a pesquisa, as principais causas para dificuldade em mudar durante a pandemia são acessar recursos financeiros de fontes externas (19%), a instabilidade do cenário externo (8%), a contratação de profissionais (7%), falta de mão de obra qualificada (8%) e o orçamento da empresa (6%).

Os dados mostram, ainda, que a pandemia trouxe alterações na produção das empresas, com 67% dos entrevistados afirmando que a covid-19 evidenciou alterações na relação com os trabalhadores; 60% disseram que tiveram alterações nas vendas; 59% nas relações com clientes; 58% na gestão; 53% nas linhas de produção; 51% na utilização de tecnologias digitais e 44% na logística.

Segundo a CNI, entre os entrevistados, 79% responderam que foram prejudicadas com a pandemia, com destaque para a Região Nordeste, que concentrou 93% das respostas positivas. E 58% das indústrias disseram que a cadeia de fornecedores foi a mais prejudicada, seguida de vendas (40%) e linhas de produção (23%). 

Ao mesmo tempo, 20% dos executivos disseram que foram pouco ou nada prejudicados pela pandemia. No total, 55% das empresas afirmaram que tiveram aumento no faturamento bruto.

A pesquisa mostrou, ainda, que, para os próximos três anos, as empresas consideram como prioridades ampliar o volume de vendas (49%), produzir com menos custos (49%), produzir com mais eficiência (41%), ampliar a produção (34%) e fabricar novos produtos (27%). Para isso, entre os setores que as indústrias consideram mais importante inovar estão o de relação com o consumidor (36%), setor de processos (35%) e de produção (31%)

Edição: Kleber Sampaio

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Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

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Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

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Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

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